Holocracia

Você já ouviu falar em Holocracia? Será que a empresa sem chefe funciona?

A holocracia é um modelo de gestão que recusa a hierarquia comum das empresas. Não existem CEOs, diretores e gerentes em uma organização holocrática. Porém, isso não significa que várias das atividades desses antigos cargos não sejam desempenhadas. Eles existem, mas são desempenhados de maneira diferente. 

Desse modo, não se trata apenas de uma mudança de nomenclatura, onde a teoria prega algo disruptivo e a prática se mostra igual a anterior. Em um sistema holocrático, o design organizacional é modificado. 

E como isso funciona? É possível manter a produtividade e os resultados da empresa?  Esse modelo já foi colocado em prática alguma vez? Ele contribui com a inovação nos negócios? Confira no texto abaixo o que é holocracia, principais mitos, quais as vantagens e desvantagens desse sistema. 

O que é holocracia e como ela funciona?

A holocracia é um sistema de autogestão organizacional, cuja divisão de atividades é baseada em papéis e círculos de atuação. Cada pessoa colaboradora possui um papel e tem liberdade em sua rotina enquanto estiver alinhada aos propósitos da empresa.  

O modelo de gestão ganhou destaque em 2007 por causa de Brian Robertson, autor do livro “Holocracia: o novo sistema de gestão que propõe o fim da hierarquia”. A Constituição que rege os preceitos da holocracia está em sua quinta versão. O objetivo é o mesmo desde a criação: acelerar as tomadas de decisões ao proporcionar mais autonomia, liberdade para experimentar, aprender e inovar. 

No dia a dia do ambiente de trabalho, reuniões ainda são realizadas e há nomenclaturas que ajudam a distribuir as responsabilidades entre as pessoas colaboradoras, mas a dinâmica é bastante diferente do modelo tradicional de gestão. 

Por exemplo, na empresa onde você trabalha, as pessoas que ocupam cargos da alta gestão serão subordinadas às regras da holocracia, assim como todos os colegas. A famigerada “chefia” deixa de existir, há uma despersonalização e descentralização do poder. No lugar dos cargos entram os papéis e no lugar das áreas entram os círculos. 

Abandona-se a estrutura piramidal e adota-se uma circular. Sendo que esses círculos podem estar dentro de outros círculos e algumas pessoas assumem papéis de elos entre eles. Essa estrutura é muito mais dinâmica, pois os papéis podem mudar e se adaptar conforme a necessidade da organização, assim como o número de círculos. 

Esse sistema também preza pela cultura ágil nas empresas. Adota fortemente o protagonismo e assume que a ambidestria organizacional é necessária para se manter relevante no mercado. 

Principais características da holocracia

Para facilitar o entendimento do modelo, confira alguns aspectos fundamentais desse sistema. Você notará que, além da mudança estrutural, a holocracia é sinônimo de uma mudança coletiva de mindset. 

  • Gestão horizontal – no lugar da gestão vertical, o sistema preza pela tomada de decisões em conjunto. Por isso mesmo, todos os papéis possuem autoridade dentro da holocracia. 
  • Flexibilidade – os papéis podem mudar e também transitar entre os círculos. Como o principal compromisso é com as atribuições e objetivos da organização, você pode solicitar a ajuda de um papel de outro círculo para resolver determinada questão.
  • Autonomia e coletividade – holocracia não é ausência de ordem básica. Para que os processos funcionem, a autonomia de cada pessoa é indispensável, ao mesmo tempo, a colaboração diária e o consenso na tomada de decisões também são.  
  • Busca de satisfação interna – ao conferir mais autonomia, a holocracia também busca a satisfação das pessoas colaboradoras no ambiente de trabalho e, por consequência, engajamento genuíno para desenvolvimento individual e geral.
  • Transparência de responsabilidades e ações – nada do que foi dito até agora será efetivo se o sistema não for explícito em suas regras e objetivos. O mesmo vale para as atividades de cada papel na empresa.    

Como começar a implantar a holocracia nas empresas?

Para adotar a holocracia, é fundamental que todos os profissionais participantes do processo estejam alinhados com o significado desse sistema e o que ele exigirá em termos de habilidades e competências. 

As primeiras versões da Constituição da holocracia pregavam que as empresas deveriam adotar todos os módulos de uma vez. Conforme a última edição, é possível que a companhia selecione alguns módulos para iniciar a implantação. 

Para facilitar essa transição, você pode escolher apenas um setor/área da empresa. Assim, não será preciso mudar o modelo de gestão de todo o negócio do dia para noite. Afinal, estamos falando de uma profunda modificação, que também deve ser acompanhada por uma transformação cultural

Como o próprio criador da holocracia destaca no site oficial do modelo, não é recomendado que a Constituição seja usada para que as pessoas aprendam a prática da holocracia. A orientação oficial é que os interessados comecem a adquirir experiência no processo, conversem com outras pessoas que implantaram o sistema e especialistas sobre o assunto. 

