Posts

Líder Do Futuro

Líder do futuro: características que impactam na performance das organizações

O modelo de liderança do futuro é exponencial. Esse perfil de liderança possui habilidades necessárias para absorver as mudanças complexas e adaptá-las para promover melhores resultados para a empresa mesmo diante de um cenário de incertezas em que inovar não é uma opção, mas essencial para a sobrevivência dos negócios.

Isso porque, o líder tem impacto decisivo sobre a performance das organizações, especialmente as que trilharam o caminho da inovação. Fator que exige um perfil de liderança que encare a imprevisibilidade e o dinamismo do mercado, apostando na mudança do pensamento e adotando um novo modelo de negócio. 

Uma liderança inovadora é um dos pontos essenciais para implementar a cultura de inovação nas organizações, visando descentralizar decisões e proporcionando autonomia nas relações de trabalho. O líder do futuro promove uma gestão baseada na competência e na confiança, afinal, descentralizar é reduzir tempo e ter visões diferentes sobre os processos empresariais.

Por esse motivo, cada vez mais, presenciamos a preferência por lideranças mais adeptas ao processo colaborativo da cultura ágil. O livro ‘Liderança para a inovação: como aprender, adaptar e conduzir a transformação cultural nas organizações’, reúne uma série de artigos de minha autoria que mapeiam desde as habilidades e os processos necessários para promover uma mudança cultural, passando pelos modelos de negócios e as adaptações das corporações ao contexto exigido nos dias atuais.

Confira o  Webinar do Lançamento do Livro "Liderança para Inovação" com o convidado Eberson Terra, reconhecido executivo com quase duas décadas de experiência na área de educação, tecnologia, processos e gestão de projetos.

Habilidades e competências da liderança do futuro 

Habilidades Interpessoais são essenciais para a liderança do futuro. Além do conhecimento técnico, é essencial desenvolver competências diferenciadas para lidar tanto com o fator humano, como também com cenários complexos. 

O desenvolvimento de hard skills e soft skills é essencial para formar um líder do futuro. Afinal, habilidades humanas como criatividade, comunicação assertiva e equilíbrio emocional foram apontadas no Fórum Econômico Mundial como indispensáveis para potencializar os resultados dentro das organizações.

As habilidades e competências da liderança do futuro promovem um ambiente de trabalho mais harmonioso, fator que contribui para manter os liderados motivados, engajados e felizes.

Características do líder do futuro

Equilíbrio emocional: o líder responsável por resultados exponenciais tem uma postura equilibrada. O equilíbrio emocional é uma qualidade desse perfil, que precisa conviver diariamente com diversas pessoas, incentivando-as a dar o melhor de si.

Sem vaidade: o líder sabe dialogar com todos e está disposto a aprender. Não tem todas as respostas. Quem ocupa um cargo de liderança em uma empresa inovadora, está mais preocupado em se cercar de talentos do que saber tudo.

Encorajador: o líder do futuro aprende constantemente, pois incentiva seu liderado a buscar sempre mais conhecimento. Com uma equipe preparada, a liderança se sente confiante em suas decisões. Além de encorajar o aprendizado, permite um ambiente livre para questionamentos, contribuições e feedbacks. Inclusive a sua gestão é passível de críticas, que devem ser consideradas e respondidas sempre. A liderança não está acima dos outros, pois o próprio desenho de hierarquia não existe em organizações inovadoras.

Saber delegar e confiar: o líder do futuro deve promover autonomia nas relações de trabalho com seus liderados. Para isso, é preciso saber delegar e confiar, inspirando confiança e garantindo que as relações de trabalho sejam saudáveis em uma via de mão dupla. 

Atento aos dados: informação é tudo! Os dados mostram problemas, tendências e oportunidades. O líder do futuro é um profissional que acompanha toda a movimentação de mercado e de consumo, mudanças de comportamento dos consumidores, tendências que surgem no exterior e que podem ser adaptadas para o seu país. A habilidade de enxergar novos caminhos é outra qualidade desse perfil de liderança.

Gestão humanizada e descentralizada: investe no desenvolvimento de habilidades comportamentais de suas equipes, criando um ambiente harmônico com relações saudáveis, alinhamento de propósito e engajamento das pessoas para assegurar tanto a eficiência operacional como a inovação e criatividade, com foco nas pessoas. 

Empatia e diversidade: o líder do futuro sabe se colocar no lugar do próximo e respeita às diferenças. Sabe perceber sua equipe, tem empatia (tanto em questões profissionais, quanto pessoais) e propõe direcionamentos de acordo com cada pessoa e situação.

Domina técnicas de resolução de conflitos: não é só de alegrias que vive o líder do futuro. O dinamismo dos negócios e a pressão por resultados faz com que esse profissional precise lidar com problemas complexos. Conhecer métodos, como Design Thinking e metodologias ágeis é primordial para envolver seus liderados em processos de melhoria constante.

