Protagonismo Profissional

Protagonismo profissional e a construção de novos relacionamentos nas empresas

Já pensou como seria assumir o controle da sua carreira, guiando suas decisões da forma que achar melhor para o seu futuro? Se esse é o seu sonho, então se prepare porque é possível torná-lo realidade. Neste artigo, vamos mostrar como o protagonismo profissional pode alavancar sua vida e ajudar você a chegar mais longe. 

Ser protagonista da própria carreira significa assumir o papel principal na sua vida profissional. Sem terceirizar para as lideranças ou empresas, a responsabilidade sobre as suas ações. 

É claro que não é possível agir totalmente sozinho/a. Por isso, é importante reforçar que não se trata de achar que você é capaz de fazer qualquer coisa, a qualquer momento. Qualquer profissional que trabalhe dentro de uma organização, com uma equipe e relacionamentos comerciais está à mercê das decisões de outras pessoas também. 

Mas é possível se responsabilizar pelas próprias escolhas e desenvolver algumas habilidades que ajudarão você a se destacar no mercado. 

A seguir, você entenderá melhor o que significa protagonismo profissional, como desenvolver essa habilidade e como lidar com protagonistas na sua equipe sem que isso se torne um desafio da liderança

O que é protagonismo profissional?

Você com certeza já se encantou pelo protagonista de algum livro, filme ou série. Estamos falando daquele personagem que está no centro da história, a partir do qual todo o enredo se desenvolve. Essa figura costuma atrair toda a atenção dos espectadores e, para bem ou para mal, fica marcada em nossa memória. No mercado de trabalho não é tão diferente. 

Estamos tratando de um cenário real, mas é possível fazer alguns paralelos. Pense, por exemplo, em figuras que marcaram positivamente sua vida profissional. É provável que elas fossem as protagonistas.

De forma resumida, podemos dizer que ter protagonismo profissional significa assumir responsabilidade pela evolução da sua carreira. Trata-se de ter iniciativa e buscar os melhores caminhos para chegar onde se deseja. 

Quais são as características de um protagonista?

Assumir responsabilidade pela própria carreira exige algumas outras habilidades. Não é fácil, do dia para a noite, decidir que você fará uma mudança radical no seu perfil profissional. 

Algumas pessoas já possuem características que as beneficiam, mas nem todas. Por isso, é importante entender quais são as soft skills envolvidas nesse processo. 

Capacidade de liderança

A primeira coisa que vem à mente quando falamos de profissionais protagonistas é em líderes. Não necessariamente os protagonistas assumem cargos de gestão, mas o perfil de liderança vai muito além da sua função na empresa. 

Ter iniciativa e proatividade são formas de desenvolver suas habilidades de líder do futuro. Ao mesmo tempo, é importante saber dialogar com a equipe e motivar aqueles ao seu redor. Ser protagonista não significa que você trabalhará só. 

Hoje em dia, a colaboração é uma das habilidades mais exigidas no mercado e exercitar suas capacidades enquanto líder também passa por isso. 

Inteligência emocional

Outra habilidade necessária para o futuro do trabalho é a inteligência emocional. O termo já dominou o mundo corporativo, mas você sabe o que isso realmente significa? Trata-se da capacidade de lidar com as suas emoções em contextos complexos. 

Saber encarar desafios sem desespero, conseguindo enxergar o todo da situação, por exemplo, é uma forma de inteligência emocional. Isso não significa, é claro, reprimir seus sentimentos. Mas saber lidar com eles e encarar as dificuldades faz de você um profissional destacado.

Atualização constante

Ser protagonista também exige conhecer de perto o mercado e ter segurança na tomada de decisões. Para isso, você precisa estar sempre se atualizando com cursos, workshops, livros, podcasts e o que mais for relevante para a sua área. 

Aliás, você não precisa estudar apenas aquilo que se aplica ao seu trabalho imediato. Entender o funcionamento da empresa e as atribuições de outros times também ajudará na hora de assumir o protagonismo. Tendo uma boa visão do todo, você pode colaborar com outros profissionais e demonstrar ser uma pessoa interessada e proativa. 

Mesmo que você acredite saber tudo sobre um assunto, não desconsidere a oportunidade de aprender mais. Ainda que o conteúdo abordado seja similar ao que você já conhece, pode ser que a abordagem seja diferente ou mais atualizada, por exemplo. 

Responsabilidade com os erros

Assumir protagonismo exige também responsabilidade para encarar os erros. Afinal, ninguém gosta daquela pessoa que quer o reconhecimento apenas quando as coisas dão certo. 

Tomar o controle da sua carreira significa assumir seu papel nas falhas que ocorrerem. Seja na sua jornada profissional ou em algum projeto em que você estava trabalhando. 

Não estamos falando de se martirizar e deixar isso abalar todo o seu trabalho. Mas de entender o que poderia ter sido feito diferente. Também não se trata de apenas lamentar. É preciso descobrir o que deu errado, por quê e o que pode ser feito para corrigir e aprender a partir da experiência vivida. 

