Vi no twitter do @frankmaia que recebeu do amigo @OneLag e que colocou o título “Prá desarmar a raiva” no blog Xinelão. Eu optei pelo título “Corrente do Bem“. Passe adiante.
Vi no twitter do @frankmaia que recebeu do amigo @OneLag e que colocou o título “Prá desarmar a raiva” no blog Xinelão. Eu optei pelo título “Corrente do Bem“. Passe adiante.
No início, por não conhecer a ferramenta e não ter pessoas agregadas, o Twitter soa estranho. Responder à pergunta: “what’s happening”? parece coisa de criança que não tem o que fazer ou pior, que é controlada pela mãe. Mas na medida em que outras pessoas começam a te seguir e tu começas a seguir outras pessoas, inicia-se uma troca de informações que pode ser bem interessante. O segredo é saber a quem seguir. A qualidade das pessoas, o que as mesmas têm a acrescentar, que tipo de informação é importante etc. Tudo isso e mais um pouco irá configurar o “teu” Twitter.
Tenho a felicidade te ter muitos amigos, conhecer muitas pessoas, gostar de ouvir, saber mais. Aprendi a usar o Twitter com a minha filha Marina (aliás, que sempre me coloca em contato com as novidades das redes sociais). Gradativamente e até um pouco tímida, comecei a seguir algumas pessoas. Algumas retribuiram e passaram a me seguir. Outras pessoas surgem, novas informações são citadas e aos poucos um rede de pessoas é formada.
O que se pode constatar é que este ambiente diferente de um Facebook ou Orkut, lembra muito uma sala de estar. Surgem todos os tipos: os que sabem tudo, os intelectuais, os revoltados, os que só repetem o que outras pessoas falam, os engraçados, com presença de espírito e divertidos. Conforme o perfil das pessoas “seguidas” e da frequencia com que as mesmas contribuiem com informações, esse ambiente virtual pode chegar a viciar também. A troca de informaçoes, as respostas, os re-twitters, os links etc podem provocar uma necessidade em ficar conectado 24 horas por dia para saber o que está acontecendo. Mas como tudo na vida, é preciso saber desligar, desconectar ou quem sabe, como acontece na casa da gente, sair da sala e mudar de ambiente.
Quem me conhece sabe que eu sempre afirmo que a única constante na minha vida é a mudança. Não gosto de rotina, de saber de antemão o que irá acontecer, previsibilidade, constância. Gosto de desafios, do novo, inusitado. Acho que por conta disso eu goste tanto de organizar um evento. Nunca sabemos no que vai dar, como estará o tempo, quem serão os participantes. Um mesmo evento repetida vezes, sempre será um outro evento.
Inerente a quem muito faz e executa são os erros e fracassos. Evidente. Quem muito se arrisca, tem mais chances de acertos mas também de derrotas e aparentes fracassos. A lituratura empresarial pouco evidencia isso. Todas as revistas e publicações enfatizam os sucessos, os casos ganhos, os milionários, personagens de “Caras” e matérias da EXAME. Mas vejo que no dia a dia, o processo é outro. Erramos muito, caimos muito, fracassamos muito. Diariamente temos que retomar a nossa vontade interior de seguir em frente e mudar. Precisamos constantemente insistir no sonho e acreditar que é possivel.
Compartilho um video postado no YouTube sobre isso e que finaliza que errar é viver. Como diz o ditado: um aparente azar pode ser um grande golpe de sorte. Persista!
Seguidora que sou de Ethevaldo Siqueira, tanto em seu blog como nos comentários diárias na CBN Rádio, compartilho esse texto publicado no jornal O Estado de São Paulo e em seu blog (em 24/01/2010) onde apresenta as tecnologia que mudarão o ensino, as universidades e consequentemente a a economia.
Seis tecnologias mudarão a universidade e a economia
por Ethevaldo Siqueira [de Berkeley, EUA] – acesso em 31/1/2010
Seis tecnologias emergentes podem fazer uma verdadeira revolução na universidade, na pesquisa científica e na economia dos países nos próximos cinco anos. São elas: computação móvel, conteúdo aberto (open content), livros eletrônicos (e-books ou e-readers), realidade aumentada, computação baseada em gestos e, por fim, a análise de dados visuais.
No curto prazo, ou seja, nos próximos 12 meses, a computação móvel e o conteúdo aberto deverão alcançar seu ponto máximo de utilização. Em três anos, assistiremos à explosão dos livros eletrônicos e da realidade aumentada. Num horizonte mais distante, de cinco anos, estarão amadurecendo a computação baseada em gestos e a análise de dados visuais.
