Organizações Exponenciais

Negócios disruptivos: modelos eficazes “antienvelhecimento”

O que faz uma empresa se manter no topo e por que algumas organizações, então líderes em seus segmentos, não sobrevivem ao mercado atual? É certo que muitos pensarão na palavra inovação como resposta, afinal, é a presença da inovação que contribui para a sobrevivência de um negócio e a falta dela que leva muitas organizações à falência. Essa é a palavra de ordem nos modelos de negócios disruptivos que estão dispostos a criar e recriar as formas de gestão que conhecemos.

Sem medo de mudar e com grandes ambições

Uma das principais contribuições dos negócios disruptivos é encarar mudanças, pequenas ou radicais, como oportunidades de melhorias ou de expansão. À primeira vista, as empresas inovadoras podem parecer ambiciosas demais, mas é o pensar grande que as motiva a buscar soluções, ou até mesmo criá-las. Ambição é um dos atributos comuns às empresas inovadoras, segundo estudo da Singularity University (EUA) que compõe o livro Exponential Organizations. No caso do Google, o seu pensar grande – ou Propósito Transformador Massivo (PTM) – é “organizar a informação do mundo”.

O que os negócios disruptivos têm em comum?

Esqueça a estrutura fechada e a centralização de poder. Os modelos de negócios disruptivos são conhecidos como plataformas colaborativas que conectam pessoas para criar produtos únicos e cada vez melhores. Se você já usou, por exemplo, o Waze e o Airbnb consegue perceber isso. Ambos sobrevivem da união da tecnologia com a colaboração dos usuário e oferecem apps sem precedentes e com crescimento exponencial. O Airbnb viu as suas receitas aumentarem em mais de 80% a partir de 2016. O Waze, 5 anos após seu lançamento, virou um produto Google em 2013, após uma negociação de quase US$ 1 bilhão.

Ok, estamos falando de startups que já nasceram para serem inovadoras. Mas como utilizar esses modelos para reinventar padrões tradicionais? Acredito que o ponto de partida de negócios disruptivos seja a adoção de processos não-lineares, afinal, o apego à hierarquia é ainda muito forte. Negócios dinâmicos precisam também de flexibilidade, algo complicado de se ter em estruturas conservadoras. Mas a vontade de recriar processos e de modernizar a cultura empresarial precisa vir de cima.

Para alguns, organização e controle não combinam com um ambiente não-linear. Quem cobra quem ou controla horários? É realmente difícil pensar em produtividade dentro de um processo que quebra paradigmas criados há mais de 200 anos pela era industrial. No entanto, engana-se quem pensa que os negócios disruptivos não investem em métodos eficientes de controle. Muito pelo contrário: a gestão de equipes existe e é feita em tempo real. Metas individuais, status de projetos, dados, transparência e feedback. Se tem algo que as empresas inovadoras fazem bem é organizar as suas informações, escolher os indicadores de performance (KPIs) que realmente importam e medi-los frequentemente para confirmar tendências ou mudar rotas. Eis a flexibilidade e o dinamismo sendo auxiliados pela tecnologia.

Tecnologia a serviço de negócios disruptivos

Negócios disruptivos são heavy users da tecnologia. A inovação está presente de ponta a ponta da cadeia, seja para avaliar a produtividade dos times, analisar dados (graças ao Big Data), modernizar produtos, buscar canais de distribuição ou colaboradores. Um ponto a favor dos negócios disruptivos é, sem dúvida, utilizar a tecnologia de maneira inteligente para desenvolver um produto inédito, como o iPhone, recriar mercados (Uber e Airbnb são bons exemplos disso) ou para usar o tão popular smartphone como canal, caso do Waze e de tantos outros apps.

Esse é só o início da discussão sobre o mundo maravilhoso dos negócios disruptivos e organizações exponenciais. Deixo um estudo interessante da Deloitte sobre o assunto e a análise em português desse estudo você encontra aqui.

Estratégias organizacionais e modelos de negócio

Captura de tela 2015-07-03 09.24.27Uma estratégia organizacional provém da vivência militar, cuja ideia define o planejamento, execução, monitoramento e avaliação de recursos disponíveis para o alcance de um fim pré-determinado. No âmbito empresarial, significa estabelecer objetivos, metas e destinar recursos (humanos, financeiros, tecnológicos, etc.) para a realização destes fins, para que se possa concretizar a missão da organização e gerar os lucros esperados.

Modelos de negócios e estratégia organizacional

Quando uma empresa define sua estratégia organizacional, ela está destinando a sua atividade comercial um valor único que, independente da concorrência, fará com o empreendimento se destaque no mercado pela forma com que aloca recursos e designa responsabilidades para a criação de sua vantagem competitiva. Pois bem, é neste momento que haverá a definição do modelo de negócios, quando se estabelece a forma de como criar, capturar e entregar valor para o seu segmento de cliente. Mas como criar todo este ambiente organizacional coerente e sinérgico para que os resultados sejam positivos?

