Comunicação

Comunicação e os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto

O futuro do trabalho chegou e as tendências que estavam em curso foram aceleradas, impondo novas formas de trabalho, a exemplo do modelo híbrido. Diante desse contexto, gerenciar os colaboradores à distância se tornou regra e não mais exceção. Fator que desafia lideranças ao exigir maior liberdade, flexibilidade e autonomia nas relações de trabalho.

Em tempos de trabalho remoto, é essencial que as empresas adaptem seus processos, implementando novas estratégias e ferramentas que provoquem inovação, criatividade e dinamismo nos processos organizacionais, priorizando as pessoas no centro da estratégia corporativa. Para isso, é necessário aprimorar habilidades em comunicação, engajamento, envolvimento com metas organizacionais, performance e olhar humanizado. 

A comunicação é considerada elemento indispensável para o sucesso de uma organização, independentemente do segmento de atuação ou formato de trabalho adotado. Afinal, promover uma comunicação estratégica, contribui para manter o clima organizacional equilibrado, melhorar o ambiente de trabalho, elevar a produtividade, integrar e motivar a equipe e fortalecer a cultura da empresa. 

Por esse motivo, habilidades e competências como pensamento crítico, resolução de problemas complexos, liderança para inovação, inteligência emocional, empreendedorismo, criatividade e aprendizagem autodirigida são exigidas pelas organizações que buscam adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalhar.   

Assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida para ficar por dentro das boas práticas e ferramentas para construir uma comunicação saudável e eficaz de equipes remotas.  

Adaptando a comunicação às novas formas de trabalho

A comunicação organizacional é considerada ferramenta estratégica para promover a geração de valor e aumento da competitividade da empresa no mercado. Portanto, deve ser priorizada para manter o engajamento e a produtividade dos colaboradores.

 Apesar da resistência em implementar o trabalho remoto por parte de algumas empresas devido ao distanciamento físico de tempo e espaço, melhorar a comunicação na equipe remota por meio do uso de canais de comunicação eficientes é crucial para gerenciar equipes em trabalho remoto ou híbrido. 

Existem diversas ferramentas disponíveis para manter a comunicação fluida, facilitando a estruturação dos processos organizacionais para garantir a produtividade desejada pela empresa. Também é de fundamental importância que as empresas compreendam e se organizem para atender às novas demandas, de forma que se tornem mais atrativas e obtenham maior engajamento de seus times. 

A pesquisa Work Trend Index revelou que o formato de trabalho adotado pelas empresas impacta diretamente na escolha dos profissionais por ingressar e permanecer nela. Nesse sentido, implementar o trabalho híbrido torna-se fundamental para aquisição e retenção de talentos. 

Para evidenciar a importância de adaptar a comunicação, bem como os processos organizacionais aos novos formatos de trabalho, destacamos dados relevantes sobre as principais tendências do futuro do trabalho.   

  • Pesquisa Work Trend Index: 2021 Annual Report aponta que mais de 70% dos trabalhadores querem que as opções flexíveis de trabalho remoto sejam mantidas pós-pandemia.
     
  • A pesquisa global “Revolução das Competências”, do ManpowerGroup, aponta que 66% dos líderes de RH no Brasil priorizam a saúde e o bem-estar dos colaboradores.
  • Mais de 65% da equipe do Trello é remota, o que significa que o uso da tecnologia para integrar as equipes e manter a produtividade no trabalho é parte importante de uma cultura organizacional prioritariamente remota, auxiliando na comunicação assíncrona de ideias e tarefas. 

Comunicação e convivência híbrida

Ao adotar novos formatos na maneira de trabalhar, promover uma comunicação empresarial eficaz possibilita que todos compartilhem da mesma visão e valores mesmo diante de um contexto em que a convivência híbrida é inevitável. 

Assim, ocorre um alinhamento de propósito em que todos conseguem obter total clareza sobre a direção em que devem seguir, saber exatamente onde a organização quer chegar, e compreender a importância de suas próprias atribuições. 

Nesse sentido, a comunicação estratégica contribui para a construção de uma cultura de confiança e flexibilidade, proporcionando ambientes de trabalho seguros e saudáveis que estimulam o trabalho fluído e colaborativo.  

Assista ao WEBINAR | Estratégias ágeis com times de alto desempenho para compreender a importância de aplicar as metodologias ágeis como aliadas à cultura de inovação das organizações.

Boas práticas para aperfeiçoar a comunicação empresarial em tempos de trabalho remoto:

Estabeleça relação de confiança com os colaboradores: A comunicação empresarial tem papel fundamental na construção de relações de confiança no ambiente de trabalho, proporcionando autonomia dos colaboradores, independente do formato de trabalho adotado.

Construa um mindset colaborativo: o mindset colaborativo deve estar no centro da estratégia corporativa. Líderes devem proporcionar as condições necessárias para todos estabelecerem relações de confiança para que as equipes se conheçam, partilhem histórias, virtudes, valores e talentos. 

