Posts

Mudar de profissão: quando é preciso se reinventar depois dos 40 anos

Você já pensou em mudar de profissão aos 40 anos? Em um primeiro momento parece exaustivo, mas quem conseguiu virar a chave costuma dizer que é libertador. Até porque a tecnologia, a medicina e os hábitos mudaram tanto que já faz tempo que os estereótipos de idade estão ultrapassados, não é mesmo?

Priscila Simoni é uma dessas profissionais que decidiu se reinventar aos 40 anos e começou a estudar programação. Mas a mudança de carreira já começou bem antes disso. Formou-se primeiro em química e como era de se esperar foi trabalhar em um laboratório. Não se acostumou com o cheiro de solventes e outros reagentes. Mudou para a enfermagem, trabalhou em hospitais e chegou a direção. Era correria demais para quem queria qualidade de vida e mais tempo com a família.

Largou tudo e virou nômade digital. Passou por 11 países e decidiu fixar residência quando a filha mais nova entrou em idade escolar. Optou por Florianópolis pela qualidade de vida. Mas, há 5 anos trabalhando como freelancer, escolheu  programação para voltar ao mercado formal de trabalho.

Pra ela, mudar de profissão aos 40 anos tem sido desafiador e motivador ao mesmo tempo. “Sair da zona de conforto traz uma satisfação interior e, ao mesmo tempo, um turbilhão de desafios. Precisamos ser reconhecidas pela nossa habilidade e não pela nossa idade Além disso, temos que nos destacar em nossa nova área de atuação para se destacar no mundo dos jovens”, acrescenta.

Você se identificou com a história da Priscila, também está pensando em fazer este movimento de mudar de carreira e não sabe por onde começar? Continue a leitura deste post e acompanhe as nossas dicas

A maioria dos brasileiros está infeliz no ambiente de trabalho

O índice de infelicidade no trabalho está alto no Brasil. Uma pesquisa realizada em 2018 em 21 estados apontou que cerca de 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com seus empregos. Desse total, 36,52% não estão felizes com as atividades que desenvolvem no trabalho atual e, 64,24% gostariam de mudar de carreira, assumir novas responsabilidades e se dedicar a atividades totalmente diferentes para se sentirem mais felizes.

Entre os fatores apontados por esse alto índice de infelicidade no trabalho estão:

  • Definição da profissão muito cedo;
  • Trabalho desenvolvido sem propósito, apenas para ganhar dinheiro;
  • Rotina estressante;
  • Falta de tempo com a família;
  • Poucas horas de sono;
  • Má alimentação;
  • Sedentarismo.

Toda  esta insatisfação tem gerado muitos problemas de saúde nos brasileiros: ansiedade, síndrome de burnout e depressão são alguma delas. Tanto que a Organização Mundial da Saúde fez um alerta sobre o alto índice de depressão em brasileiros: 5,8% da população sofre deste problema, colocando o país no topo da lista de casos na América Latina.

O último Anuário do Sistema Público de Emprego e Renda do Dieese mostrou um salto de 146 mil para 181 mil casos de afastamento por doenças profissionais de trabalho, entre os anos de 2005 e 2015. A faixa etária que mais deixou o seu cargo para se recuperar de algum problema de saúde foi a que compreende os 30 e 39 anos (53,82%), seguido das pessoas com idade entre 40 a 49 anos (48,32%) e mais de 50 anos (48,71%). Muito embora, nem todos os afastamentos estejam ligados a problemas psicológicos, as estatísticas ligam um alerta: é preciso se reinventar!

Cresce o número de brasileiros que mudaram de profissão

Mudar de profissão não é fácil, como Priscila mesmo alertou no início do texto é um misto de desafio e motivação. Esse movimento rumo a uma carreira com mais propósito, que promova mais qualidade de vida e tempo de qualidade da família também tem aumentado por aqui.

Em 2016, a Catho realizou uma pesquisa com os profissionais que buscavam por recolocação e descobriu que, 18% desses profissionais, gostariam de oportunidades fora de sua área de formação. Já esta reportagem do jornal Folha de S. Paulo traz uma série de história de pessoas que resolveram dar uma guinada na carreira depois dos 40 anos.

