Esg E Inovação

ESG e Inovação: como as duas práticas impactam no sucesso dos negócios?

Todas as organizações geram impacto socioambiental, independente de sua área de atuação, mas ainda são poucas que atuam de maneira estratégica, buscando inovar a partir da aplicação dos princípios do ESG (Ambiental, Social e Governança) no seu dia a dia.  

Nos últimos tempos, o ESG tem ganhado visibilidade, sendo amplamente adotado no mundo corporativo. O termo foi cunhado em 2004 em um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), elaborado após um Pacto Global. O relatório destacou a necessidade de integrar fatores ambientais, sociais e de governança que geram, não apenas a rentabilidade de negócios, mas também sua sustentabilidade a longo prazo.

O estudo inédito sobre a evolução do ESG no Brasil, promovido pela Rede Brasil do Pacto Global e a Stilingue, revela a evolução do ESG entre as principais empresas do país e destaca os impactos desse movimento com intuito de engajar mais companhias a aperfeiçoarem suas práticas sustentáveis.

Se enquadrar aos critérios ESG permite que as organizações minimizem os impactos negativos e potencializem os positivos, promovendo, consequentemente, melhores resultados na performance do negócio. Ao adotar práticas inovadoras do ESG, as empresas conseguem criar novos modelos de negócio em tempos de mudanças complexas.   

Afinal, inovar vai muito além de colocar em prática uma ideia nova. Um processo inovador precisa ser aplicável, viável e romper com velhas práticas, de acordo com Joseph Schumpeter, economista, cientista social e um dos pais da inovação.

O que é ESG?

ESG (do inglês Environmental, Social and Governance) diz respeito ao conjunto de práticas e informações socioambientais e de governança que apoiam a tomada de decisão nas organizações para orientar investimentos, ações e projetos.

Incorporar as práticas de ESG à estratégia das empresas amplia a competitividade do setor empresarial, independente do setor de atuação do negócio. Entenda como aplicar práticas de ESG promove a inovação nas organizações

Aplicar práticas de ESG promove a inovação nas organizações

Segundo Joseph Schumpeter, as inovações podem surgir na sociedade através de novos bens, novos métodos de produção, descobertas científicas e tecnológicas, novos arranjos comerciais e, consequentemente, alteram o equilíbrio da economia.

Já o Manual de Oslo (2018) considera inovação todo produto ou processo novo ou melhorado (ou combinação deles) que difere significativamente dos produtos e processos anteriores. Independentemente da definição, inovar é uma estratégia de sobrevivência no mundo que conhecemos hoje.

O primeiro passo para inovar é identificar uma necessidade que não está sendo servida ou está sendo mal servida. A segunda fase da inovação é testar uma ideia promissora na prática. É nesta fase em que as ideias mostram seus defeitos, são aprimoradas e evoluem.

Seguido disso, ainda podemos pensar na adaptação e aprendizagem, que nada mais é o que as empresas vêm buscando fazer ao criar modelos de negócios. Na atualidade não existe mais espaço para negócios que não pautem suas estratégias a partir do princípio da sustentabilidade. 

Adotar as práticas de ESG inspira a inovação nas organizações. Em uma economia sustentável, a atuação focada apenas em métricas financeiras se torna ultrapassada e uma nova visão de negócio se torna a regra de mercado. 

O propósito guia modelos de negócios ESG

Quando uma empresa tem claro qual o propósito pelo qual trabalha, as decisões estratégicas são baseadas nesse propósito. Nesse aspecto, os princípios do ESG acabam permeando o modelo de negócio de empresas atentas a esse movimento que passam a considerar práticas com impactos sociais, ambientais e de governança mais positivos. E tal consistência gera credibilidade para a empresa.

No Brasil, atualmente, existe uma grande oferta de investimentos ESG — seja por meio de fundos, renda fixa ou crédito. Há uma grande  demanda de investidores e empresas que vem buscando atender as expectativas do que o mercado exige. 

Segundo a pesquisa realizada pelo Global Network of Directors Institutes (GNDI), 85% dos conselheiros entrevistados acreditam que as questões ESG e de sustentabilidade serão o foco para os stakeholders.

Como adotar práticas de ESG na minha empresa?