5 mitos sobre a holocracia que você não deve acreditar

1. Na holocracia, todos os poderes são iguais”

Em um sistema holocrático, o poder é sinônimo de atribuições e responsabilidades. Estas não são iguais entre os papéis, então, os poderes também não são iguais. Esse ponto leva a uma série de contradições e contestações de pessoas que afirmam que ainda há um tipo de hierarquia na holocracia.

2. “Esse modelo de gestão é só uma ideia e nunca foi colocado em prática”

A holocracia já foi colocada em prática, até mesmo no Brasil. A pioneira em terras brasileiras foi a Geek, mas a empresa não adota mais o modelo. Como exemplos atuais, podemos citar: Eduk (BR), Target Teal (BR) e Zappo (EUA). 

3. “Grandes organizações não podem adotar a holocracia”

Grandes organizações podem adotar a holocracia. Não há nenhum impedimento descrito pelos fundadores do sistema. A implantação depende muito mais do engajamento e preparo da empresa que de seu porte. 

4. “A Constituição da holocracia ignora a experiência do cliente”

A Constituição é focada na estrutura interna da organização, mas isso não significa que a preocupação com os clientes não exista. A empresa pode ter diretrizes que unam o sistema da holocracia com objetivos de melhorias constantes no atendimento ao cliente. 

5. “A implantação desse modelo de gestão requer um alto investimento inicial”

Você não precisa pagar a ninguém em específico para implantar a holocracia em seu negócio. Contudo, é importante que você saiba que precisará investir tempo em planejamento, reuniões de engajamento e preparação das equipes para o novo modelo. Contar com um especialista que possa ajudar seu time a se adaptar à novidade é opcional, mas será de grande ajuda. 

Vantagens e desvantagens da holocracia

Confira abaixo uma lista com três vantagens e três desvantagens da holocracia para as empresas. 

Vantagens 

Promove o protagonismo avançado

 A importância do protagonismo no ambiente de trabalho já apareceu diversas vezes nos textos desse blog. Na holocracia, o protagonismo é mais que uma necessidade, é um aspecto inerente a qualquer colaborador ou colaboradora. Sem protagonismo, as atividades dificilmente serão realizadas. 

Comunicação mais eficiente

Na holocracia, a comunicação interna tende a ser mais efetiva e ágil. As reuniões servem muito mais para definir pontos de tensão (problemas e dúvidas) que para controle de ações realizadas ou não. 

Impulsiona a cultura de inovação 

Por conta de todas as características já apresentadas, o sistema de autogestão preza pela criatividade e o surgimento de ideias inovadoras. Assim, é comum que startups se interessem pelo modelo e tenham mais facilidade na implantação (o que não significa que seja um processo rápido e sem desafios). 

Desvantagens

Requer profunda transformação cultural 

Por ser um novo sistema de gestão, a implantação da holocracia requer que colaboradores, e colaboradoras de todos os níveis hierárquicos presentes até então, modifiquem diversos hábitos e modos de enfrentamento de questões no ambiente de trabalho. O poder está presente em suas atribuições e não mais em uma denominação de cargo. 

Exige tempo e paciência 

Todas as empresas que são (ou tentaram ser) holocráticas relataram uma série de desafios e até erros no início do processo. Não à toa, visto que a mudança é significativa e pode precisar de mais tempo e paciência do que o imaginado. Alguns perfis profissionais terão mais dificuldade em se encaixar na holocracia. 

Implantação costuma ser híbrida

Apesar de todos os benefícios que o sistema pode trazer, ainda é difícil que a holocracia seja plenamente implantada em uma empresa. Por conta da resistência das lideranças e até mesmo pelas características de algumas empresas, é mais comum que o modelo seja adaptado e a implantação ocorra com várias alterações. 

 

E você? O que pensa sobre esse sistema de autogestão? Acredita que ele pode ser eficiente ou é cético/a em relação ao assunto? Deixe seu comentário. 

 

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Como as organizações ágeis se diferenciam nos processos de inovação

O princípio das organizações ágeis é adaptar-se rapidamente em um cenário de intensas transformações. O modelo de gestão ágil direciona os esforços na otimização dos processos e oportunidades de inovar, tornando a operação eficiente, bem como imprimindo velocidade na experimentação e evolução de novos produtos e serviços para acompanhar o dinamismo do mercado.  

Uma pesquisa feita pela McKinsey, revelou que as organizações ágeis apresentam melhores indicadores de desempenho a longo prazo. A mudança de mentalidade de gestão dessas empresas impacta positivamente em diversas áreas: tempo de entrada no mercado mais rápido, maior crescimento da receita, custos reduzidos e alto engajamento.

Para implementar um modelo de cultura ágil, centrada nas pessoas e que oportunize um ambiente criativo para promover a inovação, é preciso desenvolver entre líderes e liderados as principais competências demandadas atualmente: criatividade, capacidade de resolução de problemas complexos, empatia e colaboração. 