Como assumir protagonismo da própria carreira?

Como você viu, todas essas habilidades são fundamentais para quem deseja conquistar o protagonismo profissional. No entanto, fazer essa transformação cultural exige tempo e dedicação. Por isso, listamos algumas dicas que você pode seguir para dar esse passo. 

Trace objetivos 

Em primeiro lugar, você precisa entender onde quer chegar com a sua carreira. Ser protagonista não é a mesma coisa que fazer tudo, o tempo todo. Você tem que entender quais são os projetos mais relevantes para os seus objetivos. 

Para isso, faça um planejamento pessoal. Pergunte-se onde quer chegar e como quer ser reconhecido pelos outros. Assim, você terá mais clareza do caminho que precisa percorrer e de quais ações vem em seguida. 

Invista em capacitação

Com seus objetivos em mãos, você conseguirá entender quais habilidades precisa desenvolver para alcançá-los. Analise suas características profissionais hoje e veja quais conhecimentos você ainda precisa adquirir. 

Depois disso, invista em capacitação. Como você viu, estar em constante atualização é uma das principais habilidades de um profissional destacado. Então, coloque a educação no centro do seu desenvolvimento e, acredite, você não precisa fazer isso sozinho/a para ser protagonista. 

Saiba reconhecer quando precisa de ajuda. Mentorias, consultorias de carreira, cursos e workshops são excelentes opções para trabalhar em cima das habilidades que você precisa. E considere todas as opções disponíveis de forma online e gratuita. São muitas as possibilidades. 

Coloque-se à disposição para colaborar

Ter proatividade e oferecer ajuda são características fundamentais do protagonismo profissional. Por isso, engaje-se nas atividades do seu time e coloque-se à disposição para ajudar os demais. 

Hoje, muitas empresas criam grupos com membros de diversas equipes para atuarem juntos em uma pauta ou desafio específico. Se a sua ainda não tem algo parecido, considere criar ou sugerir para os colegas. Essa é uma forma de se destacar, não apenas na sua função, mas como alguém que se interessa e presta atenção. 

Como as empresas podem estimular o protagonismo profissional?

Cada vez mais empresas buscam profissionais protagonistas, proativos e criativos. Afinal, essas habilidades são chave para negócios que desejam sobreviver à transformação digital. O problema é que nem todas estão preparadas para lidar com profissionais proativos. Estruturas e hierarquias muito rígidas, por exemplo, afastam esses colaboradores. 

Ao mesmo tempo, muitos líderes afirmam procurar por protagonistas. Porém, na prática, não aceitam que sua “autoridade” seja contestada ou que esses profissionais se destaquem mais do que eles mesmos. Ou seja, trata-se de um problema cultural que exige mudanças em todos os níveis da organização. 

É preciso que a empresa desenvolva uma cultura da inovação, incentivando atributos como a colaboração, a responsabilidade e a inteligência emocional. Além disso, investir em educação corporativa pode ajudar. Com treinamentos adequados, os profissionais refletirão sobre suas próprias ações, dentro e fora da empresa, e sobre como podem melhorar. 

Nosso workshop sobre Accountability e Protagonismo, por exemplo, apresenta alguns conceitos e práticas que sua equipe pode adotar para estimular essas características. Saiba como funciona e entre em contato para agendar! 

 

Smart

Smart Business: um novo olhar para o futuro das empresas

Ming Zeng, que além de professor de negócios e pesquisador acadêmico também tem no seu currículo o cargo de estrategista chefe do Alibaba, é quem trouxe fortemente ao mercado o conceito de smart business. Para ele, o significado de smart business está atrelado com a utilização de tecnologias de machine learning que, por sua vez, atuam coletando dados de suas redes de participantes seguindo o comportamento do consumidor e, com isso, atendendo preferências personalizadas automaticamente.

Além disso, Zeng complementa que um smart business é capaz de possibilitar a reconfiguração de uma cadeia de valor, alcançando tempo, escala e customização, a partir da união da coordenação de rede e da inteligência de dados. E por que precisamos discutir sobre isso? Como o especialista nos alerta, smart business é o que estará no futuro dos negócios e dominará a próxima década.

Smart business e o futuro dos negócios

Em seu artigo “Alibaba e o futuro dos negócios”, somos apresentados ao Alibaba, um varejista que está longe de ser aquilo que conhecemos como tradicional. Afinal, não há um abastecimento e, até mesmo, um estoque próprio. Os serviços de logística também são terceirizados. Então, qual é a visão que permite uma jornada de sucesso deste negócio? O ponto de partida está no desenvolvimento de um ecossistema de comércio eletrônico aberto.

