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Como implantar uma cultura para a inovação?

Um grande diferencial em relação às demais empresas do mercado é a inovação, que vem mostrando-se, cada vez mais, importante em todas as organizações. Por isso, o seu estímulo vem aumentando em ritmo acelerado. Nenhum gestor quer ver o seu negócio estagnado, enquanto seus concorrentes desenvolvem novas ideias e atingem patamares superiores.

Porém, não basta desejar soluções inovadoras sem que seja criado um ambiente corporativo propício. A implantação de uma cultura para a inovação, dentro de uma organização, precisa partir de quem já possui poder de decisão e ser estendida para os demais colaboradora. Veja como:

Alinhamento dos valores com os objetivos

Uma empresa com valores extremamente conservadores, que já estão largamente refletidos em sua cultura organizacional e sua estrutura, dificilmente conseguirá implantar um modelo voltado para a inovação, a partir da simples criação de objetivos com este foco. Para isso se tornar possível, será preciso mudar a filosofia que já está consolidada em seus processos. Mas como fazer isso?

O primeiro passo é alinhar os valores da empresa com os objetivos, ou seja, planejar como se dará a mudança em todos os patamares e áreas da corporação. Deve-se incluir neste planejamento desde os conceitos mais básicos da empresa, como a missão e a visão, passando por todos os processos internos até, finalmente, definir um propósito que justifique a existência daquela organização para então gradativamente mudar a forma de pensar de seus colaboradores.

A inovação vem de cima

É notório a importância que possuir colaboradores que pensem e ajam com um propósito da inovação tem em uma empresa. Mas isso somente não basta. Faz necessário aplicar essa nova cultura na prática, que deve partir de deve ocorrer a partir da mais alta liderança corporativa.

É preciso criar um ambiente propício

Imagine uma empresa que está procurando aplicar uma cultura voltada para a inovação. Porém, ela é dirigida por gestores rígidos, que gostam que tudo seja feito da maneira ditada por eles e em momentos pré-determinados. Não bastasse isso, os colaboradores, que não respeitam as regras impostas, são punidos. Apesar de, na teoria, a inovação ser incentivada, esta não parece ser a atitude de uma administração, que realmente apoia a inovação.

É por meio de condutas, que incentivam o desenvolvimento individual de seus colaboradores que a empresa torna-se, gradualmente, um local estimulante, onde os colaboradores se sentem a vontade para tentar novas possibilidades. Além disso, deve-se estimular a troca de informação entre os colegas, setores e também entre os gestores e os demais membros da organização. Só com a posse de informações é possível pensar de maneira inovadora e tomar as melhores decisões. A cultura da inovação é vital para o crescimento das empresas em um mercado muito competitivo, mas a sua implantação ainda é um verdadeiro desafio.

Como você avalia o nível de incentivo à inovação na sua empresa? Ainda há espaço para esta prática? Deixe seu comentário!

O DNA das empresas socialmente inovadoras

Captura de Tela 2015-08-18 às 12.40.13Neste artigo adaptado do livro recente de Jerry Davis e Chris White, você saberá como algumas empresas conseguem ser mais férteis para a inovação social. Ou seja, que colocam ações de impacto social positivo em curso, favorecendo a missão principal de seu negócio. Continue lendo e confira:

No decorrer da pesquisa realizada por Jerry Davis e Chris White (dois importantes nomes na área de estudos sobre negócios) ficou claro que algumas indústrias intensivas em conhecimento são, consequentemente, mais receptivas à inovação social em comparação às outras. As empresas de contabilidade e consultoria são, muitas vezes, altamente sensíveis às demandas sociais de seus empregados. Por exemplo, estagiários na PWC – PricewaterhouseCoopers têm defendido uma prática de auditoria social. Os profissionais consultados da Accenture, em escritórios de três continentes, elogiaram a empresa de forma consistente por sua disponibilidade em apoiar inovações, a partir das parcerias com programas profissionais dos primeiros povos no Canadá e apoio aos centros de atendimento em comunidades nativas. Isto se encaixa com a ideia de que muita inovação é impulsionada por uma guerra de talentos. Empresas que necessitam de profissionais com habilidades para elevadas demandas são praticamente obrigadas a abraçar as preferências desta nova geração.

Os traços da inovação social nos negócios

As empresas com uma marca forte para proteger também são inovadoras sociais muitas vezes receptivas aos intraempreendedores. A Nike, por exemplo, enfrentou a reação dos consumidores na década de 1990, quando as práticas de trabalho análogo ao escravo exercido por alguns dos seus fornecedores se tornaram amplamente conhecidas. Uma das histórias mais notáveis foi publicada na revista Life, distribuída com uma foto de uma criança paquistanesa costurando bolas de futebol da marca, intitulada “seis centavos por hora”. Vários protestos e pedidos de boicotes começaram a colocar a Nike no centro de batalhas em torno da globalização.