Organizações que implementaram a jornada ágil de forma bem sucedida propõem uma comunicação aberta e métodos de trabalho mais flexíveis e dinâmicos, a partir de efetivas ferramentas e metodologias inovadoras que permitem operar em ciclos de decisão rápidos, como por exemplo:

  • OKR

A metodologia de Objectives and Key Results (OKR), é aplicada ​​para estabelecer objetivos e resultados-chaves claros e mensuráveis, definidos em um período de tempo específico. Assim, as estratégias e objetivos da empresa passam a ser acompanhadas e ajustadas para alcançar melhores resultados, contribuindo para o alinhamento entre os times para que todos caminhem na mesma direção e tornando a rotina organizacional ágil. 

  • Lean Thinking

Lean thinking, ou, em português, “pensamento enxuto”, é uma forma de reduzir o desperdício dos processos organizacionais. A ideia é aproveitar o potencial de cada pessoa de forma organizada para que proponham de forma proativa e colaborativamente soluções eficientes para otimizar os processos em prol de um mesmo objetivo.

  • Scrum

Considerada uma das metodologias mais utilizadas em organizações ágeis, o Scrum se baseia na divisão dos projetos em etapas cíclicas, que são conhecidas como Sprints com duração de duas a quatro semanas. Diariamente, durante um período preestipulado, é promovida uma reunião para atualização do andamento do projeto para otimização das entregas. E o que não está na pauta de execução ficam armazenadas em “backlogs”. 

  • Design Thinking

O design thinking é uma abordagem ágil centrada no ser humano, altamente colaborativa, experimental e visual que propõe encontrar soluções inovadoras e criativas de forma conjunta, apostando na diversidade de ideias para resolver necessidades ou problemas das pessoas. 

  • Squads 

Modelo organizacional inovador para gerenciamento de equipes autônomas e multidisciplinares que consiste na formação de pequenos grupos de trabalho, com um objetivo em comum para resolver uma demanda específica, com data para começar e um prazo para terminar. Eficiente metodologia para aumentar a colaboração e garantir o funcionamento dos times mesmo à distância, mantendo o engajamento e resultando em entregas de alto valor. 

Acesse o e-Book: Metodologias ágeis para equipes de alta performance para compreender como a estratégia ágil é considerada aliada da cultura de inovação nas organizações. 

Desenvolver o mindset ágil em lideranças impulsiona a inovação nas organizações ágeis

A agilidade é considerada um dos maiores propulsores da inovação dentro das organizações. Para desenvolver o mindset ágil em lideranças, recomendo a leitura do livro A Jornada Ágil: um caminho para inovação. A obra, da qual sou uma das autoras, foi escrita colaborativamente por especialistas em inovação e organizações ágeis e funciona como um guia para orientar as lideranças a migrarem para um modelo de gestão ágil.

A mudança de mentalidade por um modelo ágil de pensar e agir permite responder prontamente aos desafios e oportunidades, bem como criar estratégias efetivas para obter resultados exponenciais. 

A abordagem ágil substitui o modelo de gestão a base do comando e controle por uma liderança ágil e inovadora que estimula a autonomia nas relações de trabalho e um ambiente de colaboração propício para que ideias inovadoras fluam e as pessoas se desenvolvam. 

Diante de contexto altamente exigente e de mudanças em ritmo acelerado, o novo líder deve ser ágil, capaz de tomar decisões com base em dados existentes, estimular a colaboração e despertar um senso de propósito maior no time, gerenciando as possibilidades de erros e assumindo eventuais riscos. 

Além dessas habilidades, ainda deve estar atento às tendências, assim como apostar na mudança e estimular as pessoas a gerarem ideias inovadoras e aplicá-las na prática, mantendo-se disposto ao processo de aprendizado contínuo.

O líder ágil conhece o mercado em que atua e se antecipa à concorrência. É disruptivo, inquieto e não se conforma com padrões consolidados. Busca ter mais autonomia para quebrar paradigmas e ajudar a desenhar o futuro. 

Traços culturais comuns em organizações ágeis:

Ausência de zona de conforto: consideram o sucesso efêmero, e regularmente, procuram melhorar, mesmo quando são bem-sucedidas e estão em fase de crescimento acelerado;

Alinhamento: buscam constantemente o alinhamento e a clareza em torno do seu propósito e de seus valores;

Aprendizado constante: abraçam a falha como uma oportunidade de aprendizado; tem um propósito forte, vitalidade e mentalidade de evolução a partir de cada experiência e são abertos ao feedback constante;

Decisões rápidas: tomadas de decisão ágeis acontecem não apenas durante uma crise, mas todos os dias, sempre que há a necessidade de se posicionar frente a um desafio ou oportunidade;

Capacidade e sinergia: permanente capacidade de execução, altos níveis de responsabilidade, pensamento centrado no cliente e sinergia entre equipes;

Transparência: empresas que possuem uma cultura ágil têm transparência nas suas atividades no nível estratégico, tático ou operacional, e suas decisões focam a resolução de problemas e aproveitar oportunidades

Equipes colaborativas e interdisciplinares: os times atuam de forma autônoma nas negociações, nas tomadas de decisão e nas soluções de conflitos e problemas. São definidos considerando as habilidades necessárias para a realização de um determinado serviço ou projeto e estimulados a assumirem o protagonismo em cada entrega. 