Desenvolva a escuta ativa: Ouvir atentamente os membros do time é a maneira mais eficaz de melhorar os processos e manter a competitividade do negócio. A empatia organizacional só é possível com uma comunicação personalizada e eficiente.

Adote ferramentas adequadas para uma comunicação empresarial efetiva: a tecnologia é aliada da comunicação empresarial pelo fato de otimizar as interações. Adote ferramentas ou métodos que indiquem os resultados das atividades realizadas pela sua equipe, assim é possível manter o foco na meta do negócio.

Promova a cultura do trabalho prioritariamente remota: o modelo de trabalho híbrido deve se tornar o padrão. Assim, os colaboradores se sentem capazes de realizar seu trabalho com sucesso de qualquer lugar.   

Adaptando os processos organizacionais às novas formas de trabalho

Assim como a comunicação precisa adaptar-se às novas formas de trabalho, os processos organizacionais também passam por profundas transformações. Toda empresa estipula os processos organizacionais, visando garantir o melhor desempenho da organização. 

No contexto atual de mudanças exponenciais, adaptar hábitos antigos ao novo contexto corporativo exige o compartilhamento e troca de informações, fatores cruciais para promover melhorias contínuas por meio da identificação, documentação, análise e monitoramento dos processos organizacionais. 

A boa notícia é que não faltam ferramentas de comunicação e soluções colaborativas para aproximar as equipes remotas e mantê-las sempre conectadas, como o Trello, a plataforma de reuniões online Zoom e o hub de colaboração Microsoft Teams. 

Desse modo, para sobreviverem e tornarem-se mais atraentes no cenário atual, as empresas precisam valorizar procedimentos de comunicação mais integrados entre as diversas pessoas e diferentes fatores sociais que compõem a organização. Por esse motivo, é de fundamental importância que a empresa fortaleça as relações com os principais stakeholders por meio de uma comunicação estratégica, visto que a dinâmica social tem sido profundamente alterada pelos novos tempos. 

Boas práticas para aperfeiçoar os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto 

Mapeie os processos organizacionais: ao mapear os processos organizacionais é possível identificar gargalos e promover melhoria contínua dos processos. 

Difunda metodologias e boas práticas organizacionais inovadoras: implemente metodologias inovadoras na rotina organizacional para melhoria dos processos.

Desenvolva uma cultura baseada em resultados: esse tipo de cultura é a mais adequada para uma equipe em trabalho remoto ou híbrido. Definir os principais indicadores de desempenho (KPIs) e os objetivos e principais resultados (OKRs) pode fornecer aos funcionários que trabalham, tanto no escritório como no modelo remoto, a visibilidade necessária sobre quais devem ser as prioridades para alcançar melhores resultados. 

Promova integração entre áreas: o novo contexto empresarial exige que as empresas implementem novas formas de trabalho, como a organização de equipes por squads para aumentar a colaboração e garantir mais celeridade aos processos.

Utilize ferramentas de gestão para otimizar os processos: gestores e líderes ágeis implementam hábitos e processos produtivos para a equipe, que permite flexibilidade e auto-organização. A iniciativa contribui para otimizar os processos, assim como gerenciar melhor as tarefas do time e manter uma comunicação fluida e eficiente. 

Quais práticas sua organização tem adotado para adaptar a comunicação e os processos organizacionais em tempos de trabalho remoto? Compartilhe nos comentários. 

Dinâmica Da Espiral

A Dinâmica da Espiral: desenvolvimento humano nas organizações

A Dinâmica da Espiral é um importante estudo sobre como a evolução da humanidade acontece, com aplicabilidade em diferentes meios, especialmente para a resolução de conflitos e no desenvolvimento humano nas organizações. 

A teoria explica a complexidade do mundo e a natureza das mudanças ao nosso redor. É baseada em 50 anos de estudo sobre desenvolvimento humano, proposta pelo professor Don Edward Beck, fundador do International Institute of Values and Culture e presidente do The Spiral Dynamics Group.  

O conceito básico da Dinâmica da Espiral está centrado no fato de que a natureza humana não é fixa e que todos possuímos uma inteligência adaptável e complexa. Beck considera a espiral infinita, definindo os níveis de consciência que ainda estariam por vir, ligados ao futuro da humanidade. 

A Espiral Dinâmica mapeia oito estágios do nosso desenvolvimento, determinando padrões na evolução da consciência humana. Beck atribuiu cores para caracterizar a maneira de pensar, agir e de sistema de oito valores que se tornaram a base de sua teoria. 

Os oito níveis de consciência que marcam nossa subsistência e existência se aplicam para uma pessoa ou para toda uma sociedade. Na teoria, as cores são atribuídas a cada nível de consciência. 