A marca, posteriormente, se tornou inovadora na prestação de contas da cadeia de abastecimento e estabeleceu um código de conduta para seus fornecedores de forma rigorosa, com inspeções nas fábricas terceirizadas. No início de 2013, quando as condições da fábrica em Bangladesh com trabalho precário vieram à tona, a empresa cortou laços com alguns fornecedores cujas fábricas foram consideradas inseguras, mesmo às custas de suas margens de lucro e em face da diminuição da rentabilidade em relação aos concorrentes. Defensores internos de segurança e os direitos trabalhistas na cadeia de fornecimento tornaram-se concorrentes poderosos dentro da Nike. Por causa da sua atenção no evento de Bangladesh, a Nike já não estava presente entre as marcas ocidentais, que foram envolvidas no colapso trágico do trabalho de fábrica em Dhaka, em abril do mesmo ano.

Outros cases de inovação social

Em bens de consumo embalados, a SC Johnson trabalha com matérias-primas de agricultores em Ruanda, em parceria com os fornecedores locais para melhorar a higiene e saneamento em comunidades urbanas de baixa renda no Quênia. Também passou a eliminar substâncias químicas nocivas de seus processos de produção. No varejo, a Whole Foods eliminou sacos de plástico para desenvolver fornecedores locais e abriu lojas com produtos a preços acessíveis em comunidades de baixa renda com acesso limitado a produtos frescos.

Cascade Engineering é o exemplo de uma organização que evoluiu a partir de um fornecedor industrial para a indústria automobilística a uma corporação B: certificado importante de Michigan. Ela gerou uma ampla gama de inovações de gerenciamento de funcionários, como programas de bem estar na carreira. Já para os produtos, a empresa desenvolveu soluções como o Filtro Hiydrai BioSand Água, um filtro de água com alta capacidade para uso doméstico de baixo custo destinado aos países de baixa renda. Essas inovações, muitas vezes, surgiram a partir de ideias geradas por empregados e até mesmo por meio de iniciativas lideradas pelo colaborador.

Uma mudança no topo também pode ser transformadora para a inovação social no seio das empresas. Quando William Argila Ford Jr. tomou posse como presidente da Ford, ele sinalizou que a empresa quase centenária foi aberta à mudança a partir de suas iniciativas ambientais de programas premiados para combater o HIV/AIDS, na África do Sul.

Os impactos dos inovadores sociais

Os novos líderes não precisam ter seu nome de família na porta para incentivar a inovação social. Em 2003, quando Ramón de Mendiola assumiu o cargo de CEO da Florida Ice & Farm Company, líder na produção de cerveja e de bebidas da Costa Rica, a empresa enfrentava o desafio para encarar a concorrência iminente e em classe mundial. Mendiola lançou uma campanha para aumentar a eficiência e reduzir custos, seguido por outra campanha para introduzir novos produtos e aumentar as receitas e lucros, culminando com a aquisição do negócio – a Pepsi Co na Costa Rica. Depois de construir credibilidade dentro e fora da organização, em 2008, Mendiola criou uma ampla iniciativa de refazer a Flórida como um negócio dedicado ao planeta e as pessoas. Ele afirmou que a maioria das empresas são lagartas, que somente comem, e ele queria ser uma borboleta, que encanta e poliniza, combinando o desempenho dos negócios com o progresso social. Abordagens assim tem tido uma série de benefícios tangíveis, incluindo o aumento da fidelização e retenção de clientes e colaboradores.

Há uma série de exemplos de empresas que adotam a inovação social e, agora, cabe a você transformar as inspirações desses grandes nomes em realidade para que seu negócio também seja gerenciado de forma econômica, ambiental e socialmente sustentável.

Gostou do conteúdo? Continue nos acompanhando para conferir mais conteúdos imperdíveis como este. Acesse aqui e deixe o seu comentário!

Esse post é uma adaptação da Harvard Business Review Press Livro:  Changing Your Company from the Inside Out: A Guide for Social Intrapreneurs.

A importância da Educação Corporativa

educaçào corporativa 2Investir na capacitação dos colaboradores deixou de ser um luxo há algum tempo. Empresas que querem se destacar,  produzir mais e melhor, cada vez mais, estão fazendo da educação corporativa um diferencial competitivo.

O mais interessante deste processo é fazer o conhecimento circular internamente. Muitas empresas deixam de aproveitar o conhecimento de seus profissionais mais experientes e, por isso, precisam fazer grandes investimentos na contratação de cursos externos. O ideal é balancear entre o conteúdo interno e as contribuições de fornecedores que ofereçam capacitação técnica e de negócios para tornar a equipe mais eficaz e engajada. Isso só é possível, quando a educação corporativa faz parte dos planos da empresa.

A seguir, veja algumas ideias para fazer da educação corporativa uma mola propulsora do crescimento empresarial:

1 – Tenha um programa de capacitação

Estruturar uma estratégia de capacitação para os colaboradores, além de gerar metas a serem cumpridas e definir objetivos em curto, médio e longo prazo, também pode se tornar um diferencial na imagem de empregadora da empresa.