Qualquer organização pode tornar-se ágil. Por esse motivo, a transição de uma gestão tradicional para uma gestão ágil tem sido amplamente difundida. Como apresentado neste artigo, a agilidade organizacional oferece uma série de vantagens para que as empresas adaptem-se às novas dinâmicas do mercado em comparação com as abordagens tradicionais de gestão, como o aumento da produtividade, além de maior flexibilidade e eficiência das operações. 

Deseja implementar a cultura ágil na sua empresa? Conheça os cursos e workshops disponíveis para ajudar a tornar sua organização ágil.

 

Liderança Propósito

Como o senso de propósito da liderança impacta o desenvolvimento das organizações?

Líderes inspirados pelo senso de propósito constroem organizações fortes e desafiam seus colaboradores a crescerem e evoluírem a partir deste propósito. Além de estimularem relações saudáveis e fortalecerem o protagonismo das pessoas para tomada de decisões que impactem positivamente. 

Esse tipo de liderança alavanca relações de confiança no contexto organizacional, disseminando a ideia de que ter um trabalho significativo é tão importante quanto fornecer um produto ou serviço de qualidade para o cliente. 

A intenção do trabalho, de uns anos para cá, não é mais apenas garantir a subsistência. Essa é sim uma parte essencial e guia de todo bom empregador, mas, em essência, o propósito pessoal de cada colaborador precisa se manter conectado com o propósito da organização. Criando, assim, o senso de pertencimento de todos que colaboram para a construção de objetivos em comum. 

Essa conexão entre o propósito e o trabalho exige das lideranças que se encare novos desafios para que as condições de trabalho na empresa permitam o maior engajamento dos colaboradores. 

Quando valores, visão e missão da empresa estão alinhados com o que os colaboradores também acreditam, as chances de maior engajamento e qualidade de entregas cresce exponencialmente.  

Por que atuar com propósito?

Cada vez mais as pessoas têm procurado por objetivos reais nas organizações onde trabalham que vão além de apenas mero foco em resultados. O resultado deve chegar e acontecer por uma razão em comum. Isso se enxerga ainda mais intensamente em novas gerações que se preparam para o mercado de trabalho! 

Os chamados “geração Z”, cada vez mais, exigem que as empresas se posicionem sobre causas, além do que consomem, acompanham e divulgam instituições e influenciadores a partir de questões que acreditam. A maioria das decisões passa a ser tomada com essa visão de futuro que é, de certa forma, mais solidário. 

O senso de propósito não pode ser visto apenas como um ponto solto na construção da missão de uma empresa e suas lideranças. Mas sim, fazer parte da cultura organizacional e das lideranças em torno de um objetivo em comum

Trabalhar em prol de algo maior 

Os colaboradores tendem a ficar muito mais criativos, engajados e desenvolvidos quando esse sentimento de propósito é estimulado e cultivado. Inova-se mais, assume-se mais riscos e abrem-se caminhos para novas possibilidades e futuras lideranças, em construção. Tudo isso por conta do sentimento de que tudo o que é feito no dia a dia de trabalho é em prol de algo maior, que são justamente os “benefícios” à sociedade pelos resultados positivos gerados pela empresa

Quando as pessoas percebem seu propósito pessoal conectado ao propósito organizacional, gera um resultado de impacto direto e significativo do seu trabalho no mundo e tendem a apresentar comportamento e desempenho superiores. Engajados, investem esforços e iniciativas no sucesso da organização, cultivam o senso de pertencimento, têm entusiasmo, paixão e energia pelo trabalho que desenvolvem. 

Como desenvolver senso propósito na liderança?

Os líderes são como “modelos a serem seguidos”, afinal se chegaram até aquela posição foi  provavelmente porque possuem muito a contribuir e a construir junto com todo o restante do time. Sendo assim, esses líderes, quando engajados com o propósito da empresa, podem influenciar positivamente seus liderados.

Líderes demonstram com ações

Bons líderes possuem uma tendência natural a demonstrar na rotina de trabalho, atitudes e formas de pensar que denotam um apoio e seriedade no cumprimento das metas pelo “propósito” — que é o coração da empresa! 

Quando esse exemplo ocorre de forma natural, outros colaboradores e liderados são levados a contribuir para que tais metas sejam atingidas e que a missão seja cumprida. 

Desenvolvendo colaboradores

Além do propósito da empresa estar muito bem estruturado na cultura de todos que trabalham ali, é essencial que a empresa forneça formas de os colaboradores encontrarem seus próprios propósitos pessoais. Por que causa vale a pena trabalhar? Como essa causa se correlaciona com a causa e meta abraçadas pela empresa? 

