Vi no twitter do @frankmaia que recebeu do amigo @OneLag e que colocou o título “Prá desarmar a raiva” no blog Xinelão. Eu optei pelo título “Corrente do Bem“. Passe adiante.
Vi no twitter do @frankmaia que recebeu do amigo @OneLag e que colocou o título “Prá desarmar a raiva” no blog Xinelão. Eu optei pelo título “Corrente do Bem“. Passe adiante.
No início, por não conhecer a ferramenta e não ter pessoas agregadas, o Twitter soa estranho. Responder à pergunta: “what’s happening”? parece coisa de criança que não tem o que fazer ou pior, que é controlada pela mãe. Mas na medida em que outras pessoas começam a te seguir e tu começas a seguir outras pessoas, inicia-se uma troca de informações que pode ser bem interessante. O segredo é saber a quem seguir. A qualidade das pessoas, o que as mesmas têm a acrescentar, que tipo de informação é importante etc. Tudo isso e mais um pouco irá configurar o “teu” Twitter.
Tenho a felicidade te ter muitos amigos, conhecer muitas pessoas, gostar de ouvir, saber mais. Aprendi a usar o Twitter com a minha filha Marina (aliás, que sempre me coloca em contato com as novidades das redes sociais). Gradativamente e até um pouco tímida, comecei a seguir algumas pessoas. Algumas retribuiram e passaram a me seguir. Outras pessoas surgem, novas informações são citadas e aos poucos um rede de pessoas é formada.
O que se pode constatar é que este ambiente diferente de um Facebook ou Orkut, lembra muito uma sala de estar. Surgem todos os tipos: os que sabem tudo, os intelectuais, os revoltados, os que só repetem o que outras pessoas falam, os engraçados, com presença de espírito e divertidos. Conforme o perfil das pessoas “seguidas” e da frequencia com que as mesmas contribuiem com informações, esse ambiente virtual pode chegar a viciar também. A troca de informaçoes, as respostas, os re-twitters, os links etc podem provocar uma necessidade em ficar conectado 24 horas por dia para saber o que está acontecendo. Mas como tudo na vida, é preciso saber desligar, desconectar ou quem sabe, como acontece na casa da gente, sair da sala e mudar de ambiente.
Fonte: Ethevaldo Siqueira – O Estado de São Paulo
Nenhuma tecnologia supera em qualidade o encontro pessoal, presencial, face a face, em entrevistas ou reuniões. Mas, quando se trata de conectar profissionais distantes, em cidades, países ou até continentes diferentes, em encontro virtual por meio de um sistema tão avançado quanto o da Telepresença, as vantagens dessa tecnologia superam largamente o distanciamento físico.
Executivos e jornalistas são os primeiros profissionais a usufruir os benefícios da Telepresença, novo meio de comunicação multimídia, com imagens em alta definição e tamanho natural, desenvolvida originalmente pela Cisco. Tenho usado com alguma frequência o novo sistema. Há poucos dias, entrevistei simultaneamente três cientistas: um em Londres, outro em Nova York e o terceiro em São Francisco. Além de entrevistá-los em conjunto, com o benefício adicional dos comentários recíprocos, num tempo recorde, atingi meu objetivo de trabalho sem ter que viajar para aquelas três cidades.
Imagine, leitor, a demora, os transtornos e o preço dessas entrevistas se eu tivesse que viajar fisicamente, para fazer as mesmas entrevistas, de forma presencial, face a face. Em primeiro lugar, teria que voar um total de mais de 60 horas, sem contar o tempo de espera de 8 a 10 horas em aeroportos. Seria obrigado a enfrentar o aborrecimento das filas, controles de passaportes ou, pior, as medidas de segurança. Minhas despesas totais superariam US$ 20 mil, em passagens, hotéis, táxis e refeições.
Mais do que economizar tempo e dinheiro, senti a alegria de estar contribuindo para a redução da poluição e, em especial, do aquecimento global. As empresas, por sua vez, além de ganhar tempo e aumentar a produtividade, podem economizar anualmente verdadeiras fortunas em viagens, hotéis, táxis e restaurantes de seus executivos. O único fator de limitação hoje passa a ser o fuso horário de cada interlocutor.