Uma forma de começar a adotar práticas de ESG é aderir os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) às causas e objetivos de um negócio. Eles estão diretamente ligados ao impacto positivo. Aprovados em 2015 pela ONU, os ODS foram desenvolvidos a partir de uma negociação mundial e, como resultado, nasceu o documento “Transformando o Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”. 

O objetivo principal é preparar as organizações para transformar o mundo, incentivando uma atuação mais consciente e sustentável que contribui para o cumprimento das metas da Agenda 2030, reduzindo desigualdade, fome, poluição, corrupção e dentre as 169 metas definidas. 

Cada vez mais, é preciso aumentar a sinergia dos modelos de negócio com práticas sustentáveis comprovando, assim, que uma atuação consciente é capaz de gerar soluções inovadoras e absolutamente necessárias para o sucesso dos negócios.

Quer saber como a sua empresa pode passar a incorporar as práticas de ESG para o sucesso da organização? Entre em contato! 

 

ESG

O que é ESG e quais os benefícios para a empresa?

A incorporação de práticas de sustentabilidade ambiental, inclusão social e de governança no ambiente corporativo — ESG (Environmental, Social and Governance), são necessárias para que negócios sejam bem sucedidos em tempos de mudanças ágeis e complexas. Entenda o que é ESG e os benefícios para as empresas.

Para promover a cultura da inovação, as empresas devem ir além da adoção de soluções tecnológicas disruptivas e implementar ideias e práticas inovadoras que impactam  positivamente a sociedade no novo normal. 

Empresas que se comprometem em minimizar o impacto ambiental, ter responsabilidade social e adotar boas práticas de governança corporativa se destacam, atraindo atenção de investidores. Um estudo realizado pela consultoria BCG, revelou que as empresas que promovem boas práticas ambientais, sociais e de governança obtêm maior lucratividade e geram melhores resultados, agregando valor de mercado a longo prazo. 

Já o relatório elaborado pela Itaú Asset concluiu que as empresas preocupadas com questões ESG são mais resilientes e mais valorizadas na Bolsa de Valores. Os dados comprovam que o ESG é uma tendência cada vez mais forte nas organizações. Se antes, o emprego dessas práticas ficava limitado ao discurso, a partir de agora, as empresas devem integrar os princípios do ESG na prática. 

O ESG certifica as organizações reconhecidas pela adoção de práticas ambientais, sociais e de governança. Recentemente, o CFA Institute, associação global de profissionais de investimento, anunciou que comercializará no Brasil e em centros financeiros de todo o mundo o Certificado em ESG Investing, criado pela CFA Society do Reino Unido. Até então, oferecido apenas no Reino Unido.

O Certificado em Investimentos ESG, desenvolvido pela CFA Society do Reino Unido, é reconhecido pelos Princípios das Nações Unidas para o Investimento Responsável (UN PRI). A iniciativa demonstra como o ESG tem sido valorizado por investidores. Estima-se que pelo menos 30 trilhões de dólares em ativos estão hoje sob gestão de fundos que apenas aplicam seus recursos em negócios e empresas com práticas sustentáveis, chamados de investimentos responsáveis. 

Afinal, o que é ESG

A sigla ESG (Environmental, Social and Governance) abrange os princípios que tornam um negócio sustentável em termos ambientais, sociais e de governança. O ESG representa o índice de sustentabilidade e impacto social de uma organização. Adotar práticas sustentáveis se tornou extremamente relevante e o ESG das empresas passou a ser acessível para investidores consultarem esses dados por meio de relatórios empresariais. 

Empresas pautadas pelo social, ambiental e governança incorporam uma cultura empresarial em que a sustentabilidade norteia a tomada de decisão. Entre as principais características dessas organizações estão as boas práticas de gestão que tornam a operação mais sustentável em diversos aspectos, incluindo o econômico e na gestão de riscos. 

Princípios ESG

Atuar em uma economia sustentável requer uma nova governança corporativa que integre as práticas de ESG. As práticas de negócios baseadas em ESG estão relacionadas aos aspectos ambientais, sociais e empresariais. 

