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Modelos de negócios para uma educação inovadora

sala de aulaExiste um fenômeno que observo há vários anos em minha cidade: todo início de ano, após a época dos vestibulares, todas as escolas estendem pomposas faixas na entrada e anunciam no jornal da cidade os nomes de seus alunos que foram aprovados nos vestibulares – dando ênfase, é claro, para aqueles que passaram nas primeiras colocações nas universidades mais concorridas. É um ato de orgulho: a representação do sentimento de dever cumprido. E é também uma tentativa de atrair novos alunos para continuar um ciclo infinito.

Algumas vezes aqueles alunos esquecidos, que infelizmente não passaram em nenhum vestibular, retornam ostentando uma bem sucedida carreira como atleta ou então como um artista reconhecido nacionalmente, e, mais uma vez, a escola orgulhosamente divulga que esteve presente na formação daquele profissional bem sucedido. Mas qual é a contribuição de uma escola tradicional na carreira de uma dançarina? Pode soar até mesmo um pouco oportunista, não é mesmo?

Educação formal e rígida

Essa situação ilustra exatamente a preocupação do ensino, não só no Brasil, mas no mundo todo. O papel da escola se resume em preparar o jovem para entrar no mercado de trabalho, com foco no ensino de línguas, matemática e ciências, deixando de lado a importância das artes. É um sistema que foi criado no século XIX, acompanhando as evoluções e o crescimento das grandes empresas, que requeriam cada vez mais profissionais com o mesmo perfil, e que continua engessado até hoje sob os mesmo princípios.

Podemos observar inúmeras empresas e startups apresentando inovações nas mais diversas áreas, unindo a tecnologia com ideias originais que agregam valor e facilitam nossas vidas. Seria de se esperar que os efeitos disso pudessem ser notados também na educação, afinal são milhões de jovens matriculados em escolas, que representam não só um grande mercado, mas também o nosso futuro. Porém, não é o que observamos na prática, já que as startups encontram resistência em implantar seus produtos e serviços nas escolas. Por que isso acontece? Acompanhe:

Obstáculos enfrentados pelas startups

O principal obstáculo enfrentado pelas startups é a falta de interesse das escolas em inovar. É um cenário equivalente a tentar vender um smartphone para o vovô, que não se acostumou nem com ao uso dos celulares tradicionais. Ele pode até entender que o smartphone apresenta várias novas funções, mas se ele ainda é capaz de realizar ligações com seu telefone convencional, por que mudar? Neste contexto, as instituições de educação buscam entregar o que se comprometem a fazer, que é um jovem que seja aprovado no vestibular e tenha capacidade de conseguir um emprego. Porém, talvez, este seja justamente o problema.

Para atingir este objetivo, as escolas acabam utilizando todo o seu orçamento sempre nos mesmo gastos (professores, demais funcionários e infraestrutura) e descartam a possibilidade de assumir outras despesas. Além disso, a divulgação para os profissionais de ensino acaba se tornando complicada, já que eles passam o dia longe dos canais de comunicação. Por isso, é preciso encontrar meios diferentes de tentar contato e de mostrar novas ideias, mas aí entra novamente a resistência à inovação.

A importância do professor

sala de aula 2Nos meus anos de escola, sempre que tínhamos contato com alguma proposta diferente de ensino, era por iniciativa exclusiva do próprio professor. Algumas vezes, até a instituição fazia resistência à proposta, fazendo com que o projeto tivesse que ser abandonado. Por outro lado, havia os professores que já lecionavam na escola, há 20 anos, e não faziam esforço algum para mudar e aprimorar seus métodos de ensino, bloqueando completamente a aprendizagem inovadora.

Dessa forma, é visível a importância da figura do educador dentro do ambiente de educação formal, já que é ele quem estabelece o contato direto com o aluno e é também responsável pela forma de transmissão dos conhecimentos. Se os professores estão acomodados, ensinando um conteúdo já pré estabelecido e reciclando, ano após ano, a mesma apresentação no powerpoint, as chances de aplicar qualquer produto ou serviço inovador se tornam ainda menores.

