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publicado em 3/07/2009 por Maria Augusta Orofino  

Tempo, questão de preferência

O Diário da Saúde é um dos sites que costumo pesquisar e sempre me apresenta bons temas. Transcrevo aqui um artigo sobre a nossa percepção do tempo. Aproveito esse conhecimento:

Fale com qualquer pessoa sobre um projeto que ela estiver conduzindo e a principal preocupação que você ouvirá será “O tempo não será suficiente para terminar.”

Mas, em vez de tempo, talvez o que essa pessoa precise seja uma mudança na sua própria percepção.

“Nossa pesquisa mostrou que não é necessariamente a pressão do tempo, mas é a percepção da pressão do tempo que afeta você,” explica Michael DeDonno, pesquisador em psicologia da Universidade Case Western (Estados Unidos). “Se você sente que não tem tempo suficiente para fazer algo, isso o afetará.”

Informações sobre o tempo

DeDonno pesquisou 163 profissionais que passavam por um teste de avaliação psicológica para analisar o efeito da percepção da pressão do tempo sobre uma tarefa de aprendizagem. Seu estudo, o primeiro a estudar a relação entre a percepção da pressão do tempo e o desempenho no teste, foi publicado na revista Judgment and Decision Making.

Ele dividiu os participantes em dois grupos: o primeiro foi informado de que o tempo dado para a tarefa seria insuficiente, e o controle de controle, que foi informado de que o tempo era suficiente. Na realidade, os dois grupos tinham tempo suficiente para fazer a tarefa.

Ao longo da tarefa, cada um dos dois grupos foi sendo quebrado em subgrupos, com um dos subgrupos recebendo menos tempo de fato, sem qualquer aviso, para pensar nas tarefas.

Tempo e desempenho

Os resultados mostraram que o participantes que foram alertados que não teriam tempo suficiente saíram-se pior do que aqueles que tinham a informação de que o tempo era o bastante para a realização da tarefa, independentemente do tempo real alocado a cada um.

“Seu eu lhe digo que você não tem tempo suficiente, seu desempenho será ruim tenha você tempo bastante ou não. Se lhe disser que você tem o tempo necessário, nos dois cenários (tendo de fato ou não), você se sairá melhor do que aqueles que pensam que não têm tempo,” diz DeDonno.

Como evitar a pressão do tempo

Embora ainda fique por ser explicado exatamente por que a percepção do tempo afeta o desempenho, DeDonno afirma que há formas de combater esse efeito.

“A tomada de decisão pode ser baseada em emoções, assim, mantenha suas emoções sob controle. Tenha confiança na quantidade de tempo que você tem para desempenhar sua tarefa. Tente focar na tarefa e não no tempo. Nós não controlamos o tempo, mas podemos controlar nossa percepção. É incrível o que você consegue fazer em um período muito limitado de tempo,” diz o psicólogo.

“O tempo é relevante. Simplesmente tenha confiança no tempo que lhe foi dado. Eu sempre digo aos meus alunos: ‘Faça o melhor que puder no tempo dado. Quando ele acabar, ele acabou.’”, conclui o pesquisador.

Link para a matéria: http://migre.me/3bAv

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Categoria: Augusta, Complexidade
Tags:Tempo
publicado em 29/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Cura pela Água

Foto de Bruno Orofino

Foto de Bruno Orofino

Compartilho um texto que tenho guardado há muito tempo. Pelo tom amarelado do papel deduzo que seja em torno de uns 30 anos. Mas o conteúdo é muito oportuno e atual. Chama-se a Cura pela água, ganhei de presente de um colega de trabalho dos tempos da Eletrosul, e não sei quem é o autor. O texto diz o seguinte:

Na ocasião que você estiver sentindo-se importante; quando seu ego estiver extravasando e mo momento que você se sentir convencido de que é o mais qualificado da sala;

Na oportunidade que sentir que sua saída poderia deixar um vazio difícil de preencher, siga apenas esta simples instrução e veja como sua alma se tornará humilde.

Pegue um balde e encha-o com água. Coloque sua mão dentro dele, até o punho. Retire-a e o buraco que restar será a medida exata de quanto você fará falta.

