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publicado em 19/12/2011 por Maria Augusta Orofino  

Amplie as suas possibilidades

diversityNão é nenhuma surpresa que nós, instintivamente, procuramos por pessoas que compartilham os nossos interesses. Mas fazendo isso, limitamos a gama de situações e pessoas a que estamos expostos. Para mudar essa condição, experimente três situações e diversifique a sua rede de contatos:

Revise sua agenda de conferências e eventos – compareça a pelo menos um congresso por ano em um campo que você tenha interesse, mas pouca experiência. Participe de eventos menores mas fora da sua localidade para expandir os contatos.

Converse com os solitários – em eventos sociais, não basta passar um tempo com seus amigos e colegas. Procure as pessoas que não se estão isoladas e sós e inicie uma conversa. Você poderá se surppreender. Mas respeite um eventual desconforto com o desconhecido.

Pesquise a diversidade. Reconecte-se com paixões que você pode ter ignorado porque não se encaixavam mais na sua vida. Ao fazer isso você vai encontrar pessoas distantes de suas experiências diárias que podem fornecer-lhe uma nova visão para a vida.

Compartilhe uma experiência em uma situação estranha. Observe diferentes maneiras de interagir com pessoas e recolha ideias sobre como poderia ajudar nesta situação. Procurar oportunidades para compartilhar esta experiência com seus amigos.

Encare seus diferentes eus – Cada um de nós tem muitos eus. Viva isso principalmente com estranhos em especial com os que são diferentes do seu público habitual, onde você poderá  projetar uma parte diferente de sua personalidade. Como você agirá de maneira diferente, os outros lhe apresentarão respostas que poderá lhe conduzir a novas direções.

Fonte: Harvard Business Review – http://migre.me/7d7HH

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Categoria: Empreendedorismo
Tags:idéias em movimento, Inovação, Sabedoria
publicado em 13/12/2011 por Maria Augusta Orofino  

Check tasks list ou como “desovar” tarefas.

VirtudesTer uma lista imensa de tarefas para executar pode ser devastador. Se você estiver na correria, com muitas coisas simultâneas para executar, experimente o seguinte

1 – Coloque tudo no papel (ou em um documento de word). Junte tudo em uma única lista. Tanto atividades pessoais como as profissionais. Determine o grau de prioridade, separe as mais fáceis de executar das mais complexas. Determine a data que tem que estar concluída.

2 – Faça as atividades mais fáceis de tirar da lista. Despensa algo como 15 minutes realizando-as. Foque na velocidade: faça rapidamente as chamadas por telefone, responde os emails óbvios, limpe a caixa de entrada do seu computador. Tire o máximo de tarefas ágeis desta lista o quanto você puder.

3 – Realize aquelas que sejam prioritárias e cujo resultado será animador. Para isso, desligue o telefone, feche as janelas das redes sociais, se concentre absurdamente nesta atividade até concluí-la

4 – Faça uma pausa. A cada 45 minutos concentrados, pare por 5 minutos, caminhe um pouco, beba água e cruze o olhar com algumas redes sociais. Tuite rapidamente. Em seguida retorne para a etapa três.

Fonte: Adaptação livre de HBR OnPoint Collection – Guide to Managing Stress by Gill Corkindale, Judith Ross, Tony Schwartz, Catherine McCarthy, Stewart D. Friedman, Peter Bregman, Amy Gallo, Alexandra Samuel, John Baldoni, Linda Steinberg, Ron Ashkenas, Rosabeth Moss Kanter, Vickie Elmer – Source: Harvard Business Review
62 pages.  Publication date: May 31, 2011.

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Categoria: Empreendedorismo
Tags:Check list, Felicidade, Procrastinação
publicado em 22/11/2011 por Maria Augusta Orofino  

Open Innovation Seminar 2011

Logo OIS 2011Fui convidada para apresentar um mini curso sobre design thinking dentro do Open Innovation Seminar 2011, que acontece nos dias 23 a 25 de novembro em São Paulo.

O Open Innovation Seminar é o primeiro seminário latino-americano dedicado exclusivamente ao tema. O evento visa disseminar as práticas de inovação aberta no Brasil e no mundo, conectar as pessoas que participam do processo de inovação visando a formação de redes e parcerias e fomentar o compartilhamento de informações no contexto de uma comunidade de prática em open innovation.

