Buzz e transformação digital: potencialize o poder da sua rede de clientes!

Contar com uma rede de clientes é algo muito importante para quem pretende provocar a transformação digital na empresa. É o que David L. Roger, em “Transformação digital: Repensando o seu negócio para a era digital”, afirma. Para isso, é preciso conhecer os objetivos dentro de uma estratégia elaborada com foco na rede de clientes. Com isso, além de conhecer profundamente o cliente que é o alvo dessa aproximação, é possível iniciar a concepção das ações que serão traçadas.

A concepção de uma estratégia de transformação digital com base na rede de clientes possui alguns comportamentos centrais, conforme apontado pelo especialista. São cinco conceitos extremamente valiosos, cujo objetivo é auxiliar na geração de ideias qualificadas para um determinado projeto. Primeiro, se faz um resgate dos objetivos propostos para os clientes específicos, aqueles que serão capturados pelas ações definidas. Também se leva em conta outros aspectos, como as necessidades e desafios dele. Depois disso, é possível escolher uma ou até mais dentre as cinco propostas que iremos apresentar na sequência sobre os comportamentos centrais das redes de clientes:

  • Acessar: rápido, fácil, sempre presente, sempre ligado.
  • Engajar: uma fonte de conteúdo relevante.
  • Customizar (personalizar): adequar os fatores “cliente” e “oferta”.
  • Conectar: estar próximo e fazer parte das conversas com quem é o foco.
  • Colaborar: solicitar a colaboração do cliente para a co-criação de melhorias no seu negócio.

Para entender como as informações se conectam, caso uma pessoa esteja pretendendo ir para o lado do engajamento, em que se tornará uma ótima fonte de conteúdo relevante para o seu cliente, como em um diferencial Premium para VIPs, há de se pensar em criar vários tipos de conteúdo. Um dos tipos pode ser um vídeo em que há uma explicação fácil, recomendações baseadas em preferências individuais, entre outros. É possível uma estratégia ampla e um objetivo com diversos conceitos.

O especialista em transformação digital recomenda ainda determinadas perguntas para conseguir manter o foco na criação de valor para o cliente:

Acessar: como tornar a experiência rápida e fácil? Como integrar interações? Como tornar mais acessível e automatizado?

Engajamento: como atrair atenção? Quais desafios o conteúdo poderia resolver? Alguém que não seja da empresa recomendaria o seu conteúdo?

Customização: quais as diferenças das necessidades e interesses do cliente? Por que um experiência customizada? Como ajudar a fazer a escolha certa sem ultrapassar limites?

Conexão: que conversas importantes para você estão acontecendo entre os seus clientes? Como melhorar a conversa sem se tornar um intrometido? Como aprender com elas? Como contribuir com elas?

Colaboração: quais seriam as competências dos clientes utilizadas para alcançar o sucesso? Como fariam isso? Qual seria o motivador dos clientes? Como garantir aos clientes o sentimento de validação e recompensa?

Como criar uma estratégia de marketing para a transformação digital?

No funil do marketing, há determinadas etapas que serão impactadas por cada um dos comportamentos acima. Basta imaginar que é preciso atrair, nutrir e, somente depois, vender. Em um primeiro momento, quando se está no começo do funil de vendas, as estratégias de engajamento e acesso podem otimizar a conversão inicial de um potencial cliente e aproximá-lo da empresa. Já, na sequência, a customização e a conexão  evoluirão o relacionamento, no que consideramos o meio do funil. Por fim, no fundo do funil, a colaboração fará com que suas oportunidades se tornem em vendas e, inclusive, poderia fazer o importante papel de pós-vendas.

Tendo isso em vista, quando há um buzz do negócio, em um marketing formado por uma rede de clientes, no qual os pares indicam entre si experiências, produtos e serviços, deve-se aproveitar para otimizar a evolução do funil de vendas e colocar mais clientes para dentro da sua base. Utilizar sua rede de clientes para gerar o buzz marketing é algo bastante natural, afinal, se espera que aquilo que está sendo oferecido seja tão valioso e entregue uma experiência com tamanha qualidade, que tal entrega seja repassada para frente como uma recomendação. Então, ao utilizar as estratégias que exploram os comportamentos explicados anteriormente e que impactam diretamente no funil do marketing, é fundamental que a disseminação “boca a boca” esteja entre as alternativas de ação. Atualmente, as empresas conseguem mensurar e monitorar como está sendo a propagação das suas ofertas e, se necessário, reverter situações ou aproveitar oportunidades.

Quer entender melhor como o buzz marketing e a transformação digital se conectam? Converse conosco!

Transformação digital: você sabe em que estágio a sua empresa se encontra?

Por qual motivo, ao passear em uma feira de rua, você decide por comprar em uma barraquinha de frutas e não em outra? Isso é um reflexo de que os diferenciais competitivos fazem parte de qualquer tipo de negócio. E de qualquer época. Se, em determinado período, a energia elétrica era considerada a grande revolução tecnológica e pilar para os negócios, atualmente também temos um similar que causa um impacto semelhante e interfere na competitividade e, até mesmo, na sobrevivência das empresas no mercado. Em um estudo da Deloitte, 94% das empresas chegaram em um acordo: a transformação digital é a prioridade estratégica delas.

Pensando no que se vivencia nos dias atuais, é inegável que as ferramentas tecnológicas têm promovido uma importante combinação entre aumento de produtividade e capacidade com um ótimo custo-benefício. A lógica é investir agora para expandir depois, seja em tamanho, capacidade ou qualidade. Contudo, voltando para a pesquisa da Deloitte, um ponto a ser considerado é que mesmo tendo em mente o quão fundamental é avançar nas estratégias de transformação digital, nem sempre as empresas conseguem explorar a gama de possibilidades oferecida. As dificuldades vão desde o ritmo frenético de mudanças, que nem sempre é acompanhado pela liderança, até compreender e se adequar com as regras e desafios que surgiram no decorrer da evolução da tecnologia e, por sua vez, do próprio comportamento humano. Entenda em qual estágio sua empresa se encontra nesse cenário.

Os estágios e modelos da Transformação Digital

Para entender o estágio no qual se encontra sua empresa, a Deloitte produziu outro relatório, desta vez apurando quais são os modelos de negócio na era digital, pensando na transformação digital. Abaixo, separamos os quatro modelos apresentados e um breve resumo. Confira:

  1. Modelo Tático: em um modelo tático é comum encontrar tecnologias e processos com focos bastante claros, eles estão trabalhando em conjunto para atingir metas e objetivos que já foram determinados. Os olhares estão voltados para alcançar eficiência e eficácia. Os processos de negócios não são submetidos a reengenharias para que exista uma adaptação ao que tange aos princípios da economia digital.

No relatório, são apontadas as características e, igualmente, as desvantagens do modelo de negócio digital Tático são levadas em consideração. No Modelo Tático, apresentam-se como desvantagens uma necessidade de investimentos em silos e investimentos não estratégicos, uma abrangência diminuída, com uma restrição somente a determinadas pessoas dentro da organização e, em conjunto, uma estratégia digital que carece de coerência.