E é aqui que entra o potencial inovador do Alibaba e que está relacionado com smart business e o futuro dos negócios. A construção de um ecossistema. Ou seja, uma comunidade que reúne organismos, como empresas e consumidores variados, que podem interagir entre si e com o meio ambiente no qual estão inseridos. Sendo assim, os esforços do Alibaba estavam concentrados em assegurar, por meio da plataforma, recursos ou acesso aos recursos, que negócios online deveriam ter e, dessa forma, dar suporte e apoio ao desenvolvimento e evolução do ecossistema.

No começo, o ecossistema consistia em uma relação simples, conectando duas partes interessadas, compradores e vendedores. No entanto, as possibilidades que a tecnologia passava a fornecer ampliaram o potencial dos negócios. A expansão do ecossistema para que fosse possível receber as inovações acabaram impactando no apoio para criar novos tipos de negócios on-line.

Sendo assim, mais do que comércio online, estamos tratando da junção de várias partes relacionadas com o varejo que são coordenadas on-line.

O que são os smart business?

Mas, então, o que são realmente os smart business? É quando os participantes que buscam um objetivo comercial em comum são coordenados on-line em rede e usam machine learning para alavancar dados eficientemente. Com as decisões operacionais suportadas pelo conhecimento das máquinas, as empresas podem se inserir no mercado de acordo com as mudanças dos seus setores e as próprias preferências dos clientes.

Para isso, é preciso abastecer o machine learning com dados e poder de computação. Quanto mais interações e dados, melhor será. Mais do que uma inovação tecnológica, o machine learning é o que transformará a maneira como se conduz os negócios, com as tomadas de decisão baseadas em resultados algorítmicos, automatizando decisões operacionais.

C2B: a nova equação customer to business

Ming Zeng, ao falar sobre smart business, traz também uma questão importante sobre como o digital está influenciando na equação entre consumidor e empresa. Siglas como B2C (business to consumer) e B2B (business to business) já fazem parte do vocabulário dos negócios. Porém, a partir do impacto do digital nos negócios, a proposta é inverter o B2C, dando origem ao C2B, ou, customer to business.

Se a mentalidade C2B vira de cabeça para baixo, conceitos tradicionais de “empresa para consumidor”, muito está ligado com as decisões de negócios orientadas pelo machine learning alimentado por ciclos de feedbacks, ou seja, a essência do conceito de smart business. Dessa maneira, as decisões passam a ser ditadas pelos consumidores. O que traz uma enorme vantagem competitiva, possibilitando a interação com grandes clientes em tempo real.

Uma evolução para o C2B envolve plataformas e ferramentas tecnológicas, como a automação de marketing, CRM e outras plataformas de comércio digital. Para ter um modelo C2B em um “loop fechado e verdadeiro”, é preciso mover a operação para o on-line e digitalizar o trabalho humano.

Certamente há obstáculos que precisam ser superados para que haja uma transição para o C2B e para atingir o nível desejado de personalização. É preciso ir atrás de conhecimento e aprendizado prático. Além disso, é importante considerar o desenvolvimento e fabricação de produtos contando com a participação ativa dos clientes. Isso também faz parte da transformação digital. Entendendo qual a melhor maneira de orientar o marketing sob demanda e como construir um acesso direto aos clientes, evoluindo para uma comunidade online. Com isso, se dá o início do processo de engajamento para o desenvolvimento do produto junto ao cliente.

Para adotar uma abordagem C2B, o grande conselho de Ming Zeng está em mover o máximo possível das etapas da cadeia de suprimentos para o on-line. Ressaltando que mais do que produtos e serviços customizados, o C2B tem raízes no próprio significado de negócio. Os modelos C2B traduzem, praticamente, o que são os smart business.

O modelo de negócio proposto dentro do smart business é, certamente, o inverso do que são os negócios tradicionais. O modelo C2B faz com que a inovação constante seja um pré-requisito para o sucesso. A vantagem está em que, com a era da internet, estabelecer relacionamentos diretos e em grande número com custo baixo e simultaneamente se tornou uma realidade.

Por isso, a interação é um importante meio para entender necessidade potenciais e trazer clareza para as demandas, em um processo contínuo de evolução. Quer saber mais sobre como se dá essa evolução e a relevância dos novos modelos de negócio? Deixe sua opinião nos comentários.

 

Trabalho Híbrido

Modelo de trabalho híbrido: entenda o que é e como implementar

De uma semana para outra, a maioria dos trabalhadores ao redor do mundo saíram dos escritórios onde passavam de 8 a 10 horas de seus dias para trabalharem a partir de suas casas. Com isso, o formato de trabalho tradicional passou por adaptações, fator que impulsionou o modelo de trabalho híbrido como uma forte tendência no mercado corporativo

O fenômeno foi tão interessante e, de certa forma revolucionário, que os espaços dentro de casa ganharam importância e significados totalmente diferentes. A sala de estar passou a ser parte escritório, parte lazer; já o quarto foi dividido entre espaço de descanso e espaço de trabalho. Ambientes de trabalho, como espaços de coworkings tornaram-se alternativas para flexibilização da jornada de trabalho. 