As respostas para essa pergunta só são respondidas a partir de planos de desenvolvimento individual dos liderados para que todos passem a ser autônomos e donos de suas próprias “razões”. Fazendo com que compreendam, não apenas onde e porque querem chegar a determinado ponto na carreira, mas também em como fazer isso na empresa onde estão trabalhando.  

Criatividade e inovação

Outro ponto bastante importante para se atentar é de que a criatividade e espaço para inovação precisam ser incentivados entre todos os colaboradores da empresa, não apenas entre a liderança. Isso porque, ao sentir que possui espaço para criar sem medo de ser “julgado”, o colaborador trará soluções inovadoras para problemas que surjam no dia a dia. 

De acordo com o escritor Stephen Denning, “a verdadeira linguagem da liderança deve parecer nova e convidativa, energizante e revigorante, desafiadora e ainda agradável, animada, espirituosa e divertida. Gera riso e energia. Os líderes com propósito mostram às pessoas que elas estão envolvidas em uma ótima conversa que abre novas vistas e horizontes mais amplos”.  

Sua empresa trabalha esse tema entre os colaboradores e na cultura organizacional? Se você se interessou e quer aprender ainda mais sobre o assunto, clique aqui e inicie o processo de mudança da cultura de sua organização rumo à inovação.

Liderança Do Futuro

Liderança do futuro: cenários e tendências do mercado de trabalho em 2022

Diante de um cenário de intensas e aceleradas mudanças, as relações de trabalho passam por profundas transformações, fator que exige repensar o futuro da liderança dentro das organizações. Afinal, o papel do líder torna-se cada dia mais indispensável para atender a uma nova dinâmica de mercado.

A liderança do futuro deve conduzir mudanças disruptivas nos ambientes organizacionais. Usando a tecnologia como aliada, o líder do futuro é capaz de gerenciar pessoas e não apenas processos, desenvolvendo um olhar humanizado e rompendo com hierarquias rígidas para adaptar-se às normas formas de trabalho e perfis de colaboradores de mentalidade inovadora, proativa e empreendedora. 

Apesar das tecnologias impactarem os processos organizacionais e as metodologias de gestão, habilidades como criatividade e colaboratividade serão cada vez mais valorizadas no perfil da liderança nos próximos anos.

“A liderança do futuro é uma liderança mais humana, combinada com o mindset digital e a coragem em assumir riscos calculados em um contexto incerto e complexo.” – Paulo Alvarenga. 

Uma pesquisa feita pelo Cegos Group, revela as habilidades-chave para uma liderança realmente preparada para atuar no contexto atual. 

Competências da liderança do futuro  

As principais competências do líder do futuro estão associadas a habilidades humanas como criatividade, comunicação assertiva e equilíbrio emocional, sendo consideradas indispensáveis para potencializar os resultados dentro das organizações.

Adaptabilidade

Adaptar-se a um cenário complexo e de extrema incerteza é uma das principais habilidades que a liderança deve desenvolver para lidar com os desafios do mercado de trabalho.

Confiança

Construir um ambiente de trabalho saudável que inspire confiança aos colaboradores e autonomia nas relações de trabalho é essencial, pois a iniciativa impacta diretamente na produtividade dos times e na eficiência dos processos organizacionais

Assista ao webinar sobre o tema confiança em times em trabalho remoto.


Neuroliderança

O modelo de liderança do futuro adota a Neuroliderança, visando compreender e identificar emoções para gerenciar comportamento dos liderados e influenciar positivamente no clima organizacional, no bem-estar e no desempenho dos colaboradores.

Convergência e divergência

A liderança do futuro preza pela diversidade como diferencial competitivo, investindo no desenvolvimento profissional do capital humano da organização para desenvolver times criativos, engajados e produtivos.

Mindset digital

O líder do futuro deve promover uma cultura prioritariamente remota, conciliando competências essencialmente humanas ao mindset digital para tornar a organização inovadora e bem-sucedida. 

Coragem

A liderança do futuro possui coragem em assumir riscos calculados em um contexto incerto e alta complexidade, buscando soluções frente aos desafios impostos.

Inovação

É preciso adotar a cultura da inovação, em que o papel da liderança é estimular a criação de equipes ágeis e multidisciplinares com foco em inovação, valorizando as competências e potencialidades de cada profissional. 

Confira a pesquisa sobre os principais desafios da liderança no contexto atual e desenvolva as habilidades necessárias para atuar no mercado de trabalho do futuro. 

Cenários e tendências do mercado de trabalho

No estudo “Perspectivas para o Mercado de Trabalho 2022” a PageGroup considera que o modelo de trabalho híbrido deve prevalecer em 2022. Com a flexibilização das normas de distanciamento, houve um retorno parcial ao escritório em todos os países que fizeram parte do estudo, com 37,5% dos profissionais. Ainda assim, cerca de 20% dos participantes continuam a trabalhar exclusivamente em casa. 

O Brasil é o país com a maior porcentagem de colaboradores em esquema presencial, ainda que de forma escalonada: 44,3% afirmaram que estão trabalhando na modalidade híbrida ou mista.