Adepto à inovação: se a ideia é buscar a inovação, o líder do futuro deve ser uma pessoa curiosa e atenta às novidades. A tecnologia precisa fazer parte de sua rotina. Estar próximo do que o mercado oferece é estar aberto a novas soluções. Nada como ser um usuário apaixonado por novas tecnologias para pensar como tal e conseguir, por fim, pensar em soluções mais próximas dos seus clientes.

Sua empresa está disposta a reinventar o perfil de liderança? Conheça as opções de capacitação que ofereço minha página de cursos para desenvolver as habilidades necessárias para promover inovação na sua área de atuação.

 

Dinâmica Da Espiral

A Dinâmica da Espiral: desenvolvimento humano nas organizações

A Dinâmica da Espiral é um importante estudo sobre como a evolução da humanidade acontece, com grande aplicabilidade em diferentes meios, especialmente para a resolução de conflitos, podendo ser aplicado no desenvolvimento humano nas organizações. A teoria é baseada nos 50 anos de estudo sobre o assunto do professor Don Edward Beck, fundador do International Institute of Values and Culture e presidente do The Spiral Dynamics Group.  

Baseado na constatação de que existem padrões na evolução da consciência humana, Beck identificou oito valores que se tornaram a base da teoria e lhes atribuiu cores. Os mesmos princípios se aplicam para uma pessoa ou para toda uma sociedade. É como um conjunto de lentes que você pode utilizar para enxergar a realidade. Cada uma dessas lentes é como se representasse um valor que o indivíduo ou grupo utiliza para interpretar e interagir com a realidade. 

 O primeiro nível da espiral, segundo Beck, é o da subsistência e o segundo é o da existência em si, quando os problemas essenciais já estão resolvidos e nos lançamos em um processo de colaborar com o mundo que nos cerca. Beck considera que, a partir disso, a espiral é infinita, e existem níveis de consciência que ainda estariam por vir, ligados ao futuro da humanidade.

Compreenda o conceito da dinâmica da espiral 

O conceito básico da Dinâmica da Espiral está centrado no fato de que a natureza humana não é fixa, ou seja, temos a capacidade de construir novos mundos conceituais. Certo, mas afinal, como é possível utilizar da metodologia para conduzir organizações em um desenvolvimento sem conflitos interpessoais?

Pois bem, quando as empresas passam a pensar em um desenho organizacional em espiral, cada tarefa é direcionada ao profissional que melhor se envolveria e entregaria aquela atividade. Aproveitando, assim, o melhor potencial de cada pessoa. De acordo com Darrel Gooden, em entrevista para a Nortus:

"Alguém que possua conhecimentos sobre a Dinâmica da Espiral olharia para a organização a partir de três planos: X, para o desenho das tarefas, Y para o desenho dos sistemas que coordenarão essas tarefas, e Z, que seria o nível executivo que enxerga X e Y e os integra." 

Seria o oposto de contratar um colaborador e colocá-lo em uma função específica, acrescenta o teórico. Quando a cultura organizacional é pensada a partir da dinâmica da espiral, compreende-se que o modo como as empresas mantêm a estrutura da organização é algo que tem sido considerado ultrapassado, justamente porque nem sempre esse modelo tradicional reflete a melhor forma de impulsionar os talentos de um colaborador. Com a dinâmica da espiral, a função passa a ser pensada a partir do ser humano, considerando qual o melhor papel nos mais diversos contextos.

Níveis de desenvolvimento humano apresentados na espiral dinâmica

Se a dinâmica espiral divide cada tipo de comportamento em cores, tanto pessoas quanto empresas, por exemplo, poderiam se encaixar em determinado espectro, a depender de sua evolução tanto pessoal quanto profissional. Os principais níveis são:

  • O bege representaria o básico-instintivo, o arcaico. O primeiro nível de consciência surgiu há 100 mil anos quando o ser humano era nômade e a sobrevivência instintiva estava em primeiro lugar. Hoje em dia, viver para sobreviver é algo que parte da população ainda pode viver, seja por alguma questão físico-mental ou devido a situação de vulnerabilidade social. 
  • O roxo representa o tribal, quando há 50 mil anos, os seres humanos passaram a viver em grupos, demonstrar lealdade e cuidado com o seu clã. Um exemplo disso seria como famílias bastante tradicionais e muito religiosas. Que valorizam a sua crença e os seus familiares de sangue. 
  • A cor vermelha representa o "poderoso-impulsivo", o guerreiro. Que é quando começam a emergir valores mais individuais e o ego. É o indivíduo que deseja atenção, exige respeito e dita as regras.  
  • O azul fala da força da verdade, cultua valores tradicionais, a lei e a ordem. Tem muito mais organização em sua vivência, respeita e prefere organizações hierárquicas.  
  • A cor laranja refere-se a um ser ou uma organização moderna, auto-orientada, racional e competitiva. Ele é motivado pelo sucesso. O progresso e a vida abundante passaram a ser os valores essenciais para quem avançou a este nível de consciência que define que pessoas otimistas, autoconfiantes e dispostas a arriscar merecem o sucesso. Aqui estariam os empreendedores e o mundo corporativo representados.  
  • O verde é a última cor do que chamamos aqui de "primeiro nível - sobrevivência". A cor fala do pós-moderno, tem mais senso de justiça, é mais emotivo, prega igualdade e está sempre em busca da harmonia. Outra característica bastante importante é a preocupação ecológica. 
  • A cor amarela aborda a  flexibilidade e funcionalidade. Este nível de consciência tem como ponto central a adaptação flexível às mudanças. Devemos ser responsáveis pelo que somos e o que aprendemos a ser. A beleza da existência deve ser valorizada acima das posses materiais. 
  • Por fim, o nível turquesa, um estado que prioriza a união de mente e espírito. O turquesa tem a concepção que o mundo é um único organismo dinâmico com sua própria mente coletiva. O eu é distinto e ao mesmo tempo parte integrante de um todo maior, energia e informação atravessam o total ambiente da terra.

Independente de quais sejam os valores de uma organização, a teoria explica que é importante que o líder esteja sempre dois níveis acima das outras pessoas, dessa forma, ele será capaz de ajudar a conduzi-las para os próximos níveis. Por exemplo, se a empresa como um todo tem seus valores no nível Azul* (tendo a ordem e a estabilidade um elevado grau de importância para todos), então os líderes executivos deveriam estar focando no Laranja ou no Verde. 

Pensando nisso, compreende-se o quanto é importante que as organizações olhem para as possibilidades de inovar e melhorar os processos organizacionais, buscando um ambiente de trabalho que prioriza a colaboração, sem que talentos sejam desperdiçados. 

Você se interessa pelo assunto de Inovação e novas formas de trabalho ou sua empresa procura formas de crescer de forma a acompanhar todas as mudanças do mercado? Clicando aqui você terá uma condição especial para adquirir um volume maior do Livro “Liderança para a inovação: como aprender, adaptar e conduzir a transformação cultural nas organizações.” 

Aproveite essa oportunidade para presentear, capacitar e motivar os líderes e colaboradores da sua empresa! 

 

Comunicação E Convivência Híbrida

Comunicação e convivência híbrida

“Sem comunicação não dá! Não dá para aprender, não dá para inovar, vender, engajar e, principalmente, não dá para conviver.”

Novas formas de trabalho, como o modelo híbrido, tem desafiado organizações, impondo a necessidade de ágil adaptação. Nesse contexto, a comunicação é um fator determinante para organizações que desejam ser mais inovadoras e colaborativas com capacidade de lidar com problemas complexos de frente para manterem-se diferenciadas. 

Sabemos o quanto a comunicação ficou ainda mais dificultada a partir do momento em que quase a totalidade das empresas passaram a trabalhar de forma remota. Afinal, perdemos aqueles momentos espontâneos de encontrar com as pessoas, resolver problemas com conversas rápidas, encontros para um cafezinho ou no elevador. Agora, mais do que nunca, precisamos nos comunicar.

Um estudo coordenado por Ethan Bernstein, professor de comportamento organizacional da Harvard Business School sobre as implicações de trabalhar sem estar em um escritório, avaliou como positiva a experiência de trabalho remoto durante a pandemia, com ganhos organizacionais e também de aprendizados individuais. Por outro lado, a pesquisa evidenciou os impactos negativos dessa experiência, como a perda do cultivo de relacionamentos paralelos entre colegas e também de inovação à medida que ideias surgem no contato presencial.

Se, mesmo no modelo de trabalho tradicional a comunicação já era um problema recorrente, agora a comunicação no ambiente de trabalho entra em um nível ainda mais complexo. Com muitas empresas adotando o modelo de trabalho híbrido, ou seja, parte das pessoas trabalhando da empresa e parte ainda em home office, como fazer para manter todos alinhados? Como o formato de trabalho híbrido ampliou ou dificultou a comunicação e integração entre times? 

É sobre o tema comunicação e convivência híbrida que Vânia Bueno comunicadora há 40 anos e mentora para líderes, equipes e organizações — trata no webinar sobre o papel das organizações para que a convivência no ambiente de trabalho híbrido seja repensada. 


Comunicação é tudo o que falamos e não falamos

Vânia evidenciou que o mal estar, assim como o stress e o cansaço das pessoas dentro das organizações está atribuído muito mais à qualidade do ambiente onde elas executam as atividades do que com relação às tarefas que elas executam de fato.