Um estudo realizado pelo Great Place to Work revelou que uma das características mais marcantes das empresas que figuram o topo da lista de melhores lugares para se trabalhar é o investimento em capacitação da equipe. O sentimento que a empresa está investindo no conhecimento pessoal, além é claro de aumentar as expertises dos colaboradores, faz com que a equipe se sinta motivada a dar o melhor de si, gerando um ciclo de competitividade e crescimento econômico.

2 – Aproveite os investimentos em capacitação para fomentar a inovação

Solucionar problemas antigos com ideias disruptivas, criar novos produtos e serviços, melhorar processos. Tudo isso é pauta constante na mesa de diretoria das empresas que querem se manter competitivas.

Uma boa maneira de incentivar a inovação é o investimento em capacitação. Os cursos, as palestras, o intercâmbio de informações entre os colaboradores, podem ser utilizados para melhorar a colaboração e incentivar o ‘fazer diferente’. O ideal é estabelecer um elo entre a educação corporativa e as iniciativas para a inovação.

3 – Incentive a atualização dos profissionais

2014-09-24 14.34.18Para que a educação corporativa contribua com o crescimento da empresa, ela precisa estar relacionada à estratégia de negócio da empresa. Assim, todos os investimentos em auxílio educação (graduação, especialização etc.) e realização de cursos in company devem se alicerçar nas necessidades da companhia.

Basicamente, os gestores precisam se perguntar “que habilidades técnicas e não técnicas eu preciso que meus liderados desenvolvam para chegar a este objetivo?”, “quais colaboradores precisam ser treinados ou podem ser estimulados a se desenvolver para assumir novos desafios?”.

O incentivo à atualização e aos estudos não pode ser somente com subsídios. Ele precisa estar no discurso e nas ações da empresa e de seus líderes – isso está muito ligado à meritocracia. Os colaboradores que aproveitam os treinamentos oferecidos pela empresa e buscam conhecimento por conta própria precisam ser reconhecidos e estimulados. Assim, eles se tornam cada vez mais produtivos e leais aos objetivos corporativos.

4 – Faça da capacitação um acordo de parceria

Demonstre ao seu colaborar que o investimento que a empresa está oferecendo destina-se para que ele cresça com pessoa e profissionalmente, mas em contrapartida, a organização espera que os conhecimentos adquiridos com a atividade sejam transmitidos internamente no ambiente de trabalho como um retorno.  Estabeleça um programa de gestão do conhecimento. Desta forma, todos ganham.

Como estão os investimentos da sua empresa em educação corporativa? Você gostaria de conversar mais sobre este assunto? Deixe um comentário!

Teimosia, persistência ou perseverança

Michael Jordan“Errei mais de 9 mil cestas e perdi quase 300 jogos. Em 26 diferentes finais de partidas fui encarregado de jogar a bola que venceria o jogo… e falhei. Eu tenho uma história repleta de falhas e fracassos em minha vida. E é exatamente por isso que sou um sucesso”.
Com exceção da última frase, o texto acima poderia ser percebido como uma observação feita por um jogador de basquete insatisfeito com os insucessos de sua carreira, entretanto o pensamento é atribuído a Michael Jordan, considerado um dos maiores jogadores da história do basquete mundial. Quanto ao pensamento de Jordan, não se trata de cultuar o fracasso, mas valorizar o aprendizado adquirido com as falhas.

Sucesso que ultrapassa fracassos

O próprio Jordan, por ser considerado baixo, ainda aluno do ensino médio não conseguiu ingressar no time de basquete colegial. Jordan treinou intensamente e depois de algum tempo não apenas ingressou na equipe, como se tornou um dos melhores jogadores colegiais dos Estados Unidos. Era apenas o início de uma carreira vitoriosa.
Albert Einstein teve sua admissão recusada na Escola Politécnica de Zurique. Steven Spielberg, igualmente, teve seu ingresso recusado na Universidade do Sul da Califórnia. Graham Bell, detentor da patente do telefone, ofereceu os direitos de produção do aparelho à Western Union, mas ouviu que sua invenção era um brinquedo elétrico. São apenas alguns casos entre tantos sucessos que ultrapassaram os fracassos.

Fracasso e sucesso

A linha que divide o sucesso do fracasso pode ser muito tênue ou impossível de ser traçada. A propósito, até mesmo a definição de fracasso e sucesso é algo relativo. A percepção de sucesso ou fracasso pode ser diferente de acordo com a ideologia de cada indivíduo.
Alguém que seja milionário, prestigiado socialmente, admirado, mas sorrateiramente desonesto, representa o sucesso? Denota sucesso o indivíduo com hábitos bastante frugais que prioriza outros valores acima dos valores financeiros?
Apenas postumamente Vincent Van Gogh teve sua obra valorizada financeiramente e reconhecida artística e culturalmente. Van Gogh lembra o fracasso, o sucesso, ou ambos?
Arthur Fry, inventor do Post-it, declarou acreditar que as pessoas mais bem sucedidas são as que acumulam a maior quantidade de fracassos. Para ele, paciência e perseverança são pontos determinantes na busca do objetivo.
Para Fábio Di Giacomo, fundador da UM%, fracasso é uma sensação de fraqueza e impotência relacionada com não se conseguir atingir um resultado projetado, ou seja, o resultado ficar abaixo do pessoalmente esperado. Fábio acredita que quando não se aprende com a experiência de um insucesso, e o insucesso provoca apenas o abatimento, se não houver reação, novos insucessos são iminentes.

