Teimosia, persistência ou perseverança. Valoriza suas falhas!

Michael Jordan"Errei mais de 9 mil cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo... e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso".

Com exceção da última frase, o texto acima poderia ser percebido como uma observação feita por um jogador de basquete insatisfeito com os insucessos de sua carreira. Entretanto, o pensamento é atribuído a Michael Jordan, considerado um dos maiores jogadores da história do basquete mundial. Quanto ao pensamento de Jordan, não se trata de cultuar o fracasso, mas valorizar o aprendizado adquirido com as falhas.

Sucesso que ultrapassa fracassos

O próprio Jordan não conseguia ingressar no time de basquete do colegial porque era baixo. Jordan treinou intensamente e depois de algum tempo não apenas ingressou na equipe, como se tornou um dos melhores jogadores colegiais dos Estados Unidos. Era apenas o início de uma carreira vitoriosa.

Albert Einstein teve sua admissão recusada na Escola Politécnica de Zurique. Steven Spielberg, igualmente, teve seu ingresso recusado na Universidade do Sul da Califórnia. Graham Bell, detentor da patente do telefone, ofereceu os direitos de produção do aparelho à Western Union, mas ouviu que sua invenção era um brinquedo elétrico. São apenas alguns casos entre tantos sucessos que ultrapassaram os fracassos.

Fracasso e sucesso

A linha que divide o sucesso do fracasso pode ser muito tênue ou impossível de ser traçada. A propósito, até mesmo a definição de fracasso e sucesso é algo relativo. A percepção de sucesso ou fracasso pode ser diferente de acordo com a ideologia de cada indivíduo.

Alguém que seja milionário, prestigiado socialmente, admirado, mas sorrateiramente desonesto, representa o sucesso? Denota sucesso o indivíduo com hábitos bastante frugais que prioriza outros valores acima dos valores financeiros?

Apenas postumamente Vincent Van Gogh teve sua obra valorizada financeiramente e reconhecida artística e culturalmente. Van Gogh lembra o fracasso, o sucesso, ou ambos? Já Arthur Fry, inventor do Post-it, declarou acreditar que as pessoas mais bem sucedidas são as que acumulam a maior quantidade de fracassos. Para ele, paciência e perseverança são pontos determinantes na busca do objetivo.

Para Fábio Di Giacomo, fundador da UM%, fracasso é uma sensação de fraqueza e impotência relacionada com não se conseguir atingir um resultado projetado, ou seja, o resultado ficar abaixo do pessoalmente esperado. Fábio acredita que quando não se aprende com a experiência de um insucesso, e o insucesso provoca apenas o abatimento, se não houver reação, novos insucessos são iminentes.

A teimosia

A teimosia pode ser considerada a repetição sucessiva dos mesmos erros. É preciso sensatez para identificá-la. A reorganização, o recuo estratégico e uma avaliação das falhas e do desempenho são fatores que, geralmente, não estão associados com a teimosia.

Se o indivíduo tem uma única chave para abrir uma porta, caso a chave não a abra, não faz sentido continuar com as tentativas inúmeras vezes. Se o indivíduo tem muitas chaves, e diversas portas para abrir, a situação é bem diferente.

O persistente
Para Fábio Di Giacomo, o persistente insiste em uma mesma ação diversas vezes, sem se preocupar muito em aperfeiçoá-la ou descartá-la para utilizar uma estratégia diferente. Eventualmente, pode conseguir êxito ou permanecer na tentativa.

O perseverante

De acordo com Fábio Di Giacomo, enquanto não tem o êxito pretendido, o perseverante tenta por maneiras diferentes alcançar seu objetivo. A cada nova tentativa, o perseverante busca aprimorar sua empreitada com o aprendizado obtido nas tentativas anteriores não bem sucedidas.
Aprender com o insucesso passa por uma avaliação do que foi feito, saber se houve algo feito corretamente e o que poderia ser melhorado ou alterado.

Independentemente de o resultado alcançado ter sido acima ou abaixo do objetivo, é cabível levantar os pontos fortes do que foi feito, refletir sobre o que poderia ser feito diferente e o que se aprendeu no processo. Desse modo, em vez de padecer com o fracasso, o perseverante tem um sentimento de evolução.

Aprender com os erros alheios

Um conhecido ditado diz que um indivíduo inteligente aprende com os seus erros, já um indivíduo sábio aprende com os erros alheios. Portanto, muitas vezes é possível evitar os próprios erros, ao aprender com os erros cometidos por terceiros.