Nesse sentido, quando pensamos em comunicação e convivência híbrida, precisamos lembrar que a boa comunicação contagia e reflete não apenas no dia a dia de trabalho, mas também na produtividade, conforto, liberdade e intimidade entre as pessoas. Cada ação comunicativa abre janelas ou constrói muros, não há na comunicação um ponto neutro, há sempre algum efeito. 

Em um ambiente de trabalho, a comunicação é uma corresponsabilidade partilhada por todos — sejam líderes e liderados. Todos na empresa fazem parte dela, não apenas o setor de comunicação e marketing. Tomar consciência de que estamos nos comunicando o tempo todo é o primeiro e mais importante passo para uma organização que está se preparando para esta nova forma de trabalhar.   

Sendo assim, é necessário despertar um interesse genuíno em elevar a comunicação para um outro patamar de prioridade dentro das organizações. Em geral fazemos comunicação de forma muito espontânea, mas comunicar-se de forma positiva e apropriada é muito mais difícil do que parece. Ainda mais se considerarmos que comunicar-se não é apenas falar ou escrever, mas também as formas de comportamento. Não à toa a questão sempre aparece quando se trata de soluções e caminhos de melhoria dentro das organizações. 

“Sem comunicação não dá! Não dá para aprender, não dá para inovar, vender, engajar e, principalmente, não dá para conviver. A escola e a vida me ensinaram que praticar comunicação consciente e responsável é chave para solucionar e prevenir a maior parte dos desgastes que cultivamos dia após dia. Nada fácil. Falo por mim. Aprendi que comunicação tem muito mais a ver com comportamento do que com retórica. Mais sobre ser do que parecer. E que compreender e ser compreendido é peleja para a vida toda.” Vânia Bueno. 

No trabalho híbrido, construir essa lógica de pensamento demonstra-se ainda mais necessária. Se a intenção é manter um ambiente de trabalho eficiente, saudável e sem furos de comunicação é necessário dar a devida relevância ao assunto. E sabe aqueles momentos espontâneos de corredor? Pois é, eles precisam ser inseridos também para o ambiente digital como parte obrigatória da rotina de trabalho.

Só assim, em trabalho remoto ou híbrido, é possível manter um time alinhado em um cenário de macrotransição em que as mudanças são profundas, abrangentes e irreversíveis. Sem dúvida, os negócios que vão criar maior impacto são aqueles que possuem colaboradores com propósitos alinhados e que sentem que o seu trabalho importa para o mundo.

Boa práticas no trabalho híbrido para implementar a inovação comportamental nas organizações

A Nova Teoria da Comunicação, de Gregory Bateson, defende que comunicação é sinônimo de comportamento. “Todo comportamento comunica. Como não existe forma contrária ao comportamento (não-comportamento), também não existe não-comunicação. Então, é impossível não se comunicar”. 

Por isso, algumas boas práticas são primordiais para um ambiente de trabalho híbrido saudável. Destaco, as principais: 

Autonomia e confiança são de extrema importância e estão diretamente relacionadas à comunicação. Isso porque, é através de uma comunicação fluida, clara, empática e transparente que gestores podem se posicionar e, de outro lado, colaboradores sintam-se motivados para expor seus objetivos, pontos e desafios. 

Ao incentivar o protagonismo do colaborador trabalhando de qualquer lugar, os colaboradores são motivados a seguir aprendendo com os desafios com espaço para serem criativos e vulneráveis. Para que isso seja viável, é preciso estimular a comunicação aberta, clara e síncrona entre todo o time, combinando os diferentes formatos de execução de tarefas — online e offline — tornando os processos mais dinâmicos e otimizados, tanto dentro quanto fora do ambiente de trabalho.

Desenvolver senso de pertencimento é outra boa prática que deve ser implementada ao adaptar os processos internos e a cultura organizacional a essa nova realidade. Por sermos seres sociais, precisamos fazer parte de um grupo. Para isso, é necessário promover liberdade com responsabilidade que possibilita manter equipes com pessoas realizadas e conectadas entre si e com a organização;

É comprovado que quando há sensação de pertencimento, o engajamento dos colaboradores torna-se muito mais elevado. Em contrapartida, uma pesquisa feita pela Gallup aponta que 85% das pessoas no mundo se sentem desengajadas ou insatisfeitas em seu local de trabalho.

Esse dado reflete a necessidade de repensarmos a nossa convivência, seja no ambiente presencial como no digital. E a comunicação é imprescindível para implementar boas práticas no modelo de trabalho híbrido. 

Como sua organização está se adaptando aos novos formatos de trabalho? Compartilhe sua opinião sobre o tema nos comentários e participe do debate.