Essas são as conclusões básicas do Horizon Report 2010, em sua sétima publicação anual. (Link para download do documento em inglês, no formato pdf, no pé deste texto.) Esse relatório de tendências descreve o trabalho continuado do Projeto Horizon, num esforço colaborativo entre o Consórcio New Media (NMC, na sigla em inglês) e a Educause Learning Initiative (ELI), que têm contado com a contribuição de mais de 400 líderes nos campos de indústria, negócios, tecnologia e educação, ao longo dos últimos sete anos.
Comecemos pelos grandes fatores de transformação da universidade. O primeiro deles é a necessidade de ampliação da interdisciplinaridade. Testemunhei um dos melhores exemplos dessa nova postura ao visitar, há pouco mais de uma semana, a Universidade da Califórnia em Berkeley.
O brasileiro Jean Paul Jacob, cientista emérito e professor, diz que em seu laboratório, na Universidade de Berkeley, denominado Citris, trabalham lado a lado mais de uma centena de cientistas das mais diversas formações: engenheiros, físicos, sociólogos, economistas, psicólogos, filósofos, artistas e muitos outros. O Citris (sigla de Center for Information Technology Research in the Interest of Society) é uma unidade de pesquisa de vanguarda dentro da Universidade de Berkeley.
Esse centro é apenas um exemplo do que já acontece em toda a Universidade de Berkeley, que “visa mudar o perfil do cientista do modelo I para o modelo T”. No primeiro caso, o cientista domina em profundidade apenas um segmento cada vez mais estreito de determinada ciência ou campo do conhecimento. Nesse segmento, ele sabe tudo, em grande profundidade, mas quase nada sobre áreas vizinhas.
No modelo T, o cientista continua a ser um especialista com conhecimentos profundos em um segmento, mas tem grande familiaridade com muitas áreas vizinhas. Assim, o novo engenheiro, por exemplo, além de maior competência em sua especialidade, conhece muitas áreas ligadas à engenharia em geral, e está preparado e motivado para o relacionamento com problemas sociais, culturais, políticos, econômicos e até artísticos.
GRANDES TENDÊNCIAS
Segundo o Horizon Report 2010, a abundância de recursos e relacionamentos que se tornaram viáveis e acessíveis pela internet nos desafia de forma crescente a rever o papel do educador, como formador do caráter e facilitador do processo de qualificação dos futuros cidadãos.
A universidade, por sua vez, deve considerar a importância do valor, único e precioso, que pode e deve acrescentar a um mundo em que a informação está em todo lugar e no qual lhe compete contribuir para desenvolver no estudante o bom-senso e a capacidade de avaliação da credibilidade da informação, entre outras competências essenciais.
Curiosamente, nestes novos tempos, torna-se ainda mais relevante o papel clássico da universidade de orientar e preparar o jovem para o mundo em que ele vai viver – ou seja, o mesmo papel central da universidade quando ela alcançou sua forma moderna no século 14.
Milhões de pessoas buscam hoje o conhecimento, mas enfrentam as restrições formais, bem como o excessivo conservadorismo das velhas instituições. Esses obstáculos acabam impedindo a realização das aspirações dessa multidão de seres humanos que gostaria de poder trabalhar, aprender e estudar em qualquer momento e em qualquer lugar.
Neste novo mundo cada vez mais congestionado – em que os jovens devem aprender a equilibrar suas demandas de casa, trabalho, escola e família –, a vida cria um conjunto de desafios logísticos com os quais os estudantes têm de lutar cada dia mais.
Que fazer diante das necessidades de milhões de pessoas, jovens ou adultas, que querem e precisam de acesso fácil ao conhecimento e no tempo certo? A maior disponibilidade de informação tem implicações profundas para a aprendizagem informal, assim como as noções de aprendizagem no tempo certo (just-in-time) e a aprendizagem não buscada (found). Ambas as formas podem maximizar o impacto da aquisição de conhecimento, de forma eficaz e no tempo adequado.
O PODER DA NUVEM
As tecnologias que usamos, ressalta o Horizon Report 2010, são a cada dia mais baseadas na nuvem, isto é, na internet (cloud-based) e nossas noções de apoio da tecnologia da informação (TI) são, também, sempre mais descentralizadas.
A aceitação contínua e a adoção de aplicações e serviços baseados na nuvem estão mudando não apenas os meios com que configuramos e usamos o software e os arquivos de armazenamento, mas também como conceituamos aquelas funções. Não importa onde nosso trabalho é armazenado. O que importa é que a informação de que precisamos esteja acessível onde quer que estejamos, seja qual for o dispositivo que usemos.