O uso da Telepresença cresce rapidamente no Brasil e no mundo. Embora ainda tenha sabor de novidade para jornalistas, já se torna rotina para muitos executivos.
NATURALIDADE
O novo sistema de comunicação permite aos interlocutores ampliar sua experiência pessoal, como se estivessem frente a frente, interagindo e colaborando com todos os recursos de multimídia, informática e telecomunicações.
O realismo das imagens de alta definição e do tamanho natural nos dá a sensação perfeita de que as pessoas estão ali presentes, diante de nós. As imagens dos participantes, complementadas por efeitos visuais avançados e recursos de áudio de alta qualidade, nos dão até a percepção da expressão facial e da voz dos interlocutores, sem qualquer distorção. Além disso, podemos trocar documentos, textos ou programas de computador.
Como comparar os sistemas tradicionais de videoconferência com a Telepresença? Embora seja muito mais barato, o velho sistema de videoconferência é muito mais difícil de programar e usar. Além disso, não proporciona imagens de alta qualidade. No caso da Telepresença, as câmeras são posicionadas para proporcionar automaticamente uma melhor cobertura da sala. Desse modo, os participantes não precisam ajustá-las durante as reuniões.
PARA QUE EMPRESAS?
A Telepresença não é indicada para qualquer empresa, mas para aquelas que fazem elevado número de reuniões executivas em diferentes localidades ou necessitem de comunicação frequente com grandes clientes. Seu objetivo central é reduzir o número de viagens corporativas e, assim, contribuir para a preservação do meio ambiente.
Além da redução das despesas de viagens, o uso dessa nova tecnologia melhora a comunicação entre clientes, parceiros e colaboradores, desenvolve melhor relacionamento, amplia a confiança e proporciona maior compreensão das diferenças culturais.
Por sua naturalidade e espontaneidade, a Telepresença permite também maior integração de colaboradores que trabalham em diferentes unidades. Reduz o tempo de comercialização, ao tornar as decisões mais rápidas e inteligentes. Com o aumento do tempo líquido de lazer, contribui para a elevação da qualidade de vida dos funcionários.
Entre os benefícios do uso da Telepresença, o ponto alto é, a meu ver, o impacto positivo no ambiente, como resultado direto da redução do número de viagens de avião. As corporações se tornam efetivamente mais verdes.Um sistema de Telepresença pode conectar até 48 telas simples (single screens) em comunicação simultânea. Ou seja, é possível ter até 48 telas, com 96 pessoas em uma única reunião.
Qual é o investimento para se montar uma sala de Telepresença? De acordo com a necessidade dos clientes, pode variar de US$ 50 mil a US$ 300 mil. Este valor refere-se apenas à compra dos equipamentos. O retorno do investimento (ROI, na sigla em inglês) desses projetos costuma ser bem rápido, considerando os custos das viagens de seus profissionais. A Dimension Data, empresa integradora de salas de Telepresença, em nome da Cisco, acaba de realizar a integração de 50 unidades da Procter & Gamble em 23 países, inclusive o Brasil.
Passamos por algumas situações na vida que nos colocam em um estado de contradição ou mesmo de indisposição. Cruzamos com pessoas que não nos são empáticas. Parece que tanto a nossa psique como a química do nosso corpo não combina com aquela pessoa. Se estivermos em um ambiente de conferência ou em um evento, basta que a outra se manifeste para que nosso corpo imediatamente se manifeste contrário o que a mesma está falando. Se ouvirmos um comentário, nos irritamos instantaneamente.
Para conviver com situações como estas e tirar o elemento da subjetividade da minha avaliação bem como pacificar a mente que constantemente retorna ao assunto, imagino a vida como um espelho e passo a fazer algumas reflexões me perguntando internamente:
O efeito não é imediato, mas ao longo de um tempo e de constantes questionamentos, vamos percebendo as nossas limitações e passamos a identificar os pontos positivos que a outra pessoa possui. Isso nos ajuda a abrir um espaço para o entendimento e reconhecimento dos nossos pontos fortes e fracos e passamos a nos desenvolver ao invés de criticar quem estiver ao nosso lado.