O primeiro nível da espiral, de acordo com Beck, é o da subsistência (representado pelas cores Bege, Roxo, Vermelho, Azul, Laranja e verde) e o segundo é o da existência (representado pelas cores Amarelo e Turquesa), quando os problemas essenciais já estão resolvidos e nos lançamos em um processo de colaborar com o mundo que nos cerca

Compreenda o conceito da Dinâmica da Espiral 

A Dinâmica da Espiral determina que a evolução humana pode ser representada na forma de uma estrutura dinâmica, como uma espiral ascendente, que mapeia o sistema de pensamento conforme ele atinge cada vez mais altos níveis de complexidade. Nas organizações a teoria é aplicada para interpretar e resolver problemas estruturais e, assim, promover o desenvolvimento pessoal e profissional. Empresas como Southwest Airlines e IBM, colocam a teoria em prática pelo fato de auxiliar no diagnóstico da cultura da companhia e mapear diferenças internas para inovar os processos, potencializando o crescimento sustentável.

No momento em que as empresas pensam em um desenho organizacional em espiral, cada tarefa é direcionada ao profissional que melhor se envolveria e entregaria aquela atividade. Aproveitando, assim, o melhor potencial de cada pessoa. De acordo com Darrel Gooden, em entrevista para a Nortus:

“Alguém que possua conhecimentos sobre a Dinâmica da Espiral olharia para a organização a partir de três planos: X, para o desenho das tarefas, Y para o desenho dos sistemas que coordenarão essas tarefas, e Z, que seria o nível executivo que enxerga X e Y e os integra.” 

Seria o oposto de contratar um colaborador e colocá-lo em uma função específica, acrescenta o teórico. Em uma cultura organizacional pensada a partir da Espiral Dinâmica , compreende-se que o modo como as empresas mantêm a estrutura da organização é algo que tem sido considerado ultrapassado, justamente porque nem sempre esse modelo tradicional reflete a melhor forma de impulsionar os talentos e potencializar o crescimento sustentável de pessoas e organizações. Ao aplicar a Dinâmica da Espiral, a função passa a ser pensada a partir do ser humano, considerando qual o melhor papel de cada um nos mais diversos contextos.

Beck formulou ainda cinco ideais que devem ser comuns tanto para empresas, governos e pessoas, independente do seu nível de desenvolvimento. São eles: 

1) ter propósito nobre em relação à vida; 

2) buscar a elegância e a funcionalidade; 

3) entender que lucro é, sim, importante; 

4) não se descuidar da responsabilidade social; 

5) apostar na ecologia.

 

Níveis de desenvolvimento humano apresentados na Espiral Dinâmica

Se a dinâmica espiral divide cada tipo de comportamento em cores, tanto pessoas quanto empresas, por exemplo, poderiam se encaixar em determinado espectro, a depender de sua evolução tanto pessoal quanto profissional. Os principais níveis são:

  • O bege representaria o básico-instintivo, o arcaico. O primeiro nível de consciência surgiu há 100 mil anos quando o ser humano era nômade e a sobrevivência instintiva estava em primeiro lugar. Hoje em dia, viver para sobreviver é algo que parte da população ainda pode viver, seja por alguma questão físico-mental ou devido a situação de vulnerabilidade social.
  • O roxo representa o tribal, quando há 50 mil anos, os seres humanos passaram a viver em grupos, demonstrar lealdade e cuidado com o seu clã. Um exemplo disso seria como famílias bastante tradicionais e muito religiosas. Que valorizam a sua crença e os seus familiares de sangue.
  • A cor vermelha representa o “poderoso-impulsivo”, o guerreiro. Que é quando começam a emergir valores mais individuais e o ego. É o indivíduo que deseja atenção, exige respeito e dita as regras.
  • O azul fala da força da verdade, cultua valores tradicionais, a lei e a ordem. Tem muito mais organização em sua vivência, respeita e prefere organizações hierárquicas.
  • A cor laranja refere-se a um ser ou uma organização moderna, auto-orientada, racional e competitiva. Ele é motivado pelo sucesso. O progresso e a vida abundante passaram a ser os valores essenciais para quem avançou a este nível de consciência que define que pessoas otimistas, autoconfiantes e dispostas a arriscar merecem o sucesso. Aqui estariam os empreendedores e o mundo corporativo representados.
  • O verde é a última cor do que chamamos aqui de “primeiro nível – sobrevivência”. A cor fala do pós-moderno, tem mais senso de justiça, é mais emotivo, prega igualdade e está sempre em busca da harmonia. Outra característica bastante importante é a preocupação ecológica.
  • A cor amarela aborda a  flexibilidade e funcionalidade. Este nível de consciência tem como ponto central a adaptação flexível às mudanças. Devemos ser responsáveis pelo que somos e o que aprendemos a ser. A beleza da existência deve ser valorizada acima das posses materiais.
  • Por fim, o nível turquesa, um estado que prioriza a união de mente e espírito. O turquesa tem a concepção que o mundo é um único organismo dinâmico com sua própria mente coletiva. O eu é distinto e ao mesmo tempo parte integrante de um todo maior, energia e informação atravessam o total ambiente da terra.