A teimosia

A teimosia pode ser considerada a repetição sucessiva dos mesmos erros. É preciso sensatez para identificá-la. A reorganização, o recuo estratégico e uma avaliação das falhas e do desempenho são fatores que, geralmente, não estão associados com a teimosia.
Se o indivíduo tem uma única chave para abrir uma porta, caso a chave não a abra, não faz sentido continuar com as tentativas inúmeras vezes. Se o indivíduo tem muitas chaves, e diversas portas para abrir, a situação é bem diferente.

O persistente
Para Fábio Di Giacomo, o persistente insiste em uma mesma ação diversas vezes, sem se preocupar muito em aperfeiçoá-la ou descartá-la para utilizar uma estratégia diferente. Eventualmente, pode conseguir êxito ou permanecer na tentativa.

O perseverante

De acordo com Fábio Di Giacomo, enquanto não tem o êxito pretendido, o perseverante tenta por maneiras diferentes alcançar seu objetivo. A cada nova tentativa, o perseverante busca aprimorar sua empreitada com o aprendizado obtido nas tentativas anteriores não bem sucedidas.
Aprender com o insucesso passa por uma avaliação do que foi feito, saber se houve algo feito corretamente e o que poderia ser melhorado ou alterado.
Independentemente de o resultado alcançado ter sido acima ou abaixo do objetivo, é cabível levantar os pontos fortes do que foi feito, refletir sobre o que poderia ser feito diferente e o que se aprendeu no processo. Desse modo, em vez de padecer com o fracasso, o perseverante tem um sentimento de evolução.

Aprender com os erros alheios

Um conhecido ditado diz que um indivíduo inteligente aprende com os seus erros, já um indivíduo sábio aprende com os erros alheios. Portanto, muitas vezes é possível evitar os próprios erros, ao aprender com os erros cometidos por terceiros.
Existem publicações científicas especializadas em experimentos não bem sucedidos e teorias que foram descartadas. O erro de um cientista pode fazer com que outros evitem falhas similares. Esse conhecimento também pode auxiliar no desenvolvimento de projetos bem sucedidos, por exemplo, quando as ideias são empregadas com diferentes perspectivas, objetivos e métodos.

Erros bem sucedidos

Uma frase atribuída a Louis Pasteur diz que o acaso pode favorecer as mentes bem preparadas. A descoberta da penicilina por Alexander Fleming é um dos mais emblemáticos exemplos de erros exitosos. Fleming estudava a bactéria Staphylococcus aureus e formas de tratar feridas e infecções. Certa vez, quando retornou de um período de férias, Fleming notou que um dos recipientes com as colônias da bactéria ficou destampado e foi contaminado com o mofo do laboratório. Ao examinar o recipiente, foi percebido que o bolor tinha eliminado as bactérias. O bolor era formado por um fungo chamado Penicillium. Descobriu-se que este fungo produzia uma substância bactericida. Era o princípio da descoberta da penicilina.
O inventor Charles Goodyear trabalhou por cerca de dez anos na tentativa de manter a borracha elástica em temperaturas altas. Goodyear não teve sucesso, porém, certa vez acidentalmente deixou cair em um forno quente uma mistura de borracha natural e enxofre. Quando a mistura arrefeceu um pouco, apesar de quente a borracha ainda tinha boa elasticidade. Estava descoberta a borracha vulcanizada.
Experiência, sim, excesso de confiança, não
Convém destacar que a experiência adquirida com sucessos e/ou insucessos anteriores nem sempre é relevante diante de uma nova situação. Para cada nova situação é preciso identificar e analisar o cenário e as variáveis, antes de implementar a estratégia considerada ideal.
Cada indivíduo tem sua própria maneira de interpretar sucessos e falhas. Entretanto, são recomendações pertinentes não esmorecer com as falhas cometidas, e não ter soberba com o sucesso alcançado.

persevarançaA persistência e a perseverança estão presentes em seu plano de vida? Conte para a gente!

Corporate Venture: Algumas razões para as grandes empresas darem mais atenção ao intraempreendedorismo

Maria Augusta OrofinoChamamos de Intraempreendedor um colaborador a quem é dada a autoridade e apoio para criar um novo produto sem ter que se preocupar se o produto vai realmente se tornar uma fonte de receita para a empresa. Ao contrário de um empresário, que enfrenta risco pessoal quando um produto deixa de produzir receita, um intraempreendedor continuará a receber um salário, mesmo que o produto deixe de ser produzido.

Conhecida também como Corporate Venture, esta prática conquiste não apenas no investimento financeiro, mas também no apoio total do projeto por parte da empresa com tecnologia, ferramentas de gestão, força da marca etc. Apesar de trazer inúmeros benefícios, o Corporete Venture ainda é praticado por poucas empresas. Talvez o primeiro empecilho seja justamente o conhecimento destes benefícios.

