Design de negócios: 3 requisitos para o sucesso

O design de negócios está disponível para todos que estão atrás de um mesmo objetivo: inovação estratégica para o cliente. Em startups e empresas de tecnologias, que nascem dinâmicas, fica mais fácil  visualizar a aplicação das transformações da metodologia e o acolhimento dos profissionais especialistas, os business designers. Como fazer o mesmo em empresas tradicionais? É preciso adotar uma nova mentalidade. A maneira mais apropriada é obter depoimentos e fazer intercâmbios com quem vivencia a experiência.

Misa Misono, ex-diretora de design da IDEO, explica com propriedade sobre design de negócios. Para ela, o principal papel do profissional da área é manter a balança equilibrada. Ou seja, valorizar as necessidades dos usuários e clientes. Na IDEO, as soluções inovadoras eram originadas quando se encontrava uma sintonia entre viabilidade e conveniência. Era preciso projetar o que era viável. Com esse tipo de conhecimento, torna-se mais factível a ideia de trazer a mentalidade para dentro de qualquer empresa.

Misa Misono continua descrevendo a rotina de quem trabalha com design de negócios. Em um momento inicial, o foco está em traduzir o que o cliente deseja e transformá-lo em desafios para as equipes. Para isso, sugere questionar “como é possível tornar nossos clientes atuais mais leais?”. Na fase de pesquisa, a viabilidade significa experimentar e prototipar para responder perguntas sobre necessidades do nicho ou posicionamento da marca. Finalmente, desenha-se como as recomendações do design de negócios está conectada com a estratégia da empresa.

Esse é o panorama geral da nova habilidade para os negócios. Agora, a questão que deve sempre ser feita não é sobre processos, mas:

Como obter um design de negócios de sucesso?

Para responder sobre habilidades de um design de sucesso, é importante voltarmos para algumas características que garantirão a sustentação de uma mudança. Como dito, em startups e novas empresas, a cultura da nova era tende a facilitar a utilização dos objetivos do business design. Contudo, embora o caminho possa ser mais longo, é possível – e bastante recomendável – que empresas tradicionais e, até mesmo, mais sólidas, se atentem para o que o mercado está pedindo. Afinal, será um pré-requisito para fazer parte do futuro.

1. Profissionais com o mindset de design de negócios

“Design de negócios é a habilidade mais importante para o futuro”. Essa fala é de David Schmidt, business designer, consultor digital e empreendedor. Analisando o cenário em que vivemos e o que ele está propenso a se tornar, Schmidt alerta para que as empresas adotem uma abordagem para criar modelos sustentáveis em um mundo que exige mudanças rápidas. É aqui que entra o design de negócios, para ajudar a entender o contexto, focar nas pessoas, inovar e testar o quanto antes.

Adotar verdadeiramente a mentalidade do design de negócios é a diferença de um ótimo profissional e apenas mais um. Aqui, cabe a união do pensamento analítico com criatividade. É preciso entender os desafios, fazer escolhas e reduzir o número de soluções – neste caso, de possibilidades de solução. Da mesma forma, precisa-se de um pensamento divergente, para ir além do comum e conseguir inovar. Como unir isso? Aplicando e disseminando a ideia de que é fundamental continuar com as características analíticas, mas não há como fugir das incertezas do momento. Deve-se, inclusive, abraçá-las em suas hipóteses.

Outro ponto que faz um design de negócios funcionar, é contar com um profissional que traga não só números, mas curiosidade. Manter-se atualizado com o mercado e estar aberto para experimentar. Há vários focos: o entendimento do cliente e do que está fora da empresa. A implementação desse mindset também trará mais colaboração. Afinal, é a partir do cruzamento de áreas de conhecimento que surgem novidades.

O design de negócios precisa de especialistas aptos e abertos a adquirir uma nova mentalidade. São profissionais que podem vir prontos e formados pelo mercado, mas podem partir da incorporação dessas características pelas lideranças das empresas e equipes de recursos humanos. Inclusive, em uma empresa tradicional, um líder que pensa como business designer  traz resultados bastante positivos dentro dessa proposta, mesmo em um ambiente mais rígido.

2. Flexibilidade para analisar, propor e testar

O conceito de Lean Startup, popularizado por Eric Ries, condiz bastante com o que o design de negócios propõe: ter espaço para testar o quanto antes as suposições e aprender com elas. No método proposto por Ries, é sugerido a realização do Ciclo de Feedback: construir, medir e aprender. Em resumo, primeiro se estabelece objetivos e se constrói um protótipo, depois medimos os aprendizados e sempre estamos aprendendo com o processo e com os clientes. e gerando novas ideias, novos produtos, recebendo feedbacks e assim sucessivamente até obter o sucesso na entrega do resultado final.