Você pode respingar água ao enfiar a mão no balde. Você pode agitar a água quanto quizer. Mas quando ela parar, então você irá descobrir que a água parece tão calma quanto antes.

Existe uma moral neste singular exemplo. Apenas faça o melhor que puder. Sinta orgulho de si mesmo, mas lembre-se: não existe ninguém indispensável.

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Categoria: Augusta
Tags:Água, idéias em movimento, vida
publicado em 26/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Redes sociais e seus usuários

Uma pesquisa do Acessa São Paulo – programa de inclusão digital do estado – indicou que usuários estão se comunicando mais através de sites de relacionamento do que de e-mails. A descoberta, de 2007, impulsionou uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento de adultos e adolescentes em redes sociais. A investigação foi feita na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado, pela Escola do Futuro, núcleo de pesquisas da USP.

“Redes sociais são sites de relacionamento com um perfil, onde todos podem ver os amigos dos amigos. O seu uso pelos adolescentes determina o modo deles se relacionarem com as pessoas e há uma produção cultural totalmente nova nascendo aí”, resume a coordenadora do Observatório da Cultura Digital e reponsável pela pesquisa, Cacau Freire.

A pesquisa foi feita por intermédio de conversas com grupos de adolescentes de 15 a 19 anos e adultos de 30 a 39 anos que acessavam o site de relacionamentos Orkut nos computadores do Acessa São Paulo.

Perfis diferentes para cada atividade

Os adolescentes entrevistados revelaram posições fortes sobre o que acreditam, e contaram que criam muitos perfis nas redes de relacionamento. Disseram também não ter problemas em fazer várias coisas ao mesmo tempo. “Muitos deles gostam de estudar ouvindo música e não estudam em casa por ser muito quieto. Eles criam perfis diferentes para procurar empregos, namorar, conversar com os pais e os amigos”, conta a pesquisadora.

Quando perguntados se essa era uma atitude desonesta, os adolescentes disseram que as pessoas também assumem vários perfis na vida real, dependendo da situação, e isso é normal. “Eles não tiveram problemas para dizer que a vida não é um livro aberto”.

Adultos honestos

Os adultos entrevistados desconfiavam da rede e a associam com fraude e engano. A maioria deles tinha apenas um perfil no Orkut, com informações verdadeiras e contatos confiáveis. Para eles, os computadores do Acessa São Paulo não devem ser um local de diversão. Assim, ficaram constrangidos em dizer nos grupos de discussão que navegavam em sites de relacionamento.

Para Cacau, adolescentes se comunicam mais através de redes sociais porque gostam de se ver na mensagem e também porque elas são mais fáceis de utilizar do que os e-mails. “Para eles, não é um fator crítico se expor”, diz.

Novas formas de aprendizado

Os jovens envolvidos no estudo têm o hábito de pesquisar, sabem que terão que aprender por toda a vida e não enxergam a escola como o único meio para adquirir conhecimentos.

“Eles aceitam a figura dos professores, mas aprendem com seus iguais, nos fóruns de discussão, nos sites de relacionamento. Para eles, a escola serve apenas como um meio para obter um diploma, o caminho oficial a seguir”, diz Cacau. “Esses estudantes trazem informações e argumentação para a escola; têm mais tempo para pesquisar que os professores, cujo papel talvez seja orientar a discussão”, completa.

O aprendizado em listas de discussão não divide temas em disciplinas específicas. “Os jovens estudam tudo ao mesmo tempo nas redes sociais”, explica a coordenadora.

Eles também têm mais facilidade para mudar de opiniões e aceitar que estão errados. “Os adultos têm mais dificuldade de aprender, principalmente através de novas tecnologias, e mudar. As construções de conhecimento deles são mais profundas. Os adolescentes nasceram numa época de explosão de informações. Por isso, estão acostumados a aprender de uma forma muito tranquila”, observa.

A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Pesquisa das Novas Tecnologias de Comunicação Aplicadas à Educação, da Escola do Futuro e assinada por Brasilina Passarelli, Drica Guzzi, Hernani Dimantas e Juliana Kiyomoura. Fonte: Diário da Saúde – link http://migre.me/2S6d

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Categoria: Augusta, propaganda
Tags:Redes Sociais
publicado em 23/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

E agora que sou grande, o que faço?