  1. Modelo Centralizador: grande parte das empresas encontra-se no meio da transição de Tático para o Modelo Centralizador. Com isso, adquirem competências digitais e investem em iniciativas centralizadas em uma unidade central. Há ainda um ganho na governança dos custos e na priorização da estratégia digital. Outro ponto importante deste modelo de negócio dentro da transformação digital é que a equipe central tem uma conexão e trabalha com as demais. E se mantém uma tendência à eficiência. Em contrapartida, como desvantagem, é apontado o fato de que a responsabilidade pela estratégia digital é restrita, pois não existe um compartilhamento com os líderes do negócio.
  1. Modelo Champion: um passo importante para o desenvolvimento da transformação digital dentro da empresa é a migração para o Modelo Champion, pois aí sim existe uma estratégia digital que é implementada e, principalmente, comunicada para todos. As palavras-chave são: compartilhamento de conhecimento, formação e capacitação. No Modelo Champion, a liderança entra com um apoio irrestrito e a empresa passa a trabalhar com inovação, design thinking e data Science.
  1. Modelo Business as Usual (BaU): um Modelo BaU é onde se encontram as organizações verdadeiramente digitais, pois há uma cultura digital, processos digitais, entre outros. O digital está em tudo e faz parte da rotina. Há uma flexibilidade em relação a mudanças e a extinção de áreas centralizadoras ou equipes e unidades de negócio digitais.

E como realizar uma análise do estágio digital? São recomendadas perguntas voltadas para investigar os clientes, a estratégia e liderança, os produtos e serviços, a organização e talentos e a operação. Questione-se sobre a melhor visão de liderança para a estratégia digital, a melhor abordagem de comunicação com os clientes no meio digital, a habilidade de desenvolver e gerenciar produtos ou serviços, se há talentos ou organização que apoiam o que é oferecido e se os processos e tecnologias digitais oferecem suporte a operações da empresa.

Quer entender mais sobre diagnóstico do modelo digital e como alcançar a transformação digital? Converse conosco!

Guia para transformação digital: alguns pontos essenciais para a estratégia de sucesso

Novos referenciais são os agentes de mudança nas empresas. Por isso, quando se pensa em transformação digital, é necessário entender o que precisa servir de norte para que sejam formuladas estratégias em um cenário digital. Em Transformação digital: Repensando o seu negócio para a era digital, David Rogers elenca cinco domínios para guiar uma estratégia digital: clientes, competição, dados, inovação e valor. Entender cada um e identificar o grau de maturidade deles dentro do negócio pode, além de servir de ponto de partida para mudanças, fornecer um diagnóstico do próprio estágio de maturidade e crescimento digital.

Com a consciência dos cinco domínios propostos por Rogers, as empresas conseguem estabelecer um guia de transformação digital e passar a trabalhar com conceitos-chave que levarão até respostas e resultados diferentes do tradicional. É fundamental compreender que ninguém está mais sozinho, os negócios estão conectados e as pessoas estão conectadas. Para desenvolver melhor os conceitos que  auxiliarão a criar seu próprio guia de transformação digital,  destrincharemos os domínios apontados pelo especialista.

Transformação digital: 5 domínios para guiar sua estratégia

  1. Clientes: as tecnologias digitais fazem com que se analise determinados aspectos a partir de uma nova ótica. Na transformação digital, um dos pontos iniciais a ser observado são os clientes. De acordo com o especialista, anteriormente, pensando em uma teoria convencional, os clientes eram interpretados como um aglomerado de atores impactados pelo marketing e a propaganda. Outro ponto, é que se esperava focar em um produto que pudesse abranger o máximo de clientes possíveis e usar mídias e mensagens de massa, falando com o maior número de pessoas ao mesmo tempo.

Com a transformação digital, há uma transição entre os mercados de massa para a rede de clientes. Dessa forma, os clientes se conectam e interagem com as marcas e com os próprios pares. Por conta das ferramentas tecnológicas e dessa maneira como se conduz as relações de compra, as empresas também precisam redesenhar nos seus funis de marketing o processo que leva o cliente a descobrir e adquirir o produto ou serviço.

  1. Competição: o próximo aspecto da transformação digital é sobre competição. Novamente, do ponto de vista tradicional, a competição e a cooperação não andavam juntas. Era aquela história de rivalidade entre empresas, mesmo que fossem muito parecidas. E, por sua vez, cooperavam com fornecedores. Mas o mundo sem fronteiras setoriais proposto pela transformação digital está mudando esse panorama. Os desafios estão mais em concorrentes que podem ser considerados estranhos ao setor do que aquelas empresas que são parecidas entre si. Também é importante citar que o modelo de negócio de plataforma tem permitido uma interação muito maior. 
  1. Dados: o que as empresas estão produzindo, como estão fazendo a gestão e, por fim, de qual forma estão fazendo uso dos seus dados? Se antes os dados vinham a partir de pesquisas de clientes e inventários físicos, a transformação digital fez cair uma chuva de dados. E eles estão vindo de interações internas e externas. Mídias sociais, mobile e outras ferramentas tecnológicas são ótimos meios para ter acesso a mais dados. O que permite fazer diferentes tipos de previsão, descobrir padrões e entregar mais valor. A inteligência dos dados saí de determinados setores e passa a influenciar o negócio por inteiro.
  1. Inovação: inovação e transformação digital caminham lado a lado. Aqui, a inovação entra como o processo que é estabelecido para a criação de ideias até o lançamento no mercado. Mas não se pensa mais com o foco antigo, do produto finalizado e com alto custo. As tecnologias permitem que o aprendizado não acabe e que existam etapas de rápida experimentação, assim como protótipos de viabilidade mínima, os MVPs.
  1. Valor: quando se fala em valor significa aquilo que o negócio entrega ao cliente. Com a transformação digital, a proposta de valor não é mais imutável, passa-se a acompanhar as necessidades que vão surgindo e sendo definida por elas. Para isso, é preciso estar sempre atento ao que é oportunidade e criar valor, não apenas esperar uma mudança se tornar crucial para tomar alguma ação.

Como sua empresa está em cada domínio acima? É preciso agir.  Deixe suas dúvidas e opinião em nossos comentários.

negócios digitais

Negócios digitais: 5 características das empresas que estão virando o jogo

Em uma era em que os negócios digitais estão reformulando conceitos e apresentando novos cenários, as empresas encontram-se em uma corrida para se adaptarem. Quem não estiver atento ao que está acontecendo ao redor e se manter fixo em uma visão do passado, pode não ir muito longe. Atualmente, mais do que imaginação, é preciso desconstruir-se para compreender que o futuro não tem limite. É o que as empresas que estão virando o jogo estão fazendo. É essencial o entendimento de que a comunicação transparente, a cultura empresarial, o engajamento dos colaboradores e a liderança são mais do que fatores que serão resolvidos por meio de processos burocráticos e engessados.

De acordo com a Deloitte, ao falar sobre modelos de negócios digitais e, justamente, em uma transformação que não obedece limites ou fronteiras, há certos dilemas econômicos que precisarão ser resolvidos. Há um certo descompasso quando se coloca lado a lado as culturas e estruturas de grande parte das empresas com aquilo que os negócios digitais necessitam. Por exemplo, não é incomum que apesar de possuir tecnologia de ponta e de alta performance, o entrave esteja, justamente, na forma com que se lida com os processos. Ou seja, o uso limitado da tecnologia dentro de um contexto fechado.