Independente de quais sejam os valores de uma organização, a teoria explica que é importante que o líder esteja sempre dois níveis acima das outras pessoas, dessa forma, ele será capaz de ajudar a conduzi-las para os próximos níveis. Por exemplo, se a empresa como um todo tem seus valores no nível Azul* (tendo a ordem e a estabilidade um elevado grau de importância para todos), então os líderes executivos deveriam estar focando no Laranja ou no Verde. 

Pensando nisso, compreende-se o quanto é importante que as organizações olhem para as possibilidades de inovar e melhorar os processos organizacionais, buscando um ambiente de trabalho que prioriza a colaboração, sem que talentos sejam desperdiçados. 

Você se interessa pelo assunto de Inovação e novas formas de trabalho, conheça os cursos e palestras que ofereço sobre liderança e inovação para capacitar e motivar os líderes e colaboradores da sua empresa

 

Novas Formas De Trabalho

Novas formas de trabalho: tendências para 2022

A pandemia acelerou as mudanças no ambiente de trabalho, exigindo a necessidade de adaptação das organizações às novas formas de trabalho para atender aos atuais padrões de comportamento e tendências do mercado em todos os segmentos de atuação. 

O futuro do trabalho já está se desenhando. Entre as principais tendências apontadas por especialistas destacam-se as metodologias e modelos de trabalho centrados na valorização do potencial e do capital humano, a automatização dos processos e as mudanças nos ambientes organizacionais frente à nova configuração da organização do trabalho. 

Colocar as pessoas no centro da estratégia corporativa é essencial, independente do modelo de trabalho ou processo organizacional adotado. O relatório “Futuro do trabalho: 20 tendências para você e sua empresa navegarem”, estudo elaborado pela consultoria de talentos ManpowerGroup Brasil em parceria com O Futuro das Coisas revela as direções que o mundo do trabalho está tomando. A busca por mais liberdade e por maior flexibilidade são comportamentos que estão remodelando o futuro do trabalho.

Convivência híbrida é o novo normal

A convivência híbrida exige que as organizações promovam uma cultura prioritariamente remota e descentralizada que proporcione liberdade, autonomia e flexibilidade nas relações de trabalho. Assim, os colaboradores podem escolher quando e onde trabalhar, assim como têm a possibilidade de optar pelo formato de trabalho que mais se encaixa às suas necessidades, seja remoto ou híbrido. 

O novo normal no ambiente corporativo é proporcionar uma convivência híbrida que oportunize um maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Empresas consolidadas que adotam medidas para abraçar o futuro do trabalho têm investido no modelo de gestão ambidestro, focado em inovação e na excelência operacional.

Para adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalho, assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida e aprofunde seu conhecimento sobre o tema.  

Modelo de trabalho remoto e híbrido estão entre as principais tendências das novas formas de trabalho em 2022

As novas formas de trabalho impõe desafios pouco imaginados, mas também apresentam vantagens que mantém as organizações competitivas, contribuindo para o crescimento sustentável e estratégico. 

Para se beneficiar dos novos formatos de trabalho, é preciso adaptar a rotina organizacional para atuar neste novo contexto de prestação de serviço. De acordo com pesquisa do LinkedIn, a possibilidade de trabalhar remotamente foi apontada como essencial por 72% dos entrevistados. O relatório revela ainda que as empresas podem se beneficiar do modelo remoto tanto quanto os funcionários. Isso porque, a flexibilidade pode aumentar a retenção de talentos e a performance do time. 

Com a consolidação do trabalho remoto, o tradicional home office divide espaço com outro modelo, o anywhere office, ou seja, o trabalho em qualquer lugar. Esse conceito também envolve o trabalho remoto, mas a diferença em relação ao home office é que o colaborador não precisa necessariamente estar em casa para realizar suas atividades, oportunizando maior liberdade geográfica para exercer o trabalho. 

O modelo híbrido é essa nova forma de trabalho que permite combinar dias de trabalho na empresa e a distância. Segundo pesquisa divulgada pela consultoria de recrutamento especializado Robert Half, cerca de 95% dos executivos entrevistados acreditam que o modelo de trabalho híbrido será o padrão adotado no futuro do trabalho. 

Independente do formato de trabalho implementado pela sua organização, é importante conhecer as principais tendências, bem como suas vantagens para avaliar quais novas formas de trabalho podem ser implementadas no seu negócio para potencializar os resultados.

 Sua organização está preparada para enfrentar esses novos desafios da forma de trabalhar? Compartilhe nos comentários. 