A proposta para o IV Open Innovation Seminar é propiciar um momento para que as empresas praticantes da inovação aberta possam desenvolver ou alavancar sua rede de inovação e dar visibilidade aos seus projetos  no tema.

CONECTAR empresas, academia e governo a projetos e redes de inovação colaborativa.

ALAVANCAR redes de inovação, parcerias e acordos de cooperação em diversos níveis. 

EXPLORAR práticas e resultados de inovação aberta no Brasil e no mundo.

CONSOLIDAR comunidades de prática de inovação aberta no Brasil

Este ano o tema do evento será  “Crescimento sustentável apoiado em redes de inovação: uma agenda para o Brasil”. O evento será realizado pelo Centro de Open Innovation em parceria com o Centro de Referência em Inovação – CRI, da Fundação Dom Cabral, e contará com a contribuição de representantes renomados de empresas, universidades e governo. 

Leia a seguir o depoimento de Henry Chesbrough, autor que cunhou o termo Open Innovation, apresentando alguns motivos para participar do Open Innovation Seminar 2011: Aprender sobre as práticas da inovação aberta no país e no mundo – “Este ano, o OIS cresceu para se tornar um seminário de referência internacional. Isso mostra o crescimento pelo interesse por inovação aberta no Brasil e o crescente uso dos conceitos de inovação aberta em muitas empresas brasileiras. Haverá várias sessões com exemplos brasileiros de inovação aberta e eu espero aprender muito ouvindo essas pessoas”. Henry Chesbrough, Faculty Director, Garwood Center for Corporate Innovation, Haas School of Business.

Informações adicionais podem ser obtidas no site do evento www.openinnovationseminar.com.br

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Categoria: Inovação
Tags:Henry Chesbrough, Open Innovation
publicado em 21/11/2011 por Maria Augusta Orofino  

Inteligência Competitiva e Processo Decisório

Foto de Tarcísio Mattos

Foto de Tarcísio Mattos

Por inteligência competitiva entende-se o produto de informações comerciais que foram analisadas e interpretadas e que está ancorada em dados passados e presentes para antecipar o futuro, a fim de conduzir e orientar as decisões nas empresas. Informações sobre mercados, oportunidades e concorrentes estão geralmente disponíveis a partir de uma variedade de fontes.  O processo de IC consiste em descobrir e buscar dados importantes, a partir de fontes públicas ou dentro da própria organização. E é a utilização dessas fontes que podem ser intencionais ou ocasionais que apoiarão a tomada de decisão no ambiente organizacional, tanto a nível estratégico como operacional. 

Este processo diz respeito ao conjunto de capacidades próprias mobilizáveis por uma entidade lucrativa, com o fim de assegurar o acesso, a captura, interpretação e preparo da informação e conhecimento com alto valor agregado para apoiar os processos de tomada de decisão requerida para realizar a sua estratégia. A efetiva informação é obtida através da acumulação e manipulação de pequenas peças de informação combinadas com intuição e tomada de decisão. 

Qualquer decisão relevante é feita com base em determinadas premissas e a inteligência competitiva pode ajudar a formular novas estratégias a partir da análise de negócios estratégicos desde que observado os seguintes atributos:

  • precisão: todas as fontes e os dados devem ser avaliados sobre a possibilidade de erro técnico ou equívoco;
  • objetividade: resultado de observação imparcial, independente das preferências individuais.
  • usabilidade:  facilidade de compreensão e aplicação imediata;
  • relevância:  aplicável às necessidades e circunstâncias de quem decide;
  • disponibilidade: sensibilidade às necessidades de informação existente e contingenciais a todos os decisores em todos os níveis da organização;
  • atualidade – entrega do conteúdo quando ainda é atual e atenda às necessidades explicitas de quem toma a decisão.

Pode-se classificar o processo de inteligência competitiva em cinco fases: a) planejamento e foco – definição dos objetivos, recursos necessários e metas relacionadas ao projeto de inteligência competitiva. b) coleta – busca dos dados em diferentes fontes e formas de aquisição. c) análise – criação da inteligência, com base na conversão da informação em inteligência utilizável para dar suporte às decisões estratégicas e táticas; d) comunicação – compartilhamento dos resultados em todos os níveis organizacionais envolvidos no processo; e) decisão – realização do processo decisório. 