Dentre os diferenciais dos negócios digitais que estão pensando em inovação, há ainda mais dois embates apontados pelos estudos que estão sendo superados. Um deles é que ao em vez de pensar nos retornos, nos resultados, a atenção está voltada para os processos em si. Mais do que se aprofundar e planejar qual será a entrega de valor, o mindset está emperrado na forma. Também existe a questão de profissionais que são digitais, mas que têm que combater uma matriz de trabalho baseada em preceitos analógicos. Por conta disso, o relatório sobre modelos de negócios digitais aponta 5 itens que caracterizam as novas circunstâncias:

  1. cultura aberta;
  2. processos flexíveis;
  3. modelos dinâmicos;
  4. pessoas engajadas;
  5. objetivos estratégicos.

Em outra ocasião, falando sobre engajamento e cultura da empresa, dois fatores que fazem parte da característica dos negócios digitais, a Deloitte trouxe um exemplo de transformação cultural que fez uma empresa virar o jogo. Os princípios-chave dessa virada foram:

  • a liderança gera cultura. A cultura impulsiona o desempenho;
  • processos, políticas e sistemas alinhados com propósito e valores;
  • resultados mensuráveis, relatados interna e externamente, fornecendo parâmetros de progresso.

É o resultado da combinação das 5 características que integram as empresas que estão caminhando para o futuro nos negócios digitais. Contudo, além disso, há um desafio bastante significativo que deve ser tratado com muito planejamento e consciência: o embate de gerações.

Os desafios dos negócios digitais

Como a Gardner define, os negócios digitais prioritariamente tratam da criação de designs diferenciados de negócios, no qual o foco não está no mundo físico e digital. A questão pende mais para a interação e as negociações que envolvem as duas pontas, o próprio negócio e o restante. Para isso, os líderes precisam de habilidades específicas, inclusive para a criação de novos papéis fundamentais na estrutura das empresas, pessoas que desenvolverão a transformação digital e levá-la a outro patamar.

Se as pessoas são um elemento tão imprescindível, como lidar com o embate de gerações em um mesmo time? Para vivenciar os negócios digitais, é preciso um alinhamento. Mas com todos exaltando as qualidades das novas gerações, conectadas e nativas digitais, é possível existir essa sinergia? Especialistas alertam: é preciso encontrar processos que facilitem essa comunicação. Por exemplo, fazer uma combinação entre formalidade e atualidade, principalmente na forma como cada um se comunica com o outro. Depois, é preciso estabelecer regras claras para todos. O mesmo vale para a diversidade de meios de comunicação, não basta se manter focado somente em um, entenda como cada um sente-se mais confortável.

Analisando as particularidades de cada um e os novos caminhos dos negócios digitais, faz sentido pensar na personalização. Portanto, individualizar a comunicação pode funcionar melhor do que generalizar de acordo com a idade e geração da pessoa. O mesmo é válido para as diferenças entre valores, aqui é fundamental empatia de ambas as partes, para ajudar a entender o outro. A partir disso, torna-se mais natural estar disposto a ensinar e a aprender.

As empresas que estão olhando para os negócios digitais, precisam pensar nas particularidades que as diferenciarão  das demais, isso inclui as características intrínsecas da transformação digital e também as consequências para as pessoas que compõem os times. Quer saber mais sobre o tema? Tire suas dúvidas e escreva para nós.

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Desafios da transformação digital: a sua estratégia está indo para o lado certo?

Quando se pensa nos desafios da transformação digital, é comum imaginar os obstáculos que a tecnologia terá que superar, assim como as diferentes inovações que terão que ser consideradas. É uma lista que engloba machine learning, big data, business intelligence, inteligência artificial e por aí adiante. Independentemente das variáveis, o foco é na inovação. Mas, como exemplifica a professora de Harvard, Linda Hill, em seu TED sobre criatividade coletiva, a inovação ainda está diretamente ligada com uma imagem mental de Einstein tendo aquele momento “Aha!”, por mais que todos saibam que isso é um mito. Inovações, de acordo com Hill, não são sinônimo ou decorrência de um gênio solitário em um processo de criação individual, mas sim com o que é chamado de genialidade coletiva.

Então, por conta disso, os desafios da transformação digital acabam sendo mais organizacionais do que tecnológicos. Por mais que as inovações da Indústria 4.0 continuem evoluindo em um ritmo frenético, elas ainda são um paradoxo. Como traz a professora Hill, o coração da inovação é um paradoxo. Isso porque é preciso atuar com as pessoas, liberando talentos e paixões em prol de um trabalho que seja útil. Dito isso, é preciso ver a inovação ainda como uma jornada composta por pessoas que são especialistas em áreas diferentes e possuem pontos de vista que não se assemelham, mas que somam.

Vendo além da tecnologia, consegue-se entender porque em alguns casos as empresas não conseguiram superar os desafios da transformação digital. Gerald C. Kane, em “Is the Right Group Leading Your Digital Initiatives?”, fala sobre o case da Marriott Hotels. Na ocasião, com o foco somente em tecnologia, um dos principais executivos da Marriott liderou um movimento em prol de uma refinação tecnológica, o que culminou no desenvolvimento de um sofisticado aplicativo voltado para o cliente, com recursos inovadores, como o check-in móvel. No entanto, não havia uma integração com as operações da cadeia de hotéis, fazendo com que a entrega da tecnologia fosse apenas parcial. Ou seja, focar apenas nas inovações tecnológicas pode fazer com que mudanças organizacionais passem desapercebidas.

O fato é que a transformação digital tem se tornado um imperativo para cada vez mais empresas. Mas a questão que fica é sobre quais caminhos estão sendo seguidos. Nos tempos atuais, o entendimento da necessidade da transformação digital acaba sendo mais fácil. Contudo, isso não significa que não existam dificuldades. Em “Is Your Digital Transformation Focused on the Wrong Strategy?”, artigo da Deloitte, são explicitados alguns pontos que precisam ser superados e que veremos na sequência.

Os principais desafios da transformação digital

Como nem todos estão explorando as possibilidades e inovações estratégicas, é fundamental compreender o que pode estar travando a transformação digital na empresa. Não só o ritmo acelerado que pode dificultar o acompanhamento das novidades, mas também a necessidade de novas regras e estruturas. Pensando nisso, reunimos alguns dos desafios da transformação digital.

Orçamento: quando se fala na transformação digital, de acordo com as pesquisas apontadas no artigo da Deloitte, existe uma relação de mais investimentos altos em operacional e TI e menos com gastos futuros e P&D. A média, extraída de pesquisa, é de 30% do orçamento operacional ou de TI em iniciativas de transformação digital versus somente 11% de orçamento de P&D para tal.

Mentalidade defensiva: outra questão é que embora muitos líderes façam uma associação de melhorias operacionais e de TI com o crescimento estratégico, um dos desafios da transformação digital está na associação do crescimento de receita a partir de novos produtos orientados para P&D ou modelos de negócio. Por isso, mesmo quando há uma economia significativa de tempo e custos, pode ser que não se traduza em lucros mais altos. No lugar disso, a transformação digital pode ser vista como um investimento defensivo, feito para proteger, mas não para ampliar o negócio.

Cultura organizacional engessada: em vez de construir novos modelos de negócios, muitos preferem permanecer na inércia. Ou seja, a tecnologia novamente é vista como uma proteção ao que é ofertado atualmente, mas não consegue ser vislumbrada como uma forma de construir e estruturar novos modelos de negócio e produtos.