Globalmente e a grosso modo, estamos usando cada dia mais um modelo de software baseado em browsers, independentemente do dispositivo utilizado.
COLABORAÇÃO
O trabalho dos estudantes e acadêmicos está sendo visto cada dia mais como colaborativo por natureza, e há mais cooperação entre os departamentos e mesmo entre as diversas universidades.
Enquanto esta tendência não se amplia, tanto quanto outras listadas no relatório Horizon, os resultados ainda são modestos. Mas suas perspectivas são animadoras. Assim, naquelas escolas que já criaram um clima que permite a estudantes e professores trabalharem juntos em busca dos mesmos objetivos, a pesquisa torna-se um trabalho altamente estimulante, mesmo para estudantes de primeiro ano.
NOVA UNIVERSIDADE
O mundo precisa de uma nova universidade. Por isso, o papel da academia e o modo de preparar os jovens para a vida futura estão mudando. Em 2007, a American Association of Colleges and Universities recomendou entusiasticamente o emprego das tecnologias emergentes e seus aplicativos pelos estudantes, a fim de que eles ganhem sempre maior experiência em “pesquisa, experimentação, aprendizagem baseada em problemas, e outras formas de trabalho criativo”, em especial nos campos de estudo que eles escolheram.
Cabe à academia adaptar o ensino e as práticas de aprendizagem não apenas à satisfação das necessidades de hoje dos alunos, mas enfatizar a investigação crítica e a flexibilidade mental, dar aos estudantes as ferramentas necessárias à execução de suas tarefas, conectar os estudantes às questões sociais mais amplas, mediante o engajamento cívico, e encorajá-los a aplicar sua aprendizagem na solução de problemas complexos em larga escala.
Novas formas educativas de programação, editoração e pesquisa continuam a emergir, mas os meios apropriados para medi-las e avaliá-las estão cada dia mais distantes.
A alfabetização digital – ou seja, o conhecimento e a utilização eficaz de todos os meios e tecnologias digitais da comunicação e da informação – continua a ganhar importância cada dia maior, como competência ou habilidade básica em cada disciplina e profissão. Mas isso não pode ser levado ao extremo ou ser considerado norma rígida, pois a tecnologia evolui continuamente.
Essa habilidade no uso das tecnologias digitais deve ser menos voltada para ferramentas e bem mais para os seus fins, o modo de ver e pensar, de elaborar a narrativa. E está comprovado que as habilidades e padrões baseados em ferramentas e plataformas são algo efêmero e difícil de sustentar-se.
A cada dia, no entanto, as instituições têm estreitado mais seus objetivos, como resultado da redução dos orçamentos no cenário da atual crise econômica mundial.
CELULAR E LAPTOP
As duas maiores tendências tecnológicas no curto prazo, ou seja, nos próximos 12 meses, são computação móvel e conteúdo aberto.
Entendida como uso de dispositivos pessoais com capacidade de conexão à rede de que os estudantes já dispõem, a computação móvel já é utilizada em muitas universidades. Antes que seu uso se espalhe ainda mais, no entanto, há preocupações sobre algumas questões, como a da privacidade, da administração das salas de aula e do acesso.
Virtualmente, todos os estudantes de universidades levam consigo algum tipo de dispositivo móvel. Assim, se esses jovens já dispõem de meios de conexão móvel à rede – como celulares e laptops –, a oportunidade de ampliar sua utilização é excelente. E a conectividade da rede celular torna-se cada dia maior. Todas essas formas de computação móvel favorecem o aproveitamento no maior grau de colaboração e comunicação.
Dispositivos que vão de smartphones a netbooks são ferramentas portáteis que elevam a produtividade, auxiliam a comunicação e oferecem uma gama crescente de atividades inteiramente apoiadas em aplicações projetadas especialmente para dispositivos móveis.
CONTEÚDO ABERTO
Para muitos educadores, o acesso amplo e gratuito ao conteúdo do conhecimento equivale a um processo gigantesco de democratização do conhecimento a ser conduzido pela maioria das universidades do mundo, graças à internet e aos meios de comunicação em geral.
O mundo caminha para essa realidade. Quando visitava Berkeley há poucos dias, vi em diversos monitores a repetição de aulas da universidade, livremente oferecidas a quem quiser aprender, estudar remotamente ou atualizar-se. Isso significa que todo o conteúdo das aulas de Berkeley está disponível na internet, em IPTV, para acesso gratuito, a qualquer pessoa, dentro e fora da universidade.