Praticamente todas as estruturas e modelos de trabalho, dos mais inovadores aos mais tradicionais, construídos e testados ao longo de décadas, foram desafiados.  E todas essas mudanças trouxeram reflexões sobre o futuro do trabalho: qual a melhor forma de seguir trabalhando? No formato presencial, totalmente remoto ou híbrido? Qual formato funciona para cada empresa? 

Uma pesquisa divulgada no Harvard Business Review, mostrou que durante o período de home office houve um aumento de foco e produtividade em 6% comparado ao modelo presencial, em empresas como a Microsoft, por exemplo. No entanto, o mesmo estudo identificou que 49% das pessoas relataram estar trabalhando mais, 54% que se sentiam sobrecarregados e 39% mais exaustos.

É possível manter os colaboradores alinhados a respeito da cultura da empresa, produtivos e felizes? Na intenção de responder essa questão, inúmeras empresas e pesquisadores do setor avaliam o modelo de trabalho híbrido como uma alternativa viável. Nem 100% digital, nem 100% presencial. O desafio agora é implementar esse novo comportamento dentro da realidade de cada empresa. 

Assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida para adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalho, onde converso com Vânia Bueno sobre esse assunto.

O que é trabalho híbrido? 

Tradicionalmente, uma equipe de trabalho híbrido é composta por colaboradores que trabalham no escritório e aqueles que trabalham de forma totalmente remota. Entretanto, essa definição vem se expandindo conforme a realidade do trabalho também se altera. 

Nesse caso, uma equipe de trabalho híbrido é composta por pessoas que podem escolher de onde querem trabalhar, possuem mais flexibilidade para decidir estar alguns dias no escritório e outros no formato remoto, sem que isso influencie negativamente na produtividade e, consequentemente, nos resultados. Pelo contrário, empresas que adotaram o sistema de trabalho híbrido constataram aumento da produtividade. Isso porque, proporcionar autonomia e bem-estar é essencial quando se trata do futuro do trabalho, e tendem a aumentar de 15% a 30% a produtividade dos colaboradores.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IDC Brasil a pedido do  Google Workspace, o formato híbrido passou a ser amplamente discutido e a ganhar cada vez mais força e adesão de profissionais e empresas no Brasil e no mundo. A pesquisa mostra que dentre os profissionais cujas empresas já definiram um formato de trabalho pós-pandemia, 43% relatam que o formato escolhido foi o híbrido. Já dentre os profissionais cujas empresas ainda não definiram um formato de trabalho pós-pandemia, o formato sugerido é o híbrido, com 59% das respostas.

Para líderes, a grande preocupação que surge é justamente conseguir gerenciar a equipe, tanto online como offline, adaptando a cultura organizacional para essa nova forma de trabalhar e buscando otimizar os processos para alcançar melhores resultados.

Mas, mesmo diante do desafio de implementar o formato híbrido, o mercado é favorável ao novo modelo de trabalho. Uma outra pesquisa da Microsoft, apontou que 97% das lideranças empresariais esperam trabalhar de forma híbrida no longo prazo. 

Como aderir ao trabalho híbrido na minha empresa?

Antes de mais nada é importante compreender que o modelo híbrido hoje não é regulamentado por nenhuma legislação. Isso significa que não existem regras estabelecidas que se deve seguir. Entretanto, como esse modo de trabalhar mistura dois conceitos já existentes e maduros, existem inúmeras recomendações.

Tanto o trabalho remoto como o presencial possuem prós e contras, a recomendação para o híbrido é de que se possa aproveitar o melhor de cada um deles, mantendo assim um time feliz, alinhado e produtivo. A tecnologia, nesse contexto, mostra-se ferramenta fundamental, mas não a única responsável em transformar as relações de trabalho. A cultura de colaboração precisa fazer parte da empresa. 

  1. Incentive seu time a incluir em seus dias de trabalho em casa outras prioridades além do próprio trabalho; por exemplo tempo para condicionamento físico, hobbies, alongamento; 
  2. Proponha intervalos entre uma reunião e outra. Trabalhando de casa, sem necessidade de deslocamento e outras adversidades, muitas pessoas passaram a ser mais produtivas. Passou a se fazer uma reunião seguida da outra sem intervalos! O ideal é que se tenha ao menos 15 minutos de intervalo entre uma outra; 
  3. Mantenha a comunicação transparente e afetiva. Todas essas mudanças que ocorreram tão rapidamente nos últimos tempos deixaram grande parte das pessoas cansadas, ansiosas e estressadas. Normalize na cultura da sua empresa que nem todos os dias são bons;
  4. Quando estiverem no escritório, priorize relacionamentos e trabalho colaborativo, isso ajuda a aproximar o time;
  5. Implemente metodologias ágeis que otimizem o trabalho remoto e híbrido dentro do próprio time e com outros setores da empresa;
  6. Oferecer flexibilidade aos membros do time impacta positivamente na retenção de talentos;
  7. Promova uma cultura prioritariamente remota para que as pessoas sejam capazes de realizar seu trabalho com sucesso de qualquer lugar;
  8. Implemente uma cultura baseada em resultados para uma equipe em trabalho home office e híbrido, definindo expectativas claras sobre quais tarefas os funcionários têm que concluir e quais responsabilidades você precisa que eles cumpram;
  9. Ofereça e peça feedback com regularidade a partir do agendamento recorrente de reunião individual com todos os colaboradores;
  10. Utilize ferramentas de produtividade e colaboração para todas as formas de trabalho que contribuam com aumento da produtividade de pessoas e organizações.