Complexidade técnica: as transformações digitais decorrentes da Indústria 4.0 fazem com seja necessário adentrar em um novo cenário que, por sua vez, traz riscos desconhecidos. Se não houver uma compreensão dos problemas que muitos temem, como cyber segurança e riscos de propriedade intelectual, pode-se simplesmente concluir que não é factível ou interessante buscar meios alternativos de utilizar a tecnologia para levar até fluxos de novas receitas.

Ainda há mais que se considerar dentre os desafios da transformação digital, mas o principal é manter o olho na tecnologia, mas o pensamento no coletivo e nas pessoas. Quer saber mais sobre os possíveis obstáculos e como superá-los? Entre em contato!

transformação digital RH

Transformação digital x tecnologia de RH: um guia para empresas inovadoras

O que é a transformação digital do RH? Tudo está sendo automatizado. Basta pensar em quantas funções operacionais não precisam mais ser feitas por conta das tecnologias. São desde aplicativos até sistemas mais robustos que fazem com que o esforço esteja mais concentrado na inteligência do que no braçal. As tecnologias de RH surgem para apoiar os objetivos traçados pela empresa, nos quais o RH assumirá o comando. Sua escolha vai muito além da produtividade, modernidade ou eficiência. Está mais relacionado com uma preparação para um futuro (próximo ou distante) e a resiliência para inovações.

Quando se pensa nas tecnologias de RH, as possíveis vantagens são as primeiras que saltam aos olhos. Afinal, todos estão buscando meios para consolidar uma estratégia digital. No entanto, a questão-chave está na priorização. Ou seja, entre tantas ofertas, quais que são realmente vitais para alcançar os resultados pretendidos. Qual é a tecnologia que trará a vantagem que realmente será necessária. Tenha em mente que as soluções irão requerer não só um investimento financeiro, mas esforço e horas despendidas pela equipe, pois antes dos resultados, há um processo de implantação e, muitas vezes, de mudança de mindset.

De acordo com uma pesquisa da Deloitte sobre RH Digital, entre as mudanças que estão ocorrendo, o local de trabalho digital faz parte de um novo cenário profissional. O que diz respeito sobre como as empresas conseguirão projetar um ambiente no qual a produtividade esteja em foco, se faça uso de ferramentas de RH (Slack, Trello, Workplace by Facebook e Microsoft Teams), e exista engajamento, bem-estar e senso de propósito. Com base nisso, constatou-se que:

  • 56% das empresas pesquisadas em 2017 estão redesenhando programas de RH para alavancar ferramentas mobile e digitais;
  • 33% das equipes de RH já estão usando algum tipo de tecnologia de inteligência artificial para fornecer soluções de RH;
  • 41% está desenvolvendo ativamente aplicativos mobile para serviços de RH.

As tecnologias de RH, quando escolhidas corretamente, farão com que todo o esforço anterior seja compensado por um uso intuitivo, rápido e inteligente, capaz de aumentar a produtividade e o engajamento dos colaboradores. E, o mais relevante, terá em seu cerne a gestão do conhecimento, fazendo com que haja uma comunicação ampla e rápida. Uma tecnologia de RH que cumpre seu papel fará com que se tenha menor necessidade de processos e mecanismos para que exista uma comunicação ágil, independente do formato em que as informações estão registradas, seja por meio escrito, falado ou digital.

2. O que é Transformação digital?

A transformação digital se tornou uma buzzword. Muitos falam sobre, mas nem todos têm certeza de suas aplicações. Isso porque há uma transformação muito mais profunda do que a adoção de determinada tecnologia. A transformação digital é sobre mudanças de comportamento. A internet e a era on-line chegaram para quebrar paradigmas em diversos setores e fazer com que aquilo que estávamos acostumados se tornasse algo completamente diferente.

De forma mais objetiva, os valores não são mais os mesmos. O Design Thinking, por exemplo, fez com que o erro deixasse para trás o estereótipo negativo. Errar, agora, significa aprender, melhorar. Quem de fato adota isso, e não apenas fala, está construindo uma cultura organizacional digital. Uma pesquisa conduzida pela MIT Sloan Management Review constatou que as empresas inovadoras estão na frente quando se trata de transformação digital. Por qual motivo? Por concentrarem seus esforços em 3 áreas:

  • experiência do cliente;
  • processos operacionais;
  • modelos de negócio.

Dentro das três, o estudo averiguou-se que havia mais uma subdivisão, sendo que cada uma delas geraria mais três elementos, totalizando em 9 os pré-requisitos básicos para iniciar uma transformação digital:

  • melhor compreensão do cliente;
  • hacks de crescimento;
  • ampliar os pontos de contato com os clientes;
  • digitalização de processos;
  • capacitação de colaboradores;
  • gerenciamento de desempenho;
  • modificações digitais nos negócios;
  • criação de novos negócios digitais;
  • globalização digital.

A especialista Evgenia Bereziuk, em seu artigo sobre a diferenciação de tecnologia de RH e transformação digital, traz a seguinte afirmação “aqueles que não se adaptam a transformação digital falharão”. Dessa forma, as mudanças da digitalização se tornam o pilar de uma estratégia corporativa. Isso por conta do amplo leque de benefícios que são adquiridos: ampliação do alcance das empresas, melhorias nas tomadas de decisão; aceleração do desenvolvimento de novos produtos e serviços. É aqui que entram os gestores, líderes e profissionais de RH, eles irão encarar o desafio da digitalização e criar as condições e cultura interna para que uma transformação possa ocorrer com sucesso.

E como uma transformação digital pode ser bem sucedida? Neelie Verlinden, co-fundadora e editora-chefe da Digital HR Tech, apurou sobre a “Transformação digital de RH: Tudo o que você precisa saber” e concluiu que há 6 passos para começar com o pé direito na digitalização. São eles:

  1. Objetivo claro: a meta é o ponto de partida. Ela deve ser clara e estar de acordo com a perspectiva de negócio, com foco no usuário final. Os funcionários devem ser os beta tester de qualquer tecnologia (antes da empresa implementá-la).
  2. Todos juntos: funcionários, gestores, diretoria executiva, CEO. Todos devem estar envolvidos na transformação digital de RH, pois é algo que irá impactar toda a organização. É preciso do apoio da equipe inteira.
  3. Sem complicações: começar simples e pequeno. É o famoso conselho de não tentar dar o passo maior que a perna. Olhar inicialmente para os processos de RH que poderiam passar por uma reforma digital. Perguntar a opinião da equipe.
  4. Priorizar ideias: qual o impacto e o esforço das ideias? Começar apostando em ideias de alto impacto e baixo esforço.
  5. Avaliar desempenho: a transformação digital é genial, mas é preciso que existam resultados. Portanto, é essencial avaliar criteriosamente o que funciona e aquilo que não funciona.
  6. Valor da cultura: tecnologias sozinhas não são suficientes. A transformação digital ocorre por meio da mudança de mentalidade da empresa inteira.

3. Tecnologia de RH x Transformação digital

O principal desafio da transformação digital não está ancorado na proficiência em tecnologias digitais, como ressalta Evgenia Bereziuk em entrevista com Soumyasanto Sen, investidor em tecnologias de RH. Mas na questão anterior, a de ter um contexto favorável para que as mudanças ocorram e, por consequência, no aumento da maturidade da empresa. A digitalização não é somente mais uma palavra da moda, embora esteja sendo discutida mundialmente, mas sim um núcleo vital das estratégias corporativas. A transformação digital precisa ocorrer. Não há outra opção.