Os profissionais entrevistados apontaram questões como:

  • Dificuldade na área de atuação;
  • Mudar de profissão depois de fazer a mesma coisa anos seguidos;
  • Voltar para a faculdade e começar um novo curso.

Um dado motivador da reportagem Aumenta número de trabalhadores que muda de profissão aos 40 anos é que as empresas começaram a ver vantagens em trazer para o time profissionais mais experientes, como a tolerância, experiência e maturidade para lidar com algumas situações no ambiente de trabalho.

Falta muito para me aposentar e quero mudar de profissão, e agora?

A medicina tem evoluído, a forma de trabalhar alterou substancialmente nas últimas décadas. Somos pessoas ativas, hábeis e dispostas a continuar contribuindo para a sociedade. Passamos boa parte da vida trabalhando para garantir uma independência financeira, adquirir bens e realizar projetos.  Para quem teve a oportunidade de integrar o time de uma empresa, ter a sua contribuição previdência em dia e conseguiu amealhar uma poupança poderá depois de 35 a 40 anos de trabalho, parar e desfrutar de novos momentos. Mas e quem não conseguiu isso?

E quando mais precisa vê seus rendimentos serem reduzidos, seu tempo fica ocioso, não tem mais um grupo de pessoas para trocar ideias diariamente ou mesmo nunca soube como é ser o gestor do seu tempo? O que muitos não imaginam é que neste momento da vida, passarão a enfrentar problemas por não saber que caminho seguir.  Essa angústia também pode surgir no momento de uma demissão inesperada. Tais situações não são motivo para desespero, com calma e algum direcionamento é possível resolver os contratempos e descobrir novas possibilidades.

Fomos educados e moldados na forma do trabalho com base na revolução industrial onde era preciso um espaço físico, a rigidez de um horário e um salário recebido pelos serviços prestados. Para muitas pessoas não ter esse “endereço comercial” é perder parte da sua identidade. Por longo tempo somos reconhecidos como o “Fulano da empresa tal” ou o “Beltrano da empresa Y”. Quando perdemos essa identidade que nos acompanhou por vários anos, ficamos desnorteados e não sabemos como agir porque não fomos educados para isso.

Com a prática de esportes, a evolução da medicina, as novas formas de se viver e de se conectar, é fato que viveremos muito mais tempo do que os nossos avós e bisavós. Não somos mais “velhinhos” quando atingimos 60 ou 70 anos. Temos inteligência emocional suficiente para seguir uma nova carreira ou um novo estilo de vida.

Se você quer mudar de carreira, foi demitido de forma inesperada ou pretende empreender depois dos 40 anos, o primeiro passo é se reconectar com a sua essência, tirar um tempo para si, cuidar da saúde e até mesmo desenvolver um novo hobby.

Feito isso, é hora de arregaçar as mangas e voltar para o mercado de trabalho. Para tanto, as dicas são:

  • Invista em autoconhecimento;
  • Enxergue novas possibilidades;
  • Volte a estudar. Atualize-se;
  • Seja mais flexível e adaptável;
  • Faça um plano de carreira.

Abre-se uma gama de oportunidades que normalmente não se tem tempo para parar, avaliar e conhecer. Existe uma excelente oportunidade de continuar trabalhando através da reinserção no mercado de trabalho, ou abrir um negócio próprio ou até mesmo trabalhar como autônomo em áreas antes nunca imaginadas.  A consultoria especializada também é uma opção, com a vantagem que essas atividades serão remuneradas permitindo uma renda adicional ao seu orçamento pessoal.

Para quem não precisa de uma renda extra, existe a opção de atividades sociais que traga uma realização como: dança, viagens, artesanato, esportes, trabalhos sociais. Participar deste tipo de atividades amplia a rede de contatos e gera novas amizades, eliminando o sentido de vazio e da falta do que fazer.

Se você se identificou em algum dos itens colocados neste artigo, compartilhe conosco.

Coaching ou mentoria: veja o que melhor se encaixa no seu problema

Muitas são as empresas que buscam novos modelos de consultorias para iniciar seus negócios de maneira assertiva, a fim de se tornarem perenes e prósperos. E o que tem feito bastante sucesso com aos gestores, por oferecer resultados eficientes, são as tutorias presentes na foma de mentoria. Nela, um profissional com vasto conhecimento e experiência sobre o mercado, compartilha suas vivências, oferece conselhos e orientações para que as melhores decisões sejam tomadas.