  • Práticas ambientais

No âmbito ambiental, as práticas de ESG visam minimizar os impactos ambientais da cadeia de negócios, determinando parâmetros para emissões de carbono, gestão dos resíduos e rejeitos, uso eficiente de recursos naturais, entre outras questões ambientais importantes para a sustentabilidade do planeta. Diante da iminente possibilidade da escassez de recursos naturais e ameaças climáticas, a sustentabilidade ganha cada vez mais o status de vantagem competitiva nas organizações.

  • Práticas sociais

As questões relacionadas ao capital humano das organizações ganham relevância, impulsionando  a inclusão social e a diversidade de gênero nas organizações, assim como os investimentos em um ambiente de trabalho saudável que impacta diretamente na produtividade e em melhores resultados. 

  • Práticas de governança

As boas práticas de governança abrangem mecanismos de transparência que contribuem positivamente na reputação corporativa e  proporcionam vantagem competitiva ao negócio no mercado.

Benefícios das estratégias de ESG nas empresas

As estratégias de ESG nas empresas contribuem para uma imagem positiva perante a consumidores e investidores e, consequentemente, nos resultados financeiros das organizações. Por esse motivo, implementar políticas e práticas sustentáveis passou a ser uma regra de mercado. 

O impacto do ESG no ambiente empresarial é extremamente relevante do ponto de vista econômico, gerando benefícios tangíveis e intangíveis aos negócios.

  • Melhora desempenho financeiro;
  • Aumenta a confiança do investidor;
  • Garante a fidelidade do consumidor;
  • Fortalece imagem positiva da empresa;
  • Amplia retenção e satisfação de talentos;
  • Reduz custos e desperdícios;
  • Assegura transparência;
  • Mitiga riscos. 

A incorporação do ESG à estratégia das empresas está mudando profundamente o mundo empresarial e financeiro. Sua empresa está preparada para atuar em uma economia sustentável? 

 

Trabalho Remoto

Como aumentar a confiança entre times em trabalho remoto?

Manter a motivação e aumentar a confiança entre o time em tempos de home office é um dos grandes desafios da gestão de organizações no atual momento. À medida que os times migram cada vez mais para o modelo virtual — ou híbrido — percebe-se nuances e diferenças entre a comunicação e construção de confiança entre equipes presenciais e não presenciais.

Isso porque, no ambiente de trabalho presencial existem formas mais orgânicas e que exigem menos esforço para manter o engajamento e comunicação sem ruídos. Ainda assim, antes mesmo do trabalho remoto se tornar uma exigência devido à pandemia, a questão da confiança no ambiente de trabalho permeia o dia a dia de qualquer organização.

Quando falamos de confiança em ambiente organizacional, enfrenta-se certos obstáculos, justamente porque nem sempre criou-se a cultura de conhecer tão bem a todos com quem compartilhamos o trabalho. Além disso, nem sempre a comunicação entre todos os colaboradores é fluida. Nesse caso, como estender o processo da confiança, portanto, quando os grupos estão à distância?

O que significa confiança?

Podemos afirmar que  confiança é possuir credibilidade ou se ter conceito positivo a respeito de alguém ou de algo; Confiança é crédito, segurança, crença de que algo é de qualidade.

E existem também diversas outras definições para o que é confiança. Dentre muitas, uma delas, explica que confiança é um sentimento que se verticaliza com a prática. Se solidifica com a constância e se constrói a partir de relacionamentos. Nesse caso, o tempo é um fator determinante. Mostrando-se necessário, inclusive, a qualidade com que é utilizado esse tempo.

Pensando no mundo corporativo, não existe relação sustentável entre líder, liderados e equipe, a longo prazo, se ela não estiver sobre a base sólida da confiança. A confiança no ambiente de trabalho torna-se, portanto, um valor de negócio para as organizações.

Afinal, não só de estratégia, investimento e tecnologia vive uma empresa. E não existe trabalho em equipe sólido e funcional se não há confiança. Quando a confiança é alta, a velocidade é maior e o custo é menor.

Como construir um ambiente de trabalho onde a confiança esteja presente?

É necessário, para aumentar a confiança em uma organização, partir de uma premissa de que nada é óbvio. Quando o emissor — seja ele quem for, líder ou liderado —  parte da ideia de que óbvio existe, as chances de ocorrerem problemas de compreensão, falha na comunicação e falta de escuta são enormes.