A transformação digital, sendo assim, é um fenômeno maior, que engloba as tecnologias de RH. Uma comparação realizada por Soumyasanto Sen consegue ilustrar bem a questão: mentalize uma caixa de ferramentas, uma daquelas que deixamos em casa para consertar, ajustar e fazer com que tudo esteja funcionando corretamente. Agora, imagine que é uma caixa com ferramentas digitais. As empresas também já possuem uma delas em sua “residência” e, dependendo da necessidade, há ferramentas diferentes. Há tecnologias de RH diferentes para dar suporte ao local de trabalho digital.

  • Tecnologia de RH: permite um ambiente de trabalho digital e é sustentada por estruturas de governança e processos de gerenciamento. Torna as empresas tecnologicamente habilitadas. É a transformação digital que orienta a tecnologia para uma economia digital. As tecnologias de RH apoiam os objetivos estratégicos.
  • Transformação digital: mais do que uma tecnologia. As pessoas são parte ativa, elas pensam e se transformam. Trata da capacidade da empresa e das pessoas de não só se adaptar, mas de impulsionar mudanças e inovações. É uma forma de organização. Tudo começa com uma nova mentalidade, não necessariamente com tecnologias.

4. Estratégia de RH e mudança de mindset

A cultural organizacional é a alavanca que move as rotinas e processos de todos os ambientes de trabalho. Fazer com que essa peça acione um ou outro comportamento é o que ocasiona a diferença nos cenários de inovação. Em uma estrutura tradicional, é natural, por exemplo, que exista uma certa resistência a um RH inovador. A CEO da Prophet, consultora, e autora do livro sobre “a marca do empregador”, Helen Rosethorn, analisa em uma entrevista para a Época Negócios sobre como são as ações de um profissional estratégico de RH. Ela explica que grande parte dos que estão no segmento acabam presos em um modelo tradicional e, por isso, executam exatamente (e somente) aquilo que está em um job description.

Tecnologias de RH? São somente adotadas em estruturas tradicionais quando há uma demanda do CEO ou cargo hierárquico superior. Nisto, não há de verdade um movimento em prol de uma mentalidade inovadora. A transformação digital acaba passando bem longe de um ambiente com essas características. Rosethorn afirma que é esse tipo de comportamento que acaba mitigando a competitividade das empresas. E como gerar uma revolução? A consultora orienta o RH a construir um ambiente satisfatório e gerar uma marca de positividade. O que está atrelado com tecnologias específicas que fazem parte de uma transformação digital em constante desenvolvimento e aprimoramento.

Em resumo, as empresas devem analisar se estão estruturadas para uma cultura de inovação. Ou seja, qual o seu mindset. Saber se está preparado para:

  • descentralizar decisões;
  • formar e dar autonomia a lideranças;
  • comunicar de maneira ampla, constante e transparente;
  • realizar avaliação contínua.

Para saber mais: consulte o nosso artigo “Inovação organizacional – por que a cultura é o centro da estratégia“.

5. As etapas da transformação digital

A transformação digital é uma das tendências que mais afeta a cultura da organização, impactando não só como ela faz, mas quem ela é. Brian Solis, analista principal da Altimeter e futurista, identificou 6 estágios nos quais as empresas passam até concretizar um modelo de maturidade e a digitalização. São elementos que devem passar por modificações simultâneas, servindo como guia de verificação para uma jornada de transformação digital. Conheça os 6 estágios:

  1. Business as Usual: no primeiro cenário, as empresas ainda operam com seu legado convencional de clientes, processos, métricas, modelos de negócios e tecnologia.
  2. Presente e ativo: experimentos realizados na organização por inteiro e que impulsionam a alfabetização digital e criatividade.
  3. Formalizado: a liderança deve apoiar somente o que for relevante para o negócio.
  4. Estratégico: o poder da colaboração é percebido pelas pessoas. Os esforços e insights compartilhados levam a novos roteiros estratégicos.
  5. Convergência: uma equipe de transformação digital é formada para orientar a estratégia da empresa e suas operações.
  6. Inovadora e adaptável: a transformação digital se torna o novo business usual e se estabelece um novo ecossistema.

6. Vantagens da tecnologia de RH

Quando as empresas procuram tecnologias de RH para inserir em sua evolução da transformação digital são esperados alguns benefícios em troca. Considerar e priorizar as vantagens corretas é o que será decisivo. Evgenia Bereziuk, especialista no assunto, elenca aquelas que devem ser consideradas quando se pensa na transformação da tecnologia de RH:

  • administração e compartilhamento fáceis de informações;
  • maior produtividade;
  • custo reduzido;
  • comunicação aprimorada;
  • análise de foco.

Há ainda muitos outros que, mais do que conveniência, um sistema de RH online deve proporcionar. Exemplos: acessibilidade contínua, auxílio na consistência, conformidade e privacidade, aprimoramento da experiência do usuário. No artigo “RH do futuro: como a tecnologia pode deixar a gestão de pessoas mais ágil”, há uma visão geral de metodologias que estão sendo utilizadas para inovar, como o método Scrum, feedbacks dinâmicos, design thinking, entre outras.

7. Por que algumas estratégias de RH falham?

Nem todas as implementações de estratégia de tecnologia de RH são um case de sucesso. Mas, se elas são ferramentas da transformação digital, quais são os principais problemas? Em primeiro lugar, a transformação digital não é somente um marco alcançado, mas algo mais complexo. Trata-se de todo um caminho que deve ser percorrido continuamente sempre atrás de um desenvolvimento constante. Portanto, afirmar que se chegou ao final dessa jornada é bastante duvidoso, pois encontrar um final pode ser sinônimo de estagnação. O mais correto é pensar que se está apenas no começo. Sempre.

A urgência e a continuidade são dois elementos imprescindíveis para estratégias de tecnologias de RH darem frutos. E, quando elas faltam, podem ocasionar em uma falha. Como no pensamento de growth hacking, o recomendado é sempre propor, praticar, mensurar, aprender, melhorar e construir novamente, em um fluxo sem linha de chegada. No entanto, entre as causas que podem gerar problemas em uma estratégia de RH, com base na lista de Berezuk, elaboramos um resumo no qual se deve estar sempre atento:

  • ter uma linha de tempo de evolução fixa, com começo, meio e fim;
  • adoção desmedida e sem planejamento de diferentes tecnologias;
  • resistência a mudanças ocasionadas pela transformação digital;
  • não pensar na experiência do usuário ao adotar uma tecnologia;
  • falta de colaboração e engajamento dos membros da empresa;
  • estratégias que não têm uma relevância sólida para o negócio;
  • falta de métricas para análises de evolução;
  • falta de equipes qualificadas para a implementação da estratégia;
  • inexistência de integração de tecnologias e informações já existentes com as novas;
  • lentidão nos processos e tecnologias obsoletas;
  • falta de alinhamento entre o setor de Tecnologia da Informação e o RH.