A importância da mentoria no início do negócio

Gerenciar o próprio negócio pode ser uma tarefa árdua. Para os empreendedores, elas somam dois pesos em suas rotinas. O primeiro está relacionado à realização de um trabalho eficiente, segundo as funções que exercem dentro da empresa, como as de qualquer outro profissional. E o segundo, por saberem que, sendo o dono (ou um dos sócios) do negócio, suas decisões e atitudes serão responsáveis pelo sucesso ou fracasso do empreendimento. A grande questão aqui é: estando eles tão ligado ao ambiente interno, muitas vezes eles não conseguem avaliá-lo com aquele “olhar distante” e tão necessário, como o de quem está “do lado de fora”.

E por esta dificuldade, que é inerente a todo empreendedor, é que a mentoria se faz necessária em uma empresa, principalmente no início de um novo negócio. Os mentores, que irão oferecer as tutorias, serão responsáveis por guiar os profissionais por caminhos mais assertivos ajudando-os a diminuir as falhas tão comuns e prejudiciais na gestão de uma empresa.

Diferença entre coaching e mentoria

Apesar das propostas de coaching e de mentoria serem similares, quando pensamos que ambas desejam o sucesso de seus clientes e promovem ações para que este alcance seja possível, há diferenças na forma com que atuam um e outro profissional. As propostas de ambos são funcionais e válidas, porém, você precisa avaliar quais as suas necessidades para verificar qual será a mais assertiva para o momento, que você vivencia.

Coaching

O trabalho de um coaching é feito em parceria com seus clientes. Nele, os envolvidos caminham lado a lado e o profissional os mostra as ações que levarão à descoberta da própria sabedoria e de um “clarear” sobre as orientações interiores de cada um. Aqui, as descobertas são feitas por meio do autoconhecimento.

Mentoria

Já um mentor, pericia o ambiente no qual seus clientes estão inseridos e utiliza de seus conhecimentos para apontar estratégias de sucesso e alertar sobre pontos críticas do negócio. Sua ação é mais direta, pois ele não instiga o outro a descobrir por si (o que faz o coaching), mas o norteia com base nas suas experiências quanto às melhores tomadas de decisão.

Como um mentor pode ajudar o empreendedor a errar menos?

Um mentor poderá ajudar um empreendedor a diminuir os erros de gestão e a tomar decisões que serão mais benéficas à sustentabilidade e lucratividade de um negócio. Com seus conhecimentos já adquiridos de outras experiências, ele irá orientar seu discípulo quanto aos melhores caminhos a serem tomados, afim de que este aprenda com os erros e acertos daquele. Isso minimiza os impactos negativos e os custos advindos de se “testar uma opção”, e potencializa as chances de uma decisão ser a mais pontual e rentável.

Os benefícios de uma mentoria para empreendedores são muitos.  O investimento feito com este trabalho é irrisório se comparado à agilidade e potencializarão dos lucros advindos dos resultados conquistados.

Se você tem interesse em conversar e saber como atuamos nesse segmento de mentoria, envie um email para falecom@mariaaugusta.com.br colocando as suas duvidas e questionamentos que teremos grande prazer em buscar juntos uma solução para o seu problema. Caso tenha interesse em participar dos nossos workshops sobre inovação em modelos de negócios, acesse esse link.

Gostou do artigo? Quer compartilhar a sua experiência conosco? Entre em contato!

Teimosia, persistência ou perseverança. Valoriza suas falhas!

Michael Jordan"Errei mais de 9 mil cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso".

Com exceção da última frase, o texto acima poderia ser percebido como uma observação feita por um jogador de basquete insatisfeito com os insucessos de sua carreira. Entretanto, o pensamento é atribuído a Michael Jordan, considerado um dos maiores jogadores da história do basquete mundial. Quanto ao pensamento de Jordan, não se trata de cultuar o fracasso, mas valorizar o aprendizado adquirido com as falhas.

Sucesso que ultrapassa fracassos

O próprio Jordan não conseguia ingressar no time de basquete do colegial porque era baixo. Jordan treinou intensamente e depois de algum tempo não apenas ingressou na equipe, como se tornou um dos melhores jogadores colegiais dos Estados Unidos. Era apenas o início de uma carreira vitoriosa.