Como sua empresa lida com os empreendedores internos?

6 razões para que grandes empresas incentivarem o intraempreendedorismo:

1 – Incentivo à inovação

Pessoas altamente qualificadas trabalham diariamente nas grandes empresas, porém estão submetidas a uma série de regras estabelecidas para que o dia a dia corporativo seja produtivo e lucrativo.  Ao oferecer tempo e recursos para que os colaboradores criem novos produtos e serviços, os gestores estão se abrindo para novas perspectivas e liberando a criatividade dos profissionais para que estabeleçam novas formas de fazer.

A inovação no modelo de negócios, bem como em processos, produtos e serviços torna as empresas mais competitivas e modernas.

2 – Melhoria contínua

Ao permitir que os colaboradores dediquem parte do dia a dia de trabalho para perseguir seus interesses, as empresas geralmente são surpreendidas com melhorias em seus processos, pois os profissionais têm mais espaço para a experimentação e estão mais abertos às tentativas e erros.

3 – Ganho de mercado

Com a criação de novos produtos e serviços, a empresa que incentiva o intraempreendedorismo consegue se manter relevante, oferecendo novidades que vão de encontro com as demandas do mercado. Também consegue ter mais know-how para responder mais rapidamente as transformações que o mercado sofre.

4 – Atração e retenção de talentos

As áreas de recursos humanos de empresas dos mais variados segmentos de mercado enfrentam problemas com atração e retenção de talentos, especialmente em áreas ligadas à estratégia de negócios, tecnologia e marketing. Ao ter a chance de desenvolver novos produtos e serviços, os colaboradores passam a se engajar mais e se sentirem mais motivados a permanecerem por mais tempo no quadro de talentos da empresa, diminuindo assim o turnover e a escassez de mão de obra.

5 – Desenvolvimento do espírito de equipe

Um dos grandes desafios da gestão de pessoas é fazer com que os profissionais trabalhem mais em equipe e, com isso, entreguem melhores resultados. Com um bom programa de incentivo ao intraempreendedorismo é possível incentivar a colaboração, formando times para a elaboração de novas ideias que possam a se tornar negócios.

6 – Blindagem contra queda de faturamento

Ao ter inúmeras possibilidades de se posicionar no mercado com os produtos e serviços criados pelos funcionários a um custo relativamente mais baixo do que a aquisição de outras empresas, as organizações que investem em intraempreendedorismos conseguem se manter competitivas também em tempos de recessão.

Se os produtos que tradicionalmente elas costumam produzir e comercializar sofrerem uma baixa, há opções de reposicionamento.

Sua empresa incentiva o intraempreendedorismo? Compartilhe sua experiência conosco!

Empresas brasileiras, exemplos de inovação

maria augusta orofinoUm movimento especial, provocado pelo surgimento de startups, vem transformando o ambiente de negócios no Brasil. Essas empresas de base tecnológica, que nascem com uma ideia inovadora e buscam um modelo de negócio escalável se tornam cada vez mais comuns e apresentam resultados de sucesso. No cenário internacional, algumas empresas já solidificadas e líderes em seus segmentos, como o Google, Yahoo, Ebay, Apple, Facebook já foram startups ou começaram dessa maneira. No Brasil, algumas empresas como Buscapé, Totvs, Móvile, Social Base, Chaordic, Agriness, entre outras, possuem negócios representativos em seus segmentos e começam a despontar também nos mercados externos.

Na visão de especialistas, o ambiente para o desenvolvimento de startups no Brasil tem evoluído muito na quantidade e qualidade de projetos. Atualmente, percebe-se um esforço conjunto dos governos, investidores, investidor anjo – aquele primeiro investidor que aposta no negócio – as universidades que fomentam o empreendedorismo, as aceleradoras, escolas de desenvolvimento de negócios e comunidades locais para criar modelos de negócios de sucesso. Isso, em parte, porque as startups têm sido uma das principais fontes de inovação, criando novas tecnologias no País.

Para os empreendedores que pensam em começar uma startup, é importante saber que não basta ter uma ideia, é preciso implementá-la. Muitas vezes, quem tem uma ideia de negócio costuma viver uma ilusão de que sua ideia é fantástica e, por isso, não quer mostrá-la com medo de alguém roubá-la. Mas, a verdade é que ideia vale pouco, pois geralmente não é exclusiva. O que vale mesmo é a capacidade de colocar a ideia em prática. E nesse caminho, o empreendedor deve ser, acima de tudo, bom ouvinte. É essencial ouvir clientes, parceiros e sócios. E através dessas opiniões, mudar o modelo de negócios quantas vezes forem necessárias.