As soluções alternativas

Neste panorama, algumas startups começam a buscar presença no mercado sem entrar no ambiente formal de ensino, por meio de novos modelos de negócios. É um mercado muito menor do que os milhões de alunos nas escolas e os serviços pagos podem sofrer certa relutância. Porém, pode ser uma solução alternativa.Para implantar uma educação inovadora, não só as startups precisam buscar ideias e tecnologias novas, mas é preciso também que a visão tradicional de ensino das escolas mude, diminuindo a resistência imposta.

Você acha que no futuro isso acontecerá? Deixe seu comentário sobre o assunto!

Estratégias organizacionais e modelos de negócio

Captura de tela 2015-07-03 09.24.27Uma estratégia organizacional provém da vivência militar, cuja ideia define o planejamento, execução, monitoramento e avaliação de recursos disponíveis para o alcance de um fim pré-determinado. No âmbito empresarial, significa estabelecer objetivos, metas e destinar recursos (humanos, financeiros, tecnológicos, etc.) para a realização destes fins, para que se possa concretizar a missão da organização e gerar os lucros esperados.

Modelos de negócios e estratégia organizacional

Quando uma empresa define sua estratégia organizacional, ela está destinando a sua atividade comercial um valor único que, independente da concorrência, fará com o empreendimento se destaque no mercado pela forma com que aloca recursos e designa responsabilidades para a criação de sua vantagem competitiva. Pois bem, é neste momento que haverá a definição do modelo de negócios, quando se estabelece a forma de como criar, capturar e entregar valor para o seu segmento de cliente. Mas como criar todo este ambiente organizacional coerente e sinérgico para que os resultados sejam positivos?

Como adequar o modelo de negócios à estratégia organizacional

O primeiro passo para que se possa definir uma estratégia organizacional e assim criar um modelo de negócios que seja coerente com o cenário em que a empresa se encontra, é realizar toda a análise do ambiente interno e externo da empresa. E para isso, uma  das técnica bem utilizada é a Análise SWOT, onde as ameaças e oportunidades, assim como os pontos fortes e fracos, serão detectados a fim de que se obtenha um cenário próximo à realidade e que as decisões a serem tomadas sejam feitas com base em informações coerentes.

A partir da análise dos dados obtidos será possível detectar os concorrentes, atentar-se para possíveis dificuldades ou oportunidades econômicas, sociais e culturais, dentre outras tantas questões que permitirão a um empreendimento apresentar-se no mercado de maneira inovadora e única. É através da sinergia entre estratégia organizacional e modelo de negócios que será possível criar  experiências e destacar-se no mercado tão competitivo.

Safari de Estratégia e Oceano Azul

Captura de tela 2015-07-03 09.26.37Dentre algumas  estratégias organizacionais praticadas, algumas das mais conhecidas do cenário corporativo são “Safari de Estratégias” e a “Estratégia do Oceano Azul”. A primeira, criada por Mintzberg, Ahlstrand e Lampel, estudiosos das ciências administrativas, afirma que uma estratégia está diretamente ligada, e em constante interação, com os ambientes internos e externos de uma organização. Dentre suas definições estão a de que as ideias relativas ao Planejamento Estratégico podem ser divididas em dez escolas divididas em três grupos, cujas estratégias estão ligadas a seus modelos de negócios.  Já a segunda, desenvolvida pelo coreano Chan Kim e pela professora francesa Renée Mauborne, tem como visão o crescimento organizacional sustentável e lucrativo. De acordo com esta teoria, as estratégias deverão ser bem planejadas, inovadoras, executadas com maestria e, o mais importante, deve ser capaz de alcançar aquilo que os concorrentes não enxergam para aumentar a percepção de valor dos clientes. A partir do conhecimento do seu  concorrente, a organização deverá revisar suas estratégias e altera-las para que navegue em um oceano azul, isto é, com uma concorrência irrelevante.

Bem, agora que você já sabe um pouco mais sobre estratégias organizacionais e sobre a importância de alinha-las ao seu modelo de negócios, faça já uma análise crítica de seu ambiente corporativo e verifique se a conduta de sua empresa está em sinergia com ele. E se precisar de ajuda, conte conosco!