Os benefícios provenientes do processo de inteligência competitiva para uma empresa como suporte às decisões estratégicas podem ser a antecipação do movimento da concorrência, a identificação de tecnologias emergentes, redução de custos através da melhoria dos processos operacionais, o suporte aos processos de fusão e aquisição, aprimoramento das atividades comerciais e de marketing, suporte na elaboração de cenários futuros, aperfeiçoamento do plano de custos com a revisão de fornecedores mais competitivos, ampliação de mercado e captação de novos clientes.  

Um sistema de Inteligência Competitiva bem concebido, com técnicas analíticas e implantado produzirá uma variedade de vantagens estratégicas permitindo o gerenciamento de informações críticas de negócios para facilitar o processo de tomada de decisão e ajudar a garantir a sobrevivência da organização em um mundo competitivo, visando à redução de incertezas.  Pesquisadores consideram que a inteligência competitiva é um processo de micro-aprendizagem organizacional que envolve a transformação de pedaços aparentemente díspares de dados e informações para dar sentido à criação de conhecimento e suporte ao processo decisório, com uma visão organizacional única, em um ambiente em constante evolução, complexo e de infinitas dificuldades e possibilidades.  

As mudanças recentes observadas na tecnologia da informação têm criado uma vantagem competitiva, dando às empresas novas possibilidades de superar seus concorrentes. Ela permeia a cadeia de valor da empresa em todos os pontos através do uso da informação, que deve ser processada para agregar valor à inteligência competitiva.  Ao contrário dos modelos tradicionais de produção, atualmente as empresas se esforçam para desenvolver modelos de negócio personalizados para atender às demandas dos clientes em constante mudança. A informação e o conhecimento passam a ser a base da vantagem competitiva, contribuindo para aumentar as receitas, diminuir custos e atender às demandas dos clientes. 

O ciclo do processo de inteligência competitiva finaliza quando a informação é validada e analisada, no formato e tempo adequados, e entregue ao responsável pela tomada de decisão. Assim sendo, para uma organização que já tenha uma área de inteligência competitiva consolidada, os processos internos serão constantemente avaliados e remodelados sob a influência dos fatores externos, que interferiram no processo de tomada de decisão.

(1) Referência: Cândido, M. et all. Inteligência competitiva e processo decisório: uma revisão da literatura entre 2000 e 2010. Artigo original publicado no evento KM Brasil 2010, Gramado, RS.

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Categoria: Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva
Tags:conhecimento, Inteligência Competitiva
publicado em 10/11/2011 por Maria Augusta Orofino  

Rio Business Innovation

rioO Estado do Rio de Janeiro vive um período rico em oportunidades em decorrência dos fluxos de investimento atraídos pelo pré-sal, pelas olimpíadas, pela copa do mundo, Rio +20, pelo crescimento das indústrias criativas, entre outras iniciativas. A questão é saber se sua empresa está preparada para aproveitar os esses bons ventos.

Para discutir esse assunto, foi criado o Fórum  Rio Business Innovation. Um ambiente  onde empresários, investidores e empreendedores encontrarão as oportunidades abertas pelas mudanças em curso na economia fluminense com repercussões em todo o Brasil. Será também um momento para conhecer a fundo e discutir os temas de negócio que mobilizam o Rio de Janeiro, além de conhecer na prática como inovar ou renovar seu modelo de negócios através da metodologia Business Model Generation com quem a inventou – Alexander Osterwalder. Em um mundo onde a tecnologia iguala as empresas, o modelo de negócio faz a diferença.

O Rio Business Innovation, acontecerá no auditório da Fundação Getúlio Vargas nos dias 28 e 29 de novembro de 2011, em Botafogo.

alex rioO evento inicia no dia 28/11 com uma máster class proferida por Alex Osterwalder, autor do best seller Business Model Generation que aborda um método de modelagem de negócios inovadores já adotado por empresas como 3M, Ericsson, IBM, Telenor, Capgemini, Deloitte, Logica, Governo do Canadá, entre outras empresas mundiais.

No dia 29/11 será apresentado um Panorama de Oportunidades de Negócio decorrentes dos eventos econômicos e culturais atualmente em curso no Estado do Rio de Janeiro: Copa, Olimpíadas, Pré-sal, Rio +20, entre outros.