Como adequar o modelo de negócios à estratégia organizacional

O primeiro passo para que se possa definir uma estratégia organizacional e assim criar um modelo de negócios que seja coerente com o cenário em que a empresa se encontra, é realizar toda a análise do ambiente interno e externo da empresa. E para isso, uma  das técnica bem utilizada é a Análise SWOT, onde as ameaças e oportunidades, assim como os pontos fortes e fracos, serão detectados a fim de que se obtenha um cenário próximo à realidade e que as decisões a serem tomadas sejam feitas com base em informações coerentes.

A partir da análise dos dados obtidos será possível detectar os concorrentes, atentar-se para possíveis dificuldades ou oportunidades econômicas, sociais e culturais, dentre outras tantas questões que permitirão a um empreendimento apresentar-se no mercado de maneira inovadora e única. É através da sinergia entre estratégia organizacional e modelo de negócios que será possível criar  experiências e destacar-se no mercado tão competitivo.

Safari de Estratégia e Oceano Azul

Captura de tela 2015-07-03 09.26.37Dentre algumas  estratégias organizacionais praticadas, algumas das mais conhecidas do cenário corporativo são “Safari de Estratégias” e a “Estratégia do Oceano Azul”. A primeira, criada por Mintzberg, Ahlstrand e Lampel, estudiosos das ciências administrativas, afirma que uma estratégia está diretamente ligada, e em constante interação, com os ambientes internos e externos de uma organização. Dentre suas definições estão a de que as ideias relativas ao Planejamento Estratégico podem ser divididas em dez escolas divididas em três grupos, cujas estratégias estão ligadas a seus modelos de negócios.  Já a segunda, desenvolvida pelo coreano Chan Kim e pela professora francesa Renée Mauborne, tem como visão o crescimento organizacional sustentável e lucrativo. De acordo com esta teoria, as estratégias deverão ser bem planejadas, inovadoras, executadas com maestria e, o mais importante, deve ser capaz de alcançar aquilo que os concorrentes não enxergam para aumentar a percepção de valor dos clientes. A partir do conhecimento do seu  concorrente, a organização deverá revisar suas estratégias e altera-las para que navegue em um oceano azul, isto é, com uma concorrência irrelevante.

Bem, agora que você já sabe um pouco mais sobre estratégias organizacionais e sobre a importância de alinha-las ao seu modelo de negócios, faça já uma análise crítica de seu ambiente corporativo e verifique se a conduta de sua empresa está em sinergia com ele. E se precisar de ajuda, conte conosco!

Nota: As imagens deste post são do livro “Ferramentas Visuais para Estrategistas”, disponível em Creative Commons neste link

Teimosia, persistência ou perseverança

Michael Jordan“Errei mais de 9 mil cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso”.
Com exceção da última frase, o texto acima poderia ser percebido como uma observação feita por um jogador de basquete insatisfeito com os insucessos de sua carreira, entretanto o pensamento é atribuído a Michael Jordan, considerado um dos maiores jogadores da história do basquete mundial. Quanto ao pensamento de Jordan, não se trata de cultuar o fracasso, mas valorizar o aprendizado adquirido com as falhas.

Sucesso que ultrapassa fracassos

O próprio Jordan, por ser considerado baixo, ainda aluno do ensino médio não conseguiu ingressar no time de basquete colegial. Jordan treinou intensamente e depois de algum tempo não apenas ingressou na equipe, como se tornou um dos melhores jogadores colegiais dos Estados Unidos. Era apenas o início de uma carreira vitoriosa.
Albert Einstein teve sua admissão recusada na Escola Politécnica de Zurique. Steven Spielberg, igualmente, teve seu ingresso recusado na Universidade do Sul da Califórnia. Graham Bell, detentor da patente do telefone, ofereceu os direitos de produção do aparelho à Western Union, mas ouviu que sua invenção era um brinquedo elétrico. São apenas alguns casos entre tantos sucessos que ultrapassaram os fracassos.

Fracasso e sucesso

A linha que divide o sucesso do fracasso pode ser muito tênue ou impossível de ser traçada. A propósito, até mesmo a definição de fracasso e sucesso é algo relativo. A percepção de sucesso ou fracasso pode ser diferente de acordo com a ideologia de cada indivíduo.
Alguém que seja milionário, prestigiado socialmente, admirado, mas sorrateiramente desonesto, representa o sucesso? Denota sucesso o indivíduo com hábitos bastante frugais que prioriza outros valores acima dos valores financeiros?
Apenas postumamente Vincent Van Gogh teve sua obra valorizada financeiramente e reconhecida artística e culturalmente. Van Gogh lembra o fracasso, o sucesso, ou ambos?
Arthur Fry, inventor do Post-it, declarou acreditar que as pessoas mais bem sucedidas são as que acumulam a maior quantidade de fracassos. Para ele, paciência e perseverança são pontos determinantes na busca do objetivo.
Para Fábio Di Giacomo, fundador da UM%, fracasso é uma sensação de fraqueza e impotência relacionada com não se conseguir atingir um resultado projetado, ou seja, o resultado ficar abaixo do pessoalmente esperado. Fábio acredita que quando não se aprende com a experiência de um insucesso, e o insucesso provoca apenas o abatimento, se não houver reação, novos insucessos são iminentes.