A flexibilidade está na capacidade de enxergar de forma analítica, solucionar e inovar. A construção de uma solução no design de negócios parte da investigação sobre criação e inovação para uma formulação de hipóteses. Com isso, será identificado o que deve ser testado, serão construídos protótipos e recebidos feedbacks. Assim, se extrai resultados e se parte para um novo ciclo do próximo protótipo.

3. O usuário é o centro das atenções

É preciso lembrar: o foco está no usuário. Para um design de negócios ser um sucesso, deve-se fornecer algo que é relevante para o público. Todo o pensamento analítico, criatividade e inovação devem estar alinhados com o propósito de entregar valor para quem utilizará o produto ou serviço. Por esse motivo, é fundamental saber com quem se está lidando, conhecer a fundo o cliente, saber suas motivações, suas dores e características pessoais. É o tipo de relação que estabelece a empatia imprescindível para propor algo que seja atraente e funcional.

Como fazer? Isso pode parecer simples, mas tem um efeito poderoso. Como diz Steve Blank, get out of the building – ou no bom português – vá prá rua!. Converse com as pessoas, identifique  as necessidades, valide a sua solução, entenda o seu cliente, teste os canais, capte parceiros estratégicos. Aprenda, ajuste e adapte a sua entrega.

Qual sua opinião sobre as principais características do design de negócios? Compartilhe suas dúvidas e sugestões!

 

Business Model You – um método para reinventar a carreira e a si mesmo

Para início de conversa, o que é Business Model ou Modelo de Negócio?

O termo ‘modelo de negócio’ é muito recente, apesar de sempre ter existido . Ele passou a ser adotado como uma alternativa de abordagem de negócios por volta da década de 1990, quando as chamadas empresas ponto com emergiram em decorrência da expansão da internet. Esse novo ambiente demandou novas formas de organização de empresas e negócios, pois os processos pautados pela era industrial não atendiam às necessidades das empresas da era digital. Em paralelo a esse movimento, a comunidade acadêmica iniciou os estudos na área, e, a partir de então, foi produzida uma infinidade de artigos, dissertações e teses e, em todo o mundo, sobre modelos de negócios. Entretanto, um dentre tantos trabalhos publicados, recebeu destaque especial: o do pesquisador suíço Alex Osterwalder. Ao defender sua tese de doutorado sobre o tema e publicá-la na web, logo recebeu um convite para produzir um livro. Ele aceitou o desafio e, para tanto, criou uma uma comunidade, abrindo espaço para colaboração, e 470 praticantes de modelos de negócios de 45 países elaboraram, coletivamente, o livro Business Model Generation, lançado no Brasil em 2011 pela editora Alta Books. Dentre outros tópicos, a publicação apresenta o Business Model Canvas (Quadro de Modelo de Negócio), tornando-se mundialmente famoso.

O Canvas do Modelo de Negócio apresenta, em uma única página, nove áreas organizacionais que compõem qualquer tipo de negócio. Para o autor, a metodologia descreve a lógica de como uma organização cria, captura e entrega valor. Os componentes do quadro de modelo de negócios ampliam a compreensão da necessidade de conjugar a intuição, a criatividade e o rigor analítico no processo de inovação nas organizações.

Inspirado no Business Model Generation, Tim Clark, autor de diversas publicações, coach de grandes empresas e professor doutor em Tóquio, decidiu replicar a receita e lançou uma comunidade com o objetivo de adaptar o conteúdo do livro para um processo de coaching e redefinição de carreira. Surgiu assim, em 2012, o livro Business Model You, ou, em português, Modelo de Negócio Pessoal. Em parceria com os principais autores do Business Model Generation, Alexander Osterwalder e Yves Pigneur, a iniciativa reuniu 328 profissionais em 43 países.  