Albert Einstein teve sua admissão recusada na Escola Politécnica de Zurique. Steven Spielberg, igualmente, teve seu ingresso recusado na Universidade do Sul da Califórnia. Graham Bell, detentor da patente do telefone, ofereceu os direitos de produção do aparelho à Western Union, mas ouviu que sua invenção era um brinquedo elétrico. São apenas alguns casos entre tantos sucessos que ultrapassaram os fracassos.

Fracasso e sucesso

A linha que divide o sucesso do fracasso pode ser muito tênue ou impossível de ser traçada. A propósito, até mesmo a definição de fracasso e sucesso é algo relativo. A percepção de sucesso ou fracasso pode ser diferente de acordo com a ideologia de cada indivíduo.

Alguém que seja milionário, prestigiado socialmente, admirado, mas sorrateiramente desonesto, representa o sucesso? Denota sucesso o indivíduo com hábitos bastante frugais que prioriza outros valores acima dos valores financeiros?

Apenas postumamente Vincent Van Gogh teve sua obra valorizada financeiramente e reconhecida artística e culturalmente. Van Gogh lembra o fracasso, o sucesso, ou ambos? Já Arthur Fry, inventor do Post-it, declarou acreditar que as pessoas mais bem sucedidas são as que acumulam a maior quantidade de fracassos. Para ele, paciência e perseverança são pontos determinantes na busca do objetivo.

Para Fábio Di Giacomo, fundador da UM%, fracasso é uma sensação de fraqueza e impotência relacionada com não se conseguir atingir um resultado projetado, ou seja, o resultado ficar abaixo do pessoalmente esperado. Fábio acredita que quando não se aprende com a experiência de um insucesso, e o insucesso provoca apenas o abatimento, se não houver reação, novos insucessos são iminentes.

A teimosia

A teimosia pode ser considerada a repetição sucessiva dos mesmos erros. É preciso sensatez para identificá-la. A reorganização, o recuo estratégico e uma avaliação das falhas e do desempenho são fatores que, geralmente, não estão associados com a teimosia.

Se o indivíduo tem uma única chave para abrir uma porta, caso a chave não a abra, não faz sentido continuar com as tentativas inúmeras vezes. Se o indivíduo tem muitas chaves, e diversas portas para abrir, a situação é bem diferente.

O persistente
Para Fábio Di Giacomo, o persistente insiste em uma mesma ação diversas vezes, sem se preocupar muito em aperfeiçoá-la ou descartá-la para utilizar uma estratégia diferente. Eventualmente, pode conseguir êxito ou permanecer na tentativa.

O perseverante

De acordo com Fábio Di Giacomo, enquanto não tem o êxito pretendido, o perseverante tenta por maneiras diferentes alcançar seu objetivo. A cada nova tentativa, o perseverante busca aprimorar sua empreitada com o aprendizado obtido nas tentativas anteriores não bem sucedidas.
Aprender com o insucesso passa por uma avaliação do que foi feito, saber se houve algo feito corretamente e o que poderia ser melhorado ou alterado.

Independentemente de o resultado alcançado ter sido acima ou abaixo do objetivo, é cabível levantar os pontos fortes do que foi feito, refletir sobre o que poderia ser feito diferente e o que se aprendeu no processo. Desse modo, em vez de padecer com o fracasso, o perseverante tem um sentimento de evolução.

Aprender com os erros alheios

Um conhecido ditado diz que um indivíduo inteligente aprende com os seus erros, já um indivíduo sábio aprende com os erros alheios. Portanto, muitas vezes é possível evitar os próprios erros, ao aprender com os erros cometidos por terceiros.

Existem publicações científicas especializadas em experimentos não bem sucedidos e teorias que foram descartadas. O erro de um cientista pode fazer com que outros evitem falhas similares. Esse conhecimento também pode auxiliar no desenvolvimento de projetos bem sucedidos, por exemplo, quando as ideias são empregadas com diferentes perspectivas, objetivos e métodos.

