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publicado em 30/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Marina Silva e o filme AVATAR

Recebi este texto de uma amiga atribuida à autoria a senadora Marina Silva. Pela leveza do texto e argumento, compartilho neste espaço para que cada um tenha as suas reflexões e tire as suas próprias conclusões. Boa leitura.

Teve um momento, vendo Avatar, que me peguei levando a mão à frente para tocar a gota d´água sobre uma folha, tão linda e fresca. Do jeito que eu fazia quando andava pela floresta onde me criei, no Acre. A guerreira na’vi bebendo água na folha como a gente bebia. No período seco, quando os igarapés quase desapareciam, o cipó de ambé nos fornecia água. Esse cipó é uma espécie de touceira que cai lá do alto das árvores, de quase 35 metros , e vai endurecendo conforme o tempo passa. Mas os talos mais novos, ainda macios, podem ser cortados com facilidade. Então, a gente botava uma lata embaixo, aparando as gotas, e quando voltava da coleta do látex, a lata estava cheia. Era uma água pura, cristalina, que meu pai chamava de água de cipó. E aprendíamos também que se nos perdêssemos na mata, era importante procurar cipó de ambé, para garantir a sobrevivência.

Me tocou muito ver a guerreira na’vi ensinando os segredos da mata. Veio à mente minhas andanças pela floresta com meu pai e minhas irmãs. Ele fazia um jogo pra ver quem sabia mais nomes de árvores. Quem ganhasse era dispensada, ao chegar em casa, de cortar cavaco para fazer o fogo e defumar a borracha que estávamos levando. A disputa era grande e nisso ganhávamos cada vez mais intimidade com a floresta, suas riquezas e seus riscos. A gente aprendia a reconhecer bichos, árvores, cipós, cheiros. Catávamos a flor do maracujá bravo pra beber o néctar, abrindo com cuidado o miolinho da flor. Lá se encontrava um tiquinho de mel tão doce que às vezes dava até agonia no juízo, como costumávamos dizer.

É incrível revisitar, misturada à grandiosidade tecnológica e plástica de Avatar, a nossa própria vida, também grandiosa na sua simplicidade. Sofrida e densa, cheia de riscos, mas insubstituível em beleza e força. Éramos muito pobres, mas não passávamos fome. A floresta nos alimentava. A água corria no igarapé. Castanha, abiu, bacuri, breu, o fruto da copaiba, pama, taperebá, jatobá, jutai, todas estavam ao alcance. As resinas serviam de remédio, a casca do jatobá para fazer chá contra anemia. Folha de sororoca servia pra assar peixe e também conservar o sal. Como ele derretia com a umidade, tinha que tirar do saco e embrulhar na folha bem grande, que geralmente nasce em região de várzea. Depois amarrava com imbira e deixava pendurado no alto do fumeiro para que o calor mantivesse o sal em boas condições. Aprendi também com meu pai e meu tio a identificar as folhas venenosas que podiam matar só de usá-las para fazer os cones com que bebíamos água na mata.

O filme foi um passeio interno por tudo isso. Chorei diversas vezes e um dos momentos mais fortes foi quando derrubam a grande árvore. Era a derrubada de um mundo, com tudo o que nele fazia sentido. E enquanto cai o mundo, cai também a confiança entre os diferentes, quando o personagem principal se confessa um agente infiltrado para descobrir as vulnerabilidades dos na’vi. E, em seguida, a grande beleza da cena em que, para ser novamente aceito no grupo, tem a coragem de fazer algo fora do comum, montando o pássaro que só o ancestral da tribo tinha montado, num ato simbólico de assunção plena de sua nova identidade.

O filme também me remeteu ao aprendizado ao contrário, quando fui para a cidade e comecei a aprender os códigos daquele mundo tão estranho para mim. Ali fui conduzida por pessoas que me ensinaram tudo, me apontaram as belezas e os riscos. E também enfrentei, junto com eles, o mal e a violência da destruição. Impossível não fazer as conexões entre o mundo de Pandora, em Avatar, e nossa história no Acre. Principalmente quando, a partir da década de 70 do século passado, transformaram extensas áreas da Amazônia em fazendas, expulsando pessoas e comunidades, queimando casas, matando índios e seringueiros. A arrasadora chegada do “progresso” ao Acre seguiu, de certa forma, a mesma narrativa do filme. Nossa história, nossa forma de vida, nosso conhecimento, nossas lendas e mitos, nada disso tinham valor para quem chegava disposto a derrubar a mata, concentrar a propriedade da terra, cercar, plantar capim e criar boi. Para eles era “lógico” tirar do caminho quem ousava se contrapor. Os empates, a resistência, a luta quase kamikaze para defender a floresta, usando os próprios corpos como escudos, revi internamente tudo isso enquanto assistia Avatar.