A pesquisa apontou ainda que mais da metade dos profissionais da região, 53,3%, estão abertos a receber ofertas de trabalho. Nesse sentido, os desafios apresentados no futuro do trabalho impõem a necessidade cada vez maior das organizações em atrair e engajar as pessoas. Segundo levantamento do LinkedIn, o cargo que mais vai se destacar no mercado de trabalho em 2022 é o do recrutador especializado em tecnologia. 

Milton Beck, Diretor Geral do LinkedIn para América Latina, vê que as profissões em alta na tecnologia estão mudando a demanda por competências e direcionando o mercado de trabalho do futuro.

Por isso, adaptar a cultura organizacional, bem como o seu modelo de negócio para gerenciar equipes alinhadas às tendências e aos possíveis cenários do futuro é de extrema importância para que a liderança corporativa atenda às necessidades que o contexto atual demanda.

Conheça os cursos e palestras que ofereço sobre liderança e inovação para capacitar e motivar os líderes e colaboradores da sua empresa a adaptarem-se às novas formas de trabalho. 

Comunicação

Comunicação e os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto

O futuro do trabalho chegou e as tendências que estavam em curso foram aceleradas, impondo novas formas de trabalho, a exemplo do modelo híbrido. Diante desse contexto, gerenciar os colaboradores à distância se tornou regra e não mais exceção. Fator que desafia lideranças ao exigir maior liberdade, flexibilidade e autonomia nas relações de trabalho.

Em tempos de trabalho remoto, é essencial que as empresas adaptem seus processos, implementando novas estratégias e ferramentas que provoquem inovação, criatividade e dinamismo nos processos organizacionais, priorizando as pessoas no centro da estratégia corporativa. Para isso, é necessário aprimorar habilidades em comunicação, engajamento, envolvimento com metas organizacionais, performance e olhar humanizado. 

A comunicação é considerada elemento indispensável para o sucesso de uma organização, independentemente do segmento de atuação ou formato de trabalho adotado. Afinal, promover uma comunicação estratégica, contribui para manter o clima organizacional equilibrado, melhorar o ambiente de trabalho, elevar a produtividade, integrar e motivar a equipe e fortalecer a cultura da empresa. 

Por esse motivo, habilidades e competências como pensamento crítico, resolução de problemas complexos, liderança para inovação, inteligência emocional, empreendedorismo, criatividade e aprendizagem autodirigida são exigidas pelas organizações que buscam adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalhar.   

Assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida para ficar por dentro das boas práticas e ferramentas para construir uma comunicação saudável e eficaz de equipes remotas.  

Adaptando a comunicação às novas formas de trabalho

A comunicação organizacional é considerada ferramenta estratégica para promover a geração de valor e aumento da competitividade da empresa no mercado. Portanto, deve ser priorizada para manter o engajamento e a produtividade dos colaboradores.

 Apesar da resistência em implementar o trabalho remoto por parte de algumas empresas devido ao distanciamento físico de tempo e espaço, melhorar a comunicação na equipe remota por meio do uso de canais de comunicação eficientes é crucial para gerenciar equipes em trabalho remoto ou híbrido. 

Existem diversas ferramentas disponíveis para manter a comunicação fluida, facilitando a estruturação dos processos organizacionais para garantir a produtividade desejada pela empresa. Também é de fundamental importância que as empresas compreendam e se organizem para atender às novas demandas, de forma que se tornem mais atrativas e obtenham maior engajamento de seus times. 

A pesquisa Work Trend Index revelou que o formato de trabalho adotado pelas empresas impacta diretamente na escolha dos profissionais por ingressar e permanecer nela. Nesse sentido, implementar o trabalho híbrido torna-se fundamental para aquisição e retenção de talentos. 

Para evidenciar a importância de adaptar a comunicação, bem como os processos organizacionais aos novos formatos de trabalho, destacamos dados relevantes sobre as principais tendências do futuro do trabalho.   

  • Pesquisa Work Trend Index: 2021 Annual Report aponta que mais de 70% dos trabalhadores querem que as opções flexíveis de trabalho remoto sejam mantidas pós-pandemia.
     
  • A pesquisa global “Revolução das Competências”, do ManpowerGroup, aponta que 66% dos líderes de RH no Brasil priorizam a saúde e o bem-estar dos colaboradores.
  • Mais de 65% da equipe do Trello é remota, o que significa que o uso da tecnologia para integrar as equipes e manter a produtividade no trabalho é parte importante de uma cultura organizacional prioritariamente remota, auxiliando na comunicação assíncrona de ideias e tarefas. 

Comunicação e convivência híbrida

Ao adotar novos formatos na maneira de trabalhar, promover uma comunicação empresarial eficaz possibilita que todos compartilhem da mesma visão e valores mesmo diante de um contexto em que a convivência híbrida é inevitável. 

Assim, ocorre um alinhamento de propósito em que todos conseguem obter total clareza sobre a direção em que devem seguir, saber exatamente onde a organização quer chegar, e compreender a importância de suas próprias atribuições. 