A teimosia

A teimosia pode ser considerada a repetição sucessiva dos mesmos erros. É preciso sensatez para identificá-la. A reorganização, o recuo estratégico e uma avaliação das falhas e do desempenho são fatores que, geralmente, não estão associados com a teimosia.
Se o indivíduo tem uma única chave para abrir uma porta, caso a chave não a abra, não faz sentido continuar com as tentativas inúmeras vezes. Se o indivíduo tem muitas chaves, e diversas portas para abrir, a situação é bem diferente.

O persistente
Para Fábio Di Giacomo, o persistente insiste em uma mesma ação diversas vezes, sem se preocupar muito em aperfeiçoá-la ou descartá-la para utilizar uma estratégia diferente. Eventualmente, pode conseguir êxito ou permanecer na tentativa.

O perseverante

De acordo com Fábio Di Giacomo, enquanto não tem o êxito pretendido, o perseverante tenta por maneiras diferentes alcançar seu objetivo. A cada nova tentativa, o perseverante busca aprimorar sua empreitada com o aprendizado obtido nas tentativas anteriores não bem sucedidas.
Aprender com o insucesso passa por uma avaliação do que foi feito, saber se houve algo feito corretamente e o que poderia ser melhorado ou alterado.
Independentemente de o resultado alcançado ter sido acima ou abaixo do objetivo, é cabível levantar os pontos fortes do que foi feito, refletir sobre o que poderia ser feito diferente e o que se aprendeu no processo. Desse modo, em vez de padecer com o fracasso, o perseverante tem um sentimento de evolução.

Aprender com os erros alheios

Um conhecido ditado diz que um indivíduo inteligente aprende com os seus erros, já um indivíduo sábio aprende com os erros alheios. Portanto, muitas vezes é possível evitar os próprios erros, ao aprender com os erros cometidos por terceiros.
Existem publicações científicas especializadas em experimentos não bem sucedidos e teorias que foram descartadas. O erro de um cientista pode fazer com que outros evitem falhas similares. Esse conhecimento também pode auxiliar no desenvolvimento de projetos bem sucedidos, por exemplo, quando as ideias são empregadas com diferentes perspectivas, objetivos e métodos.

Erros bem sucedidos

Uma frase atribuída a Louis Pasteur diz que o acaso pode favorecer as mentes bem preparadas. A descoberta da penicilina por Alexander Fleming é um dos mais emblemáticos exemplos de erros exitosos. Fleming estudava a bactéria Staphylococcus aureus e formas de tratar feridas e infecções. Certa vez, quando retornou de um período de férias, Fleming notou que um dos recipientes com as colônias da bactéria ficou destampado e foi contaminado com o mofo do laboratório. Ao examinar o recipiente, foi percebido que o bolor tinha eliminado as bactérias. O bolor era formado por um fungo chamado Penicillium. Descobriu-se que este fungo produzia uma substância bactericida. Era o princípio da descoberta da penicilina.
O inventor Charles Goodyear trabalhou por cerca de dez anos na tentativa de manter a borracha elástica em temperaturas altas. Goodyear não teve sucesso, porém, certa vez acidentalmente deixou cair em um forno quente uma mistura de borracha natural e enxofre. Quando a mistura arrefeceu um pouco, apesar de quente a borracha ainda tinha boa elasticidade. Estava descoberta a borracha vulcanizada.
Experiência, sim, excesso de confiança, não
Convém destacar que a experiência adquirida com sucessos e/ou insucessos anteriores nem sempre é relevante diante de uma nova situação. Para cada nova situação é preciso identificar e analisar o cenário e as variáveis, antes de implementar a estratégia considerada ideal.
Cada indivíduo tem sua própria maneira de interpretar sucessos e falhas. Entretanto, são recomendações pertinentes não esmorecer com as falhas cometidas, e não ter soberba com o sucesso alcançado.

persevarançaA persistência e a perseverança estão presentes em seu plano de vida? Conte para a gente!

Empresas brasileiras, exemplos de inovação

maria augusta orofinoUm movimento especial, provocado pelo surgimento de startups, vem transformando o ambiente de negócios no Brasil. Essas empresas de base tecnológica, que nascem com uma ideia inovadora e buscam um modelo de negócio escalável se tornam cada vez mais comuns e apresentam resultados de sucesso. No cenário internacional, algumas empresas já solidificadas e líderes em seus segmentos, como o Google, Yahoo, Ebay, Apple, Facebook já foram startups ou começaram dessa maneira. No Brasil, algumas empresas como Buscapé, Totvs, Móvile, Social Base, Chaordic, Agriness, entre outras, possuem negócios representativos em seus segmentos e começam a despontar também nos mercados externos.