Se você se interessa pelo assunto e quer que sua empresa seja um local saudável e inovador para se trabalhar, você pode fazer o Workshop in Company de gestão de equipes em trabalho remoto como um primeiro passo para adaptar sua organização ao futuro do trabalho.

 

Complexidade

As complexidades do mundo e a nova fronteira humana

A complexidade é um campo de estudos relativamente recente do conhecimento humano. Basicamente, ele busca prever como determinados sistemas, com características muito especiais, se comportam. O avanço das tecnologias, cada vez mais veloz na sociedade de informação em que vivemos, torna as redes cada vez mais conectadas o que, já há algum tempo, vem alterando lógicas culturais e estruturais para além das fronteiras de países.

Nesse contexto, a pandemia global da Covid-19 e seus impactos deixaram expostos ainda mais as fragilidades socioculturais e, claro, as estruturas empresariais que precisam correr contra o tempo para se adaptarem. Além disso, tem estado, também, cada vez mais evidente o poder dos indivíduos em transformar os desafios do mundo contemporâneo em oportunidades de crescimento, através de quatro unidades mínimas de transformação.

Tais unidades sugerem que é necessário cada indivíduo compreender sistemicamente o novo mundo cada vez mais complexo em que vivemos, buscar proativamente por novos desafios, coragem e humildade para aprender com as dificuldades e, por fim, assumir um compromisso com o protagonismo em relação às mudanças que queremos ver no mundo.

O que significa complexidade?

O termo complexidade tem sido estudado e é denominado de diferentes maneiras: por vezes é chamado de teoria da complexidade, ou estudos de sistemas dinâmicos, ou sistemas adaptativos complexos ou ciência da complexidade. 

Fundamenta-se numa visão interdisciplinar que pode ser aplicada ao comportamento vindo de muitos sistemas, tais como sistemas complexos adaptativos, ou no estudo dos sistemas em rede e sua complexidade. De acordo com Edgar Morin, a complexidade e suas implicações são as bases do pensamento complexo que enxerga o mundo como um todo inseparável e a partir da abordagem multidisciplinar, constrói o conhecimento.

Para o mundo dos negócios, é necessário compreender a equivalência entre tudo isso, junto ao processo da evolução humana, frente às novas tecnologias. Ou seja, transformar fatores e fenômenos inesperados em algo melhor do que era antes — semelhante ao que o conceito de inovação sugere também.

Comprovando, assim, que a sua empresa possui um sistema que, apesar de complexo, é adaptativo, conectado e diverso. Assumindo papéis transformadores e ativos perante às transformações da sociedade. É importante ressaltar que uma pequena mudança de atitude ou posicionamento pode provocar alterações profundas conforme o negócio ou o sistema evolui.

A proposta da complexidade é a abordagem transdisciplinar dos fenômenos, e a mudança de paradigma, abandonando o reducionismo que tem pautado a investigação científica em todos os campos, e dando lugar à criatividade e ao caos.

Transitamos entre um mundo complicado que exige especialistas para um mundo complexo que exige experiência. 

Em 1999, Dave Snowden, então empregado da IBM, criou um modelo denominado CYNEFIN, para ajudar líderes a compreender melhor o ambiente organizacional de que faziam parte e, assim, tomar decisões mais apropriadas.

Baseia-se no contexto predominante em cada ambiente, por meio da natureza da relação entre causa e efeito dos eventos que ali ocorrem. Com base nisso, Dave Snowden identificou quatro tipos diferentes de contextos: Simples; Complicado, Complexo e Caótico. 

O ambiente SIMPLES é caracterizado pela estabilidade. Os problemas são conhecidos por todos, bem como a relação entre causa e efeito. Aqui a dificuldade é categorizar o evento e escolher a resposta apropriada, com base em documentos, procedimentos e manuais de boas práticas.

No contexto COMPLICADO, as causas também são conhecidas, mas a dificuldade é encontrar a melhor solução, devido à necessidade de uma análise mais aprofundada. Neste cenário, aparece o trabalho dos especialistas, ajudando na busca pelas melhores respostas para cada situação. Diferente do contexto simples, onde sempre há uma única solução para cada problema, aqui podem existir várias.