Conheça agora uma breve história de empresas que começaram genuinamente brasileiras e que vem se destacando nos negócios nos cenários nacional e internacional:

Buscapé

Em 1999, Romero Rodrigues e outros quatro amigos fundaram o Buscapé, maior site comparador de preços do Brasil e uma das mais bem sucedidas empresas de internet do país. Ao longo dos anos, Romero, que hoje é CEO do Buscapé, teve diversos aprendizados sobre seus erros e acertos. A empresa Buscapé foi a quinta tentativa de negócio de Romero. No começo, ele escutava que seu projeto de comparação de preços online era “coisa de louco”. A persistência de Romero foi grande e apesar do seu negócio ter demorado para cair nas graças do mercado, o site foi vendido recentemente na terceira maior transação de empresas do ramo digital na história do país. Mais tarde, a Buscapé fundiu-se com o concorrente Bondfaro e criou uma gigante no ramo.

Totvs

Empresa brasileira líder em software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. A empresa foi fundada por Ernesto Haberkorn. Primeiramente, ele começou a Siga (Sistema Integrado de Gerência Automática), que depois evoluiu para a Microsiga e, finalmente, Totvs. O nome da empresa vem do latim e significa “tudo” ou “todos”. Hoje, a TOTVS é a maior fabricante de softwares aplicativos sediada em países emergentes e a 6ª maior do mundo. É líder absoluta no Brasil, com 55,4% de participação de mercado e na América Latina, com 35%, segundo o Instituto Gartner. A empresa tem mais de 26 mil clientes ativos e aproximadamente 12 mil participantes em unidades próprias e franqueadas, com presença em 39 países, também por meio de unidades e franquias.

Agriness

Há 11 anos no mercado, a Agriness é referência em soluções e modelos de gestão da informação para o agronegócio, com forte atuação na suinocultura brasileira e líder de mercado no setor. A empresa foi fundada pelos irmãos Elton e Everton Gubert, naturais de Xanxerê, um forte pólo agropecuário em Santa Catarina. Eles cresceram em meio a inúmeras granjas de suínos e nem imaginavam que teria uma empresa que pudesse contribuir com os suinocultores de sua cidade natal.  A Agriness vem se consolidando como uma empresa de inteligência de negócios e referência em gestão, tendo em seu portfólio de clientes e parceiros: suinocultores, integradoras, cooperativas, agroindústrias, instituições de ensino e pesquisa, associações e empresas de nutrição, genética e sanidade. Atualmente, a empresa atende mais de 1.400 clientes no Brasil, gerenciando mais de 1.100.000 matrizes suínas – e está presente em oito países, exportando tecnologia para toda a América Latina e alguns países da Europa.

Móvile

É líder em desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel na América Latina. Com produtos para celulares, smartphones e tablets, a empresa entrega facilidade e diversão na hora de pagar. O fundador da empresa, Marcelo Sales, começou no mundo dos negócios vendendo sucos de uva. Assim, ele começou a perceber as diversas conexões que movem a vida e com esses conceitos ele se transformou no fundador da Movile e da aceleradora de negócios 21212.com.

Chaordic

A empresa trabalha para promover o encontro entre as pessoas e o que elas vão gostar. Com esse conceito, personaliza ofertas para e‑commerce e lojas virtuais. Hoje, 15 dos 20 maiores e‑commerces do Brasil são clientes da Chaordic.

Gostou do tema? Este espaço sempre está aberto para troca e compartilhanemento de ideias.

Por que grandes empresas devem estimular a inovação através do Corporate Venture?

2012-10-29 08.19.13
O mundo empresarial está cada vez mais competitivo. Todos os anos, o Brasil registra novas empresas que compõem o mercado e que lançam novos desafios ao cenário corporativo. Quem pensa que esses problemas afetam apenas micro e pequenas empresas está enganado. Grandes empresários também precisam manter-se constantemente atentos às mudanças para promover o crescimento do seu negócio.

Para se manterem competitivas, é comum que as empresas busquem novas estratégias que as diferenciem dos seus concorrentes. Mas quem trabalha constantemente na linha de frente sabe que achar inovações de sucesso não é uma tarefa fácil. Para enfrentar esses problemas, grandes empresas têm estimulado a inovação através do Corporate Venture.

O Corporate Venture, ou Corporate Venturing, é um novo modelo de empreendedorismo nas empresas. O conceito veio do venture capital, ou capital de risco, criado nos Estados Unidos por volta do ano de 1940. A ideia era estimular o investimento de capitalistas através da aquisição de porcentagens das empresas, como se fossem se tornar sócios. A diferença é que esses capitalistas são outras empresas, que responsabilizam-se pelo investimento. No Brasil, a estratégia chegou nos anos 90 e entre 2002 e 2012 foi ganhando destaque no mundo corporativo.

Por que utilizar a metodologia Corporate Venture?

Como as empresas fazem investimentos em outras companhias, o objetivo principal do Corporate Venture é estimular a inovação e contribuir para que novas ideias possam ser, além de gerada, nutridas e acompanhadas. Ou seja, a metodologia ajuda as empresas a desenvolverem novos projetos com mais tempo e menos concorrência.

Além disso, para a empresa que investiu, há um acesso às novas ideias que poderia não acontecer dentro da sua própria companhia. A troca de experiências pode ser muito vantajosa, e o retorno financeiro também pode se mostrar lucrativo ao final do projeto.