A ficção dialoga muito profundamente com a realidade. Seres humanos, sem conhecimento sensível do que é a natureza, chegam destruindo tudo em nome de um resultado imediato, com toda a virulência de quem não atribui nenhum valor àquilo que está fora da fronteira estreita do seu interesse imediato. No filme, como o valor em questão era a riqueza do minério, a floresta em si, com toda aquela conectividade, toda a impressionante integração entre energias e formas de vida, não vale nada para os invasores. Pior, é um estorvo, uma contingência desagradável a ser superada.

Encontrei na tela, em 3D e muita beleza plástica e criatividade, um laço profundo e emocionante com a nossa saga no Acre, com Chico Mendes. E percebi que, assim como no filme, éramos considerados praticamente alienígenas, não humanos, não portadores de direitos e interesses diante dos que chegavam para ocupar nosso espaço. É uma visão tão arrogante, tão ciosa da exclusividade do seu saber, que tudo o mais é tido como desimportante e, consequentemente, não deve ser levado em conta. É como se se pudesse, por um ato de vontade e comando, anular a própria realidade. Como se o que está no lugar que se transformou em seu objeto de desejo, fosse uma anomalia, um exotismo, uma excrescência menor.

E, afinal, essa arrogância vem da ignorância e da falta de instrumentos e linguagem para apreender a riqueza da diferença e extrair dela algum significado relevante e agregador de valor. Numa inversão trágica, a diferença é vista apenas como argumento para subjugar, para estabelecer autoritariamente uma auto-definida superioridade. Poderíamos chamar tudo isso de síndrome do invasor, cujo principal sintoma é a convicção cega e ensandecida, movida a delírios de poder de mando e poder monetário, de ser o centro do mundo.

No Acre nos deparamos com muitos que viam nossos argumentos como sinônimo de crendices ou  superstição. Coisa de gente preguiçosa que seria “curada” pelo suposto progresso de que eles se achavam portadores. Por outro lado, também chegaram muitos forasteiros que, tal como a cientista de Avatar e o grupo que a seguiu, compreenderam que nosso modo de vida e a conservação da floresta eram uma forma de conhecimento que poderia interagir com o que havia de mais avançado no universo da tecnologia, da pesquisa acadêmica e das propostas políticas de mudanças no modelo de desenvolvimento que eram formuladas em todo o mundo. Com eles, trocamos códigos culturais, aprendemos e ensinamos.

Fiquei muito impressionada como esse processo está impregnado no personagem principal de Avatar. Ele se angustia por não saber mais quem é, e só recupera sua integridade e identidade real quando começa a se colocar no lugar do outro e ver de maneira nova o que antes lhe parecia tão certo e incontestável. Sua perspectiva mudou quando viu a realidade a partir do olhar e dos sentimentos do outro, fazendo com que a simbiose presente no Avatar, destinado a operar a assimilação e subjugação dos diferentes, se transformasse num poderoso instrumento para ajudá-los a resistir à destruição.

Pode-se até ver no filme um fio condutor banal, uma história de Romeu e Julieta intergalática. Não creio que isso seja o mais importante. Se os argumentos não são tão densos, a densidade é complementada pela imagem poderosa e envolvente, pelo lúdico e a simplicidade da fala. Se houvesse uma saturação de fala, de conteúdos, creio que perderia muito. A força está em, de certa maneira, nos levar a sermos avatares também e a tomar partido, não só ao estilo do Bem contra o Mal, mas em favor da beleza, da inventividade, da sobrevivência de lógicas de vida que saiam da corrente hegemônica e proclamem valores para além do cálculo material que justifica e considera normais a escravidão e a destruição dos semelhantes e da natureza.

E, se nada mais tenho a dizer sobre Avatar, quero confessar que aquele povo na’vi tão magrinho e tão bonito foi para mim um alento. Quando fiquei muito magra, na adolescência, depois de várias malárias e hepatite, me considerava estranha diante do padrão de beleza que era o das meninas de pernas mais grossas, mais encorpadas. Sofria por ser magrinha demais, sem muitos atributos. Agora tenho a divertida sensação de que, finalmente, achei o meu “povo”, ainda que um pouco tarde. Houvesse os na´vi na minha adolescência e, finalmente, eu teria encontrado o meio onde minhas medidas seriam consideradas perfeitamente normais.”