Para tanto, é fundamental adotar alguns princípios para crescimento da confiança:

  1. Mantenha a clareza na comunicação: uma comunicação fluida é essencial para o processo da confiança. O ideal é criar métodos em que fique claro a todos do time o que precisa ser feito e de quem é cada responsabilidade.
  2. Deixe claro qual a intenção: seja em uma reunião, seja com uma demanda, quanto mais clara estiver a intenção, menos a chance de haver ruídos entre todos os envolvidos. Evitando, assim, que desentendimentos aconteçam.
  3. Cumpra as promessas: e caso não possa cumpri-la, avise com antecedência. Isso evita desconfortos e expectativas que podem impactar negativamente, se deixadas de lado.
  4. Busque a comunicação não violenta: isso garante que a pessoa com a qual o líder está se comunicando sinta que há empatia no que é dito ou solicitado. É importante lembrar que, nem sempre as pessoas estão em um bom dia, e isso precisa ser compreendido e levado em consideração.
  5. Normalize a vulnerabilidade: muitas vezes a falta de confiança mora no medo de compartilhar a vulnerabilidade. Em geral, passamos a confiar nas pessoas quando percebemos que existem vínculos que nos aproximam.

Aumentar a confiança é ocupar-se do outro

O cenário pandêmico surgiu sem aviso e acelerou a necessidade de adaptar-se à nova realidade. Foi preciso construir a confiança com a necessidade de se trabalhar à distância, dando a oportunidade de se conhecer de fato quem são e como agem os colaboradores e colegas de uma equipe.

A postura adequada para isso é ocupar-se do outro de verdade. Ouvir o que o outro tem a dizer e mostrar-se disponível. Se antes, em um bate-papo presencial era mais fácil puxar a atenção de alguém, perceber pequenos detalhes de atitude ou conduta, agora, virtualmente, é a boa escuta uma das  partes mais poderosas de uma comunicação.

Para isso, é preciso abrir espaço na agenda para que se possa construir tais relações que, em curto prazo, estimulem cada vez mais confiança. De acordo com Ricardo Vandré, as organizações precisam ser espaços de cura, onde momentos de escuta devem ser institucionalizados.

E eles não acontecem nesses momentos orgânicos do cafezinho, happy hour, encontros semanais da equipe toda — seja ele presencial ou remoto. Momento de escuta significa ter espaço na agenda reservado para procurar conhecer melhor líder, liderado e time e verticalizar a confiança. Assim, a instituição demonstra que a escuta é um hábito que permeia todos os seus  integrantes.

Para refletir sobre como a confiança é um importante pilar para o sucesso de uma organização, confira o Webinar: Confiança em times em trabalho remoto em que conversei com o educador corporativo e palestrante, Ricardo Vandré e deixem seus comentários.

 

Constelação Organizacional

Constelação Organizacional: por que sua empresa deve investir nesta estratégia

A constelação organizacional é uma evolução da constelação familiar aplicada em empresas. Essa ferramenta de autoconhecimento coloca a convivência familiar do nascimento até a vida adulta como fundamental para a formação de caráter e aprendizados, comportamentos e atitudes.

Você já pensou como a relação com irmãos, tios e avós afetam a sua vida no trabalho? Será que essa experiência foi positiva ou negativa? O comportamento mais reativo de um colaborador tem a ver com a história familiar dele ou tem algo na liderança que o deixa desconfortável?

Ou até mesmo em questões de fusões e aquisições: como essa transição de um DNA de uma empresa para a outra é transferido? Como a mudança de cultura ou até mesmo a fusão de cultura organizacional afeta o dia a dia dos funcionários que farão parte de outra empresa?

Para saber o que é constelação organizacional e como utilizá-la para resolver conflitos e construir relacionamentos saudáveis na sua empresa, continue a leitura do artigo.

Afinal, o que é constelação familiar?

Todo mundo tem uma história sobre alguém que inspira ou traz uma lembrança de carinho. Um tio que deu um presente especial. O cheiro do bolo na casa da avó ou até mesmo as recordações com os deveres de matemática na época da escola. O ponto é que nem todas as lembranças são positivas e quando são geram autoconfiança.