O objetivo central do evento é prover um ferramental analítico que possa ser aplicado por empreendedores para aproveitar as potenciais oportunidades de negócio em curso no estado do Rio de Janeiro com repercussões em todo o Brasil. Pretende ainda evidenciar se as empresas possuem modelos de negócios inovadores para aproveitar tais oportunidades.  Mais informações podem ser obtidas no site do evento  http://www.riobusinessinnovation.com. As vagas são LIMITADAS.

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Categoria: Inovação, Modelo de Negócio
Tags:alex osterwalder, Modelo de Negócio, Rio Business Innovation
publicado em 27/10/2011 por Maria Augusta Orofino  

Inteligência Competitiva e KITs

por Adrian Alvarez (*)

Fonte da publicação: MetaAnálise

damian-ortega-cosmic-thingA determinação clara dos KITs (Key Intelligence Topics) ou tópicos chave de inteligência é fundamental no sucesso de uma iniciativa de inteligência competitiva. É fundamental porque uma boa determinação de KITs aumenta a probabilidade de uso da inteligência produzida. Afinal, acredito que a maioria dos leitores já viu alguma vez a inteligência ficar sem uso em alguma prateleira. Portanto, essa definição é uma das maiores preocupações dos executivos da área.

Mas, o que são os KITs?

Os KITs são, segundo Jan Herring (o pai dos KITs na inteligência competitiva nas empresas), uma expressão da necessidades de Inteligência pelo corpo gestor, melhor definida por sua intenção de aplicação nos negócios.

Ou seja, os KITs são a inteligência que os gestores precisam para agir de maneira bem sucedida no mercado. Conceito atrativo, né?

Que tipos de KITs existem?

Basicamente, segundo Herring, existem três tipos de KITs:

Decisões estratégicas ou operacionais: A maioria dos KITs são para suportar as decisões operacionais ou estratégicas. Essas decisões podem ser,  por exemplo, a reação que podem ter clientes ou concorrentes sobre uma baixa de preço ou a introdução de um produto novo.

Inteligência sobre Players: Perfis de concorrentes, clientes e fornecedores são bastante comuns nas empresas. Como exemplos deste tipo de KITs podemos mencionar as estratégias futuras ou análises de quatro cantos.

Alerta antecipado: São acontecimentos que afetarão a empresa. Eles podem ser ameaças ou oportunidades (mas é mais provável que os departamentos de inteligência se foquem nas ameaças, porque são adversos ao risco) e podem ser concorrenciais, como, por exemplo, entrada de novos concorrentes ou forças competitivas, como uma regulação do mercado no qual atua a empresa.

Com esses três tipos de KITs se cobrem todas as possibilidades de uso de inteligência competitiva.

Por que é importante para o sucesso da IC a determinação dos KITs?

As razoes, também segundo Herring, são múltiplas:

1) Mostram para o gestor que compreendemos os objetivos que eles querem alcançar
2) Guiam e organizam o processo de inteligência para chegar aos objetivos dos gestores
3) Evitam custos e despesas desnecessárias que não servem para atingir o objetivo
4) Permitem fornecer inteligência acionável focada no que importa para o gestor
5) Aumentam a probabilidade de uso da inteligência por parte dos gestores, já que  a inteligência está focada nas suas necessidades específicas

Acredito que as razões acima mencionadas são suficientes para comprovar a afirmação do título do artigo. Afinal, se a área de inteligência estiver alinhada com as necessidades dos gestores, será com certeza bem sucedida.

De fato o uso da inteligência fornecida na tomada de decisões é um fator crítico na mensuração do sucesso de uma área de IC, pois quer dizer que ela já tem um lugar na mesa das decisões e é a amostra de um departamento amadurado.

(*)Adrian Alvarez é Founding Partner da Midas Consulting, consultoria focada em Inteligência Competitiva, análise estratégica, tirada de pontos cegos e jogos de guerra com atuação em toda a América Latina. Além disso, Adrian é membro do board da SCIP (Society of Competitive Intelligence Professionals), sendo o sexto não estadunidense nos mais de 25 anos da SCIP em ocupar essa posição. Acesse o  Blog do Adrian  

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Categoria: Inteligência Competitiva
Tags:Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva
publicado em 10/10/2011 por Maria Augusta Orofino  

Prá inicio de conversa, opte por modelos de negócios

Deixar de explorar modelos de negócios alternativos antes de escolher uma direção é assumir um grande risco de ancorar-se um modelo de negócio inapropriado, medíocre, ou mesmo ruim. Neste video, Alex Osterwalder apresenta uma nova e pragmática para mapear, analisar, projetar e reinventar o seu modelo de negócios ou para encontrar os modelos certos para novos produtos e serviços. Ele discute exemplos marcantes do design e inovação em modelos de negócios da Nespresso, SunEdison, Nintendo Wii, iPod Apple / iTunes, e muito mais.