Erros bem sucedidos

Uma frase atribuída a Louis Pasteur diz que o acaso pode favorecer as mentes bem preparadas. A descoberta da penicilina por Alexander Fleming é um dos mais emblemáticos exemplos de erros exitosos. Fleming estudava a bactéria Staphylococcus aureus e formas de tratar feridas e infecções. Certa vez, quando retornou de um período de férias, Fleming notou que um dos recipientes com as colônias da bactéria ficou destampado e foi contaminado com o mofo do laboratório. Ao examinar o recipiente, foi percebido que o bolor tinha eliminado as bactérias. O bolor era formado por um fungo chamado Penicillium. Descobriu-se que este fungo produzia uma substância bactericida. Era o princípio da descoberta da penicilina.

O inventor Charles Goodyear trabalhou por cerca de dez anos na tentativa de manter a borracha elástica em temperaturas altas. Goodyear não teve sucesso. Certa vez, acidentalmente deixou cair em um forno quente uma mistura de borracha natural e enxofre. Quando a mistura arrefeceu um pouco, apesar de quente a borracha ainda tinha boa elasticidade. Estava descoberta a borracha vulcanizada.

Experiência, sim, excesso de confiança, não

Convém destacar que a experiência adquirida com sucessos e/ou insucessos anteriores nem sempre é relevante diante de uma nova situação. Para cada nova situação é preciso identificar e analisar o cenário e as variáveis, antes de implementar a estratégia considerada ideal.

Cada indivíduo tem sua própria maneira de interpretar sucessos e falhas. Entretanto, são recomendações pertinentes não esmorecer com as falhas cometidas, e não ter soberba com o sucesso alcançado.

A persistência e a perseverança estão presentes em seu plano de vida? Conte para a gente!

mentoria

Coaching ou mentoria: veja o que melhor se encaixa no seu problema

Muitas são as empresas que buscam novos modelos de consultorias para iniciar seus negócios de maneira assertiva, de modo a se tornarem perenes e prósperos. E o que tem feito bastante sucesso com aos gestores, por oferecer resultados eficientes, são as tutorias presentes na foma de mentoria. Nela, um profissional com vasto conhecimento e experiência sobre o mercado, compartilha suas vivências, oferece conselhos e orientações para que as melhores decisões sejam tomadas.

A importância da mentoria no início do negócio

Gerenciar o próprio negócio pode ser uma tarefa árdua. Para os empreendedores, elas somam dois pesos em suas rotinas. O primeiro está relacionado à realização de um trabalho eficiente, segundo as funções que exercem dentro da empresa, como as de qualquer outro profissional. E o segundo, por saberem que, sendo o dono (ou um dos sócios) do negócio, suas decisões e atitudes serão responsáveis pelo sucesso ou fracasso do empreendimento. A grande questão aqui é: estando eles tão ligado ao ambiente interno, muitas vezes eles não conseguem avaliá-lo com aquele “olhar distante” e tão necessário, como o de quem está “do lado de fora”.

E por esta dificuldade, que é inerente a todo empreendedor, é que a mentoria se faz necessária em uma empresa, principalmente no início de um novo negócio. Os mentores, que irão oferecer as tutorias, serão responsáveis por guiar os profissionais por caminhos mais assertivos ajudando-os a diminuir as falhas tão comuns e prejudiciais na gestão de uma empresa.

Diferença entre coaching e mentoria

Apesar das propostas de coaching e de mentoria serem similares, quando pensamos que ambas desejam o sucesso de seus clientes e promovem ações para que este alcance seja possível, há diferenças na forma com que atuam um e outro profissional. As propostas de ambos são funcionais e válidas, porém, você precisa avaliar quais as suas necessidades para verificar qual será a mais assertiva para o momento que você vivencia.

Coaching

O trabalho de um coaching é feito em parceria com seus clientes. Nele, os envolvidos caminham lado a lado e o profissional os mostra as ações que levarão à descoberta da própria sabedoria e de um “clarear” sobre as orientações interiores de cada um. Aqui, as descobertas são feitas por meio do autoconhecimento.

Mentoria

Já um mentor, pericia o ambiente no qual seus clientes estão inseridos e utiliza de seus conhecimentos para apontar estratégias de sucesso e alertar sobre pontos críticos do negócio. Sua ação é mais direta, pois ele não instiga o outro a descobrir por si (o que faz o coaching), mas o norteia com base nas suas experiências quanto às melhores tomadas de decisão.