Se o Corporate Venture for aplicado dentro da própria empresa, como forma de estimular o intraempreendedorismo, o benefício está em estimular novas ideias na equipe interna, permitindo que os colaboradores sejam inovadores e possam se sentir valorizados.

Empresas que aplicam Corporate Venture

No Brasil, existem diversas companhias de grande porte que utilizam a metodologia do Corporate Venture para estimular a inovação. Essas empresas possuem divisões de novos negócios internos para manter o crescimento no mercado. São elas: Intel, Telefônica, Votorantim, Odebrecth, 3M, entre outras.

Com grandes marcas fazendo o uso do Corporate Venture, é cada vez mais certo que essa aplicação contribui e garante novas inovações para o mundo corporativo. Para as empresas que ainda estão no início, sugerimos estudar sobre o método e considerar a sua aplicação para estimular a inovação dentro da sua companhia.

Você faz o uso de alguma ferramenta para inovar na sua empresa? Compartilhe sua experiência, comentando conosco.

Corporate venture: como sua empresa pode se beneficiar disto?

2012-10-24 05.04.14
O conceito de corporate venture ou empreendedorismo corporativo não é novo, mas a modalidade de investimento têm ganhado cada vez mais adeptos, o que significa grandes oportunidades para empresas com um perfil inovador, que tem a capacidade de propor não somente novos produtos e serviços, mas novos negócios. O corporate venture consiste no investimento de fundos corporativos diretamente em empresas startups, que pode resultar (ou não) em participação, e que além de recursos financeiros, pode também disponibilizar mentoring gerencial e de modelos de negócios.

Para as startups, empresas nascentes, mas normalmente com um perfil altamente inovador, isso representa acesso a importantes recursos, sem entretanto engessá-la em uma estrutura muito mais formal e burocrática de uma grande organização. Na verdade, trata-se de uma relação mutuamente benéfica, pois a flexibilidade e agilidade das startups confere às grandes organizações uma capacidade de inovar e propor novos modelos de negócios que possivelmente não teriam condições de prosperar em seu ambiente já estabelecido.

Impulsionando a inovação

O modelo de corporate venture se diferencia do venture capital tradicional, onde existem fundos de investimento que lidam com os riscos de novos negócios, mas que estão buscando um retorno em um determinado prazo. Além de representar um investimento direto por parte da corporação, o objetivo é muito mais de fomento à inovação e o estabelecimento de novas frentes de negócios. É comum que as startups impulsionadas por corporate venture sejam posteriormente absorvidas ou venham a integrar um grupo econômico formado pelas organizações que nela investiram.

O que ocorre na prática é uma alavancada para oportunidades de negócios inovadoras. Ambos os lados ganham, de formas que extrapolam apenas o lado financeiro. Benefícios estratégicos podem ser derivados das alianças que orbitam o corporate venture, gerando receitas adicionais e redução de custos para ambos os lados, além de permitir negócios que, individualmente, talvez não se concretizassem.

Grandes nomes

O conceito de corporate venture já existe há muito tempo nos Estados Unidos e Europa, e começa a ganhar cada vez mais força no Brasil. Cabe destacar que não está restrito a uma área específica, pois não lida tanto com a inovação sob o ponto de vista de tecnologia, mas sob a ótica de novas frentes de negócios.

Internacionalmente, nomes como Intel, IBM, Google, Telefónica e 3M são nomes consolidados no corporate venture. No Brasil, a lista conta com nomes como Braskem, Cemig, Promon, Votorantim, Odebrecht e Grupo Bandeirantes.

Pode se dizer que o corporate venture tem tido grande apelo em setores de grande crescimento. O dinamismo e capacidade de inovar que novos entrantes têm demonstrado nesses setores têm o potencial de desafiar as grandes empresas já estabelecidas. Dessa forma, o corporate venture torna-se uma forma de equalizar interesses e transformar em uma relação de ganho mútuo uma que tenderia a ser de concorrência.

A única constante é a mudança

Mudar o padrão

Mudar o estilo

Mudar a cabeça

Mudar de ideia

Mudar de lugar

Mudar as chaves

Mudar os móveis

Mudar o assunto

Mudar os planos

Mudar o blog

Depois de muito refletir, discutir, conversar e pensar a respeito, apresento meu novo canal de comunicação onde pretendo ampliar a conversa e o debate sobre inovação principalmente a não tecnológica, que passa por novos desenhos de modelos de negócios, novas formas de gestão organizacional e desenvolvimento do cliente. Não foi uma decisão fácil. Eu já possuía o blog mariaaugusta.com.br mas aos poucos ele foi ficando esquecido em função das mudanças (sempre elas) que surgiram no meio do caminho. Em 2011 formamos um grupo que pretendia disseminar o conceito de modelos de negócios no Brasil e como consequência, criamos o site bmgenbrasil.com. Este site nos serviu muito como um canal importante para divulgar o tema e principalmente interagir com mais de 5.000 pessoas do Brasil e do exterior que o procurava como um repositório de informações e materiais sobre o assunto. Mas o conceito de modelos de negócios evoluiu, o próprio Alex Osterwalder autor da metodologia ampliou sua abordagem incorporando o design da proposta de valor e aos poucos nos sentimos desatualizados. Foi preciso alguns meses para um autoconvencimento e muitas trocas de ideias com a Marina Bortoluzzi e com o Marcelo Pimentel, figuras fundamentais no novo desenho do site.