Esse movimento de abertura do conteúdo começou há cerca de 10 anos, quando escolas como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) passaram a permitir que suas aulas e cursos se tornassem disponíveis, gratuitamente, a qualquer cidadão. Hoje, há dezenas de outras universidades que adotam o mesmo procedimento em todo o mundo. A abertura desse conteúdo 24 horas por dia representa uma mudança profunda no modo como os alunos estudam e aprendem. No Brasil, a Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas já oferece esse conteúdo aberto, mas apenas em alguns cursos, gratuitamente a quem quiser. A maioria das universidades brasileiras, no entanto, ainda resiste à ideia do open content.
Muito mais do que uma coleção de materiais para cursos online, o conteúdo aberto transforma-se na resposta aos crescentes custos da educação, ao desejo de acesso de muitos cidadãos ao conhecimento e à informação em áreas onde tal acesso é difícil.
HORIZONTE DE 3 ANOS
Os livros eletrônicos e a realidade aumentada são duas outras tecnologias que, muito provavelmente, começaremos a ver adotadas de forma cada vez mais ampla, apoiadas em duas tecnologias já consolidadas que decolaram através das redes celulares globais e da internet.
Progressivamente, e-books e realidade aumentada estão, de fato, caindo no gosto e na cultura populares. Ambos já são usadas na prática num surpreendente número de universidades. E espera-se que sejam ainda mais utilizados num horizonte de dois a três anos.
Os livros eletrônicos não são novos, mas hoje são muito mais evoluídos e dispõem de muitos recursos. Foram lançados diversas vezes ao longo de aproximadamente quatro décadas. Mas o que ocorreu nos últimos 12 meses é algo diferente quanto à aceitação e ao uso. Os melhores projetos combinam não apenas a capacidade da leitura eletrônica, da comunicação sem fio, do armazenamento muito maior, da ampliação do tamanho dos textos, da possibilidade de anotações nos próprios textos digitais, das telas de LED orgânico (OLED) de alta resolução, da aquisição de dezenas ou centenas de outros textos de digitais.
E muito importante: eles prometem baixar os custos editoriais, poupar o estudante de carregar quilos de livros de texto e ainda reduzir o consumo de papel, dando uma contribuição muito positiva à preservação de recursos naturais e do meio ambiente.
A realidade aumentada, por sua vez, é uma das mais recentes inovações na indústria eletrônica, que sobrepõe gráficos, áudio e outros melhoramentos das telas dos computadores sobre o ambiente real. Muito mais rica de possibilidades do que os gráficos estáticos da tecnologia de TV, ela pode arranjar e empilhar gráficos para cada perspectiva e ajustar as imagens a cada movimento da cabeça e dos olhos do usuário.
O desenvolvimento da tecnologia exigida pelos sistemas de realidade aumentada, entretanto, ainda está em curso nos laboratórios tanto de universidades quanto de empresas. Nos próximos 10 anos, ou menos, deverão chegar ao mercado os primeiros sistemas de realidade aumentada produzidos em massa.
No passado, a realidade aumentada exigia o uso de equipamentos especializados, nenhum deles portátil. Hoje, as aplicações para laptops e smartphones cobrem a informação digital no mundo físico rápida e facilmente. Em mais dois ou três anos, ela começará a espalhar-se pelos campus universitários e chegar ao mercado de consumo doméstico e profissional.
PRÓXIMOS 5 ANOS
Finalmente, mais duas tecnologias que poderão viabilizar-se num horizonte de quatro a cinco anos: a computação gestual, ou seja, baseada em gestos (gesture-based computing) e a análise de dados visuais. Nesse horizonte, elas deverão estar em pleno uso por milhões de pessoas, mas já podem ser utilizadas hoje mesmo, em casos isolados.
Embora exista grande interesse no desenvolvimento de ambas as tecnologias e enormes volumes de recursos estejam sendo investidos em pesquisa em ambas as áreas, nenhuma delas chegou a disseminar-se ou estar presente nas universidades.
A computação gestual tem sido mostrada em diversos protótipos no mercado de eletrônica de entretenimento, com um bom número de aplicações em treinamento, pesquisa e estudo, embora esta tecnologia ainda não tenha chegado praticamente às escolas. Seus dispositivos são controlados por movimentos dos dedos, da mão, do braço e do corpo.
Há diversas aplicações na área de jogos. Na computação gestual, os dispositivos reconhecem e interpretam gestos e movimentos do usuário como comandos e controles. É claro que o uso dessa tecnologia exige treinamento prévio para que o usuário aprenda como funciona o sistema.