Na história infantil “Branca de Neve e os sete anões”, existia uma bruxa malvada e um espelho mágico. No nosso dia a dia precisamos separar cada elemento, apaziguando essa “bruxa” interna que sempre pretende ser a mais bonita e valorizar as possibilidades de crescimento nas diferenças que existem em cada ser que em um dado momento da vida cruzam o nosso caminho. Nada acontece por acaso. Aproveite para crescer e se conhecer através do espelho que as pessoas colocam a cada dia na nossa frente.
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Equipes tendem a discutir informações que todos já conhecem e os grupos mais falantes são os menos produtivos. Foi o que ficou evidente nos resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade da Carolina do Norte – USA, no período de 22 anos.
O estudo, conduzido em parceria entre Jessica Mesmer-Magnus, da Universidade da Carolina do Norte com a Dra. Leslie DeChurch, da Universidade da Flórida, analisou pesquisas sobre o compartilhamento de informações no local de trabalho, consistindo do estudo de aproximadamente 4.800 grupos, englobando mais de 17.000 pessoas. As descobertas foram publicadas no Journal of Applied Psychology.
A análise mostrou que as equipes que gastam tempo compartilhando novas informações produziram melhores resultados nas suas tarefas. Mas as pesquisadoras também descobriram que a maioria das equipes gastou seu tempo discutindo informações que já eram de conhecimento do resto do grupo. Grupos cujos membros falavam mais abertamente durante as reuniões tinham melhores relacionamentos uns com os outros, mas isto não necessariamente significa que eles foram mais produtivos.
Embora os membros das equipes sejam freqüentemente escolhidas pela variedade dos seus antecedentes profissionais e pessoais, as equipes tendem a compartilhar mais informações quando a equipe é composta de membros de origens semelhantes, de acordo com a análise.
As pesquisadoras afirmam em suas conclusões que a produtividade de uma equipe pode ser melhorada com as seguintes providências:
Fonte: Adaptado do site Diário da Saúde
Seria possível imaginar que a noticia que chega ao meu email agora está sendo enviado em tempo real de um país remoto como a China? Como pensar nesse mundo onde as redes via internet são mais ativas e eficazes do que o contato que mantenho com o meu vizinho?
Mas é neste mundo que vivemos. Neste tempo e neste momento, onde acumulamos os contatos virtuais, ingressamos na lista de uma série de pessoas com as quais nunca conversamos, acumulamos seguidores no Twitter e nossa competência muitas vezes está relacionada ao número de “amigos” que agregamos no Orkut.
Na vida do dia a dia, no nosso meio profissional nossa rede de contatos é moldada de outra forma. Ouso discordar de várias tendências preconizadas na web, mas como uma vez escutei de Gilberto Dimenstein “não existe tecnologia que substitua um sorriso e uma troca de olhar”. A pergunta que faço é a seguinte: tantas pessoas que temos atreladas aos nossos inúmeros perfis na internet lembrarão de nós quando essa onda passar? Ou não seria melhor cultivar um velho amigo que estudou contigo nos tempos remotos de escola?
Hoje, uma segunda feira com chuva fina em Florianópolis, estou reflexiva. Participei de uma reunião com uma pessoa que não tinha contato comigo há pelo menos uns quatro anos. Lembra da frase: parecia que foi ontem? Pois foi isso que ocorreu. Ela me chamou porque tempos atrás fiz um trabalho que ela lembrava da qualidade, da forma de atendimento, dos resultados. E é este ponto que pretendo evidenciar neste post.
Nossa postura profissional, nossos resultados no dia a dia, a forma como tratamos as pessoas e a habilidade que demonstramos na resolução de problemas é que nos farão ser lembrados daqui a alguns anos. Por isso, cultivemos as amizades reais, as pessoas vivas, aquele colega chato que trabalha ao nosso lado, o irmão adolescente, pais, parentes. Devemos conhecer nossos vizinhos de porta, de andar, de edificio, do bairro e até os “inimigos”.