Business Model You

Eu tive a oportunidade de participar da elaboração coletiva do livro, fazer a revisão da tradução para o português além de escrever o prefácio da publicação, ocasião que descrevi que Business Model You é um chamado para que as pessoas desenvolvam uma nova percepção para o entendimento da vida em rede e o que cada uma pode contribuir com o todo. Não se trata de receitas ou fórmulas de autoajuda, mas de uma descoberta de processo de autorreflexão, com resultados que vão além da imaginação. A inovação é imprevisível. E novos agrupamentos podem resultar em novas descobertas. Por exemplo, o hidrogênio é inflamável. O oxigênio é respirável. Quando juntamos H e O, temos a água, que é bebível, e ser bebível é considerado uma propriedade nova, inesperada, inexplicável a partir de um elemento inflamável ou respirável. Quando juntamos diferentes olhares, um novo olhar surgirá, inesperado e inexplicável. Assim é a vida. Neste processo do inexplicável e do inovador, abre-se a possibilidade de encontrar outras fórmulas para a vida profissional. Ao cruzarmos especialidades e conhecimentos, descobrimos novos significados, de uma forma simples e direta, divertida e inteligente.

Um modelo de negócio, em síntese, aborda como uma organização é sustentável financeiramente. Isso não difere na construção de uma nova vida profissional. Trocamos nosso trabalho e dedicação por uma remuneração que nos sustenta e nos proporciona o atendimento das nossas necessidades básicas e a plena realização. Business Model You é uma ferramenta que ajuda nesta reflexão, proporcionando um autoconhecimento que auxilia as pessoas a repensarem sua vida profissional e até efetuarem, com segurança, uma mudança de carreira.

O Canvas do Modelo de Negócio Pessoal ou Canvas BMYou é assim representado:

Modelo de Negócio Pessoal

Podemos exercer diferentes papéis: somos pais e mães, somos filhos, somos profissionais de determinada área; podemos atuar em alguma organização de amparo aos animais ou a crianças em condição de risco. Identificados todos os papéis que desempenhamos no dia a dia, devemos destacar os mais relevantes e cujos resultados atendam às nossas expectativas. Para cada um deles, devemos elaborar um Canvas BMYou.

São nove blocos que representam as áreas da vida profissional:

1 – Clientes

Começamos por definir quem ajudamos, no lado direito do quadro. Por que iniciar por esse bloco? Porque é a partir das necessidades de quem atendemos ou ajudamos que moldaremos a nossa carreira, associadas com os nossos recursos-chave ou principais habilidades e competências. Nesse primeiro bloco – CLIENTES, Quem você ajuda – identifica-se quem são as pessoas, grupo de pessoas ou empresas que auxiliamos ou apoiamos e quem paga pelos nossos serviços. Nem todo pagamento, entretanto, é monetário. Há aqueles emocionais, os quais recebemos pelo apoio que damos a um irmão, aos nossos pais ou aos amigos.

2 – Proposta de valor – por que você ajuda os seus clientes?

A partir da definição das diferentes pessoas que ajudamos, o passo seguinte é descobrir que valor isso tem para cada uma delas. O valor aqui não é monetário; refere-se à importância atribuída ao serviço pelo cliente. Negócios não são feitos com base no que gostaríamos de realizar, mas, sim, na forma como podemos ajudar alguém a ter uma expectativa atendida, tornando-nos relevantes para cada cliente atendido. Para esse bloco que aborda a proposta de valor, é preciso ter conhecimento profundo dos anseios das pessoas atendidas para anteciparmos uma resposta e tornarmos o serviço relevante a eles.

3 – Canais – Como seus clientes sabem que você existe e como você entrega o seu serviço a eles?

Não adianta obtermos uma proposta de valor relevante se ninguém souber disso. Esse bloco aborda três etapas:

  1. a) divulgação da proposta de valor;
  2. b) contato com os clientes ativos;
  3. c) acompanhamento e manutenção dos clientes conquistados.

Na etapa de divulgação, podemos criar e manter um blog, divulgar  comentários e opiniões em redes sociais de forma profissional e manter um perfil profissional em sites tais como LinkedIn e Beefind. Igualmente, podemos fazer uso do marketing digital para o envio de e-mail marketing e para a criação de e-books com conteúdo rico e de interesse do nosso público-alvo, por exemplo.

Na etapa de contato, acompanhamento e manutenção dos clientes conquistados, é importante verificar como cada um gostaria de ser acionado, respeitando diferenças e particularidades. É fundamental manter contato frequente com visitas, por meio de chats ou WhatsApp, com entrega de produtos em domicílio ou pelo envio de material que resolva as demandas deles.