8. Conclusão

Muito tem se falado sobre transformação digital nos últimos anos, mas há uma confusão acontecendo no mesmo ritmo que as mudanças acontecem: transformação digital não é sobre digitalização de processos ou sobre contratar ferramentas inovadoras para otimizar o dia a dia nas empresas. Pelo contrário: existe um trabalho anterior a transformação digital que passa pela mudança do mindset para inovação.

Falar neste novo mindset passa por etapas como: criar um ambiente de inovação e criatividade nas empresas, investir na diversidade da equipe, capacitação de colaboradores e líderes, além de descentralizar decisões, dar autonomia para as lideranças e investir cada vez mais em comunicação interna.

A sua empresa está pronta para a transformação digital? Se você ficou em dúvida na hora de responder a essa pergunta, conheça os Workshops in Company. Neles, há cursos sobre Liderança para Inovação, Transformação Digital, Organizações Exponenciais e Design Thinking.

Se ficar alguma dúvida, não hesite em entrar em contato!

liderança inovadora

Liderança inovadora: o que é e quais as habilidades necessárias

O termo liderança inovadora está longe de ser algo novo, mas ganha cada dia mais espaço nas agendas das empresas. Principalmente naquelas onde os gestores ainda estão aprendendo a lidar com a geração milênio e voltam os seus esforços para engajar a equipe por meio de novas ideias. Outro ponto que também não é novidade é que inovação e criatividade andam juntas e que inovação não se trata apenas de invenção. Pelo contrário, é sobre encontrar formas diferentes de executar atividades que já existem ou sobre quão rápido você desaprende e reaprende a dominar novas habilidades. A liderança inovadora é capaz de envolver os colaboradores em um nível mais profundo, humanista e apaixonado.

A frase é de Robert Tucker, presidente do Innovation Resource Consulting Group, no artigo que escreveu para a revista Forbes: Six innovation leadership skills everybody needs o master. Nele, o consultor listou algumas habilidades, mentalidades e ferramentas que precisam ser trabalhadas pela liderança para atingir a tão sonhada organização inovadora.

6 habilidades para promover uma liderança inovadora

1. Fomente o pensamento criativo que gera oportunidades

A inovação surge com uma série de pequenas ideias. Fique sempre alerta às possibilidades e às necessidades que não foram atendidas.  Onde a equipe enxerga problemas, a liderança inovadora sente potencial. Quando os colaboradores enfatizam os detalhes, é preciso olhar para o todo: o progresso sendo feito, a visão de como as coisas podem ser, mas ainda não são.

2. Confie nas novas ideias. Arrisque-se!

A inovação começa onde as suposições terminam. Na verdade, elas não passam de um bombardeio produtivo de ideias, o cérebro trabalhando ativamente para encontrar soluções para questões como: “Nós sempre fizemos assim”. Cabe a liderança inovadora desafiar as suposições dos colaboradores e filtrar essas ideias de forma a tirar o melhor proveito delas. Quando o pensamento de que “tem que haver um caminho melhor” aparece na mente da sua equipe, lembre-se que provavelmente existe. Encoraje-os a imaginar o melhor caminho e a experimentar novas alternativas e possibilidades.

3. Desenvolva empatia pelo cliente final

Busque entender o problema do cliente final e como o produto/serviço da sua empresa pode ajudar a resolvê-lo. A liderança inovadora precisa entender o negócio em que atua de forma mais profunda: ouça profundamente o que esse cliente deseja realizar, quais problemas enfrentam e como você e sua organização podem enfrentar o problema. Saia da bolha da sua cultura.

4. Pense proativamente e à frente da curva

Na correria do dia a dia é muito difícil trabalhar de forma preditiva, mas é preciso se manter informado e atento para propor mudanças tão logo uma ferramenta nova chegue ao mercado. No mundo onde tudo muda o tempo todo, ganha vantagem quem está sempre preparado para o futuro. Assim, a liderança inovadora deve rastrear tendências sempre. Tornar esta procura um hábito, envolve olhar para o que você pode fazer proativamente para se preparar para o futuro. Ao avaliar e interpretar as mudanças relacionadas ao seu mundo, você se posiciona para transformá-las em novas oportunidades.

5. Pratique a criatividade encorajadora nas pessoas ao seu redor

Todo mundo tem ideias, até mesmo aquelas pessoas que não se consideram criativas, mas poucos sabem como fortalecer suas fábricas de ideias. Isso pode ser trabalhado de muitas formas em uma organização: mapa mental, brainstorm, reuniões descontraídas. O fato é que a liderança inovadora precisa fomentar e encorajar o pensamento criativo entre os membros da sua equipe. E esse exercício não deve ser feito apenas no ambiente de trabalho, mas também na vida externa.

Transforme o escritório em um lugar criativo. Ou faça esforços para buscar inspiração fora do escritório (cinema, teatro, criar uma biblioteca compartilhada dentro da empresa, por que não?). Pratique a criatividade encorajadora nas pessoas ao seu redor. Elogie-os por suas sugestões “brilhantes” e veja mais delas aparecerem.

6. Aprenda a vender novas ideias dentro da organização

Uma ideia inovadora geralmente traz muita resistência não apenas dos cargos de decisão, mas dos próprios membros da equipe tão acostumados com processos que já estão dando certo. “Não se mexe em time que está ganhando” é a frase que mais ouvimos por aí. A missão da liderança inovadora é quebrar essas objeções e “vender a inovação” dentro da própria empresa.

Neste ponto é essencial investir em uma boa comunicação e destacar todos os benefícios que a mudança traria para a equipe. Trabalhe muito bem os pontos de superação de obstáculos, objeções e as oportunidades que ela traria no futuro. E o pulo do gato é esse aqui: se o comprador da sua ideia for orientado por números, faça um relatório cheio de gráficos e planilhas. Se for ambicioso, destaque o impacto na aceitação da marca… E não desista: transformar o mindset para inovação leva tempo e exige paciência.

DNA inovador

A prova de que a liderança inovadora não é novidade é que já são quase 10 anos da pesquisa da Harvard Business Review (HBR) que buscou mapear qual é o segredo das organizações mais inovadoras. The Innovator’s DNA identificou que são cinco as habilidades que distinguem os executivos mais criativos: associação, questionamento, observação, experimentação e networking. Além disso, descobriu que os empreendedores inovadores e/ou CEOs gastam 50% mais tempo nessas atividades de descoberta do que os CEOs sem histórico de inovação.

Um exercício que os autores da pesquisa deixaram é passar de 15 a 30 minutos por dia escrevendo perguntas que desafiam o status quo da empresa. Para a liderança inovadora melhorar as habilidades de rede, o indicado é entrar em contato com as cinco pessoas mais criativa que ela conhece e pedir que compartilhem o que elas fazem para estimular o pensamento criativo.

No melhor dos cenários, é possível, por exemplo, convidá-los a se transformar em uma espécie de mentor. Caso isso não seja possível, tente em casa, com a sua equipe ou com amigos: que tal encontros semanais para falar sobre ideias inovadoras ou hábitos que fomentem o pensamento criativo? Não se esqueça que criatividade e inovação andam de mãos dadas, mas é preciso uma série de pequenos passos até criar algo de fato.

Essa é a grande deixa de Jeffrey Dyer, Hal Gregersen e Claytin Christensen, responsável por coletar informações de empresas inovadoras durante 6 anos para gerar o citado estudo da HBR.