Serão essas pessoas que comporão a nossa de rede de relacionamento no futuro, amanhã, ou logo ali, porque o tempo voa.
Uma pesquisa do Acessa São Paulo – programa de inclusão digital do estado – indicou que usuários estão se comunicando mais através de sites de relacionamento do que de e-mails. A descoberta, de 2007, impulsionou uma pesquisa sobre o perfil e o comportamento de adultos e adolescentes em redes sociais. A investigação foi feita na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado, pela Escola do Futuro, núcleo de pesquisas da USP.
“Redes sociais são sites de relacionamento com um perfil, onde todos podem ver os amigos dos amigos. O seu uso pelos adolescentes determina o modo deles se relacionarem com as pessoas e há uma produção cultural totalmente nova nascendo aí”, resume a coordenadora do Observatório da Cultura Digital e reponsável pela pesquisa, Cacau Freire.
A pesquisa foi feita por intermédio de conversas com grupos de adolescentes de 15 a 19 anos e adultos de 30 a 39 anos que acessavam o site de relacionamentos Orkut nos computadores do Acessa São Paulo.
Perfis diferentes para cada atividade
Os adolescentes entrevistados revelaram posições fortes sobre o que acreditam, e contaram que criam muitos perfis nas redes de relacionamento. Disseram também não ter problemas em fazer várias coisas ao mesmo tempo. “Muitos deles gostam de estudar ouvindo música e não estudam em casa por ser muito quieto. Eles criam perfis diferentes para procurar empregos, namorar, conversar com os pais e os amigos”, conta a pesquisadora.
Quando perguntados se essa era uma atitude desonesta, os adolescentes disseram que as pessoas também assumem vários perfis na vida real, dependendo da situação, e isso é normal. “Eles não tiveram problemas para dizer que a vida não é um livro aberto”.
Adultos honestos
Os adultos entrevistados desconfiavam da rede e a associam com fraude e engano. A maioria deles tinha apenas um perfil no Orkut, com informações verdadeiras e contatos confiáveis. Para eles, os computadores do Acessa São Paulo não devem ser um local de diversão. Assim, ficaram constrangidos em dizer nos grupos de discussão que navegavam em sites de relacionamento.
Para Cacau, adolescentes se comunicam mais através de redes sociais porque gostam de se ver na mensagem e também porque elas são mais fáceis de utilizar do que os e-mails. “Para eles, não é um fator crítico se expor”, diz.
Novas formas de aprendizado
Os jovens envolvidos no estudo têm o hábito de pesquisar, sabem que terão que aprender por toda a vida e não enxergam a escola como o único meio para adquirir conhecimentos.
“Eles aceitam a figura dos professores, mas aprendem com seus iguais, nos fóruns de discussão, nos sites de relacionamento. Para eles, a escola serve apenas como um meio para obter um diploma, o caminho oficial a seguir”, diz Cacau. “Esses estudantes trazem informações e argumentação para a escola; têm mais tempo para pesquisar que os professores, cujo papel talvez seja orientar a discussão”, completa.
O aprendizado em listas de discussão não divide temas em disciplinas específicas. “Os jovens estudam tudo ao mesmo tempo nas redes sociais”, explica a coordenadora.
Eles também têm mais facilidade para mudar de opiniões e aceitar que estão errados. “Os adultos têm mais dificuldade de aprender, principalmente através de novas tecnologias, e mudar. As construções de conhecimento deles são mais profundas. Os adolescentes nasceram numa época de explosão de informações. Por isso, estão acostumados a aprender de uma forma muito tranquila”, observa.
A pesquisa foi feita pelo Núcleo de Pesquisa das Novas Tecnologias de Comunicação Aplicadas à Educação, da Escola do Futuro e assinada por Brasilina Passarelli, Drica Guzzi, Hernani Dimantas e Juliana Kiyomoura. Fonte: Diário da Saúde – link http://migre.me/2S6d
Sou um ser em busca de aperfeiçoamento constante, aberta à mudança. Estudei Administração na ESAG e conclui em 1982. Sou especialista auto-didata em comunicação e marketing e atualmente sou mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento, na UFSC. leia mais
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