A análise de dados visuais é uma mistura de estatística, data mining e visualização, um campo emergente que promete tornar possível a qualquer pessoa examinar cuidadosamente, exibir e entender conceitos complexos e interrelações.
Como meio para descobrir e entender padrões em grandes conjuntos de dados via interpretação visual, a análise de dados visuais está sendo usada para análise científica de processos complexos. À medida que as ferramentas para interpretar e exibir os dados se tornam mais sofisticadas, modelos podem ser manipulados em tempo real e os pesquisadores podem navegar e explorar dados por meios que não eram possíveis anteriormente.
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O plástico bolha, plástico que protege objetos frágeis graças a suas pequenas bolhas de ar famosas por seu barulho “pop” que fazem ao explodir, comemorou nesta segunda-feira (25) seus 50 anos, anunciou a fabricante Sealed Air.
Criado por dois engenheiros –o suíço Marc Chavannes e o americano Al Fielding– como um papel texturizado e logo como um isolante, este famoso plástico cujas bolhas foram explodidas por gerações de crianças e adultos alcançou o sucesso graças à ideia de usá-lo como material de embalagem.
“Segundo a lenda, Chavannes estava em um avião no aeroporto de Newark (Nova Jersey, noroeste dos Estados Unidos) quando teve seu momento “Eureka’”, explicou em um comunicado a Sealed Air, com sede em Nova Jersey.
Ao observar a forma como as nuvens pareciam amortecer o avião, “teve a idéia de substituir os velhos papéis de embalagem e os papéis de jornal na hora de proteger objetos frágeis”. Logo, os criadores melhoraram o produto até obter o plástico bolha que se conhece hoje em dia, com suas bolhas de ar tão apertadas que fazem barulho ao serem pressionadas.
Cultura pop
“Nenhum dos inventores poderia imaginar que este inteligente conceito de papel de embalagem se converteria em um fenômeno da cultura pop”, explica a empresa, ao destacar que a página do Facebook do plástico bolha tem mais de dois milhões de fãs.
O fabricante inclusive criou no seu site um jogo em que os internautas tem que explodir bolhas de vários tamanhos. O jogo também tem aplicativos para telefones celulares como o iPhone.
Esta invenção é a galinha dos ovos de ouro da Sealed Air, que possui a marca registrada “Bubble Wrap (TM)” e tem um volume de negócios de mais de US$ 4 bilhões em 52 países.
Fonte: da France Presse, em Washington, por meio da Folha online. Acesso em 28/01/2010.
O vice-presidente comercial da Tata Consultancy Services (TCS) no Brasil, Ailtom Nascimento, já perdeu a conta das horas que passou preso no trânsito e em saguões de aeroportos para participar de reuniões que durariam muito menos tempo que o gasto nos trajetos. Só as reuniões internas de diretoria lhe custavam uma viagem semanal entre São Paulo e Brasília e a perda de quase um dia de trabalho. Tudo para uma reunião que não passava de uma hora. “Hoje, praticamente todas as reuniões são feitas por teleconferência. Como não há deslocamento, é muito mais fácil conciliar as agendas. O processo de tomada de decisões ficou mais ágil”, afirma.
Há menos de dois anos, a TCS substituiu 40% das reuniões presenciais por teleconferências. A infraestrutura é comprada da empresa 7X7, que no Brasil representa a marca ClaireConference. Fundada em 1994, a companhia registrou um crescimento de 45% no faturamento em 2009, chegando a R$ 4 milhões, e espera crescer 50% este ano, afirma seu diretor comercial, Mauricio Farias.
Até agora, a 7X7 atuou com serviços por telefone e internet, mas para concorrer mais de perto com a líder de mercado, a Cisco Systems, o plano é lançar um serviço de videoconferência. “As empresas estão mais interessadas em economizar recursos e para aquelas quem têm um gasto alto por executivo, a economia de tempo e de orçamento com o uso da teleconferência compensa”, diz Farias. O executivo estima que apenas no Brasil a substituição de viagens por conferência à distância gera nas companhias uma economia de R$ 40 milhões por ano.
Com escritórios espalhados por 20 Estados e mais 20 unidades em São Paulo, a operadora de telefonia móvel Vivo queria integrar suas equipes. A solução foi montar salas de videoconferência em cada uma das filiais, para realizar apresentações, treinamento e reuniões semanais das equipes comerciais. “Considerando o gasto com viagem e o tempo que o executivo perde, calculamos uma economia de 40%”, diz Pollymark Aquino, diretor de segurança e administração de serviços da Vivo. A operadora adquiriu equipamentos da Polycom.