E você, está pronto para tornar a liderança inovadora uma realidade e plantar a semente criativa entre seus colaboradores? Divida sua opinião conosco nos comentários!

mercado de trabalho no futuro

Mercado de trabalho no futuro: como aumentar o seu poder de adaptação

Quando falamos sobre o mercado de trabalho no futuro, a discussão já transcende o questionamento sobre se haverá ou não automatização. Agora, a questão é muito mais específica, estamos prevendo quais serão as atividades que serão automatizadas e como se preparar para as mudanças. Dan Finnigan, CEO da Jobvite, publicou recentemente um artigo sobre um dos grandes medos da atualidade: os robôs roubarão empregos. Ou, talvez não seja exatamente assim, como defende o especialista. Mas, de uma forma ou de outra, as pessoas estão com medo. Em 2016, uma pesquisa divulgada pela Jobvite apurou que cerca de 55% de candidatos a empregos se mostravam, pelo menos, preocupados com a automatização do trabalho.

Entre os benefícios e consequências da transformação digital no mercado de trabalho no futuro, a automatização já é uma realidade. Há determinados empregos que se tornarão territórios de robôs, mas também novas possibilidades de carreiras profissionais surgindo em paralelo com as novas tecnologias. Como em todo processo de mudanças, é natural que exista o sentimento de ansiedade e a preocupação, como demonstrado pela pesquisa. No mesmo artigo, Finnigan aconselha: “vamos respirar fundo por um segundo”, pois nem todos os trabalhos serão automatizados e sim, os seres humanos são implacáveis em sua capacidade de adaptação e reinvenção.

Com tal cenário em mente, começa-se a ver uma nova perspectiva a partir da automação e da presença de robôs no ambiente profissional. Segundo o relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial (WEF), aproximadamente 133 milhões de empregos no mundo poderiam ser criados com o auxílio de avanços tecnológicos no local de trabalho na próxima década, em comparação com outra previsão, a do deslocamento de 75 milhões de atividades profissionais. O mesmo relatório sugere que as inovações tecnológicas, originadas pela transformação digital, têm a capacidade de romper com o contexto atual e criar novas formas de trabalho, tal como na Revolução Industrial, quando a energia a vapor e a eletricidade possibilitaram a criação de empregos.

O ponto é que a tecnologia tem avançado em um ritmo acelerado, mas não é a primeira vez que acontecem mudanças tecnológicas. Desde a roda até Gutenberg, como explica Mynul Khan, CEO na Field Nation, os seres humanos inovam e se adaptam ao longo da história. Em cada caso, acabou-se levando a novas indústrias e atividades profissionais. Contudo, como afirma Klaus Schwab, presidente do WEF, os ganhos no mercado de trabalho no futuro a partir das tecnologias exigem um investimento em treinamento e educação para que os profissionais possam se adaptar.

O poder da adaptação no mercado de trabalho no futuro

Em uma programa sobre o mercado de trabalho no futuro, o Instituto Global McKinsey discutiu sobre o que será exigido dos trabalhadores. E, para se adaptar ao que virá, um dos pontos de destaque é o treinamento de novas habilidades e qualificação para atuar em novos empregos. Será preciso ajudar as pessoas a obterem habilidades mínimas necessárias para começar uma carreira em uma direção completamente nova. Entender o que está acontecendo a partir da transformação digital e vislumbrar oportunidades é o primeiro passo. A partir disso, cada profissional poderá potencializar suas capacidades para desempenhar atividades que estão sendo ou serão exigidas em um futuro próximo.

Pensando nisso, há três pilares que podem ser desenvolvidos para aumentar o poder de adaptação ao mercado de trabalho no futuro. São eles:

  • Inovação: a inovação pode englobar diferentes aspectos, e todos eles importantes, como a inovação aberta, a transformação digital, os negócios exponenciais e as lean startups. Para isso, será fundamental compreender a inovação dentro de um ambiente que motive, inspire e engaje em um ritmo de rápidas mudanças. Também entram novos modelos de gestão, formação de equipes de alto desempenho, conhecimento de mercado e os novos negócios que estão surgindo a partir de startups.
  • Design driven: design thinking, business design e design de serviços formam a tríade do design no mercado de trabalho no futuro. O que significa compreender a transformação dos próprios negócios, pessoas e necessidades. Com isso, ampliando a visão a partir do pensamento do design e a criação de novos modelos de negócios.
  • Design your life: com as mudanças acontecendo em um ritmo sem precedentes, entender onde o profissional está inserido ou poderá crescer em uma nova carreira é essencial. Dentro disso, procura-se aprender sobre propósito de vida, autoconhecimento, modelo de negócio pessoal e planejamento.

Empregos perdidos, empregos ganhos. O mercado de trabalho no futuro significará novas possibilidades e habilidades. Quer saber mais sobre o assunto? Veja como podemos desenvolver essas habilidades in company, em programas exclusivos para a sua empresa. Tire suas dúvidas e faça seus comentários!

Futuro do Trabalho

Futuro do trabalho: tem espaço para todas as profissões no futuro?

Como será o futuro do trabalho? Sem bola de cristal, mas com base em pesquisas e tendências, é possível prever algumas das mudanças que ocorrerão em breve. De acordo com o Instituto Global McKinsey, por exemplo, o mundo do trabalho está em um estado de fluxo, o que pode estar causando certa apreensão e ansiedade para os profissionais. Por um lado, o desenvolvimento e a popularização da automação por meio de novas tecnologias, como robótica e inteligência artificial, traz a clara promessa de produtividade e eficiência. Por outro, tais avanços tecnológicos suscitam dúvidas complexas sobre o impacto delas, de forma mais ampla, nos empregos, habilidades e salários.

Atualmente, já se consegue analisar diferentes tipos de trabalho que têm um alto potencial para serem automatizados. Da mesma forma, a relação de busca por cargos e empregos está mudando, plataformas de colocações profissionais têm tornando o processo mais autônomo e digital, facilitando o encontro das melhores oportunidades pelos profissionais que mais têm perfil para preencher as vagas. Os trabalhadores independentes também estão migrando e estabelecendo suas ofertas de serviços por meio de plataformas digitais, colocando abaixo conceitos tradicionais e convencionais de como o trabalho é ou deveria ser realizado.

Para a Deloitte Insights, no meio desse cenário, a resposta para o futuro do trabalho, de forma mais otimista, pode se encontrar na redefinição do que é o próprio trabalho. A ideia do trabalho em si, da maneira tradicional que se é passada, é bastante abstrata e, por isso, frustrante. Nessa lógica, “nós vamos trabalhar, terminamos o nosso trabalho e trabalhamos em alguma coisa”. Ou seja, é ao mesmo tempo um lugar, uma entidade e uma lista de tarefas e saídas para serem colocadas em prática e alcançadas. Então, o que realmente é trabalho? E, dentro disso, qual o futuro do trabalho? Em uma época de inteligência artificial, é preciso dar uma resposta criativa, que traga ganhos às pessoas e de novas tecnologias.