 

Comunicação E Convivência Híbrida

Comunicação e convivência híbrida

“Sem comunicação não dá! Não dá para aprender, não dá para inovar, vender, engajar e, principalmente, não dá para conviver.”

Novas formas de trabalho, como o modelo híbrido, tem desafiado organizações, impondo a necessidade de ágil adaptação. Nesse contexto, a comunicação é um fator determinante para organizações que desejam ser mais inovadoras e colaborativas com capacidade de lidar com problemas complexos de frente para manterem-se diferenciadas. 

Sabemos o quanto a comunicação ficou ainda mais dificultada a partir do momento em que quase a totalidade das empresas passaram a trabalhar de forma remota. Afinal, perdemos aqueles momentos espontâneos de encontrar com as pessoas, resolver problemas com conversas rápidas, encontros para um cafezinho ou no elevador. Agora, mais do que nunca, precisamos nos comunicar.

Um estudo coordenado por Ethan Bernstein, professor de comportamento organizacional da Harvard Business School sobre as implicações de trabalhar sem estar em um escritório, avaliou como positiva a experiência de trabalho remoto durante a pandemia, com ganhos organizacionais e também de aprendizados individuais. Por outro lado, a pesquisa evidenciou os impactos negativos dessa experiência, como a perda do cultivo de relacionamentos paralelos entre colegas e também de inovação à medida que ideias surgem no contato presencial.

Se, mesmo no modelo de trabalho tradicional a comunicação já era um problema recorrente, agora a comunicação no ambiente de trabalho entra em um nível ainda mais complexo. Com muitas empresas adotando o modelo de trabalho híbrido, ou seja, parte das pessoas trabalhando da empresa e parte ainda em home office, como fazer para manter todos alinhados? Como o formato de trabalho híbrido ampliou ou dificultou a comunicação e integração entre times? 

É sobre o tema comunicação e convivência híbrida que Vânia Bueno comunicadora há 40 anos e mentora para líderes, equipes e organizações — trata no webinar sobre o papel das organizações para que a convivência no ambiente de trabalho híbrido seja repensada. 


Comunicação é tudo o que falamos e não falamos

Vânia evidenciou que o mal estar, assim como o stress e o cansaço das pessoas dentro das organizações está atribuído muito mais à qualidade do ambiente onde elas executam as atividades do que com relação às tarefas que elas executam de fato.

Nesse sentido, quando pensamos em comunicação e convivência híbrida, precisamos lembrar que a boa comunicação contagia e reflete não apenas no dia a dia de trabalho, mas também na produtividade, conforto, liberdade e intimidade entre as pessoas. Cada ação comunicativa abre janelas ou constrói muros, não há na comunicação um ponto neutro, há sempre algum efeito. 

Em um ambiente de trabalho, a comunicação é uma corresponsabilidade partilhada por todos — sejam líderes e liderados. Todos na empresa fazem parte dela, não apenas o setor de comunicação e marketing. Tomar consciência de que estamos nos comunicando o tempo todo é o primeiro e mais importante passo para uma organização que está se preparando para esta nova forma de trabalhar.   

Sendo assim, é necessário despertar um interesse genuíno em elevar a comunicação para um outro patamar de prioridade dentro das organizações. Em geral fazemos comunicação de forma muito espontânea, mas comunicar-se de forma positiva e apropriada é muito mais difícil do que parece. Ainda mais se considerarmos que comunicar-se não é apenas falar ou escrever, mas também as formas de comportamento. Não à toa a questão sempre aparece quando se trata de soluções e caminhos de melhoria dentro das organizações. 

“Sem comunicação não dá! Não dá para aprender, não dá para inovar, vender, engajar e, principalmente, não dá para conviver. A escola e a vida me ensinaram que praticar comunicação consciente e responsável é chave para solucionar e prevenir a maior parte dos desgastes que cultivamos dia após dia. Nada fácil. Falo por mim. Aprendi que comunicação tem muito mais a ver com comportamento do que com retórica. Mais sobre ser do que parecer. E que compreender e ser compreendido é peleja para a vida toda.” Vânia Bueno. 

No trabalho híbrido, construir essa lógica de pensamento demonstra-se ainda mais necessária. Se a intenção é manter um ambiente de trabalho eficiente, saudável e sem furos de comunicação é necessário dar a devida relevância ao assunto. E sabe aqueles momentos espontâneos de corredor? Pois é, eles precisam ser inseridos também para o ambiente digital como parte obrigatória da rotina de trabalho.

Só assim, em trabalho remoto ou híbrido, é possível manter um time alinhado em um cenário de macrotransição em que as mudanças são profundas, abrangentes e irreversíveis. Sem dúvida, os negócios que vão criar maior impacto são aqueles que possuem colaboradores com propósitos alinhados e que sentem que o seu trabalho importa para o mundo.