No entanto, quando as memórias não são positivas podem gerar traumas que levamos para a escola e, depois, para a vida profissional. A constelação familiar atua justamente neste ponto: entender nossos traumas na relação com nossos familiares, encontrar respostas para várias questões e, consequentemente, tirar várias dúvidas e trabalhá-las rumo à cura e ao autoconhecimento.

A constelação familiar é uma ferramenta psicoterapeuta criada por Bert Hellinger em 1970 que contribui para que os indivíduos consigam identificar os seus problemas, encontrar padrões de comportamentos e até mesmo tirar dúvidas que podem ser tiradas baseadas nos comportamentos de familiares. E tudo isso ocorre no inconsciente, por mais que o indivíduo não queira aceitar, repete padrões para pertencer à família e respeitar quem veio antes.

Em tese a constelação familiar busca nos mostrar como, inconscientemente, somos levados a repetir comportamentos dos nossos grupos familiares. Para Bert Hellinger, criador da metodologia, a constelação familiar sistêmica é uma forma de nos organizarmos em grupos e também de mostrarmos amor a quem veio antes de nós.

Na prática, o método é aplicado por um constelador familiar que costuma solicitar para o cliente qual tema será trabalhado na sessão. Depois disso, é pedido uma série de informações para que a pessoa consiga identificar vários comportamentos familiares que possam ser identificados e reproduzidos em seu núcleo familiar: casos de roubos, assassinatos, mortes precoces, doenças, entre outros. Tudo pode ser trabalhado nessas sessões.

Por fim, é solicitado para que a pessoa identifique um membro da família que represente esse grupo para que o constelador familiar possa traçar formas de curar as feridas, rever padrões e desenvolver a resiliência nesse processo.

Qual a relação da constelação familiar com a constelação organizacional?

Como falamos até aqui, muitas de nossas inseguranças estão vinculadas aos nossos sistemas familiares. Segundo Hellinger, nossas vidas são norteadas por três princípios:

  • A necessidade de pertencer a um grupo;
  • Equilíbrio entre o dar e o receber neste grupo;
  • A hierarquia que existe neste grupo.

Em uma empresa não é diferente, não é mesmo? Existem vários setores com diferentes colaboradores e para que haja harmonia é fundamental que exista um senso de pertencimento entre os membros desse grupo. Outro ponto importante para que as engrenagens empresariais funcionem, é preciso ter um equilíbrio entre o dar e o receber essenciais para a liderança inovadora e organizações ambidestras. Por fim, também existe a hierarquia que norteia quem são os tomadores de decisão. Contudo, diferente da estrutura hierárquica familiar, nas empresas um subordinado pode virar líder, um gerente pode se tornar um executivo e assim por diante.

A constelação organizacional visa, portanto, eliminar comportamentos nocivos que impedem o crescimento das pessoas dentro de  empresa. Afinal, a empresa é um organismo vivo feito por pessoas de diferentes classes, raças, culturas e um comportamento nocivo e inconsciente de um colaborador pode desequilibrar o sistema de toda empresa.

No entanto, é importante ressaltar que o pertencimento ao grupo familiar nos acompanha durante toda a vida. Já nas empresas, esse pertencimento é temporário e facultativo. Inclusive, a constelação organizacional ajuda a identificar quais perfis profissionais mais se adéquam a cultura da empresa.

Benefícios da constelação organizacional nas empresas

  • Redução de conflitos entre pares e lideranças;
  • Melhorar a qualidade das tomadas de decisão;
  • Fomentar o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional;
  • Analisar cenários para fusões e aquisições;
  • Facilitar a integração entre times depois de uma fusão ou aquisição;
  • Aumentar a penetração no mercado;
  • Analisar os efeitos sistêmicos entre os vários setores da empresa e, consequentemente, melhorar as passagens de bastão;
  • Estudar novos produtos;
  • Definir novas estratégias organizacionais.

Gostou de conhecer mais sobre constelação organizacional e os benefícios que pode trazer para a sua empresa? Veja também o webinar que realizamos sobre esse tema e amplie seus conhecimentos.