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Constelação Organizacional

Constelação Organizacional: por que sua empresa deve investir nesta estratégia

A constelação organizacional é uma evolução da constelação familiar aplicada em empresas. Essa ferramenta de autoconhecimento coloca a convivência familiar do nascimento até a vida adulta como fundamental para a formação de caráter e aprendizados, comportamentos e atitudes.

Você já pensou como a relação com irmãos, tios e avós afetam a sua vida no trabalho? Será que essa experiência foi positiva ou negativa? O comportamento mais reativo de um colaborador tem a ver com a história familiar dele ou tem algo na liderança que o deixa desconfortável?

Ou até mesmo em questões de fusões e aquisições: como essa transição de um DNA de uma empresa para a outra é transferido? Como a mudança de cultura ou até mesmo a fusão de cultura organizacional afeta o dia a dia dos funcionários que farão parte de outra empresa?

Para saber o que é constelação organizacional e como utilizá-la para resolver conflitos e construir relacionamentos saudáveis na sua empresa, continue a leitura do artigo.

Afinal, o que é constelação familiar?

Todo mundo tem uma história sobre alguém que inspira ou traz uma lembrança de carinho. Um tio que deu um presente especial. O cheiro do bolo na casa da avó ou até mesmo as recordações com os deveres de matemática na época da escola. O ponto é que nem todas as lembranças são positivas e quando são geram autoconfiança.

No entanto, quando as memórias não são positivas podem gerar traumas que levamos para a escola e, depois, para a vida profissional. A constelação familiar atua justamente neste ponto: entender nossos traumas na relação com nossos familiares, encontrar respostas para várias questões e, consequentemente, tirar várias dúvidas e trabalhá-las rumo à cura e ao autoconhecimento.

A constelação familiar é uma ferramenta psicoterapeuta criada por Bert Hellinger em 1970 que contribui para que os indivíduos consigam identificar os seus problemas, encontrar padrões de comportamentos e até mesmo tirar dúvidas que podem ser tiradas baseadas nos comportamentos de familiares. E tudo isso ocorre no inconsciente, por mais que o indivíduo não queira aceitar, repete padrões para pertencer à família e respeitar quem veio antes.

Em tese a constelação familiar busca nos mostrar como, inconscientemente, somos levados a repetir comportamentos dos nossos grupos familiares. Para Bert Hellinger, criador da metodologia, a constelação familiar sistêmica é uma forma de nos organizarmos em grupos e também de mostrarmos amor a quem veio antes de nós.

Na prática, o método é aplicado por um constelador familiar que costuma solicitar para o cliente qual tema será trabalhado na sessão. Depois disso, é pedido uma série de informações para que a pessoa consiga identificar vários comportamentos familiares que possam ser identificados e reproduzidos em seu núcleo familiar: casos de roubos, assassinatos, mortes precoces, doenças, entre outros. Tudo pode ser trabalhado nessas sessões.

Por fim, é solicitado para que a pessoa identifique um membro da família que represente esse grupo para que o constelador familiar possa traçar formas de curar as feridas, rever padrões e desenvolver a resiliência nesse processo.

Qual a relação da constelação familiar com a constelação organizacional?

Como falamos até aqui, muitas de nossas inseguranças estão vinculadas aos nossos sistemas familiares. Segundo Hellinger, nossas vidas são norteadas por três princípios:

  • A necessidade de pertencer a um grupo;
  • Equilíbrio entre o dar e o receber neste grupo;
  • A hierarquia que existe neste grupo.

Em uma empresa não é diferente, não é mesmo? Existem vários setores com diferentes colaboradores e para que haja harmonia é fundamental que exista um senso de pertencimento entre os membros desse grupo. Outro ponto importante para que as engrenagens empresariais funcionem, é preciso ter um equilíbrio entre o dar e o receber essenciais para a liderança inovadora e organizações ambidestras. Por fim, também existe a hierarquia que norteia quem são os tomadores de decisão. Contudo, diferente da estrutura hierárquica familiar, nas empresas um subordinado pode virar líder, um gerente pode se tornar um executivo e assim por diante.