 

Trabalho Híbrido

Modelo de trabalho híbrido: entenda o que é e como implementar

De uma semana para outra, a maioria dos trabalhadores ao redor do mundo saíram dos escritórios onde passavam de 8 a 10 horas de seus dias para trabalharem a partir de suas casas. Com isso, o formato de trabalho tradicional passou por adaptações, fator que impulsionou o modelo de trabalho híbrido como uma forte tendência no mercado corporativo

O fenômeno foi tão interessante e, de certa forma revolucionário, que os espaços dentro de casa ganharam importância e significados totalmente diferentes. A sala de estar passou a ser parte escritório, parte lazer; já o quarto foi dividido entre espaço de descanso e espaço de trabalho. Ambientes de trabalho, como espaços de coworkings tornaram-se alternativas para flexibilização da jornada de trabalho. 

Praticamente todas as estruturas e modelos de trabalho, dos mais inovadores aos mais tradicionais, construídos e testados ao longo de décadas, foram desafiados.  E todas essas mudanças trouxeram reflexões sobre o futuro do trabalho: qual a melhor forma de seguir trabalhando? No formato presencial, totalmente remoto ou híbrido? Qual formato funciona para cada empresa? 

Uma pesquisa divulgada no Harvard Business Review, mostrou que durante o período de home office houve um aumento de foco e produtividade em 6% comparado ao modelo presencial, em empresas como a Microsoft, por exemplo. No entanto, o mesmo estudo identificou que 49% das pessoas relataram estar trabalhando mais, 54% que se sentiam sobrecarregados e 39% mais exaustos.

É possível manter os colaboradores alinhados a respeito da cultura da empresa, produtivos e felizes? Na intenção de responder essa questão, inúmeras empresas e pesquisadores do setor avaliam o modelo de trabalho híbrido como uma alternativa viável. Nem 100% digital, nem 100% presencial. O desafio agora é implementar esse novo comportamento dentro da realidade de cada empresa. 

Assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida para adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalho, onde converso com Vânia Bueno sobre esse assunto.

O que é trabalho híbrido? 

Tradicionalmente, uma equipe de trabalho híbrido é composta por colaboradores que trabalham no escritório e aqueles que trabalham de forma totalmente remota. Entretanto, essa definição vem se expandindo conforme a realidade do trabalho também se altera. 

Nesse caso, uma equipe de trabalho híbrido é composta por pessoas que podem escolher de onde querem trabalhar, possuem mais flexibilidade para decidir estar alguns dias no escritório e outros no formato remoto, sem que isso influencie negativamente na produtividade e, consequentemente, nos resultados. Pelo contrário, empresas que adotaram o sistema de trabalho híbrido constataram aumento da produtividade. Isso porque, proporcionar autonomia e bem-estar é essencial quando se trata do futuro do trabalho, e tendem a aumentar de 15% a 30% a produtividade dos colaboradores.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IDC Brasil a pedido do  Google Workspace, o formato híbrido passou a ser amplamente discutido e a ganhar cada vez mais força e adesão de profissionais e empresas no Brasil e no mundo. A pesquisa mostra que dentre os profissionais cujas empresas já definiram um formato de trabalho pós-pandemia, 43% relatam que o formato escolhido foi o híbrido. Já dentre os profissionais cujas empresas ainda não definiram um formato de trabalho pós-pandemia, o formato sugerido é o híbrido, com 59% das respostas.

Para líderes, a grande preocupação que surge é justamente conseguir gerenciar a equipe, tanto online como offline, adaptando a cultura organizacional para essa nova forma de trabalhar e buscando otimizar os processos para alcançar melhores resultados.

Mas, mesmo diante do desafio de implementar o formato híbrido, o mercado é favorável ao novo modelo de trabalho. Uma outra pesquisa da Microsoft, apontou que 97% das lideranças empresariais esperam trabalhar de forma híbrida no longo prazo. 

Como aderir ao trabalho híbrido na minha empresa?

Antes de mais nada é importante compreender que o modelo híbrido hoje não é regulamentado por nenhuma legislação. Isso significa que não existem regras estabelecidas que se deve seguir. Entretanto, como esse modo de trabalhar mistura dois conceitos já existentes e maduros, existem inúmeras recomendações.

Tanto o trabalho remoto como o presencial possuem prós e contras, a recomendação para o híbrido é de que se possa aproveitar o melhor de cada um deles, mantendo assim um time feliz, alinhado e produtivo. A tecnologia, nesse contexto, mostra-se ferramenta fundamental, mas não a única responsável em transformar as relações de trabalho. A cultura de colaboração precisa fazer parte da empresa. 