Nota: As imagens deste post são do livro “Ferramentas Visuais para Estrategistas”, disponível em Creative Commons neste link

Quando chega a hora de se reinventar

2012-08-11 15.49.38Crise de meia idade, chegando aos quarenta, cinquenta ou sessenta anos, fechando um ciclo de trabalho ou vai encarar a aposentadoria, não importa qual seja o seu problema, um dia será preciso parar, olhar o que foi feito e repensar os seus próximos 20 ou 30 anos.

A medicina tem evoluído, a forma de trabalhar alterou substancialmente nas últimas décadas. Somos pessoas ativas, hábeis e dispostas a continuar contribuindo para a sociedade. Passamos boa parte da vida trabalhando para garantir uma independência financeira, adquirir bens e realizar projetos.  Para quem teve a oportunidade de integrar o time de uma empresa, ter a sua contribuição previdência em dia e conseguiu amealhar uma poupança poderá depois de 35 a 40 anos de trabalhar, parar e desfrutar de novos momentos. Mas e quem não conseguiu isso? E quando mais precisa vê seus rendimentos serem reduzidos, seu tempo fica ocioso, não tem mais um grupo de pessoas para trocar ideias diariamente ou mesmo nunca soube como é ser o gestor do seu tempo? O que muitos não imaginam é que neste momento da vida, passarão a enfrentar problemas por não saber que caminho seguir.  Essa angústia também pode surgir no momento de uma demissão inesperada. Tais situações não são motivo para desespero, com calma e algum direcionamento é possível resolver os contratempos e descobrir novas possibilidades.

Fomos educados e moldados na forma do trabalho com base na revolução industrial onde era preciso um espaço físico, a rigidez de um horário e um salário recebido pelos serviços prestados. Para muitas pessoas não ter esse “endereço comercial” é perder parte da sua identidade. Por longo tempo somos reconhecidos como o “Fulano da empresa tal” ou o “Beltrano da empresa Y”. Quando perdemos essa identidade que nos acompanhou por vários anos, ficamos desnorteados e não sabemos como agir porque não fomos educados para isso.

Com a prática dos esportes, a evolução da medicina, as novas formas de se viver e de se conectar, é fato que viveremos muito mais tempo do que os nossos avós e bisavós. Não somos mais “velhinhos” quando atingimos 60 ou 70 anos. Temos inteligência emocional suficiente para seguir uma nova carreira ou um novo estilo de vida.

Nessa fase transitória, vale destacar os benefícios que teremos quando nos afastamos de um ambiente formal de trabalho, tais como:

  • Tempo para si mesmo
  • Maior espaço para atividades prazerosas e hobbies
  • Aumento no convívio com a família
  • Maior atenção e cuidados com a saúde
  • Oportunidade para realizar sonhos antigos e engavetados
  • Opção em empreender na sua área de especialidade
  • Atuar como mentor de jovens empreendedores
  • E por ai vai…

Abre-se uma gama de oportunidades que normalmente não se tem tempo para parar, avaliar e conhecer. Existe uma excelente oportunidade de continuar trabalhando através da reinserção no mercado de trabalho, ou abrir um negócio próprio ou até mesmo trabalhar como autônomo em áreas antes nunca imaginadas.  A consultoria especializada também é uma opção, com a vantagem que essas atividades serão remuneradas permitindo uma renda adicional ao seu orçamento pessoal.

Para quem não precisa de uma renda extra, existe a opção de atividades sociais que traga uma realização como: dança, viagens, artesanato, esportes, trabalhos sociais. Participar deste tipo de atividades amplia a rede de contatos e gera novas amizades, eliminando o sentido de vazio e da falta do que fazer.

