Inovação nas empresas: 4 segredos de quem chegou lá

A inovação nas empresas traz diversas questões, tal como: o que os grandes líderes têm feito para alcançar o sucesso em um ambiente de criatividade e mudanças? Entender as características e qualidades de CEOs que estão crescendo no mercado é o segredo que desvendaremos.  Em seu livro “Ágeis e Inovadoras: CEOs ensinam como criar empresas de sucesso”, Adam Bryant reúne uma série de depoimentos. Separamos alguns insights para você.

1. Menos e-mail, mais contato

Em uma era de inovação nas empresas, principalmente tecnológica, nada mais natural do que usar o e-mail para falar com as pessoas ao seu redor. Porém, cabe aqui um alerta de Steve Stoute, da Translation LLC e da Carol’s Daughter, cada um deve entender que é responsável por quem trabalha ao seu lado. A transparência é fundamental e, para isso, é preciso uma comunicação coerente e com clareza.

A inovação nas empresas impede o uso de meios modernos de comunicação? Não, mas o ponto é que ao pegar o telefone para falar com clientes ou conversar com a equipe, estamos dando um tom a uma informação. Isso servirá como um norte para entender o quão urgente é uma demanda e qual a intenção de quem fala.

Optar pela conversa aberta reduz ruídos até mesmo no repasse de tarefas e do trabalho em equipe, evitando falhas na interpretação de um e-mail ou mensagem em um aplicativo mobile.

Dica: o workshop “Liderança para inovação” mostra como abrir a mente e olhar para a transformação digital.

2. Nas boas e más horas

A inovação nas empresas é composta de uma série de transformações, com pontos positivos, mas também com percalços no caminho. Caryl M. Stern, do Fundo Americano para a Unicef, fala sobre como o CEO precisa estar preparado para transmitir qualquer notícia, seja boa ou ruim. Além disso, há uma concordância sobre a importância de abrir um espaço na agenda em prol de uma comunicação contínua com a equipe de colaboradores. O que acaba sendo um dos pilares da cultura corporativa.

Uma dica, dessa vez de Christopher J. Nasseta do Hilton World-wide, é ter muita atenção com a maneira de transmitir uma informação, principalmente quando se deve fazer isso por diversas vezes. Para tanto, um conselho é modificar o modo de fazê-lo ou optar por uma comunicação mais breve. O principal é não deixar para depois, pois o que pode parecer corriqueiro para alguns, é relevante para outros.

Dica: aprender sobre Design Thinking pode otimizar suas habilidades de comunicação, pois são explorados a empatia, a colaboração e a experimentação.

3. Quanto maior o tamanho, maior a comunicação

10 ou 10 mil funcionários, não importa a quantidade, para se ter inovação nas empresas, a comunicação não pode parar. Amy Gutmann, reitora da Universidade da Pensilvânia, aprendeu que mesmo numa organização com mais de trinta mil funcionários ainda é preciso falar. Aliás, falar muito e com muita gente. Se antes a dirigente pensava que bastava comunicar uma vez, agora sabe que é fundamental ampliar as interações e fazer isso de uma forma que não se torne maçante.

Uma prática revelada pela profissional é o hábito que adquiriu de visitar salas aleatoriamente e agradecer quem havia realizado algo diferente. E, mais ainda, fazer perguntas, como “do que você mais tem orgulho?”. São questões que revelam como as prioridades da liderança estão sendo refletidas no restante da organização.

Dica: falar sobre inovação nas empresas passa pelo entendimento de negócios exponenciais.

4. Não resolver automaticamente

Quando se tem uma cultura de inovação nas empresas, deve-se evitar uma situação bastante comum: a solução imediata. Quando uma pessoa é promovida para um cargo de gestão, muitas vezes acaba sendo por conta de sua excelência técnica, sua a capacidade de ter as respostas que as pessoas procuram e que os demais não possuem. Por isso, resistir a solucionar um problema logo na primeira queixa pode ser desafiador.

Shellye Archambeu, da MetricStream, recomenda não cuidar excessivamente do time, como uma mamãe urso. Ser protetor e isolar sua equipe de nada ajudará. Portanto, ao continuar trazendo respostas sozinho, privará os outros de aprenderem. Será um ciclo sem fim. Para isso, o ideal é se certificar de que ao se deparar com quem trouxe o desafio, você  reagirá com um “qual sua opinião sobre o que deve ser feito? Qual abordagem recomenda adotar?”. Fazer perguntas e não apenas dar soluções é a chave para o desenvolvimento.

Dica: existem diversos cursos online que estimulam o desenvolvido das habilidades do líderes e dos colaboradores.

 

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