Boa práticas no trabalho híbrido para implementar a inovação comportamental nas organizações

A Nova Teoria da Comunicação, de Gregory Bateson, defende que comunicação é sinônimo de comportamento. “Todo comportamento comunica. Como não existe forma contrária ao comportamento (não-comportamento), também não existe não-comunicação. Então, é impossível não se comunicar”. 

Por isso, algumas boas práticas são primordiais para um ambiente de trabalho híbrido saudável. Destaco, as principais: 

Autonomia e confiança são de extrema importância e estão diretamente relacionadas à comunicação. Isso porque, é através de uma comunicação fluida, clara, empática e transparente que gestores podem se posicionar e, de outro lado, colaboradores sintam-se motivados para expor seus objetivos, pontos e desafios. 

Ao incentivar o protagonismo do colaborador trabalhando de qualquer lugar, os colaboradores são motivados a seguir aprendendo com os desafios com espaço para serem criativos e vulneráveis. Para que isso seja viável, é preciso estimular a comunicação aberta, clara e síncrona entre todo o time, combinando os diferentes formatos de execução de tarefas — online e offline — tornando os processos mais dinâmicos e otimizados, tanto dentro quanto fora do ambiente de trabalho.

Desenvolver senso de pertencimento é outra boa prática que deve ser implementada ao adaptar os processos internos e a cultura organizacional a essa nova realidade. Por sermos seres sociais, precisamos fazer parte de um grupo. Para isso, é necessário promover liberdade com responsabilidade que possibilita manter equipes com pessoas realizadas e conectadas entre si e com a organização;

É comprovado que quando há sensação de pertencimento, o engajamento dos colaboradores torna-se muito mais elevado. Em contrapartida, uma pesquisa feita pela Gallup aponta que 85% das pessoas no mundo se sentem desengajadas ou insatisfeitas em seu local de trabalho.

Esse dado reflete a necessidade de repensarmos a nossa convivência, seja no ambiente presencial como no digital. E a comunicação é imprescindível para implementar boas práticas no modelo de trabalho híbrido. 

Como sua organização está se adaptando aos novos formatos de trabalho? Compartilhe sua opinião sobre o tema nos comentários e participe do debate.

 

Trabalho Híbrido

Modelo de trabalho híbrido: entenda o que é e como implementar

De uma semana para outra, a maioria dos trabalhadores ao redor do mundo saíram dos escritórios onde passavam de 8 a 10 horas de seus dias para trabalharem a partir de suas casas. Com isso, o formato de trabalho tradicional passou por adaptações, fator que impulsionou o modelo de trabalho híbrido como uma forte tendência no mercado corporativo

O fenômeno foi tão interessante e, de certa forma revolucionário, que os espaços dentro de casa ganharam importância e significados totalmente diferentes. A sala de estar passou a ser parte escritório, parte lazer; já o quarto foi dividido entre espaço de descanso e espaço de trabalho. Ambientes de trabalho, como espaços de coworkings tornaram-se alternativas para flexibilização da jornada de trabalho. 

Praticamente todas as estruturas e modelos de trabalho, dos mais inovadores aos mais tradicionais, construídos e testados ao longo de décadas, foram desafiados.  E todas essas mudanças trouxeram reflexões sobre o futuro do trabalho: qual a melhor forma de seguir trabalhando? No formato presencial, totalmente remoto ou híbrido? Qual formato funciona para cada empresa? 

Uma pesquisa divulgada no Harvard Business Review, mostrou que durante o período de home office houve um aumento de foco e produtividade em 6% comparado ao modelo presencial, em empresas como a Microsoft, por exemplo. No entanto, o mesmo estudo identificou que 49% das pessoas relataram estar trabalhando mais, 54% que se sentiam sobrecarregados e 39% mais exaustos.

É possível manter os colaboradores alinhados a respeito da cultura da empresa, produtivos e felizes? Na intenção de responder essa questão, inúmeras empresas e pesquisadores do setor avaliam o modelo de trabalho híbrido como uma alternativa viável. Nem 100% digital, nem 100% presencial. O desafio agora é implementar esse novo comportamento dentro da realidade de cada empresa. 

Assista ao Webinar Comunicação e Convivência Híbrida para adaptar a cultura organizacional às novas formas de trabalho, onde converso com Vânia Bueno sobre esse assunto.

O que é trabalho híbrido? 

Tradicionalmente, uma equipe de trabalho híbrido é composta por colaboradores que trabalham no escritório e aqueles que trabalham de forma totalmente remota. Entretanto, essa definição vem se expandindo conforme a realidade do trabalho também se altera. 

Nesse caso, uma equipe de trabalho híbrido é composta por pessoas que podem escolher de onde querem trabalhar, possuem mais flexibilidade para decidir estar alguns dias no escritório e outros no formato remoto, sem que isso influencie negativamente na produtividade e, consequentemente, nos resultados. Pelo contrário, empresas que adotaram o sistema de trabalho híbrido constataram aumento da produtividade. Isso porque, proporcionar autonomia e bem-estar é essencial quando se trata do futuro do trabalho, e tendem a aumentar de 15% a 30% a produtividade dos colaboradores.