4 – Relacionamento com o cliente

Um lado mais afetivo do Canvas, o bloco do relacionamento com o cliente define como interagimos com ele. Essa interação acontece de forma pessoal, impessoal, via internet ou automatizada.  Nessa etapa, devemos refletir sobre o tipo de contato  com o cliente que o serviço prestado exige. A partir daí, é essencial realizar as devidas adequações às necessidades e anseios dele a fim de conquistar a fidelização e a retenção na sua base de clientes ativos.

5 – Fonte de Renda – O que você ganha com o serviço que entrega?

Conforme o Canvas que estivermos trabalhando, o ganho poderá ser financeiro ou emocional. É importante destacar essa opção, e registrar as fontes de receitas, como honorários, pagamentos como freelancer e serviços temporários, entre outros itens.

6 – Recursos-chave – Suas habilidades e competências

Neste bloco, identificamos nossas principais habilidades e competências para entregarmos a proposta de valor adequada ao segmento de clientes. Recomenda-se destacar contatos, experiência, capacitações realizadas etc.

7 – Atividades-chave – O que tem que ser feito?

Nas atividades-chave lista-se tudo o que deve ser feito para que este modelo de negócio pessoal seja mantido. Representa um check-list, que pode ser acrescido dos prazos para a realização de cada atividade.

8 – Parcerias-chave – Quem ajuda você?

Neste item são considerados todas as pessoas com quem você pode contar para realizar adequadamente as atividades chave visando a entrega da proposta de valor

9 – Custos – O que você oferece?

Os custos estão relacionados ao tempo e a energia dispensados para a realização das atividades. Considera-se, também, as taxas, as despesas de viagens e com veículos e a logística necessária para atendimento dos clientes.

Construa o seu Canvas pessoal e deixe-o afixado em um local de fácil acesso para que seja revisado semanalmente. Gere empatia com o processo e amplie as suas possibilidades.

Percebemos alguns sentimentos predominarem entre muitos profissionais que necessitam de um apoio em sua carreira ou negócios: medo, dúvida ou descrença ocorrem eventualmente. E o que precisamos é despertar a confiança. Quando o padrão de comportamento vigente é o medo, a energia resultante é de competição, e o relacionamento interpessoal é superficial. Consequentemente, a evolução das pessoas acontece de forma isolada. Por outro lado, se o padrão de comportamento for de confiança, a energia reinante será de colaboração, resultando na coevolução entre as pessoas.

Vivemos em um novo contexto organizacional. E mudanças vêm ocorrendo na forma como as empresas contratam pessoas, ampliando as possibilidades de uma contratação temporária ou por um serviço específico. Ter as habilidades e competências avaliadas por meio do Business Model You aumentam as chances de você tornar-se empresário de si próprio, cultivando uma carreira promissora e valorosa.

Artigo originalmente publicado na Revista Coaching edição 46

Referências:

Clark, Tim. Business Model You: o modelo de negocio pessoal – o método de uma página para reinventar a sua carreira. Rio de Janeiro, Alta Books, 2013

OSTERWALDER, A. et al. Inovação em modelos de negócios: um manual para visionários, inovadores e revolucionários. Rio de Janeiro, Alta Books, 2011

OROFINO, Maria Augusta. Técnicas de criação do conhecimento no desenvolvimento de modelos de negócio. Dissertação de mestrado UFSC, Florianópolis, 2011. Disponível em www.mariaaugusta.com.br

 

Quando chega a hora de se reinventar

2012-08-11 15.49.38Crise de meia idade, chegando aos quarenta, cinquenta ou sessenta anos, fechando um ciclo de trabalho ou vai encarar a aposentadoria, não importa qual seja o seu problema, um dia será preciso parar, olhar o que foi feito e repensar os seus próximos 20 ou 30 anos.

A medicina tem evoluído, a forma de trabalhar alterou substancialmente nas últimas décadas. Somos pessoas ativas, hábeis e dispostas a continuar contribuindo para a sociedade. Passamos boa parte da vida trabalhando para garantir uma independência financeira, adquirir bens e realizar projetos.  Para quem teve a oportunidade de integrar o time de uma empresa, ter a sua contribuição previdência em dia e conseguiu amealhar uma poupança poderá depois de 35 a 40 anos de trabalhar, parar e desfrutar de novos momentos. Mas e quem não conseguiu isso? E quando mais precisa vê seus rendimentos serem reduzidos, seu tempo fica ocioso, não tem mais um grupo de pessoas para trocar ideias diariamente ou mesmo nunca soube como é ser o gestor do seu tempo? O que muitos não imaginam é que neste momento da vida, passarão a enfrentar problemas por não saber que caminho seguir.  Essa angústia também pode surgir no momento de uma demissão inesperada. Tais situações não são motivo para desespero, com calma e algum direcionamento é possível resolver os contratempos e descobrir novas possibilidades.