Nesse sentido, a comunicação estratégica contribui para a construção de uma cultura de confiança e flexibilidade, proporcionando ambientes de trabalho seguros e saudáveis que estimulam o trabalho fluído e colaborativo.  

Assista ao WEBINAR | Estratégias ágeis com times de alto desempenho para compreender a importância de aplicar as metodologias ágeis como aliadas à cultura de inovação das organizações.

Boas práticas para aperfeiçoar a comunicação empresarial em tempos de trabalho remoto:

Estabeleça relação de confiança com os colaboradores: A comunicação empresarial tem papel fundamental na construção de relações de confiança no ambiente de trabalho, proporcionando autonomia dos colaboradores, independente do formato de trabalho adotado.

Construa um mindset colaborativo: o mindset colaborativo deve estar no centro da estratégia corporativa. Líderes devem proporcionar as condições necessárias para todos estabelecerem relações de confiança para que as equipes se conheçam, partilhem histórias, virtudes, valores e talentos. 

Desenvolva a escuta ativa: Ouvir atentamente os membros do time é a maneira mais eficaz de melhorar os processos e manter a competitividade do negócio. A empatia organizacional só é possível com uma comunicação personalizada e eficiente.

Adote ferramentas adequadas para uma comunicação empresarial efetiva: a tecnologia é aliada da comunicação empresarial pelo fato de otimizar as interações. Adote ferramentas ou métodos que indiquem os resultados das atividades realizadas pela sua equipe, assim é possível manter o foco na meta do negócio.

Promova a cultura do trabalho prioritariamente remota: o modelo de trabalho híbrido deve se tornar o padrão. Assim, os colaboradores se sentem capazes de realizar seu trabalho com sucesso de qualquer lugar.   

Adaptando os processos organizacionais às novas formas de trabalho

Assim como a comunicação precisa adaptar-se às novas formas de trabalho, os processos organizacionais também passam por profundas transformações. Toda empresa estipula os processos organizacionais, visando garantir o melhor desempenho da organização. 

No contexto atual de mudanças exponenciais, adaptar hábitos antigos ao novo contexto corporativo exige o compartilhamento e troca de informações, fatores cruciais para promover melhorias contínuas por meio da identificação, documentação, análise e monitoramento dos processos organizacionais. 

A boa notícia é que não faltam ferramentas de comunicação e soluções colaborativas para aproximar as equipes remotas e mantê-las sempre conectadas, como o Trello, a plataforma de reuniões online Zoom e o hub de colaboração Microsoft Teams. 

Desse modo, para sobreviverem e tornarem-se mais atraentes no cenário atual, as empresas precisam valorizar procedimentos de comunicação mais integrados entre as diversas pessoas e diferentes fatores sociais que compõem a organização. Por esse motivo, é de fundamental importância que a empresa fortaleça as relações com os principais stakeholders por meio de uma comunicação estratégica, visto que a dinâmica social tem sido profundamente alterada pelos novos tempos. 

Boas práticas para aperfeiçoar os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto 

Mapeie os processos organizacionais: ao mapear os processos organizacionais é possível identificar gargalos e promover melhoria contínua dos processos. 

Difunda metodologias e boas práticas organizacionais inovadoras: implemente metodologias inovadoras na rotina organizacional para melhoria dos processos.

Desenvolva uma cultura baseada em resultados: esse tipo de cultura é a mais adequada para uma equipe em trabalho remoto ou híbrido. Definir os principais indicadores de desempenho (KPIs) e os objetivos e principais resultados (OKRs) pode fornecer aos funcionários que trabalham, tanto no escritório como no modelo remoto, a visibilidade necessária sobre quais devem ser as prioridades para alcançar melhores resultados. 

Promova integração entre áreas: o novo contexto empresarial exige que as empresas implementem novas formas de trabalho, como a organização de equipes por squads para aumentar a colaboração e garantir mais celeridade aos processos.

Utilize ferramentas de gestão para otimizar os processos: gestores e líderes ágeis implementam hábitos e processos produtivos para a equipe, que permite flexibilidade e auto-organização. A iniciativa contribui para otimizar os processos, assim como gerenciar melhor as tarefas do time e manter uma comunicação fluida e eficiente. 

Quais práticas sua organização tem adotado para adaptar a comunicação e os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto? Compartilhe nos comentários. 

Sustentabilidade Corporativa

O que é e como aplicar a sustentabilidade corporativa na sua organização

A sustentabilidade corporativa é iniciativa adotada por empresas que implementam práticas sustentáveis na rotina organizacional, gerando impacto positivo ao seu entorno. A temática vem sendo amplamente debatida e, nos últimos anos, ganhou ainda mais destaque devido aos incentivos para adotar parâmetros de responsabilidade social corporativa. Desde 2015, por exemplo, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propõem que práticas relacionadas à sustentabilidade sejam protagonistas nas organizações; assim como os princípios de investimentos responsáveis inaugurados pelas Nações Unidas em 2006. 