  1. Incentive seu time a incluir em seus dias de trabalho em casa outras prioridades além do próprio trabalho; por exemplo tempo para condicionamento físico, hobbies, alongamento; 
  2. Proponha intervalos entre uma reunião e outra. Trabalhando de casa, sem necessidade de deslocamento e outras adversidades, muitas pessoas passaram a ser mais produtivas. Passou a se fazer uma reunião seguida da outra sem intervalos! O ideal é que se tenha ao menos 15 minutos de intervalo entre uma outra; 
  3. Mantenha a comunicação transparente e afetiva. Todas essas mudanças que ocorreram tão rapidamente nos últimos tempos deixaram grande parte das pessoas cansadas, ansiosas e estressadas. Normalize na cultura da sua empresa que nem todos os dias são bons;
  4. Quando estiverem no escritório, priorize relacionamentos e trabalho colaborativo, isso ajuda a aproximar o time;
  5. Implemente metodologias ágeis que otimizem o trabalho remoto e híbrido dentro do próprio time e com outros setores da empresa;
  6. Oferecer flexibilidade aos membros do time impacta positivamente na retenção de talentos;
  7. Promova uma cultura prioritariamente remota para que as pessoas sejam capazes de realizar seu trabalho com sucesso de qualquer lugar;
  8. Implemente uma cultura baseada em resultados para uma equipe em trabalho home office e híbrido, definindo expectativas claras sobre quais tarefas os funcionários têm que concluir e quais responsabilidades você precisa que eles cumpram;
  9. Ofereça e peça feedback com regularidade a partir do agendamento recorrente de reunião individual com todos os colaboradores;
  10. Utilize ferramentas de produtividade e colaboração para todas as formas de trabalho que contribuam com aumento da produtividade de pessoas e organizações.

Se você se interessa pelo assunto e quer que sua empresa seja um local saudável e inovador para se trabalhar, você pode fazer o Workshop in Company de gestão de equipes em trabalho remoto como um primeiro passo para adaptar sua organização ao futuro do trabalho.

 

ESG Futuro Sustentavel

ESG: compromisso empresarial para um futuro sustentável

Uma das discussões que mais tem ganhado espaço no mundo corporativo está diretamente ligada a demandas que envolvem os princípios do ESG. A sigla (do inglês Environmental, Social and Governance) diz respeito ao conjunto de práticas e informações socioambientais e de governança que apoiam a tomada de decisão nas organizações para orientar investimentos, ações e projetos.

Inclusive já apresentamos o que é ESG e quais os benefícios de adotar essas práticas no ambiente corporativo. E o assunto, apesar de não ser tão recente assim, ganhou visibilidade nos últimos anos, ainda mais após o CEO da maior gestora de investimentos do mundo chamar atenção para o assunto em sua carta anual, causando impacto no mercado financeiro e no meio corporativo. Na carta, ele aconselha outros CEOs a repensarem como seus negócios podem atuar em prol do ESG, com intuito de criar ambientes de negócios mais inclusivos e sustentáveis. 

O ESG vem se consolidando cada vez mais como parte da cultura de grandes organizações. Os princípios do ESG têm sido, inclusive, levados em consideração para investimentos por parte do mercado financeiro. 

Um exemplo disso é a B3 - Brasil, Bolsa, Balcão, responsável pela bolsa de valores mais importante do país, que alterou o seu Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). Isso significa que investimentos sustentáveis e corporações que possuem políticas ambientais e sociais responsáveis vêm sendo beneficiadas mais que outras. 

Outro dado interessante sobre o assunto vem da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os fundos que investem em empresas com preocupação social, ambiental e de governança somavam em julho de 2020 aproximadamente R$ 540 milhões; em dezembro, o valor saltou para R$ 818 milhões. Em janeiro de 2021 esse valor já alcançava a casa do bilhão.

Agenda para um futuro sustentável

O termo “ESG” foi cunhado em 2004 em um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), elaborado após um Pacto Global. O relatório destacou a necessidade de integrar fatores ambientais, sociais e de governança que geram, não apenas a rentabilidade de negócios, mas também sua sustentabilidade a longo prazo.

Mais tarde, em 2015, ao serem analisados os resultados do que os países estavam fazendo para pensar em sua sociedade e meio ambiente, foi proposta a Agenda 2030: os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. A iniciativa fomenta a criação de modelos de negócios com base no ESG para atuação em uma Economia Sustentável.

Para erradicar a pobreza e desigualdade “sem deixar ninguém para trás” — de acordo com a própria ONU, foram pensados 17 objetivos que se desdobram em 169 metas pensadas para que os governos e empresas pudessem planejar, implementar, monitorar e controlar políticas públicas de desenvolvimento. 

Portanto, implementar práticas comprovam a Responsabilidade Social Corporativa alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), ou Agenda 2030 da ONU. Esse tipo de iniciativa impacta diretamente na imagem e reputação das empresas, assim como nos resultados financeiros das organizações. 

O que significa cada uma das práticas ESG? 

Começando pelo "E", a parte da sigla que fala sobre gestão ambiental. Para contribuir com o meio ambiente ou, ao menos, reduzir os impactos negativos sobre ele, as empresas devem adotar diversas práticas e abordar inúmeros assuntos tanto internamente quanto externamente, posicionando-se no mercado. 