Esta palestra foi apresentada na empresa GOOGLE em 22/2/2011, em Mountain View – EUA sobre o livro Modelos de Negócios Inovadores. Este livro no Brasil foi editado pela AltaBooks. Acesse o site e obtenha um capítulo de amostra.

Alex Osterwalder estará no Brasil, no Fórum Rio Business Innovation, no dia 28/11/2011. Participe. As vagas são limitadas.

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Categoria: Design, Inovação, Modelo de Negócio
Tags:alex osterwalder, Inovação, Modelo de Negócio, Rio Business Innovation
publicado em 10/10/2011 por Maria Augusta Orofino  

Fórum Rio Business Innovation

cristoO Estado do Rio de Janeiro vive um período rico em oportunidades em decorrência dos fluxos de investimento atraídos pelo pré-sal, pelas olimpíadas, pela copa do mundo, Rio +20, pelo crescimento das indústrias criativas, entre outras iniciativas. A questão é saber se sua empresa está preparada para aproveitar os esses bons ventos.

Para discutir esse assunto, foi criado o Fórum  Rio Business Innovation. Um ambiente  onde empresários, investidores e empreendedores encontrarão as oportunidades abertas pelas mudanças em curso na economia fluminense com repercussões em todo o Brasil. Será também um momento para conhecer a fundo e discutir os temas de negócio que mobilizam o Rio de Janeiro, além de conhecer na prática como inovar ou renovar seu modelo de negócios através da metodologia Business Model Generation com quem a inventou – Alexander Osterwalder. Em um mundo onde a tecnologia iguala as empresas, o modelo de negócio faz a diferença.

O Rio Business Innovation, acontecerá no auditório da Fundação Getúlio Vargas nos dias 28 e 29 de novembro de 2011, em Botafogo.

livro alexO evento inicia no dia 28/11 com uma máster class proferida por Alex Osterwalder, autor do best seller Business Model Generation que aborda um método de modelagem de negócios inovadores já adotado por empresas como 3M, Ericsson, IBM, Telenor, Capgemini, Deloitte, Logica, Governo do Canadá, entre outras empresas mundiais.

No dia 29/11 será apresentado um Panorama de Oportunidades de Negócio decorrentes dos eventos econômicos e culturais atualmente em curso no Estado do Rio de Janeiro: Copa, Olimpíadas, Pré-sal, Rio +20, entre outros.

O objetivo central do evento é prover um ferramental analítico que possa ser aplicado por empreendedores para aproveitar as potenciais oportunidades de negócio em curso no estado do Rio de Janeiro com repercussões em todo o Brasil. Pretende ainda evidenciar se as empresas possuem modelos de negócios inovadores para aproveitar tais oportunidades.  Mais informações podem ser obtidas no site do evento  http://www.riobusinessinnovation.tangu.com.br/. As vagas são LIMITADAS.

 

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Categoria: Modelo de Negócio
publicado em 7/10/2011 por Maria Augusta Orofino  

Inovação na prática + design thinking

Iniciei a realização de alguns workshops sobre inovação na prática a partir da abordagem do design thinking em decorrencia de uma conversa que tive com Mauricio Manhães, após o término do nosso mestrado no programa de engenharia e gestão do conhecimento na Universidade Federal de Santa Catarina. Era para ser algo em uma versão Beta, enquanto a gente não definia os próximos passos. Isso acabou se constituindo em uma nova atividade profisssional prá mim e hoje tenho pautado a minha atuação com base nisso, revertendo em consultoria também em modelos de negócio a partir da proposta apresentada por Alex Osterwalder.

O workshoop Inovação na prática + design thinking trata da utilização da lógica do design como forma prática de buscar a inovação, apoiado no conceito de “aprender fazendo”, com o objetivo final de habilitar aos participantes a replicar a experiência em suas situações específicas.