Durante a minha vida profissional, principalmente frente à Prospect pude atender muitas pessoas dentre elas, muitos estudantes ansiosos e sedentos por trabalho. Fiz muitas entrevistas e aprendi a detectar suas aspirações e desejos. O resultado foi compilado e como consequencia, elaborei um “workshop” destinado às pessoas que gostam de mudanças e estão abertas para o novo em suas vidas. Esse formato evoluiu e passei a atender pessoas interessadas em reformular a sua vida profissional.

O que é

Atendimentos pessoais em formato motivacional e vivencial para identificar a área de trabalho de acordo com uma profissão como forma de realização pessoal e profissional. Com apoio de exercícios, pesquisas e vivências, pretende-se estabelecer parâmetros para a abertura de possibilidades visando a realização pessoal e profissional, considerando que o participante já cresceu mas ainda não sabe o que fazer ou pretende entrar em um novo campo de trabalho.

O título do trabalho é uma alusão à tradicional pergunta – o que você vai ser quando crescer?.  Aqui se pressupõe que os participantes já tenham tido uma experiência profissional, mas por diferentes situações não estão realizados com a escolha feita. Muitas vezes ficamos em dúvida e nos perguntamos: E agora que sou grande, cresci, me formei, mudei de emprego, o que faço?

A quem se destina

  • Pessoas comprometidas com a sua felicidade e atuantes na sociedade em que estão inseridas.
  • Pessoas que ainda não descobriram seu projeto de vida profissional.
  • Pessoas que desejam mudar seu estilo de vida e buscam uma nova ocupação.
  • Pré-aposentados ou aposentados que vislumbram novas formas de ocupação do seu tempo.

Dinâmica de realização

Cinco encontros individuais, com hora marcada e com 1h30min de duração. Cada encontro deverá ter um intervalo de, no mínimo,  dois dias para que o interessado possa cumprir algumas atividades dentro da programação.

Objetivos

  • Identificar episódios e vivências para resgatar o real propósito de vida;
  • Estabelecer possíveis áreas de atuação profissional
  • Conhecer as habilidades profissionais – pontos fortes e fracos
  • Estruturar portfólio pessoal e profissional
  • Ao final do trabalho, o participante estabelecerá um plano de ação que o auxiliará na realização de seus sonhos e objetivos.

Agendamentos e Consultas

Enviar email para falecom@mariaaugusta.com.br solicitando a proposta e cronograma das atividades com datas e horários bem como a especificação dos honorários para a realização dos atendimentos individuais.

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Categoria: Gerenciamento de projetos
publicado em 23/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Como elaborar um bom curriculum

A finalidade de um currículo é apresentar você ao mercado. Por isso, deve retratar sua vida profissional de forma clara, tornando possível a quem o recebe não apenas entender a construção de carreira relatada, mas sentir-se atraído por conhecer quem a construiu. Assim, um bom currículo é fruto de muito autoconhecimento e clareza de objetivos. Por isso, a ordem é: saiba quem você é, quais as suas realizações até agora e o que deseja para o futuro.

Redigindo o Currículo 

Identificação : Comece com informações básicas como: nome completo, naturalidade, data de nascimento e estado civil. Lembre-se de destacar seu endereço completo, telefones residencial e móvel (com DDD), endereço de e-mail. Seja preciso. Quem busca oportunidades quer ser encontrado.

Objetivos: Informe a posição que você pretende ocupar e a área de seu interesse. Ex.: Estagiário de Administração.

Qualificação: Esse é o espaço para você destacar seus diferenciais competitivos. Seja breve e diga quem você é. Ex.: Estudante de Secretariado Executivo Bilíngüe com experiência em assessoria para diretoria de multinacionais. Conhecimento de rotinas administrativas tendo atuado nos últimos dois anos como secretária da diretoria do departamento financeiro do setor de tecnologia da informação. Caso esteja se candidatando a uma vaga, seja específico e direcione esse texto para justificar a razão pela qual você é uma excelente escolha.