Um grande destaque é para empresas que pensam na gestão de carbono com planos de ação para reduzir a emissão de gases poluentes. Outra possibilidade é o monitoramento e redução do consumo de água e demais recursos naturais, além da preservação da biodiversidade.

O “S” da sigla fala dos aspectos sociais. Quando se trata do social, as práticas visam construir um relacionamento saudável entre empresas e sociedade; líderes e liderados. Para tanto, o fator estimula que as empresas busquem seguir o caminho de uma ambiente mais diverso, respeitoso e saudável para todos os colaboradores - tanto física quanto mentalmente.

Nesse contexto, vale pensar em garantir a saúde e segurança do trabalhador, pensar projetos voltados para a comunidade ao entorno ou beneficiadas em iniciativas de responsabilidade social

Destaca-se ainda que a sua empresa não precisa pensar em todas essas siglas sozinha: existem muitas startups, organizações da sociedade civil e até iniciativas locais que podem apoiar ou se tornarem parceiras para que todos os aspectos ESG sejam estimulados dentro das organizações, contribuindo para a inovação. Existem diversos modelos de negócios que já trabalham pensando exclusivamente em alguns desses pontos. Basta compreender quais deles fazem mais sentido com a cultura e metas de sua empresa.

Além de contribuir efetivamente com iniciativas que já fazem diferença onde atuam, quando pensada em rede, o impacto positivo ambiental, social e econômico assegura o desenvolvimento dessas novas práticas serão sustentáveis e de longo prazo. 

Por fim, e não menos importante, o “G”, que pensa nas práticas de governança das empresas. A governança nada mais é que o objetivo que mede as boas práticas de gestão. A transparência a respeito de todos os processos e a ética do modelo de negócio. 

Nesse critério podem ser avaliadas as prestações de contas das empresas, quais políticas anticorrupção sua empresa têm criado, se existem canais de denúncias, se as ações da liderança da empresa correspondem com a cultura esperada e entre outros.

Exemplos de empresas comprometidas em seguir os princípios do ESG para um futuro sustentável 

Conforme já comentado, a sua empresa não precisa dar conta de todos os aspectos internamente. É possível buscar parcerias para que a agenda seja fortalecida, incentivando uma rede de negócios sustentáveis. 

Recentemente, a Revista Forbes do Brasil divulgou uma matéria em que listam 7 startups que podem ser aliadas na implementação das práticas ESG em seu negócio. São fintechs, cleantechs, taxtechs, e inúmeras outras categorias de empresas que já possuem um ecossistema organizado para pensar exclusivamente em cada um dos pilares ambiental, social e de governança dentro das organizações. De acordo com relatório “Inside ESG Tech Report #2”, esse modelo de negócio sustentável já passa de US$1 bilhão no Brasil. 

Não apenas, startups, mas grandes empresas podem servir de exemplo quando o assunto são práticas ESG. Um bom exemplo é o grupo Boticário, que desde 2020 se compromete a contribuir com 16 metas que visam cumprir aspectos importantes da agenda 2030 da ONU. A empresa quer mapear e solucionar todos os resíduos sólidos gerados na cadeia e reduzir a desigualdade social.  

O compromisso empresarial com questões socioambientais é primordial para um futuro sustentável. Compartilhe nos comentários as iniciativas adotadas pela sua empresa em benefício do bem-estar da sociedade.

 

Livro Lideranca Inovacao Post

Liderança para a Inovação: como aprender, adaptar e conduzir a transformação cultural nas organizações

A inovação é imprescindível e deve permear toda a empresa, independentemente de setor ou da hierarquia organizacional. 

O lançamento do livro “Liderança para a inovação — como aprender, adaptar e conduzir a transformação cultural nas organizações'', publicado pela Editora Alta Books, é o resultado de mais uma década de dedicação a temáticas relacionadas ao empreendedorismo, modelos de negócios e inovação. 

O contato inicial com esses temas se deu durante o mestrado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em que dissertei sobre “Técnicas de criação do conhecimento no desenvolvimento de modelo de negócio''. A defesa foi em 2011, período de muitas mudanças não somente em minha vida, mas também no mercado corporativo. 

Em paralelo ao mestrado, iniciava meu blog com a contribuição do jornalista Rodrigo Lóssio, Diretor da Dialetto — agência de comunicação e marketing para empresas de tecnologia e profissional destacado no ecossistema de inovação de Santa Catarina. 

Com o meu primeiro blog no ar passei a publicar artigos relacionados à minha atuação profissional na época. Ao decorrer do tempo, os temas abordados no blog foram evoluindo à medida em que eu avançava nos estudos sobre Design Thinking, empreendedorismo, modelos de negócio e inovação que me apropriei durante a formação no mestrado. 