Na visão de especialistas, o ambiente para o desenvolvimento de startups no Brasil tem evoluído muito na quantidade e qualidade de projetos. Atualmente, percebe-se um esforço conjunto dos governos, investidores, investidor anjo – aquele primeiro investidor que aposta no negócio – as universidades que fomentam o empreendedorismo, as aceleradoras, escolas de desenvolvimento de negócios e comunidades locais para criar modelos de negócios de sucesso. Isso, em parte, porque as startups têm sido uma das principais fontes de inovação, criando novas tecnologias no País.

Para os empreendedores que pensam em começar uma startup, é importante saber que não basta ter uma ideia, é preciso implementá-la. Muitas vezes, quem tem uma ideia de negócio costuma viver uma ilusão de que sua ideia é fantástica e, por isso, não quer mostrá-la com medo de alguém roubá-la. Mas, a verdade é que ideia vale pouco, pois geralmente não é exclusiva. O que vale mesmo é a capacidade de colocar a ideia em prática. E nesse caminho, o empreendedor deve ser, acima de tudo, bom ouvinte. É essencial ouvir clientes, parceiros e sócios. E através dessas opiniões, mudar o modelo de negócios quantas vezes forem necessárias.

Conheça agora uma breve história de empresas que começaram genuinamente brasileiras e que vem se destacando nos negócios nos cenários nacional e internacional:

Buscapé

Em 1999, Romero Rodrigues e outros quatro amigos fundaram o Buscapé, maior site comparador de preços do Brasil e uma das mais bem sucedidas empresas de internet do país. Ao longo dos anos, Romero, que hoje é CEO do Buscapé, teve diversos aprendizados sobre seus erros e acertos. A empresa Buscapé foi a quinta tentativa de negócio de Romero. No começo, ele escutava que seu projeto de comparação de preços online era “coisa de louco”. A persistência de Romero foi grande e apesar do seu negócio ter demorado para cair nas graças do mercado, o site foi vendido recentemente na terceira maior transação de empresas do ramo digital na história do país. Mais tarde, a Buscapé fundiu-se com o concorrente Bondfaro e criou uma gigante no ramo.

Totvs

Empresa brasileira líder em software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. A empresa foi fundada por Ernesto Haberkorn. Primeiramente, ele começou a Siga (Sistema Integrado de Gerência Automática), que depois evoluiu para a Microsiga e, finalmente, Totvs. O nome da empresa vem do latim e significa “tudo” ou “todos”. Hoje, a TOTVS é a maior fabricante de softwares aplicativos sediada em países emergentes e a 6ª maior do mundo. É líder absoluta no Brasil, com 55,4% de participação de mercado e na América Latina, com 35%, segundo o Instituto Gartner. A empresa tem mais de 26 mil clientes ativos e aproximadamente 12 mil participantes em unidades próprias e franqueadas, com presença em 39 países, também por meio de unidades e franquias.

Agriness

Há 11 anos no mercado, a Agriness é referência em soluções e modelos de gestão da informação para o agronegócio, com forte atuação na suinocultura brasileira e líder de mercado no setor. A empresa foi fundada pelos irmãos Elton e Everton Gubert, naturais de Xanxerê, um forte pólo agropecuário em Santa Catarina. Eles cresceram em meio a inúmeras granjas de suínos e nem imaginavam que teria uma empresa que pudesse contribuir com os suinocultores de sua cidade natal.  A Agriness vem se consolidando como uma empresa de inteligência de negócios e referência em gestão, tendo em seu portfólio de clientes e parceiros: suinocultores, integradoras, cooperativas, agroindústrias, instituições de ensino e pesquisa, associações e empresas de nutrição, genética e sanidade. Atualmente, a empresa atende mais de 1.400 clientes no Brasil, gerenciando mais de 1.100.000 matrizes suínas – e está presente em oito países, exportando tecnologia para toda a América Latina e alguns países da Europa.

Móvile

É líder em desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel na América Latina. Com produtos para celulares, smartphones e tablets, a empresa entrega facilidade e diversão na hora de pagar. O fundador da empresa, Marcelo Sales, começou no mundo dos negócios vendendo sucos de uva. Assim, ele começou a perceber as diversas conexões que movem a vida e com esses conceitos ele se transformou no fundador da Movile e da aceleradora de negócios 21212.com.

Chaordic

A empresa trabalha para promover o encontro entre as pessoas e o que elas vão gostar. Com esse conceito, personaliza ofertas para e‑commerce e lojas virtuais. Hoje, 15 dos 20 maiores e‑commerces do Brasil são clientes da Chaordic.

Gostou do tema? Este espaço sempre está aberto para troca e compartilhanemento de ideias.