A companhia farmacêutica Nycomed Pharma também adotou o serviço no Brasil há 18 meses. De acordo com o supervisor de tecnologia da empresa, Alex Money Soares, o sistema é compartilhado entre 350 funcionários, distribuídos em todos os Estados e até em outros países. “Com preço de ligação local, é possível reunir toda a equipe, apresentar por internet os dados e tomar decisões em um curto espaço de tempo”, afirma Soares.
Além de evitar o deslocamento de funcionários, a videoconferência começa a ganhar novos tipos de uso. O Hospital Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, iniciou um projeto de visita virtual, pelo qual o paciente interage, por vídeo, com familiares e amigos. O projeto começou em 20 apartamentos e a meta é chegar a todos os 115 até o fim do mês.
Essa facilidade foi uma evolução natural da implantação de terminais com acesso à internet (thin clients) em todos os quartos e da oferta de rede WiFi para quem tem notebook, conta o gerente-executivo de tecnologia, Osmar Antonio dos Santos. O hospital estuda agora como levar a televisita para salas de UTI, local de acesso difícil aos visitantes. O projeto consumiu R$ 32 mil no desenvolvimento do software e instalação de câmeras web. O servidor de vídeo – um equipamento essencial para o sistema funcionar – fica hospedado em uma empresa de serviços que faz a administração e manutenção do sistema, por uma quantia mensal de R$ 1 mil. A conexão é feita por meio de dois links dedicados de banda larga, um da Embratel e outro da Telefônica, que são redundantes para não haver problema de queda da rede.
Um dos obstáculos para a popularização do sistema no Brasil é o alto custo da banda larga. “A queda de preço dos equipamentos não foi acompanhada pelo barateamento do acesso à internet”, afirma Douglas Miranda, diretor de vendas da integradora de sistemas Seal. Segundo o executivo, um projeto de videoconferência custa em torno de US$ 10 mil. Já a conexão à internet sai por uma média de R$ 500 por mês. “E a velocidade da conexão pode oscilar, o que afeta a qualidade das ligações”, afirma.
O diretor geral para América Latina e América Central da Tandberg, Thomas Valantin, afirma que houve uma mudança no perfil do consumidor brasileiro e prevê um aumento da demanda neste ano entre 20% e 25%. A Tandberg planeja crescer 50% no Brasil, com o lançamento de um sistema de teleconferência no formato de um serviço pago mensalmente, além da venda de salas próprias para reuniões a distancia. Para isso, a companhia fechou parcerias com Telefônica e Oi, que proverão acesso de banda larga.
O diretor de operações da Polycom, Pierre Rodriguez, afirma que houve uma popularização dos sistemas, mas que há demanda para equipamentos de grande porte, que chegam a custar US$ 500 mil. Os principais usuários são bancos e empresas de petróleo. No Brasil, os campeões de vendas são sistemas entre US$ 10 mil e US$ 30 mil. Também há opções de serviços de webcasting, como o oferecido pela Voitel, que custa R$ 4 mil e inclui a montagem de uma sala de videoconferência para um evento específico, sem a necessidade de compra dos equipamentos. A opção de fazer vídeo ponto a ponto nos computadores de mesa esbarra na questões de qualidade e segurança. “Os funcionários não são autorizados a fazer reuniões em redes externas, que fogem ao controle dos servidores das empresas, afetando a confidencialidade e segurança das informações”, diz Rodriguez.
Chega um momento em que tudo cansa e queremos mudar de assunto, mas o assunto Haiti tem permeado os meus dias e pensamentos. Com alguma reserva observo e leio os noticiários, com muitos filtros para extrair o que realmente é essencial e excluir os sensacionalismos e “reality shows”. Porque apresento esse assunto nesse ambiente? Por que fico impressionada com a força e garra que o ser humano tem.
Em 2007 participei de uma experiência com um grupo de pessoas e vivenciei nas montanhas de Urubici – SC uma busca da visão, tradição milinear xamânica oriunda dos povos ameríndios. O trabalho para qual era preciso um preparo de alguns meses de antecedência, consistia em ficar “plantado” junto a uma floresta, isolado e sem poder falar, comer e beber por 4 dias e 4 noites. O acompanhamento era feito à distância por um grupo de especialistas inclusive acompanhamento médico se preciso fosse. O local era reservado, aberto, arejado e ao relento. Mas eu tinha a possibilidade de sair no momento que eu quizesse. Cumpri o ritual e sobrevivi. Apesar de muitas vezes me sentir angustiada e não ver muito sentido naquilo. Vi que é possivel por um propósito abrir mão da comida, da bebida e do conforto.