A constelação organizacional visa, portanto, eliminar comportamentos nocivos que impedem o crescimento das pessoas dentro de  empresa. Afinal, a empresa é um organismo vivo feito por pessoas de diferentes classes, raças, culturas e um comportamento nocivo e inconsciente de um colaborador pode desequilibrar o sistema de toda empresa.

No entanto, é importante ressaltar que o pertencimento ao grupo familiar nos acompanha durante toda a vida. Já nas empresas, esse pertencimento é temporário e facultativo. Inclusive, a constelação organizacional ajuda a identificar quais perfis profissionais mais se adéquam a cultura da empresa.

Benefícios da constelação organizacional nas empresas

  • Redução de conflitos entre pares e lideranças;
  • Melhorar a qualidade das tomadas de decisão;
  • Fomentar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
  • Analisar cenários para fusões e aquisições;
  • Facilitar a integração entre times depois de uma fusão ou aquisição;
  • Aumentar a penetração no mercado;
  • Analisar os efeitos sistêmicos entre os vários setores da empresa e, consequentemente, melhorar as passagens de bastão;
  • Estudar novos produtos;
  • Definir novas estratégias organizacionais.

Gostou de conhecer mais sobre constelação organizacional e os benefícios que pode trazer para a sua empresa? Veja também o webinar que realizamos sobre esse tema e amplie seus conhecimentos.

 

Inovação e liderança: como capacitar a equipe para o pós-normal

Uma realidade relativamente recente no Brasil e mais comum nas empresas de tecnologia, o trabalho remoto passou a ser rotina para muitas pessoas que não cogitavam essa possibilidade tão cedo em sua área.

Entre os trabalhadores, há uma divisão entre quem se adaptou muito bem a esse novo modelo de trabalho e quem está ansioso para voltar ao escritório. Já para as empresas, muitas perceberam nesse novo formato uma possibilidade para economizar nos gastos com estrutura física e, quem sabe, investir em outros recursos

Mas, na vida nem tudo precisa ser 8 ou 80. Uma alternativa que pode ser adotada no pós-normal para agradar a todos (e ainda rentável para a empresa) é o modelo híbrido: com a divisão da carga de trabalho entre o trabalho remoto e presencial. Ou ainda, reunir as equipes somente para reuniões e alinhamentos em dias e horários específicos.

Combinando inovação e liderança, as possibilidades são muitas. E, por isso, hoje vamos dar algumas dicas para preparar a sua equipe, aplicar treinamentos e desenvolver as skills essenciais para essa adaptação ao pós-normal. Confira!

Dicas para capacitar a sua equipe combinando inovação e liderança

Comunicação

É sempre o primeiro passo. Todos devem estar cientes das etapas e de que forma serão implantadas as estratégias de inovação na empresa.

Engajamento

Somente comunicar não é o suficiente, é preciso conversar abertamente com os colaboradores para que entendam a importância de utilizar o tempo para compreender os seus clientes e o mercado em que estão inseridos.

Um ambiente inovador também estimula que as decisões deixem de ser centralizadas, abrindo espaço para que soluções e ideias surjam em todos os setores e independentemente do nível hierárquico dos envolvidos.

Falhas

Elas ocorrerão e isso é inevitável em um processo de inovação, pois na maioria das vezes existem incertezas. Logicamente ninguém gosta de errar, mas uma boa liderança deve estar preparada para esse momento. É preciso entender que isso faz parte do processo de inovar e que está tudo bem errar de vez quando.

Ação rápida

Não basta apenas incentivar as ideias inovadoras e promover debates entre as equipes. Ao detectar o potencial em uma ideia, colete dados e tome uma decisão embasada neles. Ser ágil para colocar uma ideia em prática também pode garantir o destaque entre a concorrência.

Métricas

Pode parecer complicado metrificar uma ideia, mas os dados são sempre importantes. Além de avaliar os números sobre a atividade do cliente em relação ao seu produto ou serviço, pense também no retorno das suas parcerias estratégicas.