Como um mentor pode ajudar o empreendedor a errar menos?

Um mentor poderá ajudar um empreendedor a diminuir os erros de gestão e a tomar decisões que serão mais benéficas à sustentabilidade e lucratividade de um negócio. Com seus conhecimentos já adquiridos de outras experiências, ele irá orientar seu discípulo quanto aos melhores caminhos a serem tomados, de modo a que este aprenda com os erros e acertos daquele. Isso minimiza os impactos negativos e os custos advindos de se “testar uma opção”, e potencializa as chances de uma decisão ser a mais pontual e rentável.

Os benefícios de uma mentoria para empreendedores são muitos.  O investimento feito com este trabalho é irrisório se comparado à agilidade e potencializarão dos lucros advindos dos resultados conquistados.

Se você tem interesse em conversar e saber como atuamos nesse segmento de mentoria, envie um email para falecom@mariaaugusta.com.br colocando as suas dúvidas e questionamentos que teremos grande prazer em buscar juntos uma solução para o seu problema. Caso tenha interesse em participar dos nossos workshops sobre inovação em modelos de negócios, acesse esse link.

Gostou do artigo? Quer compartilhar a sua experiência conosco? Entre em contato!

intraempreendedorismo

Intraempreendedorismo como nova forma de investimento

A inovação é o que faz as empresas se manterem atuais e terem sucesso constante. Há uma nova maneira de se pensar a inovação chamada Corporate Venture ou intraempreendedorismo inovador. Ela está ganhando mais confiança das grandes companhias e tem sido a aliada para inovação de produtos e criação de valor para a marca e seus clientes. As empresas podem ter todos os pré-requisitos para inovar, mas algumas vezes a oportunidade de inovação não ocorre. Por isso decidem investir em startups para garantir inovação. Grandes corporações, como Intel, Dell e Microsoft, já aderiram à facilidade do Corporate Venture.

Entenda como essa nova tendência pode mudar o formato tradicional de investimentos

6 razões para investir em intraempreendedorismo em sua empresa

Menor contratação

Setores que necessitam de uma área de pesquisa e desenvolvimento com muitas pessoas podem ser diminuídos caso a empresa decida pelo corporate venture. Da mesma forma, o intraempreendedorismo diminui os custos, pois busca empreendedores dentro da própria empresa. Neste caso, a tarefa de inovação pode ser de responsabilidade das mesmas pessoas que têm outras tarefas. Os encargos da empresa perante os funcionários diminuem, assim como também os riscos, pois o mesmo funcionário é responsável por mais  tarefas. Esse é o caso de empresas farmacêuticas, de tecnologia e de comunicação.

Investimento no empreendedorismo

O intraempreendedorismo também é conhecido como a administração da mudança. Como as empresas já selecionam profissionais criativos e inovadores, nada melhor do que esses profissionais poderem fazer uso dessas habilidades e inovar em processos e produtos. O intraempreendedor pode ser o responsável pelo projeto desde sua criação até a aplicação final. Nesse caso, a companhia pode optar por dar uma recompensa ao gestor dos projetos que beneficiaram a empresa de certa forma. No caso do corporate venture, o empreendedorismo das pequenas empresas a inovação desses empreendedores que é beneficiada, pois a empresa investe dinheiro para ter ideias como resultado.

Valorização dos talentos

Os profissionais que estão alocados dentro das grandes corporações estão sempre em busca de oportunidades para inovar. As empresas devem buscar os seus talentos escondidos e valorizá-los. Muitas vezes as pessoas que olham para um processo diariamente pensam em formas de torná-lo mais ágil e menos dispendioso. Investir em ações que reduzam o desperdício poder ser muito lucrativo para a empresa a médio e longo prazo. Por outro lado, as pessoas que não conhecem os processos podem ter ideias totalmente inovadoras, e esse é um motivo para investir na corporate venture.

Leia também: : o que é e como colocá-la em prática na sua empresa

Consciência sobre os riscos

É importante salientar que toda a empresa que investe em inovações corre riscos. E isso pode ocorrer mesmo quando a inovação vem de dentro da empresa ou quando se investe em startups.  Ao dar a liberdade para os funcionários inovarem, você precisará dar o apoio financeiro e de pessoal para que o projeto ande. Assim como em casos de terceirização, projetos que nascem dentro da empresa podem ou não dar certo, mas sem investimentos o fracasso será inevitável. Lembre-se de que a vantagem de investir em um intraempreendedor ou em uma empresa startup, é o conhecimento que eles têm quanto aos processos, serviços e à própria cultura da empresa.