Faço um paralelo com essa experiência e com as inúmeras vidas soterradas vivas nos destroços do terremoto ocorrido no Haiti. Diferente da tranquilidade do ambiente em que fiquei, imagino a angústia e apreensão que cada pessoa passou. Como resistir a falta de comunicação, ao escuro, à falta de água e alimento. Como resistir placidamente à espera do socorro, acreditando que ele viesse. Mas os exemplos que foram mostrado, evidenciaram algo nunca imaginado. Cenas que vimos pela televisão com pessoas sendo localizadas que sairam andando, cantando e vibrando. Ontem me emocionei ao ver uma menina ser resgatada depois de 7 dias sob poeira, pedra e destroços e quando conseguiu ver a luz do dia, abriu os bracinhos vibrando e sorrindo. Esses exemplos têm me mostrado o quanto precisamos agradecer pelo que temos, pelo local que vivemos, pelo muito que possuimos. O povo do Haiti antes de tudo tem mostrado ao mundo determinação em viver. Em persistir a despeito de todas as adversidades. Em sorrir, cantar, rezar e demonstrar fé mesmo quando tudo no entorno literalmente foi destruido. Um exemplo para a minha vida.
Apresento um texto de autoria de Wagner Campos, com o título “Como anda sua empregabilidade?”, apresentado em 23/11/2009, no site RH.com.br. Espero que possa elucidar algumas questões relacionadas ao mercado de trabalho, capacitação pessoal e profissional além de dicas interessantes a serem observadas.
Como todos sabem, o mercado está cada vez mais competitivo. Como se não bastassem os motivos tradicionais de tanta competitividade, após a crise americana, os candidatos a seu primeiro emprego ou recolocação no mercado passaram a ter mais de 700 mil pessoas competindo pelas vagas que já estavam difíceis de conseguirem.
Ficar desesperado e dando tiro para todos os lados também não será a melhor alternativa. É preciso ter foco, preparo e uma boa estratégia profissional. Agora, mais do que nunca, você precisa conhecer muito bem a empresa, as oportunidades, o mercado e, principalmente, a si mesmo para saber explorar suas forças de forma a se sobressaírem sobre suas necessidades de melhoria. Segundo Renato César Lena, para possuir uma boa empregabilidade, devemos analisar os seguintes aspectos:
O mercado em que você atua: o mercado está em ascensão ou se encontra saturado? Quanto mais saturado o mercado estiver, maior será a rotatividade de profissionais e menor será o pacote de benefícios oferecido pelas empresas.
Exigências quanto à formação no seu ramo de atividade: as organizações que você deseja atuar exigem uma formação específica? Alguns anos atrás, tal requisição era rara; atualmente já é mais frequente, sendo um complemento para a experiência profissional.
Experiência profissional: você tem experiência no mercado? Quanto maior seus conhecimentos, maiores serão as oportunidades, pois o mercado entende que poderá proporcionar resultados em menor espaço de tempo.
Competências gerais e específicas: o mercado tem buscado profissionais especialistas e também generalistas que tenham um excelente relacionamento interpessoal, dominem várias áreas e consigam superar as adversidades sem grandes dificuldades.
Network: quem são as pessoas que você se relaciona? Qual a posição delas no mercado? Quem você conhece que pode ter alguma influência positiva e alertá-lo de novas oportunidades? É importante ter um bom relacionamento profissional, pois as indicações não garantem vagas, mas abrem oportunidades mais rapidamente. Tenha sempre bons contatos.
Imagem: você tem o hábito de comprar produtos em embalagens amassadas, rasgadas ou apresentando qualquer tipo de dano aparente? Acredito que como a grande maioria da população, você prefira os produtos intactos e que apresentem uma aparência mais conquistadora. A imagem do profissional representa boa parte do que ele é e pode oferecer? Crie o hábito de zelar por sua aparência, utilizando roupas adequadas aos ambientes em que você estiver presente. Saiba utilizar o tom de voz corretamente, bem como seus gestos. A forma com a qual você se veste, fala e se comporta pode abrir ou fechar portas, mesmo que você tenha um excelente currículo.
Automotivação: Você costuma ficar reclamando de suas dificuldades ou procura resolvê-las imediatamente? Aponta problemas ou apresenta soluções? Acredita em seu sucesso ou tem o hábito de justificar seu fracasso? Pessoas automotivadas superam os desafios com maior facilidade e aproveitam melhor as oportunidades.
Adaptabilidade: Você se adapta facilmente aos ambientes estressantes e com mudanças constantes? Profissionais diferenciados apresentam um índice de empregabilidade maior por serem mais flexíveis, demonstrando rapidez em suas adaptações às mudanças dos ambientes, independentemente da velocidade delas, mantendo ou até mesmo aumentando seus resultados.