Quando se trata do COMPLEXO, este ambiente é caracterizado pela imprevisibilidade, em que as causas são conhecidas, mas não se conhecem os efeitos oriundos das soluções escolhidas. Esses efeitos começam a ser percebidos ao longo do caminho e, por isso, a necessidade do uso de metodologias e padrões que priorizem o aprendizado por meio da experimentação e a rápida resposta a mudanças.

E por fim, mas não menos importante, tem o ambiente CAÓTICO, onde a palavra de ordem é a sobrevivência. Nesse contexto é impossível determinar qualquer relação entre causa e efeito, simplesmente porque ela muda constantemente, e qualquer busca por padrões e respostas corretas é inútil. A ordem aqui é primeiramente agir e tentar sair da situação caótica do ambiente. 

O autor da Teoria U, C. Otto Scharmer, em uma palestra, comentou:

  • “Você não pode entender um sistema a menos que o altere.” (K.Lewin)
  • “Você não pode mudar um sistema a menos que você transforme a consciência.” (Teoria U – Otto Scharmer)
  • “Você não pode transformar a consciência a menos que faça um sistema ver e sentir a si mesmo.” (Teoria U) e, 
  • “Para fazer tudo isso, precisamos ser o sistema.” (Urubici Pataxó)

Isso resume bem sobre a importância do entendimento dos sistemas complexos no nosso dia a dia e como, mesmo sem perceber, somos adaptativos a essas diferentes situações. 

Como uma empresa pode assumir posição transformadora?

Falamos da era da informação logo no início do artigo, e isso se reflete aqui, principalmente quando falamos de adaptação a realidades diferentes e fluidas. Primeiramente, partimos da ideia de que a liderança da empresa precisa ser cada vez mais humanizada, assumindo riscos em contextos incertos. Para além disso, deve colocar sua equipe como centro das prioridades, compreendendo que abraçar a diversidade e o propósito fomentam ainda mais a aprendizagem dentro do time.

Outro ponto bastante importante a ser ressaltado tem a ver com a preocupação com a saúde mental, tanto de colaboradores quanto de clientes ou gestores. Compreender que situações de extrema adversidades tornam as pessoas cada vez mais vulneráveis. Compreender e normalizar esse fator, é colocar sua equipe no centro.

Não existe mais espaço, também, para empresas e modelos de negócios que não pensam a respeito de seus indicadores e o verdadeiro significado que eles possuem. Saber cruzar

informações de forma que o lucro e impacto se correlacionem, por exemplo. Isso demonstra que a empresa e seus líderes estão atentos ao que o mundo exige quando se fala de mudança e a complexidade exigida pela sociedade.

Conversei justamente sobre esse tema durante o Webinar com André Bello — Co-fundador e conselheiro do Singularity University Brazil Summit e membro do Conselho GAME XP Innovator. Clique no vídeo abaixo e assista.

Estratégia Lean

Estratégia Lean: como preparar a sua empresa para transformar o mundo

Estratégia Lean é uma metodologia que surgiu no Japão, no período logo após à Segunda Guerra Mundial, com objetivo de promover a eficácia operacional de produção: entrega de qualidade em curto prazo, com baixo custo e com redução de desperdício. 

O criador foi Aiichi Ohno, chefe de produção da Toyota que, ao longo de 10 anos, liderou também um sistema de gestão que ficou conhecido globalmente como Toyota Production System (TPS). Baseado em dois pilares principais o Just-in-time, que monitora o tempo de produção) e o Jidoka, que remete a automação com inteligência humana.

O TPS virou tema de livro do Massachusetts Institute of Technology (MIT), em 1990. A obra The Machine that Changed the World de James P. Womack, Daniel T. Jones e Daniel Roos inspirou líderes de empresas de diferentes segmentos ao redor do mundo a mapear em uma folha de papel A3, o que chamaram de A3 Thinking e considerar a descrição do problema, os benefícios e custos do projeto, metas, cronograma de ação, plano de implementação e a equipe responsável pela execução. Tudo isso para garantir a eficácia operacional por meio do Lean manufacturing, conhecido no Brasil como “produção enxuta”.

No entanto, por mais que esse modelo tenha assegurado a eficácia operacional ao longo dos anos e, ainda predomine nas formas com que trabalhamos, a produção enxuta foi pensada para um ambiente estável em um mundo onde as mudanças não ocorriam com a velocidade e complexidade que acontecem hoje.

Dessa forma, abre-se espaço para uma nova estratégia lean. Focada em empresas que visam inovar de forma bem sucedida e que olham para as suas engrenagens como um organismo vivo: feito por pessoas que entregam valor para outras pessoas.

A liderança inovadora que hoje está à frente dessas organizações querem, sim, atingir a eficácia operacional, mas também abrindo espaço para flexibilidade, criatividade e cooperação tão fundamentais em organizações ambidestras.