Por conta disso, a redefinição do trabalho, dentro do que será o futuro do trabalho, está modificando uma série de fatores para os colaboradores de uma organização: tempo, esforço e atenção em suas atividades. A automação, dentro disso, consegue liberar a capacidade dos trabalhadores do que é considerado operacional. Embora, enfatiza a Deloitte, é preciso pensar além de automatizar funcionários e aumentar a tecnologia. Então, em uma época de robôs e interação humana, uma forma de identificar e abordar problemas e oportunidades é cultivar e utilizar capacidades humanas para áreas que envolvam identificação, solução, implementação e iteração. Pense no uso da empatia para entender um contexto no qual um cliente utilizará um produto ou serviço e encontrar um problema. As pessoas podem usar curiosidade e criatividade para explorar as causas, coletar informações, analisá-las e ver possíveis soluções.

As perspectivas para o futuro do trabalho

Se tanto mudará no futuro do trabalho, como as pessoas devem se inserir nessas novas situações?  Jeff Schwartz, Heather Stockton e Kelly Monahan mostram que há determinados impactos e questões a serem avaliadas, para que exista, de fato, uma inclusão.

  1. Reavaliação de políticas: as instituições e sociedades devem reavaliar e repensar as políticas legais e reguladoras, como a atualização das definições de emprego, regras para formação de empresas e lançamento de um negócio como empreendedor. Os formuladores de política precisam fomentar o surgimento de novas formas de trabalho e preparar os cidadãos para a transição.
  1. Educação no futuro: não se trata só do futuro do trabalho, mas também da educação. Será preciso uma atualização de habilidades muito mais dinâmica ao longo da carreira e os ecossistemas precisam estar prontos para levar essa questão em consideração e fornecer uma estrutura que possa ajudar às pessoas a desenvolverem seus talentos mais rapidamente e de forma continuada. A partir de agora, o aprendizado será uma constante até o momento que essa pessoa resolver abandonar um trabalho produtivo.
  1. Tecnologia e aprendizado: mais do que otimização de processos, as novas tecnologias e formas de aprendizado devem ser empregadas no sentido de aprimorar a relação e a colaboração entre humanos e máquinas, extraindo o melhor de ambos. Com isso, os líderes precisam estar atentos e garantir que as tecnologias estejam conectadas às necessidades de clientes e funcionários.
  1. Estratégia de força de trabalho: os dados se tornarão os grandes aliados dos líderes, identificando, por exemplo, quando uma tecnologia está atrasando os resultados e como isso afeta a estratégia de força de trabalho.
  1. Linguagem de tecnologia: os trabalhadores, mais do que nunca, devem se tornar fluentes em uma linguagem de tecnologia, em nível básico de conhecimento e proficiência.

O mundo muda o tempo todo, o próprio conceito de trabalho tem se modificado ao longo dos anos. Nesta equação, existem dois atores principais: o profissional — que precisa investir em capacitação em tempo real para não ser consumido pelas novas tecnologias — e as organizações — que precisam criar novas ferramentas para seguir evoluindo e implantar uma cultura de aprendizado contínuo na empresa. Não há dúvida de que o futuro do trabalho nos reserva grandes surpresas, o ponto é: como vamos esperar!

 

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economia digital

Economia digital: o que muda com os novos postos de trabalho?

Não é nada improvável pensar que daqui a algum tempo, as cédulas de dinheiro e as moedas atuais se tornarão um registro de como “funcionava antigamente”. Com a transformação digital, o mercado financeiro e a economia digital não são mais os mesmos. O mundo está em transição e os dados comprovam. Em 2013, o Banco Central constatou que 78% das pessoas apontavam o dinheiro (físico) como forma de pagamento principal. Em 2018, o número caiu para 60%. E, se em 2013, as pessoas inevitavelmente consideravam o dinheiro para pagar compras, em 2018, já houve mudanças: 4% dos entrevistados afirmaram que nunca usam dinheiro ou moedas.

Outro dado que mostra o caminho que a economia digital está tomando é relacionado com as fintechs (startups com soluções inovadoras para o mercado financeiro). O Google fez uma análise entre bancos tradicionais e as fintechs. Boa parte dos usuários ainda usa as instituições tradicionais como meio principal (46%), mas o que chama a atenção é o grau de satisfação entre ambos. Sete para dez clientes das fintechs (71%) diz estar satisfeito, já quatro em cada dez (42%) dos que preferem instituições tradicionais afirmam o mesmo. De 2017 para 2018, de acordo com o Radar FintechLab, houve um crescimento de 23% de startups financeiras operando no Brasil.

Nas informações sobre cartão de crédito e fintechs, é possível ver uma mudança em andamento e o futuro dela. Os tradicionais cartões de plástico estão se tornando uma preferência e o próximo passo é substituí-los pelos smartphones e pagamentos online. É uma evolução natural considerando o contexto em que as pessoas vivem e o impacto da transformação digital. Usar a tecnologia para alavancar os resultados e aumentar o desempenho é abrir as portas para um novo ritmo de mudanças e uma nova forma de interação.

O dinheiro, a priori, se adapta ao que o ser humano precisa. Desde o escambo até as moedas de metal. Imagine um comerciante com várias moedas de ouro e prata, alguém teria que cuidar delas. Surgem os bancos. Agora, o que está acontecendo é uma resposta de como a tecnologia se tornou parte de hábitos de consumo e passou a exigir muito mais agilidade. E é aí que entra a economia digital.

Economia digital: de criptomoedas a fintechs

Se a transformação digital ampliou fronteiras, o semelhante aconteceu com a economia digital. O que pode trazer ainda mais possibilidades. Entenda o que se está discutindo sobre o assunto e como irá influenciar os novos postos de trabalho.

Criptomoedas

Por trás das criptomoedas há uma grande revolução, as pessoas não precisam mais de bancos. A ideia é que com as criptomoedas, que utilizam criptografia, qualquer um possa realizar transações financeiras de forma segura e sem burocracia. E o mercado de trabalho com criptomoedas está atrás de talentos. Segundo um relatório publicado pela Glassdoor, existiam, na ocasião, quase 2 mil anúncios de vagas online nos Estados Unidos com as palavras “bitcoin”, “criptomoeda” e “blockchain”.

Fintechs

No Reino Unido, as vagas de emprego em fintechs têm crescido mais do que nos bancos tradicionais. Em um período de 12 meses, as vagas de trabalho em fintechs cresceram 9%, ao contrário, os bancos reduziram em 3%.

Economia digital, criativa e colaborativa

A economia criativa e colaborativa é uma forma diferente de enxergar o mercado. A intenção da economia criativa, de acordo com o conceito original, é transformar criatividade em resultado pensando nas relações em comunidade. Dentro disso, a economia colaborativa destaca-se. Com a inovação ganhando notoriedade, os negócios precisam se reinventar e valorizar a criatividade e o setor criativo, o que era deixado de lado por não estar vinculado diretamente com gestão de negócios. Você deixa de se preocupar com as horas trabalhadas e começa a pensar na verdadeira produção dentro das horas trabalhadas.

Por fim, um ponto importante é sobre as relações de trabalho. Além da criação de novas vagas no setor financeiro, a tendência é que ao invés do operacional, o valor estará no pensamento estratégico. Com a automatização e a criação de softwares que quebram com padrões de comportamento, as empresas estarão atrás de quem cria e potencializa o uso das soluções. Da mesma forma, se empresas digitais estão surgindo, as tradicionais ganham no aumento do poder de alcance, ultrapassando barreiras físicas, e em dados, que devem guiar suas ações.

Quer entender mais sobre economia digital, mercado financeiro e novos postos de trabalho? Continue nos acompanhando, dê sua opinião e faça suas perguntas.