BMYouSe você se identificou em algum dos itens colocados nesse artigo e gostaria de receber alguma ajuda, eu tenho atuado com orientação para reposicionamento de carreira e de vida. O programa de mentoria consiste em identificar seu perfil, ver suas habilidades e conhecer suas maiores aptidões. Depois identificamos quem você poderá ajudar e como implementar um novo negócio a partir dessas descobertas e de um propósito de valor. Temos realizado isso com muito sucesso. Desenhamos o modelo de negócio pessoal, na sequencia desenhamos como moldar um negócio e definimos as estratégias a seguir para ter as metas alcançadas. Caso seja do seu interesse, ficarei honrada com um contato pelo email falecom@mariaaugusta.com.br. Será uma grande alegria descobrir novas possibilidades e novas áreas de atuação para você e para seu futuro.

Corporate venture: como sua empresa pode se beneficiar disto?

2012-10-24 05.04.14
O conceito de corporate venture ou empreendedorismo corporativo não é novo, mas a modalidade de investimento têm ganhado cada vez mais adeptos, o que significa grandes oportunidades para empresas com um perfil inovador, que tem a capacidade de propor não somente novos produtos e serviços, mas novos negócios. O corporate venture consiste no investimento de fundos corporativos diretamente em empresas startups, que pode resultar (ou não) em participação, e que além de recursos financeiros, pode também disponibilizar mentoring gerencial e de modelos de negócios.

Para as startups, empresas nascentes, mas normalmente com um perfil altamente inovador, isso representa acesso a importantes recursos, sem entretanto engessá-la em uma estrutura muito mais formal e burocrática de uma grande organização. Na verdade, trata-se de uma relação mutuamente benéfica, pois a flexibilidade e agilidade das startups confere às grandes organizações uma capacidade de inovar e propor novos modelos de negócios que possivelmente não teriam condições de prosperar em seu ambiente já estabelecido.

Impulsionando a inovação

O modelo de corporate venture se diferencia do venture capital tradicional, onde existem fundos de investimento que lidam com os riscos de novos negócios, mas que estão buscando um retorno em um determinado prazo. Além de representar um investimento direto por parte da corporação, o objetivo é muito mais de fomento à inovação e o estabelecimento de novas frentes de negócios. É comum que as startups impulsionadas por corporate venture sejam posteriormente absorvidas ou venham a integrar um grupo econômico formado pelas organizações que nela investiram.

O que ocorre na prática é uma alavancada para oportunidades de negócios inovadoras. Ambos os lados ganham, de formas que extrapolam apenas o lado financeiro. Benefícios estratégicos podem ser derivados das alianças que orbitam o corporate venture, gerando receitas adicionais e redução de custos para ambos os lados, além de permitir negócios que, individualmente, talvez não se concretizassem.

Grandes nomes

O conceito de corporate venture já existe há muito tempo nos Estados Unidos e Europa, e começa a ganhar cada vez mais força no Brasil. Cabe destacar que não está restrito a uma área específica, pois não lida tanto com a inovação sob o ponto de vista de tecnologia, mas sob a ótica de novas frentes de negócios.

Internacionalmente, nomes como Intel, IBM, Google, Telefónica e 3M são nomes consolidados no corporate venture. No Brasil, a lista conta com nomes como Braskem, Cemig, Promon, Votorantim, Odebrecht e Grupo Bandeirantes.

Pode se dizer que o corporate venture tem tido grande apelo em setores de grande crescimento. O dinamismo e capacidade de inovar que novos entrantes têm demonstrado nesses setores têm o potencial de desafiar as grandes empresas já estabelecidas. Dessa forma, o corporate venture torna-se uma forma de equalizar interesses e transformar em uma relação de ganho mútuo uma que tenderia a ser de concorrência.