De acordo com uma pesquisa realizada pelo IDC Brasil a pedido do  Google Workspace, o formato híbrido passou a ser amplamente discutido e a ganhar cada vez mais força e adesão de profissionais e empresas no Brasil e no mundo. A pesquisa mostra que dentre os profissionais cujas empresas já definiram um formato de trabalho pós-pandemia, 43% relatam que o formato escolhido foi o híbrido. Já dentre os profissionais cujas empresas ainda não definiram um formato de trabalho pós-pandemia, o formato sugerido é o híbrido, com 59% das respostas.

Para líderes, a grande preocupação que surge é justamente conseguir gerenciar a equipe, tanto online como offline, adaptando a cultura organizacional para essa nova forma de trabalhar e buscando otimizar os processos para alcançar melhores resultados.

Mas, mesmo diante do desafio de implementar o formato híbrido, o mercado é favorável ao novo modelo de trabalho. Uma outra pesquisa da Microsoft, apontou que 97% das lideranças empresariais esperam trabalhar de forma híbrida no longo prazo. 

Como aderir ao trabalho híbrido na minha empresa?

Antes de mais nada é importante compreender que o modelo híbrido hoje não é regulamentado por nenhuma legislação. Isso significa que não existem regras estabelecidas que se deve seguir. Entretanto, como esse modo de trabalhar mistura dois conceitos já existentes e maduros, existem inúmeras recomendações.

Tanto o trabalho remoto como o presencial possuem prós e contras, a recomendação para o híbrido é de que se possa aproveitar o melhor de cada um deles, mantendo assim um time feliz, alinhado e produtivo. A tecnologia, nesse contexto, mostra-se ferramenta fundamental, mas não a única responsável em transformar as relações de trabalho. A cultura de colaboração precisa fazer parte da empresa. 

  1. Incentive seu time a incluir em seus dias de trabalho em casa outras prioridades além do próprio trabalho; por exemplo tempo para condicionamento físico, hobbies, alongamento; 
  2. Proponha intervalos entre uma reunião e outra. Trabalhando de casa, sem necessidade de deslocamento e outras adversidades, muitas pessoas passaram a ser mais produtivas. Passou a se fazer uma reunião seguida da outra sem intervalos! O ideal é que se tenha ao menos 15 minutos de intervalo entre uma outra; 
  3. Mantenha a comunicação transparente e afetiva. Todas essas mudanças que ocorreram tão rapidamente nos últimos tempos deixaram grande parte das pessoas cansadas, ansiosas e estressadas. Normalize na cultura da sua empresa que nem todos os dias são bons;
  4. Quando estiverem no escritório, priorize relacionamentos e trabalho colaborativo, isso ajuda a aproximar o time;
  5. Implemente metodologias ágeis que otimizem o trabalho remoto e híbrido dentro do próprio time e com outros setores da empresa;
  6. Oferecer flexibilidade aos membros do time impacta positivamente na retenção de talentos;
  7. Promova uma cultura prioritariamente remota para que as pessoas sejam capazes de realizar seu trabalho com sucesso de qualquer lugar;
  8. Implemente uma cultura baseada em resultados para uma equipe em trabalho home office e híbrido, definindo expectativas claras sobre quais tarefas os funcionários têm que concluir e quais responsabilidades você precisa que eles cumpram;
  9. Ofereça e peça feedback com regularidade a partir do agendamento recorrente de reunião individual com todos os colaboradores;
  10. Utilize ferramentas de produtividade e colaboração para todas as formas de trabalho que contribuam com aumento da produtividade de pessoas e organizações.

Se você se interessa pelo assunto e quer que sua empresa seja um local saudável e inovador para se trabalhar, você pode fazer o Workshop in Company de gestão de equipes em trabalho remoto como um primeiro passo para adaptar sua organização ao futuro do trabalho.

 

Aprendizagem Autodirigida

Aprendizagem autodirigida: fomentar o aprendizado impacta na retenção de talentos

O aprendizado é uma jornada de longo prazo. Durante quase toda nossa vida, somos direcionados a aprender o que é exigido pela sociedade. No caso da aprendizagem autodirigida, o aprendiz escolhe o que deseja aprender e aprimorar em seu dia a dia. Trata-se de uma educação não convencional que faz com que se busque as próprias oportunidades de desenvolvimento, bem diferente de como estamos habituados a aprender. 

O conceito de aprendizagem autodirigida vai de encontro ao que se acreditava até pouco tempo atrás, quando, teoricamente, um profissional após se formar em uma graduação ou especialidade passava a estar “apto” para trabalhar na área escolhida durante toda a vida.