Pensar como um designer pensaria é uma rápida tradução do termo ―design thinking.  É uma técnica utilizada pelas empresas que continuamente redesenham seus negócios visando avançar no processo de inovação e eficiência como uma vantagem competitiva.

Significa olhar para alguma coisa que não esteja na cena, deslocando o olhar do cenário convencional para vislumbrar cenários futuros. Um processo exploratório que pode conduzir a descobertas inesperadas e inovadoras ao longo da sua trajetória, além de identificar novas oportunidades em seus negócios através da compreensão dos desejos das pessoas, gerando valor.

Ilustro esse conceito com uma animação da RSA, sobre o livro De onde vem as boas ideias, de autoria de Steven Johnson, onde o autor explora um pouco os conceitos básicos que apresentamos no workshop. Porém, melhor que esta apresentação, só mesmo participando do workshop. Olhe o video e depois confira a agenda abaixo.

AGENDA:

Workshop Inovação na prática + Design thinking
Dias 21 e 22/10/2011
Onde: Univali Ilha – SC 401 – Florianópolis – SC
Informações: www.innovaservice.com.br

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Categoria: Design, Inovação
Tags:alex osterwalder, design thinking, Inovação, Steven Johnson
publicado em 6/10/2011 por Maria Augusta Orofino  

As lições de uma vida

steve jobsQuando resolvi mudar minha vida profissional em 1989, um dos pontos que me me estimularam para tal, foi quando conheci o Macintosh. Eu já gostava dos velhos e imensos “mainframe” da IBM que existiam nas grandes corporações. Sempre que possível eu procurar aprender a como usar aquela ferramenta para meu uso no trabalho. Mas praticamente era impossível, porque eu trabalhava em uma área de recursos humanos e não era área prioritária para uso de computadores. Os computadores pessoais estavam começando a surgir no mundo pela mão de Steve Jobs, mas isso eu nem fazia idéia.

Por ser mais acessível, comprei um PC com o velho sistema DOS e uma tela verde horrorosa. Em 1992 tomei conhecimento do primeiro sistema Windows e desde então fiquei na linha PC. Era prático, ágil e mais barato, de acordo com a minha realidade. O tempo passou, casei, tive uma filha que optou na profissão pela área de publicidade e que fatalmente caiu na linha Apple de produtos. Não vou esquecer quando dei a ela o primeiro MacBook e a sensação de abrir aquela caixa, de ver as interfaces, o design das peças e simplicidade do uso. Antes ela já havia recebido um iPod. Mas o MacBook foi surpreendente. Por meio da Marina, a Apple entrou na minha vida.

Fecha pano, abre pano, neste ano após terminar meu mestrado, comecei a exercitar o que havia aprendido por meio de workshops para repassar os conceitos de inovação e design thinking juntamente com o colega Mauricio Manhães. Foi outra entrada de Jobs na minha vida. Por meio de Mauricio, comecei a desvendar como Jobs pensava o design, pensava inovação e como ele usava a variação cega e a retenção seletiva na busca da inovação (se quiser saber mais, acesse o blog www.innovaservice.com.br que tem muita coisa sobre esse tema).

Meu objetivo hoje é apenas externalizar o que sinto! Registrar pessoas das quais nunca tivemos oportunidade de conhecer mas que por qualquer razão mudam a nossa vida. Steve Jobs é uma delas. Hoje o mundo registra em todos os cantos esse feito, narrativas são construidas, realizações são enaltecidos.Eu apenas estou sentindo. E percebendo o que devo aprender com Steve Jobs a viver cada dia melhor, ouvindo o meu coração.  Fica aqui a minha homenagem a esse homem que mudou a minha forma de ver a vida.

Nota:  Esta imagem genial tem circulado na internet em homenagem a Steve Jobs. O autor é Jonathan Mak, estudante de 19 anos da Escola de Design da Universidade Politécnica de Hong Kon. Mais informações acesse  http://folha.com/no986075

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Categoria: Gerenciamento de projetos
Tags:Steve Jobs
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Quem é Maria Augusta Orofino

Sou um ser em busca de aperfeiçoamento constante, aberta à mudança. Mestre em Engenharia e Gestão do Conhecimento - UFSC. Consultora organizacional em desenvolvimento de modelos de negócios e design thinking.leia mais

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