Existem publicações científicas especializadas em experimentos não bem sucedidos e teorias que foram descartadas. O erro de um cientista pode fazer com que outros evitem falhas similares. Esse conhecimento também pode auxiliar no desenvolvimento de projetos bem sucedidos, por exemplo, quando as ideias são empregadas com diferentes perspectivas, objetivos e métodos.

Erros bem sucedidos

Uma frase atribuída a Louis Pasteur diz que o acaso pode favorecer as mentes bem preparadas. A descoberta da penicilina por Alexander Fleming é um dos mais emblemáticos exemplos de erros exitosos. Fleming estudava a bactéria Staphylococcus aureus e formas de tratar feridas e infecções. Certa vez, quando retornou de um período de férias, Fleming notou que um dos recipientes com as colônias da bactéria ficou destampado e foi contaminado com o mofo do laboratório. Ao examinar o recipiente, foi percebido que o bolor tinha eliminado as bactérias. O bolor era formado por um fungo chamado Penicillium. Descobriu-se que este fungo produzia uma substância bactericida. Era o princípio da descoberta da penicilina.

O inventor Charles Goodyear trabalhou por cerca de dez anos na tentativa de manter a borracha elástica em temperaturas altas. Goodyear não teve sucesso. Certa vez, acidentalmente deixou cair em um forno quente uma mistura de borracha natural e enxofre. Quando a mistura arrefeceu um pouco, apesar de quente a borracha ainda tinha boa elasticidade. Estava descoberta a borracha vulcanizada.

Experiência, sim, excesso de confiança, não

Convém destacar que a experiência adquirida com sucessos e/ou insucessos anteriores nem sempre é relevante diante de uma nova situação. Para cada nova situação é preciso identificar e analisar o cenário e as variáveis, antes de implementar a estratégia considerada ideal.

Cada indivíduo tem sua própria maneira de interpretar sucessos e falhas. Entretanto, são recomendações pertinentes não esmorecer com as falhas cometidas, e não ter soberba com o sucesso alcançado.

A persistência e a perseverança estão presentes em seu plano de vida? Conte para a gente!

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Coaching ou mentoria: veja o que melhor se encaixa no seu problema

Muitas são as empresas que buscam novos modelos de consultorias para iniciar seus negócios de maneira assertiva, de modo a se tornarem perenes e prósperos. E o que tem feito bastante sucesso com aos gestores, por oferecer resultados eficientes, são as tutorias presentes na foma de mentoria. Nela, um profissional com vasto conhecimento e experiência sobre o mercado, compartilha suas vivências, oferece conselhos e orientações para que as melhores decisões sejam tomadas.

A importância da mentoria no início do negócio

Gerenciar o próprio negócio pode ser uma tarefa árdua. Para os empreendedores, elas somam dois pesos em suas rotinas. O primeiro está relacionado à realização de um trabalho eficiente, segundo as funções que exercem dentro da empresa, como as de qualquer outro profissional. E o segundo, por saberem que, sendo o dono (ou um dos sócios) do negócio, suas decisões e atitudes serão responsáveis pelo sucesso ou fracasso do empreendimento. A grande questão aqui é: estando eles tão ligado ao ambiente interno, muitas vezes eles não conseguem avaliá-lo com aquele “olhar distante” e tão necessário, como o de quem está “do lado de fora”.

E por esta dificuldade, que é inerente a todo empreendedor, é que a mentoria se faz necessária em uma empresa, principalmente no início de um novo negócio. Os mentores, que irão oferecer as tutorias, serão responsáveis por guiar os profissionais por caminhos mais assertivos ajudando-os a diminuir as falhas tão comuns e prejudiciais na gestão de uma empresa.

Diferença entre coaching e mentoria

Apesar das propostas de coaching e de mentoria serem similares, quando pensamos que ambas desejam o sucesso de seus clientes e promovem ações para que este alcance seja possível, há diferenças na forma com que atuam um e outro profissional. As propostas de ambos são funcionais e válidas, porém, você precisa avaliar quais as suas necessidades para verificar qual será a mais assertiva para o momento que você vivencia.

Coaching

O trabalho de um coaching é feito em parceria com seus clientes. Nele, os envolvidos caminham lado a lado e o profissional os mostra as ações que levarão à descoberta da própria sabedoria e de um “clarear” sobre as orientações interiores de cada um. Aqui, as descobertas são feitas por meio do autoconhecimento.

Mentoria

Já um mentor, pericia o ambiente no qual seus clientes estão inseridos e utiliza de seus conhecimentos para apontar estratégias de sucesso e alertar sobre pontos críticos do negócio. Sua ação é mais direta, pois ele não instiga o outro a descobrir por si (o que faz o coaching), mas o norteia com base nas suas experiências quanto às melhores tomadas de decisão.

Como um mentor pode ajudar o empreendedor a errar menos?