Formação: O que, onde e quando você estudou? Mencione seus cursos de graduação, pós-graduação, MBA, especializações. Não esqueça de destacar a instituição de ensino e o ano em que concluiu ou concluirá o curso. Procure realçar a formação que fortalece seu perfil profissional. Assim, quando mencionar formação complementar, busque colocar o que faz diferença para o perfil que você quer apresentar ao mercado. Esteja atento ao fato de que a empresa pode solicitar cópia dos seus certificados. Portanto, JAMAIS invente qualquer informação e mantenha seus certificados em ordem.

Idiomas: Indique sua real competência para usar um idioma. Não adianta mencionar certificados, se na hora de se apresentar você não conseguir falar ou escrever no idioma informado. Ex.: Inglês fluente (significa que você fala, lê e escreve). Espanhol avançado para conversação e leitura (significa que pode usar o idioma com limitações: não sabe escrever).

Experiência: Comece da experiência mais recente para a mais antiga, citando ano de entrada e saída, nome da empresa, a posição ocupada, e a quem se reporta ou reportava. Vale mencionar as características da empresa em que trabalha: se multinacional ou não, número de funcionários no país, atividade principal. Informe suas realizações e conquistas, sem deixar de mencionar dados quantitativos. Lembre-se de dizer quais eram suas atividades mais significativas. 

Fonte: rede Universia

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Categoria: Gerenciamento de projetos, Gestão do Conhecimento
Tags:Curriculum, vida, Vocação
publicado em 21/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Tipos de ações promocionais

As ações promocionais dentro de eventos está diretamente relacionada ao marketing promocional das marcas e empresas que pretendem com essas atividades atingir seu público alvo.

Definição de Marketing Promocional da AMPRO : Atividade do marketing aplicada a produtos, serviços ou marcas, visando, por meio da interação junto ao seu público-alvo, alcançar os objetivos estratégicos de construção de marca, vendas e fidelização.

Destacamos abaixo algumas dessas formas de interação, através de ações promocionais:

1. Promoção de marca: Visa a colocar em evidência a marca do produto sem a preocupação imediata de vender.  Ex: patrocínio, participação ou simples presença em torneios de tênis ou de futebol amador por empresas do setor esportivo.

2. Promoção de produtos / serviços: Ação promocional em que o ponto central é o produto ou serviço de uma determinada marca e o objetivo final é a venda. Ex: descontos, “leve três, pague dois”, degustação, sorteios, concursos, etc.

3. Promoção institucional: Visa a valorizar a imagem da empresa sem manter uma relação direta com o bem que ela produz. Ex:  eventos culturais – peças teatrais, exposições de arte, espetáculos de balé, shows etc.

4. Promoção de vendas:  são todas as atividades, além da propaganda, que motivam e encorajam o consumidor à compra de um produto ou serviço, em sua maioria a curto  prazo. Exemplos: amostras , degustações, distribuição de brindes, convenções, descontos especiais, concursos, sorteios etc.

A promoção de vendas pode ainda se constituir por incentivos como: prêmios, sorteios,   Propaganda cooperativada, feiras e exposições para motivar atacadistas, varejistas e a força de venda da empresa. 

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Categoria: Organização de eventos, propaganda
Tags:Ação Promocional, Evento, propaganda
publicado em 20/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Tempo… Poema de Viviane Mosé

quem tem olhos pra ver o tempo soprando sulcos na pele

soprando sulcos na pele soprando sulcos?

o tempo andou riscando meu rosto

com uma navalha fina

sem raiva nem rancor

o tempo riscou meu rosto

com calma

(eu parei de lutar contra o tempo

ando exercendo instantes

acho que ganhei presença)

acho que a vida anda passando a mão em mim.

a vida anda passando a mão em mim.

acho que a vida anda passando.

a vida anda passando.

acho que a vida anda.

a vida anda em mim.

acho que há vida em mim.

a vida em mim anda passando.

acho que a vida anda passando a mão em mim

                      e por falar em sexo quem anda me comendo

é o tempo

na verdade faz tempo mas eu escondia

porque ele me pegava à força e por trás

 um dia resolvi encará-lo de frente e disse: tempo

se você tem que me comer

que seja com o meu consentimento

e me olhando nos olhos

acho que ganhei o tempo

de lá pra cá ele tem sido bom comigo

dizem que ando até remoçando

fonte: Poemas do livro Pensamento do Chão, poemas em prosa e verso.