Ou ainda, que tal buscar informações sobre o tempo que a equipe realmente dedica à descoberta? Quantos membros dela foram treinados sobre o verdadeiro significado de inovação? Vale delimitar o que faz a diferença para a sua empresa e construir suas próprias métricas de inovação a partir daí.

Capacitação

Ser criativo e inovador também requer informações e habilidades. A inovação está cada vez mais sendo discutida, mas muitas vezes os colaboradores  não conseguem entender o que isso significa e de que maneira podem contribuir.

Por isso, é importante, principalmente no início, oferecer treinamentos e o preparo das equipes com conteúdos de inovação de base ampla, adaptados às necessidades dos colaboradores .

Conheça alguns deles:

Inovação e liderança: workshops

 

Jornada da Liderança Inovadora

A jornada da liderança é fundamentada na Jornada do Herói, criada por Joseph Campbell e divulgada em sua obra “O Herói de Mil Faces” e adaptada por Christopher Vogler na obra “A Jornada da Liderança Inovadora”. Assim, temos hoje as 12 etapas adaptadas do modelo de Campbell .

Macro etapas para implantação:

1) Alinhamento com a empresa contratante sobre os objetivos do programa;

2) Diagnóstico com realização de diferentes assessments para indicar o estágio atual de cada líder;

3) Apresentação dos dados quantitativos/qualitativos que alimentarão o plano de desenvolvimento de cada grupo e desenho final do modelo da Jornada da Liderança;

4) Realização da Jornada da Liderança Inovadora.

Liderança Ambidestra e Inovadora

Neste workshop estimulamos um olhar interno para a organização. Apresentando os 10 tipos de inovação segundo o autor Larry Keeley, realizamos atividades fora da organização. O objetivo é abrir o olhar e a mente para outros ambientes e cenários, onde a transformação digital já acontece intercalando com atividades de visitas a museus, atividades lúdicas e artísticas.

Inovação e liderança: webinars para treinar a sua equipe

 

Gestão Estratégica em tempos de mudanças exponenciais

O momento nos mostra que uma boa liderança se faz com menos controle e mais confiança e transparência. Por isso, é preciso saber estimular a confiança e explorar as diversas possibilidades de crescimento que o mundo digital traz para o nosso dia a dia.

Nos dias de hoje, é fundamental criar empatia e se colocar no lugar do outro. Estamos em um momento de estimular a criatividade e quebrar preconceitos.

A era da colaboração chegou para ficar. E, mais que nunca, é o momento juntar expertises e não criar concorrências.

Liderança ambidestra em ambientes organizacionais pós-normal

O isolamento social acelerou e tirou da gaveta o plano de inovação de muitas empresas. E nesse contexto emerge a liderança ambidestra, capaz de trabalhar de forma híbrida e conduzir equipes criativas e colaborativas, mas também focadas em processos, eficiência e aprimoramento das entregas.

Pontos antes não observados serão emergenciais na nova conjuntura organizacional:

  • Mindset colaborativo
  • Comunicação assertiva
  • Planejamento de curto prazo
  • Tecnologias e ferramentas digitais
  • Gestão de dados e segurança da informação
  • Engajamento de equipes remotas 

Liderança e gestão remota de equipes em home office

Os desafios de liderar a distância e as novas formas de trabalho requerem habilidades aprimoradas em comunicação, engajamento, envolvimento com metas organizacionais, performance e olhar humano.

O papel do líder é imprescindível para a saúde emocional dos colaboradores, saúde organizacional e, mais do que tudo, para o atingimento das metas. Neste webinar você irá saber como se atualizar (e como manter-se atualizado) no tema, além de voltar o olhar para as práticas de mercado.

O momento traz muitos desafios e se a sua empresa não combina inovação e liderança para promover mudanças certamente está ficando para trás quando falamos em crescimento e diferencial competitivo. E, sem dúvida, um bom  caminho para proporcionar o desenvolvimento de uma cultura de inovação é a capacitação. Por isso, invista nela! E estamos à disposição para ampliar este debate e trocar ideias sobre.

 

Cultura organizacional e liderança: qual o papel do líder na cultura da empresa?