As organizações ao redor do mundo são responsáveis por impactar ecossistemas inteiros, além de contribuir para acelerar as mudanças climáticas, desmatamento, e diversas outras questões que precisam ser debatidas em prol de mudanças benéficas para a sociedade como um todo. 

Dessa forma, os modelos de negócios precisaram se reinventar, buscando soluções inovadoras para reduzir impactos ambientais, garantindo uma utilização mais inteligente e estratégica de recursos naturais. Além disso, empresas vêm investindo em recursos de natureza socioeconômica na intenção de um maior aproveitamento de matéria-prima e redução de gastos. Surge, assim, a sustentabilidade corporativa, conceito que propõe ajustar os modelos de negócios das organizações para que se mantenham competitivas no cenário atual. 

Qual o objetivo da sustentabilidade corporativa?  

A sustentabilidade corporativa torna os processos mais dinâmicos a fim de otimizar o uso de recursos, sejam naturais como também humanos. Isso, para que as organizações tornem-se mais relevantes, lucrativas e eficientes levando em consideração o impacto socioambiental causado pelas atividades realizadas.

A iniciativa mostra-se uma ferramenta importante para o sucesso das organizações, porque ajuda não somente a reduzir impactos ambientais, mas também custos de produção, assim como atrair investimentos de interesse social, geração de valor socioeconômico para o negócio e atrair e motivar talentos. Pesquisas mostram que as pessoas tendem a querer cada vez mais comprar de empresas que se mostraram interessadas em incorporar a sustentabilidade corporativa na cultura organizacional. 

Outro ponto importante que circunda ações de sustentabilidade corporativa é o marketing social positivo que a pauta gera em torno do negócio. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ipsos em parceria com Instituto Ayrton Senna, ESPM e Cause revelou que 78% dos brasileiros esperam que as empresas de hoje invistam mais em causas do que costumava-se investir no passado. Outro dado da pesquisa aponta que 84% das pessoas se dizem totalmente favoráveis ao marketing de causa e que isso, inclusive, ajuda a fortalecer as ações que estão em pauta. Para que uma empresa seja considerada “cidadã”, deve em primeiro lugar, adotar iniciativas que contribuem para reduzir impacto socioambiental.

Sustentabilidade corporativa e ESG  

O termo ESG, do inglês Environmental, Social and Governance, diz respeito ao conjunto de práticas e informações socioambientais e de governança que apoiam a tomada de decisão nas organizações para orientar investimentos, ações e projetos priorizando a sustentabilidade corporativa.

Nesse contexto, a sustentabilidade corporativa engloba uma variedade de iniciativas que vão de valor compartilhado, relatórios de sustentabilidade até o ESG. A integração de questões ambientais, sociais e de governança na rotina organizacional é indispensável para investimentos do mercado financeiro. 

Saber comunicar-se com o mercado e parceiros estratégicos que possam ser relevantes para o seu negócio é de extrema relevância. Isso porque, seu negócio se mostra inovador e atento às necessidades do mercado. 

Como tornar-se uma empresa sustentável?  

Existem inúmeras formas práticas para implementar a sustentabilidade corporativa em seu negócio. Lembre-se que o grande objetivo é conscientizar os colaboradores e consumidores de seus produtos ou serviços a respeito do assunto. Sem deixar de pensar em quais ações sua empresa vem tomando para que seja de fato considerada sustentável.

  1. Transparência: Esse é um fator chave e discutido em diversos espectros da empresa.  É importante que a empresa seja sincera não só com o consumidor, mas também com seus funcionários. Segundo Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, “Hoje, não há mais espaço para greenwashing, aquela maquiagem de sustentabilidade em que a empresa tem um discurso que finge que se importa com essas questões e na prática é diferente”.
  2. Invista em parceiros estratégicos: Nem sempre seu negócio terá como resolver todos os problemas envolvendo o ambiente ao seu redor, mas inúmeros projetos, iniciativas, associações, organizações já fazem esse importante trabalho! Portanto, vale pensar na possibilidade de investir parte dos recursos da empresa em projetos de impacto socioambiental.
  3. Alinhe sua empresa aos ODS: para alinhar sua empresa aos ODS, deve começar tornando a sua empresa uma signatária do Pacto Global. Para isso, acesse o site oficial da ONU, procure escritórios próximos e assine um termo de compromisso sobre a Agenda 2030, confirmando que a sua empresa está disposta a colaborar com os ODS.
  4. Ecoeficiência: Diminua a quantidade de recursos utilizados na linha de produção, isso reduzirá custos desnecessários, assim como o direcionamento adequado de  dejetos e melhor aproveitamento de matéria prima.
  5. Invista em conhecimento:  Adote a cultura ecofriendly, e incentive colaboradores e parceiros a adotarem práticas sustentáveis, estimulando a sustentabilidade em toda a cadeia de consumo.

Assista o Webinar Modelos de Negócios na Economia Sustentável com base no ESG, em que conversei com Beatriz Arbex sobre boas práticas ESG nos negócios e o movimento que não é apenas uma tendência, mas uma nova realidade. 

 

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