A única constante é a mudança

Mudar o padrão

Mudar o estilo

Mudar a cabeça

Mudar de ideia

Mudar de lugar

Mudar as chaves

Mudar os móveis

Mudar o assunto

Mudar os planos

Mudar o blog

Depois de muito refletir, discutir, conversar e pensar a respeito, apresento meu novo canal de comunicação onde pretendo ampliar a conversa e o debate sobre inovação principalmente a não tecnológica, que passa por novos desenhos de modelos de negócios, novas formas de gestão organizacional e desenvolvimento do cliente. Não foi uma decisão fácil. Eu já possuía o blog mariaaugusta.com.br mas aos poucos ele foi ficando esquecido em função das mudanças (sempre elas) que surgiram no meio do caminho. Em 2011 formamos um grupo que pretendia disseminar o conceito de modelos de negócios no Brasil e como consequência, criamos o site bmgenbrasil.com. Este site nos serviu muito como um canal importante para divulgar o tema e principalmente interagir com mais de 5.000 pessoas do Brasil e do exterior que o procurava como um repositório de informações e materiais sobre o assunto. Mas o conceito de modelos de negócios evoluiu, o próprio Alex Osterwalder autor da metodologia ampliou sua abordagem incorporando o design da proposta de valor e aos poucos nos sentimos desatualizados. Foi preciso alguns meses para um autoconvencimento e muitas trocas de ideias com a Marina Bortoluzzi e com o Marcelo Pimentel, figuras fundamentais no novo desenho do site.

Mudar o site também é muito marco importante neste meu momento profissional. Em 2014 me mudei para São Paulo visando ampliar meus contatos, atender melhor os meus clientes espalhados pelo Brasil e principalmente buscar novas parcerias estratégicas. Assim, além de parceria que mantenho com Renato Nobre desde 2011, estou com a Mendes Miguel, empresa de consultoria especialista em educação corporativa e com a Symnetics, para os assuntos relacionados à inovação e corporate venture. Outra parceria muito importante que conquistei foi trabalhar com a HSM Educação Executiva a quem venho prestando serviços na condução dos seus workshops sobre inovação em modelos de negócios.

Aqui neste espaço compartilharei as minhas experiências profissionais e descobertas com meus clientes. Mostrar como resolvemos questões aparentemente complexas de forma simples. Tal qual como a vida deve ser. Entre e fique a vontade. Você sempre é bem vindo.

 

Gerando valor por meio de modelos de negócios inovadores

O período de 24/9 a 8/11 de 2014 ficará registrado como a maior concentração treinamentos em modelos de negócios que eu já tive oportunidade de realizar, desde que inicie esta atividade em 2011. No período de 24/9 a 15/10 conduzi uma Maratona de workshops sobre Modelo de Negócios Canvas dentro do Programa Geração TEC – Talentos Empreendedores, do Governo do Estado de Santa Catarina – 2014, atendendo cerca de 450 empresários, em 14 cidades e rodando em 22 dias cerca de 4.800 km. O Geração TEC é um programa que cria oportunidades para jovens e adultos por meio de qualificação profissional e que pretende formar uma nova geração de profissionais e empreendedores para trabalhar com tecnologia e inovação em Santa Catarina.

2014-10-20-10.11.59Na sequencia, praticamente no dia seguinte que terminei essa jornada, iniciei juntamente com o Sebrae SC e a Duvekot Corporate uma outra maratona de capacitação em modelos de negócios desta vez para adequar modelos de negócios realizados no Brasil em vista a um processo de internacionalização. O Exporta SC é um programa de internacionalização de empresas catarinenses que tem o objetivo de preparar as micro e pequenas empresas para operar no mercado norte-americano, dando o suporte na incubação que inclui a capacitação de empreendedores, visitas técnicas, suporte administrativo, jurídico, fiscal, marketing, comercialização, operação e logística. Foram treinados 210 empresários em 5 cidades diferentes.

Além disso, tive também a oportunidade de realizar trabalhos de consultoria em Caxias do Sul – RS, Porto Alegre – RS, Cuiabá – MT, Campo Grande – MS, Florianópolis – SC e em São Paulo onde resido atualmente.

Encerrei essa maratona participando da Master Class com o próprio Alex Osterwalder em um evento promovido pela HSM em São Paulo nos dia 6 e 7/11/2014. Desde que trouxemos Alex ao Brasil pela primeira vez em novembro de 2011 no Rio de Janeiro, estivemos presentes em todos os eventos que ele ministrou aqui. Neste treinamento especificamente, além da apresentação do Canvas do Modelo de Negócio, Alex Osterwalder trouxe seu segundo livro que estava sendo lançando em português naquela data e que pode ser adquirido pela Saraiva. Segundo Alex é preciso ir além da inovação em tecnologia e dedicar parte dos recursos para projeto e desenvolvimento (P&D) à criação de novos modelos de negócios. Ele cita que tecnologia pode ser copiada, mas modelos de negócios são mais difíceis de serem imitados pela concorrência.