O lugar onde você trabalha está preparado para ter um intraempreendedor? Ao apostar nesse modelo de trabalho, crie a cultura da inovação dentro da empresa, estimulando todos a darem ideias, entendendo os projetos que não deram certo e destacando casos de sucesso.

Corporate Venture: algumas razões para as grandes empresas darem mais atenção ao intraempreendedorismo

Maria Augusta OrofinoChamamos de Intraempreendedorismo quando a gestão concede a um colaborador autoridade e apoio para criar um novo produto sem ter que se preocupar se o produto vai realmente se tornar uma fonte de receita para a empresa. Ao contrário de um empresário, que enfrenta risco pessoal quando um produto deixa de produzir receita, um intraempreendedor continuará a receber um salário, mesmo que o produto deixe de ser produzido.

Conhecida também como Corporate Venture, esta prática conquiste não apenas no investimento financeiro, mas também no apoio total do projeto por parte da empresa com tecnologia, ferramentas de gestão, força da marca etc. Apesar de trazer inúmeros benefícios, o Corporete Venture ainda é praticado por poucas empresas. Talvez o primeiro empecilho seja justamente o conhecimento destes benefícios.

Como sua empresa lida com os empreendedores internos?

6 razões para que grandes empresas incentivarem o intraempreendedorismo:

1 - Incentivo à inovação

Pessoas altamente qualificadas trabalham diariamente nas grandes empresas, porém estão submetidas a uma série de regras estabelecidas para que o dia a dia corporativo seja produtivo e lucrativo.  Ao oferecer tempo e recursos para que os colaboradores criem novos produtos e serviços, os gestores estão se abrindo para novas perspectivas e liberando a criatividade dos profissionais para que estabeleçam novas formas de fazer.

A inovação no modelo de negócios, bem como em processos, produtos e serviços torna as empresas mais competitivas e modernas.

2 - Melhoria contínua

Ao permitir que os colaboradores dediquem parte do dia a dia de trabalho para perseguir seus interesses, as empresas geralmente são surpreendidas com melhorias em seus processos, pois os profissionais têm mais espaço para a experimentação e estão mais abertos às tentativas e erros.

Leia também: o que é e como colocá-la em prática na sua empresa

3 - Ganho de mercado

Com a criação de novos produtos e serviços, a empresa que incentiva o intraempreendedorismo consegue se manter relevante, oferecendo novidades que vão de encontro com as demandas do mercado. Também consegue ter mais know-how para responder mais rapidamente as transformações que o mercado sofre.

4 - Atração e retenção de talentos

As áreas de recursos humanos de empresas dos mais variados segmentos de mercado enfrentam problemas com atração e retenção de talentos, especialmente em áreas ligadas à estratégia de negócios, tecnologia e marketing. Ao ter a chance de desenvolver novos produtos e serviços, os colaboradores passam a se engajar mais e se sentirem mais motivados a permanecerem por mais tempo no quadro de talentos da empresa, diminuindo assim o turnover e a escassez de mão de obra.

5 - Desenvolvimento do espírito de equipe

Um dos grandes desafios da gestão de pessoas é fazer com que os profissionais trabalhem mais em equipe e, com isso, entreguem melhores resultados. Com um bom programa de incentivo ao intraempreendedorismo é possível incentivar a colaboração, formando times para a elaboração de novas ideias que possam a se tornar negócios.

6 - Blindagem contra queda de faturamento

Ao ter inúmeras possibilidades de se posicionar no mercado com os produtos e serviços criados pelos funcionários a um custo relativamente mais baixo do que a aquisição de outras empresas, as organizações que investem em intraempreendedorismos conseguem se manter competitivas também em tempos de recessão.

Se os produtos que tradicionalmente elas costumam produzir e comercializar sofrerem uma baixa, há opções de reposicionamento.

Sua empresa incentiva o intraempreendedorismo? Compartilhe sua experiência conosco!