Mudar o site também é muito marco importante neste meu momento profissional. Em 2014 me mudei para São Paulo visando ampliar meus contatos, atender melhor os meus clientes espalhados pelo Brasil e principalmente buscar novas parcerias estratégicas. Assim, além de parceria que mantenho com Renato Nobre desde 2011, estou com a Mendes Miguel, empresa de consultoria especialista em educação corporativa e com a Symnetics, para os assuntos relacionados à inovação e corporate venture. Outra parceria muito importante que conquistei foi trabalhar com a HSM Educação Executiva a quem venho prestando serviços na condução dos seus workshops sobre inovação em modelos de negócios.

Aqui neste espaço compartilharei as minhas experiências profissionais e descobertas com meus clientes. Mostrar como resolvemos questões aparentemente complexas de forma simples. Tal qual como a vida deve ser. Entre e fique a vontade. Você sempre é bem vindo.

 

Inovar é pensar diferente e gerar valor

Muitas organizações ainda têm seu foco na execução de modelos e processos existentes, onde o mercado, produtos e processos são conhecidos, focando na eficiência, extraindo o máximo dos recursos disponíveis.

As organizações podem criar a diferenciação através do que chamamos de inovações disruptivas, compreendendo a busca constante por novas oportunidades, permitindo e incentivando a formulação de ideias e construções de novos negócios. Somente novos produtos com novas tecnologias já não são mais suficientes para garantir o sucesso esperado.

2Desta forma, está no modelo de negócio sua grande oportunidade de inovação. Para se ajustar a este novos tempos é necessário, também, ter em mãos novos processos, novos olhares, novas formas de pensar, novas ferramentas para auxiliar na maximização deste novos resultados (ou minimização dos riscos), já que tudo que é novo apresenta uma grande quantidade de incertezas. Por isso o processo de inovação disruptiva é cíclico e contínuo: novos modelos, novas hipóteses, testes rápidos com os mercados, aprendendo com os feedbacks, continuamente inovando.

Através da visão do modelo de negócio, utilizando a linguagem do Canvas (9 blocos que descrevem como sua empresa gera, capta e entrega valor),  com uma atitude de design, identifica-se a real necessidade das pessoas. É colocar-se no lugar do cliente e procurar entender quais tarefas ele está tentando realizar e que a solução atual não o atende. Tudo isso por meio de muita colaboração, empatia e prototipagem, validando com as pessoas, continuamente.

Este assunto, associado aos temas como design thinking, canvas da proposta de valor, desenvolvimento do cliente, escalabilidade e rentabilidade do modelo selecionado bem como a curva de valor, ambiente externo e estratégias organizacionais serão alguns dos tópicos que abordaremos no workshop Inovação em Modelos de Negócios.  Nossa atuação é nacional e a agenda para os próximos workshops segue abaixo:

1. Fortaleza – 28 e 29/3/2014 – Em parceria com a Action Coach

2. Curitiba – 31/3 e 1/4/2014 – Em parceria com a ANPEI

3. São Paulo – dias 3 e 4/4/2014 – em Parceria com ANPEI

4. Salvador – dias 25 e 26/4/2014 – em parceria com Action Coach

5. Rio de Janeiro – dias 9 e 10/5/2014 – em parceria com Micarelli

6. São Paulo – 15 a 17/5/2014 – Em parceria com a ESPM SP

7. Brasilia – 30 e 31/5/2014 – Em parceria com Hoc Futura

8. Florianópolis – 6 e 7/6/2014 – Em parceria com Prospect

9. Interessado em outra cidade que não consta nesta lista? Registre aqui

10. Workshops in company? Sim, caso esteja interessado em realizar este evento para a sua equipe ou empresa, envie-nos um email para orofino.augusta@gmail.com que faremos uma proposta exclusiva, dentro das suas necessidades.

Eu sou a facilitadora. Meu nome é Maria Augusta Orofino e este é o link para o meu curriculum.

9Inovar não é algo natural porque nossa mente tende a seguir os padrões preestabelecidos. Mas inovar é pensar diferente e gerar valor. Uma inovação que o mercado não compra é apenas uma invenção. Dilemas diários nos levam a inovar. Pontos críticos do dia a dia nos levam a pensar em soluções diferentes que podem gerar inovações. Empreendedores em geral gostam de identificar problemas e onde existem grandes problemas, existe uma grande oportunidade de inovação. São questões como esta que tem movimentado empreendedores para criarem algo que faça sentido para as pessoas. E que colocaremos em prática nos nossos workshops. Apareça.