Quer saber mais sobre a estratégia lean e como criar um ambiente que transforme a empresa em direção ao novo? Continue a leitura do artigo!

O mundo mudou, a estratégia lean também

Depois do pós-guerra o mundo se transformou intensamente. Passamos por quatro revoluções industriais que mudaram completamente a nossa forma de se comunicar, e consumir. Além da pulverização da internet e de dispositivos inteligentes, passamos também por um período intenso de convergências tecnológicas, nas quais deram suporte para inovações radicais, inclusão de robôs nos processos produtivos, a intensa utilização de metodologias ágeis, Design Thinking e adoção de outras ferramentas sem precedentes históricos.

Tudo isso exigiu das empresas alta capacidade de adaptação e agilidade nas tomadas de decisão. Um exemplo disso, foi a transformação que a pandemia de 2020/21 exigiu das empresas, acelerando em alguns segmentos a transformação digital de 10 anos em 1 mês. 

A área da saúde foi uma dessas áreas bastante impactadas, que exigiu rápida adaptação para assegurar a saúde dos pacientes, principalmente aqueles que fazem tratamento para doenças pré-existentes. Telemedicina, adoção de múltiplos canais para agendamento, confirmação e envio de exames, além da intensificação do uso do prontuário eletrônico.

Para o varejo, as transformações foram ainda mais intensas. Lojas físicas que não contavam com atendimento digital ou vendas on-line tiveram que colocar novas estratégias para rodar às pressas. Nesse período, o omnichannel virou prioridade nas empresas. Afinal, em casa, as pessoas ficaram mais impacientes e oferecer atendimento onde o cliente quer ser atendido é fundamental para que as lojas físicas e virtuais sigam complementares  no mercado.

A estratégia lean e os pilares da produção enxuta alinhada aos pilares da inovação foi fundamental para reduzir os impactos da crise e até mesmo aproveitar as oportunidades surgidas nesse período. Um exemplo disso é que o e-commerce aumentou a receita em vários segmentos, inclusive abraçando os consumidores que nunca haviam feito uma única compra on-line.

Mas, afinal o que é ser lean?

  • Encontrar e resolver os problemas certos;
  • Fazer melhor do que a concorrência;
  • Mudar os paradigmas de sucesso de um setor da economia;
  • Buscar valor nas melhorias de produtividade e qualidade;
  • Produção de valor a longo prazo.

Uma nova cultura lean

Vivemos em uma era em que a satisfação do cliente deu lugar ao Customer Experience (CX). O CX impacta positivamente os resultados dos negócios à medida que as experiências positivas dos clientes são ampliadas. Nessa era em que a gestão da experiência do cliente está no centro da estratégia e precisa ser positiva em todos os pontos de contato, as várias etapas do CX são de responsabilidade de todos na organização e, portanto, passa também por uma transformação cultural.

Além disso, fala-se também entre maior colaboração e integração entre as equipes, independente dos colaboradores estarem alocados no marketing, vendas, RH, operações ou tecnologia.

Para tanto é fundamental conhecer a jornada do cliente, entender quais são suas decisões racionais e emocionais, em quais canais essa base de cliente quer ser atendida e como assegurar a eficácia da operação de uma empresa pautada pelas experiências positivas dos clientes.

Quer saber mais? Leia o artigo: Inovação organizacional: por que a cultura é o centro da estratégia?

 

Organizacao Inovadora

O que as organizações inovadoras têm em comum? Conheça casos reais

A criação de valor de muitos negócios tem como base a inovação. É o que afirma Rodolfo Barrueco, empresário e especialista em inovação e tecnologia. Com a pandemia do novo coronavírus, vimos muitos negócios acelerando a transformação digital e a inovação, fazendo com que as empresas desafiassem diversos conceitos pré-estabelecidos pelo próprio mercado em seus nichos de atuação. É preciso inovar para garantir o futuro. Mas, afinal, qual é o ponto em comum das organizações inovadoras?

A China, por exemplo, já tinha a pauta de inovação presente em muitos setores de negócios. Há diversos modelos de negócios que ainda estão sendo discutidos ao redor do mundo que já estão maduros por lá, como explica o especialista. O que faz com que a oferta de inovação tenha sido ainda mais intensificada. Entre cases de sucesso, temos a Beike, plataforma on-line de locação imobiliária, que oferece um tour virtual com o auxílio de realidade virtual. Durante a pandemia, foram mais de 10 milhões de exibições de propriedades por meio dessa tecnologia para potenciais compradores.

Também há outro caso de destaque, o da plataforma de recrutamento Veryeast.cn. Durante o período de isolamento, a plataforma permitiu que empresas de turismo, que foram bastante impactadas pelo cenário da pandemia, compartilhassem temporariamente seus funcionários com outras organizações, principalmente com aquelas que tiveram um crescimento considerável a partir das necessidades geradas pelo contexto, como as do setor de logística. Fazendo com que, por um lado, houvesse redução de custos e, para as outras empresas, tivesse um ganho com profissionais qualificados e que agregam com novos conhecimentos.