2014-11-06-19.29.40Um dos pontos destacados durante os dois dias de curso foi no modelo de receita do negócio. Como criar novas formas de remuneração, como ter receitas recorrentes e como fazer com que os outros trabalhem para que o seu negócio gere lucro. Citando exemplos clássicos e enfatizando aspectos que no primeiro livro não haviam sido contemplados como a experimentação e prototipagem, passando por exercícios práticos e muito relacionamento, concluímos que este assunto é impactante e nos tira da zona de conforto. Outro aspecto super importante que também foi destaque está em como eu gero valor ao meu cliente. Nesta nossa jornada, em contato com empresários de todos os tipos e tamanhos, vimos que trabalhar com o conceito de modelos de negócios nos permite integrar times, conduzir reuniões muito mais animadas e produtivas, estimular outras áreas sensoriais que normalmente ficam adormecidas no nosso dia a dia e principalmente ganhar novos amigos. Indiscutivelmente a melhor parte deste negócio.

Nossa próxima turma sobre inovação em modelos de negócios acontecerá nos dias 18 e 19/11, em São Paulo, em parceria com a ANPEI. Para informações, clique neste link. Caso tenha interesse em realizar um desses eventos in company, não hesite em nos contatar para realizarmos essa experiência conjunta dentro da sua empresa.

Maratona sobre Inovação em Modelos de Negócios

A partir do dia 24/9 até o dia 15/10 de 2014, Santa Catarina viverá uma maratona de disseminação dos conceitos de inovação em modelos de negócios, uma promoção da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável em parceria com a FAPESC através do programa Geração TEC. O publico alvo são empresários e colaboradores das empresas de TIC, incubadoras, microempresas e associados da RECEPETI – Rede Catarinense de Inovação, vinculados aos Centros de Inovação do Estado. Cada empresa poderá inscrever um representante em um dos cursos, até o limite de vagas. A concessão das vagas respeitará a ordem de envio das inscrições, que se efetivarão com a resposta da equipe do GeraçãoTEC, confirmando a inscrição.
Cada curso tem carga horária de 8 horas e os participantes receberão certificado de participação. As vagas são gratuitas e limitadas e as inscrições devem ser através do site www.geracaotec.sc.gov.br

Temas a serem abordados durante o curso:

  • A evolução do conceito de Modelo de Negócio e o Modelo de Negócios proposto por Alex Osterwalder – “Modelo Business Generation (Canvas)”
  • Entendimento do cliente e suas necessidades por meio do Design Thinking e da jornada do usuário;
  • O Canvas da Proposta de valor x segmento de clientes; o serviço a ser realizado (The job to be done) e a importância da prototipagem na validação do cliente.
  • 2014-04-09-16.14.45A palestrante/facilitadora será Maria Augusta Orofino, especialista em inovação, design thinking, modelos de negócios e desenvolvimento do cliente. Mestre em Gestão do Conhecimento pela UFSC. Administradora de Empresa com cursos de extensão realizados na Duke University, UC Berkeley – USA e Barcelona. Consultora organizacional com + 20 anos de experiência. Professora da ESPM|SP. Nos últimos 3 anos, ministrou workshops em diversos estados brasileiros e no exterior em mais de 100 turmas e proferiu palestras atingindo um contingente de mais de 5.000 pessoas.

     

     

     

    Agenda – 2014 – Santa Catarina

  • 24/9 – Chapecó
  • 25/9 – Concórdia
  • 26/9 – Joaçaba
  • 29/9 – Lages – lotado
  • 30/9 – Rio do Sul
  • 2/10 – Brusque
  • 3/10 – Itajai
  • 6/10 – Criciúma
  • 7/10 – Tubarão
  • 9/10 – São Bento do Sul – lotado
  • 10/10 – Joinville
  • 13/10 – Jaraguá do Sul
  • 14/10 – Blumenau
  • 15/10 – Florianópolis
  •  

    Para mais informações, entre em contato pelos telefones (48) 3665-4875 e (48) 3665-4878 ou pelo e-mail geracaotec@i3.org.br. As inscrições encerrarão 24 horas antes do início de cada curso, ou quando já preenchidas as vagas.

    Terão preferência na seleção e composição das turmas, respeitando a ordem de inscrição e considerando o limite de vagas possíveis para cada curso, as empresas que preencheram o mapeamento de vagas do Programa Geração TEC em Santa Catarina.

    A principal necessidade das organizações

    Hoje tive a oportunidade de conhecer uma pesquisa realizada pela Insitum, uma consultoria internacional que atua com inovação. Esta pesquisa aborda a evolução da inovação na America Latina em 2014. Interessante quando o documento cita que a principal necessidade das organizações pesquisadas “é capacitar-se internamente para a inovação, desenvolvendo processos e ferramentas de trabalho, criando a cultura de inovação focada em resultados de longo prazo para que esteja aberta a novas ideias e tenha espaço para testar se elas são promissoras ou não”. Até aqui nenhuma novidade. Mas fiquei surpresa ao verificar que a inovação em modelos de negócios atinge um patamar muito semelhante às inovações em produtos e processos. Isso realmente é novidade. Apenas alguns anos atrás, a inovação teria sido descrita como “desenvolvimento de novos e diferenciados produtos”. Mas sabemos que a inovação vai além de processos e produtos, abrangendo também o marketing, a forma de relacionar-se com pessoas, fontes de receitas e também o modelo de negócio.

