Definir um nome para um evento é algo semelhante a escolher uma roupa para um encontro muito importante. Sempre teremos dúvidas, incertezas e não sabemos se iremos agradar a outra parte, diga-se, nosso público alvo.
A definição de um nome para um novo evento envolve as as seguintes etapas:
- Buscar na internet (Google) eventos correlacionados com o nome para ver o que já existe;
- Para os nomes que estão livres, fazer uma busca junto ao INPI para ver se o registro do nome escolhido está disponível;
- Pesquisar em entidades que registram dominios com “Fapesp“, por exemplo, e verificar se o domínio está livre. Caso seja tenha sido usado, ou buscar algo semelhante ou definir outro nome e imediatamente pedir o registro de pelo menos 5 opções.
- De posse dessas informações, agendar uma reunião com as pessoas envolvidas no processo, e dentro da técnica de ”brainstorming”, definir o nome que o evento deve ter.
- A etapa seguinte consiste em criar uma logomarca para o evento e aprovar junto à comissão organizadora;
- Com a marca aprovada, pagar pelo registro junto ao INPI e à Fapesp.
- Definir em contrato quem é o proprietário legal da marca ora criada e registrá-lo em um cartório de títulos e documentos.
- Caso não se tenha recursos financeiros para adotar essa providência descrita no item 7, coloque este material em um envelope lacrado com um descritivo de todo o processo, a marca com os registros efetivados, os acordos verbais estabelecidos e envie pelo correio, devidamente postado para o seu endereço . Isso garantirá em parte o processo de autoria da marca e nome do evento. Mas atenção, não assegurará o registro na Fapesp e INPI. Nesses orgãos vale unicamente a ordem de entrada do processo, obedecendo inclusive os segundos de hora.
- O envelope recebido em seu endereço deverá ser guardado de forma inviolável e nunca, jamais ser aberto. Somente quando em algum momento a autoria do processo for afetada e em juizo, o autor precisar provar que ele é o verdadeiro proprietário da marca.