Com tudo isso, vemos surgir outro ponto em comum nas organizações inovadoras. Elas estão abertas para a inovação. Ou seja, muitas têm optado pela inovação aberta, adotando uma abordagem colaborativa e somando os pontos fortes de todos envolvidos para inovar e crescer.

Inovação aberta e organizações inovadoras

Linus Dahlander e Martin Wallin, professores com foco em inovação, apontam a inovação aberta como um movimento dos últimos tempos, em que as empresas passaram a se unir para trabalhar em conjunto, priorizando a criação de valor acima de tudo. Como exemplo recente, durante a pandemia do novo coronavírus, a Siemens, multinacional alemã, abriu sua Rede de Fabricação de Aditivos para quem precisasse de auxílio em projetos de dispositivos médicos.

Já a Scania e o Hospital Universitário de Karolinska, na Suécia, estabeleceram uma parceria para converter reboques em estações de testes móveis, além de direcionar profissionais para localizar, adquirir e entregar equipamentos de proteção individual para profissionais da saúde. Nesses casos, a inovação aberta e a colaboração podem, sim, salvar vidas, e também agregar muito valor para as empresas.

As organizações inovadoras e a inovação aberta possuem um relacionamento com um imenso potencial, independentemente do cenário. A inovação aberta é capaz de ampliar o espaço para que a criação de valor ocorra, com novos parceiros e habilidades complementares ou, ainda, com a descoberta de um potencial oculto de parcerias de negócios.

Quando pensamos em uma crise, como a que estamos passando em 2020 e neste início de 2021, a inovação aberta pode atuar como suporte para as empresas encontrarem formas de solucionar problemas urgentes e, paralelamente, construírem parcerias para colaborações futuras. É uma maneira de fazer com que surjam relacionamentos de confiança que perdurem e que proporcionem trocas estratégicas entre ambos em tempos futuros.

Organizações inovadoras: uma nova realidade

Em “Innovation in a crisis: Why it is more critical than ever”, Jordan Bar Am, Laura Furstenthal, Felicitas Jorge e Erik Roth afirmam que priorizar a inovação nos tempos atuais é a chave para desbloquear um movimento de crescimento em um amanhã do pós-crise. Em sua pesquisa, os especialistas constataram que há ações extremamente estratégicas a serem tomadas:

  • adaptação do núcleo para atender mudanças que ocorreram nas necessidades dos clientes;
  • identificação e abordagem rápida de novas áreas de oportunidade que foram criadas em decorrência do cenário de mudança;
  • reavaliação do portfólio de inovação para assegurar a alocação de recursos da melhor forma;
  • construção da base para um crescimento no pós-crise, garantindo a competitividade quando houver um período de recuperação.

Já, no Brasil, observamos empresas que estão tomando os caminhos indicados pelos especialistas e se tornando referência no quesito organizações inovadoras. Em decorrência das demandas surgidas com a pandemia, elas têm acelerado processos e projetos de inovação. Uma lista recente da Forbes trouxe algumas daquelas que têm se destacado, como, por exemplo:

  • Magazine Luiza: grande adepta da digitalização do varejo, a Magazine Luiza anunciou em outubro a aquisição de uma plataforma de cursos voltados para e-commerce e performance digital, a ComSchool. Também adquiriu as startups AiQFome, HubSales e Stoq, assim como a Inloco e o Canaltech. Investe na projeção e exercícios de cenários futuros, tendo como base o Luizalabs, laboratório de tecnologia e inovação da empresa. Foi bastante ágil no início da pandemia, lançando rapidamente o Parceiro Magalu, permitindo que varejistas pudessem utilizar a plataforma para vender. Neste artigo, comento mais sobre a estratégia da Magazine Luiza.
  • Unilever: lançou o programa Futuro Limpo, refletindo o novo propósito da empresa, junto ao investimento de € 1 bilhão para financiar pesquisas relacionadas com a área. A sua estratégia é tornar a sustentabilidade cada dia mais presente no dia a dia das pessoas, inclusive trazendo marcas como a The Vegetarian Butcher (produção de alimentos com base vegetal) para o Brasil. Entre seus diferenciais estão o ambiente colaborativo, o incentivo à experimentação, a utilização de metodologias ágeis e programas de inovação aberta e intraempreendedorismo.

Acompanhar e entender o que as organizações inovadoras estão fazendo é importante para compreender os movimentos do mercado e quais ações são apostas de sucesso. Porém, para aplicá-las em seu próprio negócio, é fundamental analisar a sua estrutura, processos atuais e a liderança. Quer saber mais sobre como colocar em prática ações inovadoras? Continue acompanhando o Blog.