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Categoria: Augusta
Tags:Viviane Mosé
publicado em 20/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Feiras Comerciais como Ferramenta de Marketing

Um evento bem característico e voltado para vendas, são as feiras comerciais. As feiras comerciais são palcos privilegiados para a divulgação e venda de produtos e serviços. São projetadas para estimular a concretizar negócios.

1. Planejamento da participação em um feira de negócios:

1.1 Escolha adequada do evento

1.2 Público Alvo – clientes atuais, prospects, fornecedores, visitantes em geral

1.3 Definir os objetivos:

  • # lançamentos de produtos ou serviços;
  • # introdução de novas estratégias de vendas;
  • # incremento de vendas;
  • # institucionalização da marca, do produto ou serviço;
  • # pesquisa de mercado;
  • # promoção da imagem da empresa ou de um produto;
  • # estudo sobre a performance da concorrência

1.4 Plano de Comunicação do Evento

1.5 Relação Custo x Benefício

  •  V = f/c,  onde:
  •   V = Valor do investimento
  •   f = função = objetivo da participação
  •   c = custo = somatório de todas as despesas

2. ATENÇÃO ESPECIAL PARA

2.1 Locação do Espaço Físico

2.2 Desenvolvimento e montagem do estande

2.3 Serviços de eletricidade, água, iluminação, decoração;

2.4 Transporte, armazenagem, expedição e seguros

2.5 Custos com pessoal, hospedagem, alimentação e transporte

2.6 Custos promocionais: brindes, serviços de buffet, recepcionistas, demonstradoras etc

3. Benefícios do investimento, considerando:

3.1 Contatos realizados e programados;

3.2 Montante dos negócios realizados; – Informações de mercado obtidas;

3.3 Análise da participação da imagem da   empresa na mídia. 

4. Operacionalização

4.1 Coordenador Geral;

4.2 Projeto do Estande

4.3 Planejamento de Custos

4.4 Controle de Orçamento

4.5 Seleção de Pessoal

4.6 Contratação de prestadores de serviços recomendados

4.7 Definição do Programa de Trabalho

5. Gerenciamento dos Custos e Despesas

 5.1 Locação do Espaço Físico

5.2 Desenvolvimento e montagem do estande
5.3 Serviços de eletricidade, água, iluminação, decoração;
5.4 Transporte, armazenagem, expedição e seguros
5.5 Deslocamentos e viagem, pessoal, hospedagem, alimentação e transporte

5.6 Custos promocionais: brindes, serviços de buffet, recepcionistas, demonstradoras etc

5.7 Pagamentos de taxas de prefeitura, alvarás e licenças, ECAD etc

6. Avaliação da Participaçã0, após o evento evidenciando os benefícios do investimento, considerando:

6.1 Contatos realizados e programados;

6.2 Montante dos negócios realizados;
6.3 Informações de mercado obtidas;
6.4 Análise da participação da imagem da empresa na mídia.
6.5 – Pertinência ou não de participar da edição do ano seguinte no mesmo evento ou em outros eventos correlatos.

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Categoria: Gerenciamento de projetos, Organização de eventos
Tags:Evento
publicado em 18/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Especial Nietzsche no Café Filosófico

Compartilho com vocês essa apresentação de Viviane Mosé no programa da TV Cultura – Café Filosófico, exibido em 29 de março de 2009 e indicado pelo meu amigo Mauricio Manhaes.
O filósofo alemão Nietzsche viveu de 1844 a 1900. Mesmo assim foi capaz de antecipar algumas questões que marcaram a vida e o pensamento dos séculos XX e XXI. Hoje, Nietzsche ainda desperta um grande interesse, tanto no meio acadêmico como fora dele. Mas por que as idéias deste filósofo continuam tão atuais? Para responder esta questão, a filósofa Viviane Mose apresenta alguns dos principais temas da filosofia de Nietzsche e nos mostram os aspectos da vida e da obra deste filósofo que são fundamentais para entendermos o fascínio que ele exerce na atualidade.
 
A apresentação dura algo em torno de 40 minutos, mas o tempo é recompensado e valioso. Bom proveito.
 