Podemos perceber que para ampliar a empregabilidade não dependemos apenas de uma boa experiência profissional e titulação acadêmica, mas também de uma excelente análise estratégica do mercado que desejamos atuar. É preciso realizar uma análise de todas as situações que influenciam direta e indiretamente nossas vidas para que assim possamos direcionar nossos esforços e obter o sucesso profissional.
O trabalhador diferenciado se destaca já na fase de seu planejamento estratégico profissional, quando busca melhores oportunidades de mercado, realizando uma identificação e seleção criteriosa de todas as informações pessoais e de mercado, definindo seus objetivos e metas para que desta forma mantenha o foco no sucesso desejado. E então, como anda sua empregabilidade?
Provavelmente ao ler este título, você se depare que há havia esquecido as decisões tomadas no final do ano que terminou e que o dia a dia afastou as suas metas e planos para um segundo momento. Apresento texto extraido do site Diário da Saúde que aborda essas questões:
Segundo a pesquisa, liderada pelo psicólogo Richard Wiseman, da Universidade de Hertfordshire, a maioria das pessoas não consegue cumprir suas resoluções de ano novo por usar estratégias que não funcionam para tentar alcançar seus objetivos.
Mas mudar essas estratégias, optando por exemplo por dividir o objetivo final em uma série de pequenos objetivos e se dar uma recompensa a cada passo, aumenta as chances de sucesso, diz o estudo.
Planejamento
Wiseman disse que as técnicas mais bem-sucedidas tendem a ser aquelas onde a pessoa faz um plano e tenta ajudar a si própria no alcance do seu objetivo. Os pesquisadores que trabalharam com Wiseman perguntaram a 700 pessoas quais tinham sido suas estratégias para conseguir colocar em prática suas resoluções para o ano seguinte. Os tipos de resolução tomadas variavam entre perder peso, desistir de fumar, conseguir um diploma ou começar um relacionamento melhor.
Riscos da auto-ajuda
Entre as pessoas que falharam, 78% dos ouvidos, muitas haviam seguido conselhos de gurus de auto-ajuda. Esse grupo, para tentar alcançar seus objetivos, optou por reprimir desejos, fantasiar sobre o sucesso, adotar um modelo como referência ou simplesmente apostar em sua própria determinação. Segundo Wiseman, esse tipo de abordagem, frequentemente recomendada em literatura de auto-ajuda, não funciona e pode até ser danoso. “Se você está tentando perder peso, não basta colocar uma foto de uma modelo na porta da geladeira ou fantasiar sobre ser magro”, disse o psicólogo ao The Guardian. “E, muitas vezes, não conseguir realizar suas ambições é prejudicial porque pode privar as pessoas de seu sentido de autocontrole.”
Segredo do Sucesso
Aqueles que conseguiram colocar em prática suas resoluções, além de dividir o objetivo final em passos menores e dar a si próprios recompensas, usaram estratégias como compartilhar seus planos com amigos, focar a atenção nos benefícios alcançados e anotar seus progressos em um diário. As chances de sucesso para os que planejaram uma série de objetivos menores foram de 35%. Já entre os que adotaram as cinco estratégias acima, as probabilidades de sucesso aumentaram para 50%. Outras estratégias que ajudaram as pessoas a realizar seus planos foram tomar uma única resolução de cada vez e tratar recaídas ocasionais como escorregões momentâneos, concluiu o estudo.
Ontem recebemos a noticia da tragédia que se abateu sobre o Haiti. Não bastasse o desastre natural, junto estava D. Zilda Arns, médica pediátrica, que com sua habilidade para o bem, optou pelos pobres em detrimento dos consultórios decorados ricamente para atender crianças minadas. Com o composto multimistura, combateu a desnutrição infantil no Brasil e em muitos outros países. Hoje minha homenagem é para essa mulher, dedicando um texto atribuído a Madre Tereza de Calcutá. Muitas coisas em comum essas duas mulheres tiveram em vida.
Dê sempre o melhor
E o melhor virá…
Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas…
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro…
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros…
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo…
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra…
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja…
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã…
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante…
Dê o melhor de você assim mesmo.
E veja você que, no final das contas, é entre você e DEUS.
Nunca foi entre você e eles!
Sou um ser em busca de aperfeiçoamento constante, aberta à mudança. Estudei Administração na ESAG e conclui em 1982. Sou especialista auto-didata em comunicação e marketing e atualmente sou mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento, na UFSC. leia mais
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