Se antes já falávamos sobre a relevância da cultura organizacional para o crescimento de uma empresa, no momento pós-pandemia será quase que uma estratégia de sobrevivência!  Soma-se a isso ainda o desenvolvimento das lideranças para conduzir todas as transformações que estão por vir, tanto no dia a dia das empresas quanto no cotidiano dos clientes e colaboradores.

E é claro que a cultura está em pauta há tempos, afinal com o avanço da tecnologia foi necessário repensar as organizações para que não sofressem os efeitos da disrupção digital. Os números estão em vários relatórios especializados, como este da Real World Leadership, realizada pelo Korn Ferry Institute que afirma que  72% dos executivos entrevistados dizem que a cultura é extremamente importante para o desempenho organizacional.

Em um momento de muitas transformações, a cultura da empresa dá o norte para a organização, possibilitando que líderes e colaboradores permaneçam alinhados, caminhando rumo ao desenvolvimento e ao crescimento no pós-normal.

liderança inovadora

Os cientistas têm chamado de pós-normal o período após a pandemia da Covid-19, quando as empresas ao redor do globo voltarem a operar e vislumbrar algum cenário de estabilidade. Por isso, refletir a cultura organizacional e capacitação da liderança neste momento de transição deve estar no topo da  lista de prioridades.

No cenário pós-normal, as empresas que se adaptarem e inovarem sairão à frente, ganhando destaque no mercado e retendo seus talentos. Portanto,  o artigo de hoje apresenta qual é a relação da cultura organizacional com a liderança e como o desenvolvimento do líder pode impulsionar a transformação e o crescimento em uma empresa por meio de uma liderança de resultados.

O verdadeiro papel do líder na empresa

Antes de mais nada, é importante que o líder reconheça a importância da cultura organizacional para a empresa e, de fato, proporcione uma construção coletiva baseada no diálogo com a equipe. Ao apenas impor regras e não adaptá-las à realidade dos funcionários, o líder estará somente replicando um modelo antigo e que, hoje, já não faz mais sentido.

Ouvir os funcionários para entender quais são as suas necessidades é fundamental para construir a cultura organizacional, tarefa que deve ser realizada junto a todas às áreas envolvidas. Tendo essas informações em suas mãos, as áreas poderão pensar conjuntamente em ações para desenvolver os talentos e mantê-los engajados.

Os 4 pilares do desenvolvimento de uma liderança

  • Contexto. O desenvolvimento deve sempre levar em conta o momento e as atuais questões da empresa.
  • Desenvolvimento completo. As forças e motivações individuais devem ser combinadas às necessidades organizacionais, alinhando os valores, as crenças e a personalidade da pessoa à nova cultura.
  • Tratar o desenvolvimento como uma jornada. Não basta apenas dar um treinamento ou uma palestra. É importante construir uma história repleta de experiências e desenvolvimento reunidas de maneira convincente. Assim, o líderes irão visualizar uma verdadeira jornada com começo, meio e fim.
  • Propósito bem definido. É fato que as pessoas costumam se inspirar quando há mais de um objetivo a ser seguido, mas é preciso que haja um propósito. Ou seja, o valor entregue para o cliente final é o que motiva um time. Deixando o propósito bem claro, a liderança estará pronta para promover a transformação cultural.

Ainda de acordo com o estudo do Korn Ferry Institute, as três principais estratégias que devem ser utilizadas na preparação desta liderança inovadora são:

  1. Comunicação
  2. Desenvolvimento de liderança
  3. Incorporação da mudança cultural no objetivo de gerenciamento.

Cultura organizacional: erros que são evitados com a capacitação da liderança

1. Não aproveitar as experiências

É importante que as lideranças sejam capacitadas também olhando para o passado, a fim de não repetir os mesmos erros cometidos. Afinal, ser resistente às mudanças e persistir em modelos antigos não é saudável para os negócios, seja em termos financeiros ou quando falamos da reputação no mercado.

2. Não adaptar-se às mudanças

Outra situação que é bastante comum aos líderes (e que está relacionada ao item anterior) é  liderar uma empresa inovadora como se fosse uma organização tradicional. Nessa situação, é fundamental desenvolver líderes capazes de impulsionar a inovação, criando uma cultura colaborativa e orientada para o desempenho. O desenvolvimento da liderança pode ajudar a transformar a organização rapidamente e criar um ambiente no qual novas ideias e inovação possam florescer.