Além disso, a ideia incentiva que os aprendizes tenham liberdade para empreender em suas próprias investigações e descobertas. Dedicando tempo e energia em conexões, aprendizados e redes que fazem sentido com o que ele quiser. Não ao que lhe é “imposto” como necessário. 

O assunto é rico e cheio de possibilidades para você, como indivíduo, e para o estímulo de talentos em sua empresa.  Para que você possa se aprofundar no tema, te convido a assistir do webinar que fiz junto com Alex Bretas sobre o assunto.

Por que aprendizagem autodirigida?

Antes de apresentar o conceito de aprendizagem autodirigida, explico neste artigo o porquê utilizar a aprendizagem autodirigida para furar a bolha da zona de conforto, tanto como indivíduo ou nos grupos aos quais você pertence.

“Aprendizes autodirigidos assumem total responsabilidade por suas educações, carreiras e vidas”, afirma Blake Boles, no livro A Arte da Aprendizagem Autodirigida — com prefácio e tradução de Alex Bretas.

Um aprendiz autodirigido é antes de mais nada um atento às possibilidades que estão ao seu redor e que podem levá-lo mais longe. Colocando-o em lugares onde ele realmente quer estar — sem algo ou alguém ter dito que aquele era o local ‘ideal’.

Esse é o principal porquê da aprendizagem autodirigida: proporcionar um modelo mental de busca por objetivos através do conhecimento, onde se tem motivação e liberdade para considerar todas as possibilidades e seguir apenas com aquelas que fazem sentido para a realidade do indivíduo.

Por esse motivo, pode-se definir a aprendizagem autodirigida como a atitude de buscar conhecimento, por conta própria, de maneira estruturada e, sobretudo, emocional. Uma vez que o aprendiz autodirigido busca construir conhecimento apenas em pontos em que se tem desejo de ir mais longe e se aprofundar.

Como a aprendizagem autodirigida impacta na performance de seus colaboradores?

Em tempos em que novas formas de trabalho surgem e a educação à distância é facilitada pelas tecnologias, a aprendizagem autodirigida — ou, self learning — é um modelo mental que pode ser aplicado para gerar mais motivação e empoderar pessoas na busca por novos conhecimentos.

Não há regras ou espaços definidos para usar a aprendizagem autodirigida, mas fato é que ela pode (e deve) ser fomentada na realidade de um líder ou organização que busca novas formas de motivar seu time e, sobretudo, trazer mais know-how de forma orgânica para sua equipe.

As principais vantagens da aprendizagem autodirigida para organizações e líderes são:

Além de desenvolver processos claros e se adaptar rápido a novos contextos, um líder ágil deve estimular o seu próprio protagonismo e de seus colaboradores: criando um espaço aberto para ideias e testes, com uma comunicação clara e empática.

A aprendizagem autodirigida conversa inteiramente com esse conceito. Principalmente, por esse processo de aprendizagem rejeitar tiranias e imposições. Lideranças que promovem esse tipo de aprendizagem se destacam pois ganham credibilidade ao acreditar em um futuro promissor de sua equipe com o conhecimento. Trocando o “impor” pelo “sugerir”, o “faça” pela explicação do raciocínio por trás de determinado objetivo.

Um exemplo de como aplicar a aprendizagem autodirigida na sua rotina enquanto líder ágil: 

Você precisa que seus analistas entendam as novas diretrizes da LGPD. Em vez de impor nas demandas, você pode convidar um especialista para explicar a importância dessa nova lei e, a partir desse ponto, mapear os colaboradores mais curiosos e interessados pelo tema para criar uma squad do tema. Neste período, você deixará claro suas expectativas (sem impor!) e fornecerá os recursos necessários para esse estudo.

  • Reter as pessoas certas

Os ambientes de aprendizagem autodirigidas criam um sentimento de pertencimento e estes aprendizes, uma vez que eles acabam por não gastar tempo em lugares onde se sentem constantemente entediados ou desengajados. Em resumo, a produtividade e liberdade de um liderado, torna-se cada vez mais relevante.

Além disso, podemos considerar a pluralização de ideias e novas formas de se desenvolver o trabalho, a criação de comunidades em torno do conhecimento — que direciona energia para coisas positivas e relevantes para o dia a dia de trabalho, gerando habilidades a curto prazo. Dentre inúmeras outras portas que esse sistema de aprendizado permite. 

  • Liberdade para empreender suas próprias investigações e descobertas

É fundamental oferecer um espaço de escuta ativa e de trocas em que o colaborador se sinta acolhido por parceiros de jornada e mentores, assim como disponibilizar espaços de expressão em que ele possa compartilhar o que está descobrindo e espaços de aplicação em que ele possa manipular concretamente a realidade com o que descobriu. Além disso, é imprescindível valorizar e reconhecer o talento não só pelo resultado de sua aprendizagem, mas também (e sobretudo) pelo processo vivido.