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Magia e negócios podem andar juntos?

Apesar de serem conceitos antagônicos, magia e negócios podem caminhar juntos e impactar positivamente as organizações. Existe uma corrente de pensamento que considera  os elementos do universo místico como sendo possível compreender cada pilar, colaborador e projeto como peças singulares e necessárias para o crescimento do negócio. Este artigo é resultado do webinar que tivemos a oportunidade de realizar no dia 12 de maio de 2021, com um bate papo super instrutivo com o Prof. Thiago Gringon

A partir da premissa de que as organizações não existem por si, mas elas são feitas de pessoas, bastante particulares e singulares. Assim, a antiga máxima que diz que as emoções devem ficar do “lado de fora” do trabalho, acabou. Justamente, porque são essas particularidades que contribuem não apenas para o crescimento de um negócio, mas também para sua sustentabilidade a longo prazo. 

Isso se acentuou com a necessidade do trabalho remoto, que, por conta da pandemia mundial, nos forçou a trabalhar de dentro de nossas casas, trazendo a singularidade e criatividade de cada indivíduo e projeto ainda mais para a superfície.

O místico que habita em nós, e que muitas vezes não conseguimos externalizar, também precisa estar nas empresas. O importante, é compreender como manter um equilíbrio necessário entre elementos tão distintos para que o crescimento de uma organização seja, assim, sustentável. 

Mas que elementos são esses? Continue a leitura do artigo para compreender.


Os 5 elementos relacionados aos negócios, de acordo com Thiago Gringon

 Sim, aqui estamos falando da terra, água, fogo, ar e éter. 

Começando com a terra, que é o elemento mais próximo de nós. Quando trazemos o elemental da terra para próximo dos negócios, passamos a entender a força da tangibilização das coisas. Quando precisamos tangibilizar as nossas ideias, usamos a “magia da terra”, ou seja, fazemos com que nossas ideias ganhem forma. 

Fazemos com que os nossos projetos tenham uma “cara”, tornem-se sensoriais e verdadeiros. Afinal, apenas sendo colocado de forma tangível no mundo é que ele passa a ter sentido, certo? 

Outra metáfora que podemos fazer utilizando o elemento terra é que nela, as coisas crescem e se multiplicam de forma horizontal e, para que siga prosperando, trabalhamos com o solo mantendo-o fértil. Esse é o caso de tornar um modelo de negócio escalável! Compreender quais os elementos que faltam ali, as especificidades necessárias para que aquele projeto siga impactando da maneira que deve. 

Algumas organizações são bastante apegadas ao elemento terra, buscando trazer quase tudo para um espaço tangível e acabam, por vezes, esquecendo de inúmeras outras complexidades que o negócio exige. Voltando à terra, quando não cuidamos dela com a devida atenção aos detalhes, ela acaba por ficar improdutiva e, na pior das hipóteses, até infértil. 

Aí entra o elemento da água, que representa as emoções e os sentimentos. A água fala de coisas que fluem e que nos mata a sede — afinal é uma fonte de vida. A água faz com que nós alimentemos os nossos valores e crenças. Sem a água, a terra fica infértil e todas as coisas boas que estavam presentes ali, passam a sumir. 

Portanto, tudo o que for proposta de valor, emoções de nossa equipe e audiência, está dentro do elemento “água”. Normalizar a vulnerabilidade é a chave para esse equilíbrio. Ela auxiliará, inclusive, a aumentar a confiança entre líderes e liderados, uma vez que ela demonstra os vínculos que aproximam a equipe.

Falamos de materialidade e vulnerabilidade, mas onde aprendemos a lidar e equilibrar esses dois extremos? Aí entra o elemento do ar, que fala sobre os pensamentos. Todo o aprendizado e tudo o que é acumulado com as experiências no mundo corporativo, a educação acumulada, faz com que você compreenda melhor o fluxo do mundo.

Quem mantém esse fluxo é o ar. O ar é responsável por levar e trazer informações, projetos e experiências. Ele nos ajuda a compreender como os nossos projetos podem, por exemplo, educar quem participa dele. Como ele atingirá outras culturas e realidades, de que forma certas ações chegarão do outro lado. 

Nesse caso, podemos citar de exemplo a cultura organizacional. Uma empresa com o “ar sufocante”, quer dizer, informações demais chegando de forma confusa tanto em liderados, quanto em fornecedores e parceiros pode fazer com que os bons talentos vão embora. 

E para manter a motivação da equipe quando já compreendo como equilibrar os três elementos acima? 

Aqui falamos do fogo. O fogo é o elemento que fala sobre a nossa motivação, sobre o como fazer as coisas, o lado mais processual. Ele é aquela energia e confiança para o que precisa ser feito e o que você quer que seja feito. Para fazer com que todos ajam com algum propósito 

Por fim, o quinto elemento, éter, fala do espírito. Ele nada mais é que compreender que a cultura organizacional de seu negócio pode ajudar os colaboradores a “transcendem” e entregarem algo útil para a empresa e para a sociedade  Ele representa qual o legado que cada projeto de seu negócio deixa. 

Inovação tem a ver com magia também?