A única constante é a mudança

Mudar o padrão

Mudar o estilo

Mudar a cabeça

Mudar de ideia

Mudar de lugar

Mudar as chaves

Mudar os móveis

Mudar o assunto

Mudar os planos

Mudar o blog

Depois de muito refletir, discutir, conversar e pensar a respeito, apresento meu novo canal de comunicação onde pretendo ampliar a conversa e o debate sobre inovação principalmente a não tecnológica, que passa por novos desenhos de modelos de negócios, novas formas de gestão organizacional e desenvolvimento do cliente. Não foi uma decisão fácil. Eu já possuía o blog mariaaugusta.com.br mas aos poucos ele foi ficando esquecido em função das mudanças (sempre elas) que surgiram no meio do caminho. Em 2011 formamos um grupo que pretendia disseminar o conceito de modelos de negócios no Brasil e como consequência, criamos o site bmgenbrasil.com. Este site nos serviu muito como um canal importante para divulgar o tema e principalmente interagir com mais de 5.000 pessoas do Brasil e do exterior que o procurava como um repositório de informações e materiais sobre o assunto. Mas o conceito de modelos de negócios evoluiu, o próprio Alex Osterwalder autor da metodologia ampliou sua abordagem incorporando o design da proposta de valor e aos poucos nos sentimos desatualizados. Foi preciso alguns meses para um autoconvencimento e muitas trocas de ideias com a Marina Bortoluzzi e com o Marcelo Pimentel, figuras fundamentais no novo desenho do site.

Mudar o site também é muito marco importante neste meu momento profissional. Em 2014 me mudei para São Paulo visando ampliar meus contatos, atender melhor os meus clientes espalhados pelo Brasil e principalmente buscar novas parcerias estratégicas. Assim, além de parceria que mantenho com Renato Nobre desde 2011, estou com a Mendes Miguel, empresa de consultoria especialista em educação corporativa e com a Symnetics, para os assuntos relacionados à inovação e corporate venture. Outra parceria muito importante que conquistei foi trabalhar com a HSM Educação Executiva a quem venho prestando serviços na condução dos seus workshops sobre inovação em modelos de negócios.

Aqui neste espaço compartilharei as minhas experiências profissionais e descobertas com meus clientes. Mostrar como resolvemos questões aparentemente complexas de forma simples. Tal qual como a vida deve ser. Entre e fique a vontade. Você sempre é bem vindo.

 

Como uma startup pode ter sucesso dentro de um negócio estabelecido

2013-05-04 11.04.39Muitas empresas estabelecidas identificaram que viver a experiência de uma startup pode ser uma ponte para a inovação. Criam assim um ambiente propicio ao negócio, dando certa restrição de crédito, ambiente desafiador, intraemprendedores afiados e focados em resultados e muita, mas muita liberdade para criar.

Como se fosse um departamento a parte, essas unidades de negócios têm suas metas e são focadas em identificar necessidades não atendidas de clientes que por vezes ainda nem sabem o que querem. A partir do processo de desenvolvê-los, esses empreendedores vão a campo, retornam para a startup, voltam a fazer contato com o cliente até que novos produtos ou modelos de negócios inovadores emergem naturalmente.

Tais iniciativas de crescimento eventualmente  poderá atrapalhar um negócio existente, mas é possível ter sucesso em ambas as frentes. De acordo com a Business Harvard Review, a partir da experiencia bem sucedida da American Express em criar a startup Bluebird, três táticas podem ajudar uma unidade empresarial ou uma startup a ter sucesso dentro de uma empresa maior:

  1. Não defina a batalha como “velho” versus “novo”. Muitas pessoas vão para organizações existentes e o sucesso é redefinir como recriar o que está lá. Em vez disso, pense sobre como utilizar os ativos existentes, como uma rede forte ou uma base de clientes dedicados. Aproveite todos os recursos existentes.
  2. Traga novos conjuntos de talentos. Defina a prioridade da sua unidade ou startup deste ponto para frente. Que produtos estamos oferecendo aos clientes? Que dores ou necessidades dos nossos potenciais clientes estamos atendendo?
  3. Agregue pessoas que entendam o seu objetivo, e junte-as com pessoas que conheçam a empresa. A mistura de velhos com novos talentos pode ser poderosa.

 

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Como criar startups para atuarem dentro de organizações já estabelecidas ou como estabelecer um projeto para uma nova empresa é alguns dos tópicos que abordamos em nossos workshops realizados em todo o Brasil. Conheça a nossa agenda neste link e participe de um próximo a você. A experiência de viver isso na prática é cativante.

 

Inovar é pensar diferente e gerar valor

Muitas organizações ainda têm seu foco na execução de modelos e processos existentes, onde o mercado, produtos e processos são conhecidos, focando na eficiência, extraindo o máximo dos recursos disponíveis.