Para me consolidar como referência nessas temáticas, dois profissionais foram bem importantes durante esse processo: Maurício Manhães e Renato Nobre. A intensa troca de ideias foi determinante para destacar meu blog em um período em que esse formato de plataforma ainda era incipiente e pouco acessado. O primeiro post dessa versão atualizada do blog foi sobre o tema “Prototipagem, interações e inovação!”. E o que me inspira a retomar essa história é que uma das primeiras palavras indexadas no blog foi “CarroAzul”, devido ao artigo que escrevi sobre a disrupção digital, citando o exemplo da Kodak e sobre como a inovação costuma acontecer nas empresas. 

Desde então, ocorreram muitas mudanças. São quase 200 artigos publicados que são pensados para atender aos interesses dos leitores do meu blog e das redes sociais. E isso tem sido um verdadeiro aprendizado. Aprendizado, porque muitas vezes estou pesquisando sobre determinados assuntos e quero compartilhar sobre eles, mas, se não houvesse leitores interessados, nada adiantaria. É preciso estar onde o público está, por mais clichê que possa parecer.

Nem sempre as mudanças foram fáceis. Afinal, ao preparar aulas, palestras e workshops é natural querer o que surge no dia a dia. Mas a tecnologia evolui, os interesses também e as ferramentas estão disponíveis para que possamos identificar o que o público deseja. Em todos esses anos, o público do meu blog foi se modificando. Inicialmente, publiquei artigos que abordavam Design Thinking e Modelos de Negócios. No entanto, nos últimos anos, percebi que os visitantes do site também estavam interessados em temas como Liderança, Inovação e Cultura Organizacional. E, assim, essas temáticas passaram a compor a programação de conteúdo.

Por que um livro sobre liderança para a inovação? 

Dessa experiência, nasceu meu livro Liderança para Inovação, uma compilação de artigos publicados em meu blog entre 2010 e 2020 e que tiveram melhor desempenho no Google. É um material que visa mapear a transformação cultural para a inovação nas organizações — desde habilidades e processos que precisam ser incorporados na cultura organizacional para promover essa mudança, abordando modelos de negócios inovadores e como as organizações estão se adaptando ao novo contexto exigido nos dias atuais. 

Além disso, proporciona uma reflexão sobre as habilidades necessárias para promover uma liderança e uma cultura de inovação organizacional com ênfase no crescimento sustentável e que possam contribuir para ambientes de trabalho ambidestros: trabalha tanto na eficiência operacional como na inovação e criatividade, com foco nas pessoas, sejam clientes ou a equipe, afinal, tudo é sobre pessoas.

O desejo de escrever um livro sempre existiu. Muitos amigos me incentivaram a escrever o que eu compartilhava nas aulas e palestras. Um dia, percebi a quantidade de material que havia publicado no blog e resolvi compilar todo o conteúdo publicado nesse período, visando mapear a transformação cultural nas organizações.

Portanto, o livro “Liderança Para A Inovação: Como Aprender, Adaptar e Conduzir a Transformação Cultural Nas Organizações” é uma compilação dos artigos que tiveram melhor desempenho no Google e foram pensados a partir da necessidade ou de problemas do público que acompanha minha trajetória profissional. 

Este livro é sobre o trabalho de mais de uma década de dedicação intensa, que contou com a assessoria de excelentes profissionais — do começo até agora —, com destaque para duas, em especial: Rosangela Menezes e Loraine Derewlany. Também é sobre a transformação do meu lado profissional: meus cursos, blog posts, palestras, workshops, conversas, participação em grupos de profissionais do setor, interações em redes sociais e demais pontos de contato, as quais sempre tenho prazer em responder. 

Acrescentei ainda um glossário para palavras e expressões que passaram a fazer parte do vocabulário de quem atua nas áreas abordadas neste livro e links para ainda mais conteúdos, tanto de outros artigos publicados no meu blog quanto para sites, revistas eletrônicas e portais de referência. 

Espero que esse projeto possa contribuir para o seu sucesso e para o sucesso da sua empresa. Afinal, meu propósito é ampliar a capacidade de agir de pessoas e organizações por meio do compartilhamento do conhecimento e da cocriação de soluções que impactam positivamente os resultados, gerando economia de recursos e promovendo a inovação de maneira sustentável. 

Além de mudar o modelo de negócio quantas vezes forem necessárias, precisamos manter o foco no fato de que uma organização é feita por pessoas. São esses talentos que, quando treinados, desenvolvidos e engajados, tornam-se promotores do negócio, criando ambientes de trabalho mais felizes, produtivos e criativos. 

O livro “Liderança para a Inovação: como aprender, adaptar e conduzir a transformação cultural nas organizações'' já está à venda no site da Editora Alta Books e da Amazon. Garanta seu exemplar e esteja preparado para inovar em tempos de mudanças exponenciais.  

Minha gratidão a você que me lê agora e que, de alguma maneira, esteve comigo nessa trajetória.