3. Falta de comunicação

A mudança da cultura organizacional deve sempre ser bem comunicada. Isso refletirá no nível de colaboração e no desempenho da equipe e, consecutivamente, no desenvolvimento da empresa como um todo. Com o aumento da prática do trabalho remoto, ter um diálogo aberto e desenvolver a empatia com os colaboradores é ainda mais essencial do que antes.

4. Expectativas irreais

Outro ponto importante que a liderança precisa ter em mente sobre a cultura organizacional, é que a mudança não acontece da noite para o dia. Após ser pensada e apresentada aos colaboradores, é fundamental trabalhar a implementação aos poucos, deixando bem claro os passos que serão seguidos até que o objetivo seja alcançado.

5. Não dar o exemplo

Será por meio das suas ações, comunicações e valores incorporados, que os líderes darão o exemplo a ser seguido pelos demais funcionários. Caso não o faça, é normal que a mudança não aconteça conforme se esperava.

Podemos dizer que não é possível  mudar uma cultura organizacional sem desenvolver os líderes para adotar a mudança, pois o papel da liderança é criar uma cultura organizacional envolvente e que impacte a equipe. E isso, precisa acontecer por meio da capacitação.

Você quer ter uma equipe capacitada para agir mesmo nas adversidades causadas pelas transformações pelas quais estamos passando? Confira a série de webinars que preparamos!

 

Crédito: Pexel

Cultura organizacional inovadora: como construir uma cultura flexível

A flexibilização dos processos organizacionais aparece  entre as principais tendências nos últimos anos. Mas, diante da crise causada pela pandemia do Coronavírus e também as transformações pelas quais as empresas estão passando, rever a cultura organizacional para que seja mais inovadora é essencial para quem quer manter o negócio em um ambiente incerto e desconhecido.

A dinâmica que surgiu com o isolamento social no Brasil obrigou muitas empresas a se adaptarem de forma rápida. Essa agilidade colocou em situação de vulnerabilidade até mesmo as organizações que já adotavam o Home Office, mesmo que de forma parcial.  E, com esse cenário, muitos decisores viram no trabalho remoto uma forma de manter os talentos engajados e até mesmo economizar em recursos, além de ampliar a produtividade.

Tudo isso sem contar que, ao romper a barreira física, a empresa pode contratar colaboradores do mundo inteiro, com diferentes habilidades para somar à equipe. As vantagens são inegáveis, mas, ainda assim, muitos executivos não estão prontos para dar mais autonomia para a equipe.

Por isso neste artigo, vamos dar algumas dicas de como operar no pós-normal e  como preparar a empresa para trabalhar de forma eficiente no futuro pós-pandemia.  Todos os caminhos levam a flexibilização, seja da jornada de trabalho ou dos processos internos. Confira no artigo!

Por que implementar uma cultura organizacional inovadora?

Seja para reter talentos ou aumentar a produtividade, a flexibilidade traz inúmeros benefícios tanto para a empresa quanto para o colaborador. Tudo isso sem contar que uma cultura organizacional inovadora e flexível melhora (e muito!) a relação dos decisores com seu time.

É natural que líderes precisem de colaboradores com habilidades técnicas, que  pensem de forma criativa, colaborem efetivamente e se adaptem rapidamente às mudanças.  Por isso, a flexibilidade e uma relação mais próxima é necessária tanto para as pessoas como para o desenvolvimento dos negócios.

É evidente que a cultura organizacional inovadora é relevante para qualquer empresa. Listamos aqui os principais benefícios dela:

  • A cultura inclusiva busca atender às necessidades de cada indivíduo, fazendo com que os funcionários se sintam mais motivados.
  • O desenvolvimento das tecnologias têm facilitado esse processo e, hoje, a tendência é que cada vez mais atividades possam ser realizadas remotamente. E seguir as tendências é chegar na frente da concorrência.
  • Os recursos que eram destinados à infraestrutura no escritório podem ser realocados para outras melhorias e expansão dos negócios.
  • O aumento da satisfação dos colaboradores e a produtividade resultante reduz a rotatividade na empresa.