As organizações podem criar a diferenciação através do que chamamos de inovações disruptivas, compreendendo a busca constante por novas oportunidades, permitindo e incentivando a formulação de ideias e construções de novos negócios. Somente novos produtos com novas tecnologias já não são mais suficientes para garantir o sucesso esperado.

2Desta forma, está no modelo de negócio sua grande oportunidade de inovação. Para se ajustar a este novos tempos é necessário, também, ter em mãos novos processos, novos olhares, novas formas de pensar, novas ferramentas para auxiliar na maximização deste novos resultados (ou minimização dos riscos), já que tudo que é novo apresenta uma grande quantidade de incertezas. Por isso o processo de inovação disruptiva é cíclico e contínuo: novos modelos, novas hipóteses, testes rápidos com os mercados, aprendendo com os feedbacks, continuamente inovando.

Através da visão do modelo de negócio, utilizando a linguagem do Canvas (9 blocos que descrevem como sua empresa gera, capta e entrega valor),  com uma atitude de design, identifica-se a real necessidade das pessoas. É colocar-se no lugar do cliente e procurar entender quais tarefas ele está tentando realizar e que a solução atual não o atende. Tudo isso por meio de muita colaboração, empatia e prototipagem, validando com as pessoas, continuamente.

Este assunto, associado aos temas como design thinking, canvas da proposta de valor, desenvolvimento do cliente, escalabilidade e rentabilidade do modelo selecionado bem como a curva de valor, ambiente externo e estratégias organizacionais serão alguns dos tópicos que abordaremos no workshop Inovação em Modelos de Negócios.  Nossa atuação é nacional e a agenda para os próximos workshops segue abaixo:

1. Fortaleza – 28 e 29/3/2014 – Em parceria com a Action Coach

2. Curitiba – 31/3 e 1/4/2014 – Em parceria com a ANPEI

3. São Paulo – dias 3 e 4/4/2014 – em Parceria com ANPEI

4. Salvador – dias 25 e 26/4/2014 – em parceria com Action Coach

5. Rio de Janeiro – dias 9 e 10/5/2014 – em parceria com Micarelli

6. São Paulo – 15 a 17/5/2014 – Em parceria com a ESPM SP

7. Brasilia – 30 e 31/5/2014 – Em parceria com Hoc Futura

8. Florianópolis – 6 e 7/6/2014 – Em parceria com Prospect

9. Interessado em outra cidade que não consta nesta lista? Registre aqui

10. Workshops in company? Sim, caso esteja interessado em realizar este evento para a sua equipe ou empresa, envie-nos um email para orofino.augusta@gmail.com que faremos uma proposta exclusiva, dentro das suas necessidades.

Eu sou a facilitadora. Meu nome é Maria Augusta Orofino e este é o link para o meu curriculum.

9Inovar não é algo natural porque nossa mente tende a seguir os padrões preestabelecidos. Mas inovar é pensar diferente e gerar valor. Uma inovação que o mercado não compra é apenas uma invenção. Dilemas diários nos levam a inovar. Pontos críticos do dia a dia nos levam a pensar em soluções diferentes que podem gerar inovações. Empreendedores em geral gostam de identificar problemas e onde existem grandes problemas, existe uma grande oportunidade de inovação. São questões como esta que tem movimentado empreendedores para criarem algo que faça sentido para as pessoas. E que colocaremos em prática nos nossos workshops. Apareça.

 

Afinal, o que é esse papo de modelo de negócio?

Nos últimos três anos o tema inovação tem crescido muito no ambiente organizacional como uma forma de buscar novos mercados e ampliar a margem de lucro das empresas. Paralelo a isso temos visto o foco dos negócios sendo alterado, onde empresas inovadoras tem a atenção às necessidades de seus clientes antes de definirem que tipos de produto farão. Estamos passando por grandes transformações. Uma onda que será preciso habilidade e alguns conhecimentos para poder surfá-la.

E este é um convite que quero lhe fazer para participar de um dos nossos workshops de Inovação em Modelos de Negócios. Você já sabe o que é Modelo de Negócio?