    2Mas modelos de negócios ainda não são conhecidos da grande maioria das organizações. No meu dia a dia observo que muitos empresários ainda não se apropriaram deste conceito que em muito pode ajuda-los a dar um salto qualitativo, ampliando suas margens de lucros, obtendo inovação e ampliando mercados. Então por que adotar modelos de negócios é estratégico para uma empresa? Modelos de negócios são projetados e executados em ambientes específicos e compreende-los auxiliará a empresa a conceber negócios mais atrativos e sólidos. Na medida em que se conhece o mercado em que se está atuando, ter o conhecimento do seu modelo de negócio torna-se um ponto importante para se autoavaliar, saber o seu processo de monetarização, ter em mente o segmento de clientes que se está atendendo. Muitas empresas não tem esse diagnóstico claro e com isso perdem oportunidade de mudanças de rumo ou da adoção de estratégias competitivas.

    Sugiro adotar a análise do modelo de negócio proposto através de um framework (canvas) em apenas uma página onde os principais pontos de intersecção de uma empresa se conectam, dando possibilidade de uma análise simples. A inovação pelo Modelo de Negócio busca encontrar novos formatos de como a organização pode (re)criar formas inovadoras de captação de valor, ao longo do tempo. Por captação de valor podemos entender a combinação de diferentes atividades e aspectos, internos e externos, como o conjunto de pessoas com necessidades semelhantes (também denominado Segmento de Cliente) enxerga sua proposição de valor na solução (seja ela produto ou serviço) sendo oferecida, e estejam disponíveis e satisfeitos em pagaram pela mesma. Aliado com novas formas de como essa proposição é entregue (também denominado como Canais). Muitas vezes um produto existente pode alcançar um novo segmento através de um novo canal, tornando o modelo ainda mais rentável.

    Entenda-melhor-o-que-sao-Modelos-de-Negocios-InovadoresQuais as vantagens e benefícios que isso agrega? Como vantagens, podemos, através do constante processo de pensamento e visão em modelo de negócio, utilizando a linguagem do Canvas (9 blocos que descrevem como sua empresa gera, capta eentrega valor), com uma atitude de design, ajudar a explorar novas oportunidades, identificar a real necessidade das pessoas, quais tarefas estão tentando realizar que a solução atual não os atende, através da muita colaboração, empatia e prototipagem,validando com as pessoas , continuamente. Cada bloco do seu modelo de negócio é fundamental, para que se gere negócio inovador, escalável e sustentável. Por sustentável definimos como economicamente viável, ecologicamente correto, socialmente justo e culturalmente aceito. Isto tem auxiliado muitas organizações, independente de seu tamanho, em todo mundo, inovar.

    Esse método traz como benefício a vantagem de identificar erros de forma ágil visando a promover a correção de rumo e com isso buscar o sucesso por meio de novos modelos, novas hipóteses, testes rápidos com os mercados, aprendendo com os feedbacks e continuamente inovando.

    2014-05-29-11.20.02Sobre este assunto, nos dias 4 a 6/9/2014, teremos a nona turma do Curso de Inovação em Modelos de Negócios, na ESPM em São Paulo. Neste curso abordaremos o ambiente da inovação; o canvas do modelo de negócio proposto por Alex Osterwalder; o design thinking na formação de times de alta performance e o desenvolvimento do cliente de Steve Blank na prototipação e teste do produto junto ao mercado.

    Nos últimos três anos tivemos a oportunidade de treinar mais de 5.000 pessoas em todo o Brasil contribuindo para que muitas delas descobrissem novas perspectivas para suas vidas ou para os seus negócios. Se quiser saber mais sobre a nossa trajetória e o que dizem a nosso respeito, clique aqui. Para conhecer o programa e fazer a sua inscrição, o acesso é este. Participe conosco desta jornada de conhecimento e descobertas. Será uma alegria fazer parte da sua história.

     

     

     

     

     

    SERVIÇO:

    Quando: Dias 4 e 5/9/14 – quinta e sexta feira das 18h30min às 22h30min e dia 6/9/14 – sábado das 9h às 17h.

    Onde: ESPM – SP – Rua Dr. Alvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo – SP

    Inscrições e informações: Acesse aqui

    Como uma startup pode ter sucesso dentro de um negócio estabelecido

    2013-05-04 11.04.39Muitas empresas estabelecidas identificaram que viver a experiência de uma startup pode ser uma ponte para a inovação. Criam assim um ambiente propicio ao negócio, dando certa restrição de crédito, ambiente desafiador, intraemprendedores afiados e focados em resultados e muita, mas muita liberdade para criar.

    Como se fosse um departamento a parte, essas unidades de negócios têm suas metas e são focadas em identificar necessidades não atendidas de clientes que por vezes ainda nem sabem o que querem. A partir do processo de desenvolvê-los, esses empreendedores vão a campo, retornam para a startup, voltam a fazer contato com o cliente até que novos produtos ou modelos de negócios inovadores emergem naturalmente.