Um mentor poderá ajudar um empreendedor a diminuir os erros de gestão e a tomar decisões que serão mais benéficas à sustentabilidade e lucratividade de um negócio. Com seus conhecimentos já adquiridos de outras experiências, ele irá orientar seu discípulo quanto aos melhores caminhos a serem tomados, de modo a que este aprenda com os erros e acertos daquele. Isso minimiza os impactos negativos e os custos advindos de se “testar uma opção”, e potencializa as chances de uma decisão ser a mais pontual e rentável.

Os benefícios de uma mentoria para empreendedores são muitos.  O investimento feito com este trabalho é irrisório se comparado à agilidade e potencializarão dos lucros advindos dos resultados conquistados.

Se você tem interesse em conversar e saber como atuamos nesse segmento de mentoria, envie um email para falecom@mariaaugusta.com.br colocando as suas dúvidas e questionamentos que teremos grande prazer em buscar juntos uma solução para o seu problema. Caso tenha interesse em participar dos nossos workshops sobre inovação em modelos de negócios, acesse esse link.

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Intraempreendedorismo como nova forma de investimento

A inovação é o que faz as empresas se manterem atuais e terem sucesso constante. Há uma nova maneira de se pensar a inovação chamada Corporate Venture ou intraempreendedorismo inovador. Ela está ganhando mais confiança das grandes companhias e tem sido a aliada para inovação de produtos e criação de valor para a marca e seus clientes. As empresas podem ter todos os pré-requisitos para inovar, mas algumas vezes a oportunidade de inovação não ocorre. Por isso decidem investir em startups para garantir inovação. Grandes corporações, como Intel, Dell e Microsoft, já aderiram à facilidade do Corporate Venture.

Entenda como essa nova tendência pode mudar o formato tradicional de investimentos

6 razões para investir em intraempreendedorismo em sua empresa

Menor contratação

Setores que necessitam de uma área de pesquisa e desenvolvimento com muitas pessoas podem ser diminuídos caso a empresa decida pelo corporate venture. Da mesma forma, o intraempreendedorismo diminui os custos, pois busca empreendedores dentro da própria empresa. Neste caso, a tarefa de inovação pode ser de responsabilidade das mesmas pessoas que têm outras tarefas. Os encargos da empresa perante os funcionários diminuem, assim como também os riscos, pois o mesmo funcionário é responsável por mais  tarefas. Esse é o caso de empresas farmacêuticas, de tecnologia e de comunicação.

Investimento no empreendedorismo

O intraempreendedorismo também é conhecido como a administração da mudança. Como as empresas já selecionam profissionais criativos e inovadores, nada melhor do que esses profissionais poderem fazer uso dessas habilidades e inovar em processos e produtos. O intraempreendedor pode ser o responsável pelo projeto desde sua criação até a aplicação final. Nesse caso, a companhia pode optar por dar uma recompensa ao gestor dos projetos que beneficiaram a empresa de certa forma. No caso do corporate venture, o empreendedorismo das pequenas empresas a inovação desses empreendedores que é beneficiada, pois a empresa investe dinheiro para ter ideias como resultado.

Valorização dos talentos

Os profissionais que estão alocados dentro das grandes corporações estão sempre em busca de oportunidades para inovar. As empresas devem buscar os seus talentos escondidos e valorizá-los. Muitas vezes as pessoas que olham para um processo diariamente pensam em formas de torná-lo mais ágil e menos dispendioso. Investir em ações que reduzam o desperdício poder ser muito lucrativo para a empresa a médio e longo prazo. Por outro lado, as pessoas que não conhecem os processos podem ter ideias totalmente inovadoras, e esse é um motivo para investir na corporate venture.

Leia também: : o que é e como colocá-la em prática na sua empresa

Consciência sobre os riscos

É importante salientar que toda a empresa que investe em inovações corre riscos. E isso pode ocorrer mesmo quando a inovação vem de dentro da empresa ou quando se investe em startups.  Ao dar a liberdade para os funcionários inovarem, você precisará dar o apoio financeiro e de pessoal para que o projeto ande. Assim como em casos de terceirização, projetos que nascem dentro da empresa podem ou não dar certo, mas sem investimentos o fracasso será inevitável. Lembre-se de que a vantagem de investir em um intraempreendedor ou em uma empresa startup, é o conhecimento que eles têm quanto aos processos, serviços e à própria cultura da empresa.

O lugar onde você trabalha está preparado para ter um intraempreendedor? Ao apostar nesse modelo de trabalho, crie a cultura da inovação dentro da empresa, estimulando todos a darem ideias, entendendo os projetos que não deram certo e destacando casos de sucesso.