6 passos para construir uma cultura organizacional inovadora (e como a flexibilidade ajuda nisso)

O LinkedIn listou no Relatório de Tendências Globais de Talentos de 2019, os principais passos para a facilitar a inclusão da cultura organizacional inovadora nas empresas. A pesquisa foi feita com base em dados comportamentais gerados pelos mais de 590 milhões de membros da plataforma que estão presentes em mais de 200 países. Confira:

Passo 1 – Mapeie os tipos de flexibilidade

Realize pesquisas com a equipe para ter a certeza do que eles precisam. Afinal, de nada adianta oferecer a flexibilidade somente na teoria, sendo que na prática nenhum deles desfruta desse benefício.

Um dos tipos de flexibilidade mais demandado é a possibilidade de trabalhar remotamente, eventualmente, mas mantendo uma mesa no escritório. Outra situação bastante solicitada é a autonomia para se afastar por algumas horas da empresa para resolver questões pessoais. Outra possibilidade é a liberdade em fazer um horário independentemente do expediente da empresa e dos demais colegas. Assim, o funcionário poder evitar o trânsito nos horários de pico ou buscar os filhos na escola, por exemplo.

Passo 2 – Estabeleça parcerias com equipes de suporte externo

Equipar os funcionários para viabilizar o trabalho da melhor forma possível com as tecnologias adequadas contribui com a produtividade. Além disso, otimizando o espaço do escritório para equipes semi remotas, a organização reduzirá despesas em infraestrutura.

Por isso, a gestão de dados, acesso ao ambiente remoto como VPN da empresa exigirá das equipes de TI suporte técnico aos funcionários para utilizarem o espaço com a maior eficiência e segurança possível.

Passo 3 – Incentive a comunicação por meio da tecnologia

Quando a comunicação é feita apenas por e-mail, quem trabalha remotamente pode, muitas vezes, se sentir sozinho ou deixado de lado pela empresa. Por isso, as videoconferências e os serviços de mensagens instantâneas devem ser explorados para recriar a disponibilidade que existe no trabalho presencial. Já que não é possível caminhar até a mesa de outro colega para tirar dúvidas ou trocar ideias no bebedouro e durante o cafezinho. Assim, essas ferramentas tornam-se úteis não somente para a colaboração mútua, como também para a criação de novas ideias.

Passo 4 – Informe sobre a política flexível

Todas as informações a respeito da flexibilidade devem estar presentes nas descrições de cargos, durante as entrevistas com candidatos e nas reuniões de equipe além de estar publicadas em ambientes com acesso de todos. Compete ao líder responder e sanar as dúvidas. Esclarecer  os equívocos comuns será mais fácil para manter as expectativas alinhadas, tanto as da empresa como as dos colaboradores.

Passo 5 – Prepare os líderes para a flexibilidade

Não basta apenas mudar as políticas e contratar as soluções tecnológicas. Outra parte importante do processo de criação de uma cultura organizacional inovadora é a adaptação dos processos internos e da cultura vigente.

Para isso, organize treinamentos para orientar os gerentes a liderar as equipes flexíveis. O treinamento deve se concentrar em aspectos técnicos, culturais e, principalmente, em como manter os trabalhadores remotos envolvidos não só durante a transição, mas para que essa cultura não se perca ao longo do tempo.

Passo 6 – Seja flexível na flexibilidade

Você pode adaptar suas políticas de flexibilidade para atender contextos, necessidades e objetivos comuns ao ambiente em que seus colaboradores estão inseridos.

E mantenha-se atualizado(a) . À medida que a tecnologia avança e torna a flexibilidade mais viável para uma quantidade maior de funcionários, é preciso reavaliar as políticas existentes e verificar como torná-las ainda mais inclusivas.

Como está funcionando a adaptação à flexibilidade na sua empresa? Você e sua equipe  estão  preparados para acompanhar essa tendência? Conte a sua experiência aqui nos comentários.