Por modelo de negócio consideramos a representação dos processos de uma empresa de como oferece valor aos seus clientes, obtém seu lucro e se mantém de forma sustentável ao longo de um período de tempo.

Uma organização manter uma vantagem competitiva requer a combinação do desempenho de pessoas qualificadas, uma cultura organizacional focada em inovação e a utilização de ferramentas de vanguarda da tecnologia da informação para uma eficaz gestão do conhecimento. O desenvolvimento de modelos de negócio implica em colocar uma atenção nos processos internos e de infraestrutura a fim de que a organização crie valor, incluindo as variáveis de decisão, entre elas processos e métodos de prestação de serviços, fluxos de logística, administrativo e financeiro além dos processos de gestão do conhecimento.

A capacidade de inovar, de criar novos conhecimentos, sempre foi o diferencial competitivo fundamental das pessoas e organizações de sucesso. Compreender como desenvolver essa capacidade é importante para todos. Vivenciar a inovação na prática é uma experiência reveladora.

O temas que são apresentados durante o workshop de 2 dias com 16 horas de duração são: a

1. Inovação e Modelos de Negócios – A evolução do conceito de modelo de negócio e o Canvas de Alex Osterwalder – um framework para a geração de modelos de negócio.

2. Design Thinking como ferramenta para geração de novas ideias e negócios.

3. Entendimento do cliente e suas necessidades.

4. O Canvas da Proposta de Valor x Segmento de Clientes e o serviço a ser realizado (The job to be done).

2014-02-08 11.26.495. A importância da Prototipagem e o Mínimo Produto Viável.

6. Padrões de modelos de negócios.

7. Desenvolvimento do cliente – Escalabilidade e rentabilidade do modelo selecionado.

8. A Curva de valor, ambiente externo e estratégias organizacionais.

Um curso que utiliza da lógica do design como forma prática de buscar a inovação, com uma abordagem teórica, porém apoiada no conceito de “aprender fazendo” visando a habilitar os participantes a replicar a experiência em seu dia a dia.

Eu sou a facilitadora. Meu nome é Maria Augusta Orofino. Sou Mestre em Gestão do Conhecimento, especialista em Administração Pública e Marketing, Administradora de Empresa com cursos de extensão realizados na Duke University e UC Berkeley – USA e na Universidade de Barcelona – Espanha.  Além disso atuo como palestrante e facilitadora de workshops e treinamento em inovação, design thinking, modelos de negócios e desenvolvimento do cliente e consultora organizacional com + 20 anos de experiência. Nos últimos 3 anos, ministrei workshops em diversos estados brasileiros e no exterior em mais de 100 turmas e proferiu palestras  atingindo um contingente de mais de 5.000 pessoas, além de workshops in company.   Conheça aqui alguns depoimentos de pessoas que já participaram. Sou autora do blog www.mariaaugusta.com.br e co-autora do blog www.nuvem.website/guta. Co-Autora dos livros Business Model You e Ferramentas Visuais para Estrategistas.

Nossa atuação é nacional e a agenda para os próximos workshops segue abaixo:

1. Fortaleza – 28 e 29/3/2014 – Em parceria com a Action Coach

2. Curitiba – 31/3 e 1/4/2014 – Em parceria com a ANPEI

3. São Paulo – dias 3 e 4/4/2014 – em Parceria com ANPEI

4. Florianópolis – dias 11 e 12/4/2014

5. Salvador – dias 25 e 26/4/2014 – em parceria com Action Coach

6. Em parceria com a ESPM SP – – São Paulo – 15 a 17/5/2014

7. Workshops in company? Sim, caso esteja interessado em realizar este evento exclusivo para a sua equipe ou empresa, envie-nos um email que faremos uma proposta exclusiva, dentro das suas necessidades.

A geração de modelos de negócio inovadores representa uma nova fonte de vantagem competitiva considerando que pode resultar na criação de valor organizacional e na mudança da forma de fazer negócio, tornando-se um novo padrão para o surgimento de novos empreendedores de sucesso. Aguardamos o seu contato.

 

Dicas para 2014

espm