As inovações podem surgir na sociedade através de novos bens, novos métodos de produção, descobertas científicas e tecnológicas, novos arranjos comerciais e, consequentemente, alteram o equilíbrio da economia socioambiental. Isso significa que inovar vai muito além de colocar em prática uma nova ideia. 

Nesse caso, a magia e a atenção aos elementos e seu equilíbrio servem como um caminho para a inovação acontecer. Uma linguagem que ajuda a processos serem cada vez mais inovadores e que se preocupem com o equilíbrio da equipe, da empresa e do impacto gerado. 

Gostou do assunto e quer saber mais?  Assista ao webinar em que converso com Thiago Gringon a respeito da magia nos negócios.   

 

Buzz e transformação digital: potencialize o poder da sua rede de clientes!

Contar com uma rede de clientes é algo muito importante para quem pretende provocar a transformação digital na empresa. É o que David L. Roger, em “Transformação digital: Repensando o seu negócio para a era digital”, afirma. Para isso, é preciso conhecer os objetivos dentro de uma estratégia elaborada com foco na rede de clientes. Com isso, além de conhecer profundamente o cliente que é o alvo dessa aproximação, é possível iniciar a concepção das ações que serão traçadas.

A concepção de uma estratégia de transformação digital com base na rede de clientes possui alguns comportamentos centrais, conforme apontado pelo especialista. São cinco conceitos extremamente valiosos, cujo objetivo é auxiliar na geração de ideias qualificadas para um determinado projeto. Primeiro, se faz um resgate dos objetivos propostos para os clientes específicos, aqueles que serão capturados pelas ações definidas. Também se leva em conta outros aspectos, como as necessidades e desafios dele. Depois disso, é possível escolher uma ou até mais dentre as cinco propostas que iremos apresentar na sequência sobre os comportamentos centrais das redes de clientes:

  • Acessar: rápido, fácil, sempre presente, sempre ligado.
  • Engajar: uma fonte de conteúdo relevante.
  • Customizar (personalizar): adequar os fatores “cliente” e “oferta”.
  • Conectar: estar próximo e fazer parte das conversas com quem é o foco.
  • Colaborar: solicitar a colaboração do cliente para a co-criação de melhorias no seu negócio.

Para entender como as informações se conectam, caso uma pessoa esteja pretendendo ir para o lado do engajamento, em que se tornará uma ótima fonte de conteúdo relevante para o seu cliente, como em um diferencial Premium para VIPs, há de se pensar em criar vários tipos de conteúdo. Um dos tipos pode ser um vídeo em que há uma explicação fácil, recomendações baseadas em preferências individuais, entre outros. É possível uma estratégia ampla e um objetivo com diversos conceitos.

O especialista em transformação digital recomenda ainda determinadas perguntas para conseguir manter o foco na criação de valor para o cliente:

Acessar: como tornar a experiência rápida e fácil? Como integrar interações? Como tornar mais acessível e automatizado?

Engajamento: como atrair atenção? Quais desafios o conteúdo poderia resolver? Alguém que não seja da empresa recomendaria o seu conteúdo?

Customização: quais as diferenças das necessidades e interesses do cliente? Por que um experiência customizada? Como ajudar a fazer a escolha certa sem ultrapassar limites?

Conexão: que conversas importantes para você estão acontecendo entre os seus clientes? Como melhorar a conversa sem se tornar um intrometido? Como aprender com elas? Como contribuir com elas?

Colaboração: quais seriam as competências dos clientes utilizadas para alcançar o sucesso? Como fariam isso? Qual seria o motivador dos clientes? Como garantir aos clientes o sentimento de validação e recompensa?

Como criar uma estratégia de marketing para a transformação digital?

No funil do marketing, há determinadas etapas que serão impactadas por cada um dos comportamentos acima. Basta imaginar que é preciso atrair, nutrir e, somente depois, vender. Em um primeiro momento, quando se está no começo do funil de vendas, as estratégias de engajamento e acesso podem otimizar a conversão inicial de um potencial cliente e aproximá-lo da empresa. Já, na sequência, a customização e a conexão  evoluirão o relacionamento, no que consideramos o meio do funil. Por fim, no fundo do funil, a colaboração fará com que suas oportunidades se tornem em vendas e, inclusive, poderia fazer o importante papel de pós-vendas.

Tendo isso em vista, quando há um buzz do negócio, em um marketing formado por uma rede de clientes, no qual os pares indicam entre si experiências, produtos e serviços, deve-se aproveitar para otimizar a evolução do funil de vendas e colocar mais clientes para dentro da sua base. Utilizar sua rede de clientes para gerar o buzz marketing é algo bastante natural, afinal, se espera que aquilo que está sendo oferecido seja tão valioso e entregue uma experiência com tamanha qualidade, que tal entrega seja repassada para frente como uma recomendação. Então, ao utilizar as estratégias que exploram os comportamentos explicados anteriormente e que impactam diretamente no funil do marketing, é fundamental que a disseminação “boca a boca” esteja entre as alternativas de ação. Atualmente, as empresas conseguem mensurar e monitorar como está sendo a propagação das suas ofertas e, se necessário, reverter situações ou aproveitar oportunidades.

Quer entender melhor como o buzz marketing e a transformação digital se conectam? Converse conosco!