Fomos educados e moldados na forma do trabalho com base na revolução industrial onde era preciso um espaço físico, a rigidez de um horário e um salário recebido pelos serviços prestados. Para muitas pessoas não ter esse “endereço comercial” é perder parte da sua identidade. Por longo tempo somos reconhecidos como o “Fulano da empresa tal” ou o “Beltrano da empresa Y”. Quando perdemos essa identidade que nos acompanhou por vários anos, ficamos desnorteados e não sabemos como agir porque não fomos educados para isso.

Com a prática dos esportes, a evolução da medicina, as novas formas de se viver e de se conectar, é fato que viveremos muito mais tempo do que os nossos avós e bisavós. Não somos mais “velhinhos” quando atingimos 60 ou 70 anos. Temos inteligência emocional suficiente para seguir uma nova carreira ou um novo estilo de vida.

Nessa fase transitória, vale destacar os benefícios que teremos quando nos afastamos de um ambiente formal de trabalho, tais como:

  • Tempo para si mesmo
  • Maior espaço para atividades prazerosas e hobbies
  • Aumento no convívio com a família
  • Maior atenção e cuidados com a saúde
  • Oportunidade para realizar sonhos antigos e engavetados
  • Opção em empreender na sua área de especialidade
  • Atuar como mentor de jovens empreendedores
  • E por ai vai…

Abre-se uma gama de oportunidades que normalmente não se tem tempo para parar, avaliar e conhecer. Existe uma excelente oportunidade de continuar trabalhando através da reinserção no mercado de trabalho, ou abrir um negócio próprio ou até mesmo trabalhar como autônomo em áreas antes nunca imaginadas.  A consultoria especializada também é uma opção, com a vantagem que essas atividades serão remuneradas permitindo uma renda adicional ao seu orçamento pessoal.

Para quem não precisa de uma renda extra, existe a opção de atividades sociais que traga uma realização como: dança, viagens, artesanato, esportes, trabalhos sociais. Participar deste tipo de atividades amplia a rede de contatos e gera novas amizades, eliminando o sentido de vazio e da falta do que fazer.

BMYouSe você se identificou em algum dos itens colocados nesse artigo e gostaria de receber alguma ajuda, eu tenho atuado com orientação para reposicionamento de carreira e de vida. O programa de mentoria consiste em identificar seu perfil, ver suas habilidades e conhecer suas maiores aptidões. Depois identificamos quem você poderá ajudar e como implementar um novo negócio a partir dessas descobertas e de um propósito de valor. Temos realizado isso com muito sucesso. Desenhamos o modelo de negócio pessoal, na sequencia desenhamos como moldar um negócio e definimos as estratégias a seguir para ter as metas alcançadas. Caso seja do seu interesse, ficarei honrada com um contato pelo email falecom@mariaaugusta.com.br. Será uma grande alegria descobrir novas possibilidades e novas áreas de atuação para você e para seu futuro.

A arte de dar e receber feedback

2014-12-22 12.54.22

Dar e receber feedback pode ser algo prazeiroso e de grande importância para o crescimento individual e como pessoa. Mas são poucas as pessoas que sabem fazer isso com maestria. Até mesmo os gestores mais qualificados se esquivam em dar feedback crítico. Acredite: dizer para uma pessoa que ela fala demais ou que ela aparenta descaso com o que faz pode ser realmente útil. Mas há que saber como dizer isso. Ficam aqui três dicas para que seu feedback seja ao mesmo tempo crítico mas com empatia por aquele que recebe.
1. Peça permissão. Comece perguntando: “Posso te dar um feedback?” Isso dá à pessoa um momento para se preparar e nivelar a dinâmica do poder.
2. Não hesite. Seja direto e honesto. Não abafe as críticas em elogios desnecessários.
3. Torne o feedback um hábito. Faça-o com freqüência. Se você raramente dá um feedback, e repentinamente aponta qualquer comportamento que no seu ponto de vista não esteja em acordo, mesmo que construtivo, soará como algo negativo. Diga o que pensa – tanto positivo quanto negativo – para construir uma cultura aberta e honesta e habituar as pessoas a sua forma de presenteá-las. Exercite este hábito. Mas não esqueça que seres humanos são complexos e imprevisíveis.