    Tais iniciativas de crescimento eventualmente  poderá atrapalhar um negócio existente, mas é possível ter sucesso em ambas as frentes. De acordo com a Business Harvard Review, a partir da experiencia bem sucedida da American Express em criar a startup Bluebird, três táticas podem ajudar uma unidade empresarial ou uma startup a ter sucesso dentro de uma empresa maior:

    1. Não defina a batalha como “velho” versus “novo”. Muitas pessoas vão para organizações existentes e o sucesso é redefinir como recriar o que está lá. Em vez disso, pense sobre como utilizar os ativos existentes, como uma rede forte ou uma base de clientes dedicados. Aproveite todos os recursos existentes.
    2. Traga novos conjuntos de talentos. Defina a prioridade da sua unidade ou startup deste ponto para frente. Que produtos estamos oferecendo aos clientes? Que dores ou necessidades dos nossos potenciais clientes estamos atendendo?
    3. Agregue pessoas que entendam o seu objetivo, e junte-as com pessoas que conheçam a empresa. A mistura de velhos com novos talentos pode ser poderosa.

     

    2013-04-20 16.03.32

     

    Como criar startups para atuarem dentro de organizações já estabelecidas ou como estabelecer um projeto para uma nova empresa é alguns dos tópicos que abordamos em nossos workshops realizados em todo o Brasil. Conheça a nossa agenda neste link e participe de um próximo a você. A experiência de viver isso na prática é cativante.

     

    Inovar é pensar diferente e gerar valor

    Muitas organizações ainda têm seu foco na execução de modelos e processos existentes, onde o mercado, produtos e processos são conhecidos, focando na eficiência, extraindo o máximo dos recursos disponíveis.

    As organizações podem criar a diferenciação através do que chamamos de inovações disruptivas, compreendendo a busca constante por novas oportunidades, permitindo e incentivando a formulação de ideias e construções de novos negócios. Somente novos produtos com novas tecnologias já não são mais suficientes para garantir o sucesso esperado.

    2Desta forma, está no modelo de negócio sua grande oportunidade de inovação. Para se ajustar a este novos tempos é necessário, também, ter em mãos novos processos, novos olhares, novas formas de pensar, novas ferramentas para auxiliar na maximização deste novos resultados (ou minimização dos riscos), já que tudo que é novo apresenta uma grande quantidade de incertezas. Por isso o processo de inovação disruptiva é cíclico e contínuo: novos modelos, novas hipóteses, testes rápidos com os mercados, aprendendo com os feedbacks, continuamente inovando.

    Através da visão do modelo de negócio, utilizando a linguagem do Canvas (9 blocos que descrevem como sua empresa gera, capta e entrega valor),  com uma atitude de design, identifica-se a real necessidade das pessoas. É colocar-se no lugar do cliente e procurar entender quais tarefas ele está tentando realizar e que a solução atual não o atende. Tudo isso por meio de muita colaboração, empatia e prototipagem, validando com as pessoas, continuamente.

    Este assunto, associado aos temas como design thinking, canvas da proposta de valor, desenvolvimento do cliente, escalabilidade e rentabilidade do modelo selecionado bem como a curva de valor, ambiente externo e estratégias organizacionais serão alguns dos tópicos que abordaremos no workshop Inovação em Modelos de Negócios.  Nossa atuação é nacional e a agenda para os próximos workshops segue abaixo:

    1. Fortaleza – 28 e 29/3/2014 – Em parceria com a Action Coach

    2. Curitiba – 31/3 e 1/4/2014 – Em parceria com a ANPEI

    3. São Paulo – dias 3 e 4/4/2014 – em Parceria com ANPEI

    4. Salvador – dias 25 e 26/4/2014 – em parceria com Action Coach

    5. Rio de Janeiro – dias 9 e 10/5/2014 – em parceria com Micarelli

    6. São Paulo – 15 a 17/5/2014 – Em parceria com a ESPM SP

    7. Brasilia – 30 e 31/5/2014 – Em parceria com Hoc Futura

    8. Florianópolis – 6 e 7/6/2014 – Em parceria com Prospect

    9. Interessado em outra cidade que não consta nesta lista? Registre aqui

    10. Workshops in company? Sim, caso esteja interessado em realizar este evento para a sua equipe ou empresa, envie-nos um email para orofino.augusta@gmail.com que faremos uma proposta exclusiva, dentro das suas necessidades.

    Eu sou a facilitadora. Meu nome é Maria Augusta Orofino e este é o link para o meu curriculum.

    9Inovar não é algo natural porque nossa mente tende a seguir os padrões preestabelecidos. Mas inovar é pensar diferente e gerar valor. Uma inovação que o mercado não compra é apenas uma invenção. Dilemas diários nos levam a inovar. Pontos críticos do dia a dia nos levam a pensar em soluções diferentes que podem gerar inovações. Empreendedores em geral gostam de identificar problemas e onde existem grandes problemas, existe uma grande oportunidade de inovação. São questões como esta que tem movimentado empreendedores para criarem algo que faça sentido para as pessoas. E que colocaremos em prática nos nossos workshops. Apareça.