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Categoria: Augusta, Complexidade
Tags:conhecimento, Filosofia, Nietzsche
publicado em 17/06/2009 por Maria Augusta Orofino  

Como tornar reuniões de trabalho mais produtivas

 

Uma das maiores vilãs da produtividade corporativa são, sem dúvida, as reuniões improdutivas ou mal conduzidas que, além de consumirem o tempo útil dos profissionais, elas geram altos gastos para a empresa. Segundo uma pesquisa que realizamos na Triad Consultoria, a cada cem funcionários o desperdício com encontros desnecessários em uma organização chegam à casa dos R$ 500.000,00.

Com a crise financeira do mercado global, muitas empresas estão cortando os seus gastos para não sofrerem consequências negativas em seu orçamento e empresários estabeleceram metas nesse sentido para 2009, a fim de aumentar seu lucro e evitar desperdícios. Porém, poucos profissionais têm a consciência do gasto gerado com reuniões mal conduzidas, muito longas ou sem um propósito válido.
 
Realizamos outro estudo com profissionais para saber a opinião deles quanto às reuniões que participam. O resultado foi surpreendente: apenas 7% dos dois mil participantes afirmaram que esses encontros são realmente eficientes e produtivos, sendo o principal problema deles, para 57%, a falta de foco e, conseqüentemente, a extensão do tempo pré-determinado para sua conclusão.
 
Aos profissionais que fazem parte da maioria insatisfeita, aconselho apresentarem aos seus superiores uma proposta de melhoria e otimização do tempo para que, além de aumentar a produtividade da equipe, o dinheiro gasto desnecessariamente seja reduzido. Para isso, sugiro algumas formas de conduta para um bom aproveitamento dos encontros corporativos:
 
• Analise a real necessidade de convocação – Muitos assuntos podem ser resolvidos por telefone ou mesmo com trocas de mensagens eletrônicas, evitando o deslocamento ou perda de tempo dos envolvidos. Pense se o assunto é tão complexo que faz-se necessário reunir pessoas para discuti-lo ou se apenas um e-mail resolveria a questão. Além de otimizar o seu tempo, você será mais objetivo e rápido na resolução dos problemas;
 
• Convoque as pessoas certas – Muitas vezes não há necessidade de convocar diversas pessoas para a discussão de determinados assuntos. Quem for convocar uma reunião deve analisar o que cada participante pode ou não contribuir para o tema em discussão e se há necessidade de todos estarem presentes naquele momento ou se somente um comunicado posterior das decisões tomadas seria necessário. Quanto mais pessoas estiverem presentes, a probabilidade de extensão do tempo e dispersão do assunto aumenta, principalmente se não houver uma liderança efetiva;
 
• Quando possível, evite deslocamentos – Ao realizarmos a pesquisa sobre gastos com reuniões ineficientes, um dos maiores fatores de análise foi o gasto com deslocamentos de cada profissional. Pense o quanto é gasto nos custos com gasolina, táxi ou mesmo passagens de avião com os funcionários que se deslocam para participar de uma reunião. Nem sempre é possível, mas se puder evitar esses encontros, o dinheiro economizado fará uma grande diferença no orçamento da empresa; e
 
• Tempo é dinheiro – Muitos empresários acreditam na máxima de que tempo é dinheiro e de que qualquer minuto desperdiçado pode acarretar em perda de lucros. O tempo desperdiçado com longos encontros pode atrasar a equipe na busca por resultados. Além disso, o desperdício de tempo útil pode atrasar a execução das tarefas e fazer com que as urgências apareçam, situação que gera stress e, conseqüentemente, menor qualidade de vida. Por isso, mais que dinheiro, tempo é vida! Aproveite bem o seu e otimize o da sua equipe!

Fonte: Boletim HSM Online – Christian Barbosa é especialista em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e empresarial

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Categoria: Gerenciamento de projetos
Tags:Comissão Organizadora, idéias em movimento, Organizações
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Quem é Maria Augusta Orofino

Sou um ser em busca de aperfeiçoamento constante, aberta à mudança. Estudei Administração na ESAG e conclui em 1982. Sou especialista auto-didata em comunicação e marketing e atualmente sou mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento, na UFSC. leia mais

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