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Categoria: Responsabilidade Socioambiental, Sustentabilidade
Tags:Avatar, conhecimento, Marina Silva, Sustentabilidade, Valores do Brasil
publicado em 26/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

A importância de manter sempre um sonho próprio

Artigo publicado em Valor Econômico, Autor Renato Bernhoef (*)

346 Uma das determinantes para conseguir e manter sucesso, tanto pessoal como profissional, num cenário de desafios cada vez mais intensos, é ter clareza dos sonhos próprios. Embora isto possa parecer uma afirmativa simples, o que a realidade tem mostrado é bem diferente. E o desafio para descobri-los pode variar de intensidade para cada caso. Um exemplo desta situação desafiadora existe para aqueles que se tornaram filhos de pais com muito sucesso a ponto de se transformarem em verdadeiros estigmas para seus herdeiros. Estão nesta categoria filhos de empresários, profissionais liberais, altos executivos, artistas, intelectuais, esportistas, políticos e outras categorias onde o destaque profissional tornou-se público. Ou seja, o reconhecimento externo cria uma forte pressão nas expectativas que cercam os filhos destes personagens. E em muitos casos o “sonho” dos pais torna-se tão forte que nem ao menos permite que os projetos pessoais possam emergir. Em outros casos as pessoas que não vivem esta circunstância poderão ser também fortemente influenciadas por modelos de sucesso amplamente divulgados pelos meios de comunicação. Muitos sonhos são construídos a partir de referências externas tornando-se verdadeiros condicionamentos para a busca do sucesso. Em ambos os casos o perigo está numa descoberta tardia de que todo o projeto de vida foi estruturado mais em função das expectativas ou modelos que não eram próprios. Isto tem levado muitas pessoas, tanto no campo profissional ou pessoal, à profundas decepções. E na maioria das vezes numa etapa da vida em que o quadro não pode ser revertido. De certa forma o aumento da informação disponível nos dias atuais, sem uma devida formação para sua análise e avaliação, aumenta este risco. Já não falamos apenas de modelos de sucesso local, regional ou nacional. Agora já não existem barreiras para se espelhar em paradigmas internacionais. É evidente que todo este quadro tem também um lado muito positivo. Ele amplia e internacionaliza o espectro de idéias e “sonhos”. Mas nada disto elimina a necessidade de uma visão “interior” através de um processo introspectivo para auto-descobertas. O sucesso deverá ser um produto de desejos, ambições, sonhos e determinação pessoal conjugadas com uma boa “leitura” dos modelos, expectativas e referências externas. Algumas questões podem ajudá-lo no processo de análise. Não são receitas mágicas. Mas apenas indicações para uma reflexão que é exclusivamente sua. Considero-me uma pessoa que tem “sonhos” e projetos próprios? Não esqueça que uma boa parte da nossa vida é “empurrada” pelos nossos sonhos pessoais. Alguém já disse que “você está ficando velho quando seus arrependimentos são maiores que seus sonhos” . Portanto, tenha certeza que sonhar é uma necessidade permanente que independe de idade ou etapa da vida. Consigo distinguir sonhos próprios daqueles que me foram induzidos pelos meus pais, heróis, familiares ou modelos externos? Não podemos negar a influência que todo este conjunto de fatores tem sobre nossas expectativas e ambições. E isto não existe somente na fase da formação do caráter do ser humano. Em muitos casos mesmo adultos continuam sentindo-se inseguras entre expectativas dos outros e desejos ou sonhos individuais.

A preservação da “individualidade” não deve ser confundida com individualismo. Todos devemos trabalhar esta questão até como forma de atingirmos um relacionamento equilibrado tanto interno como com os demais. Tenho clareza sobre os fatores que mais impulsionam meus desejos? Para responder esta pergunta pense em fatores tais como dinheiro, auto-realização, qualidade de vida, sucesso, fama ou reconhecimento. Ou no equilíbrio entre todos estes fatores. Estabelecer uma boa relação com o dinheiro é importante. Fixe limites entre o necessário e o desejável sem culpa. Mas faça-o com toda clareza. O mesmo podemos dizer no que se refere a auto-realização que deve estabelecer os limites que você se impõe nas ambições que fixou para viabilizar o projeto de vida. O indicador qualidade de vida tem a ver com o preço que você está disposto a pagar para atingir os resultados desejados. E finalmente é útil não confundir sucesso com fama. Você pode obter sucesso como um processo mais duradouro. Se estiver interessado apenas na fama, tenha o cuidado de saber que ela é muito mais efêmera. Consigo equilibrar projeto pessoal com profissional? Cuidado! Não faça planos só no campo profissional. Cada vez mais é importante o equilíbrio entre ter sucesso no mundo do trabalho e na vida pessoal. Não esqueça os seus outros papéis. Cônjuge, companheiro, amante, namorado, pai, mãe, amigo, cidadão, etc. Está clara a necessidade de aliar determinação, disciplina com prazer e alegria? Aqui atenção redobrada. Não se deixe influenciar por alguns modelos que desvinculam o “dever do prazer”. Procure estabelecer projetos em que não exista esta falsa dicotomia. Aliar o prazer com o dever não é incompatível. Muito ao contrário. Conseguí-lo torna a vida e seus resultados muito mais satisfatórios. É evidente que estas cinco perguntas não resolvem todas as suas interrogações, e muito menos levam a soluções mágicas para seu projeto de vida. Encare-as apenas como ponto de partida para uma reflexão. E na medida que sinta-se seguro, compartilhe-a com aqueles que você gosta e respeita. Com certeza isto pode contribuir para sua busca. E não esqueça, felicidade não é um estado permanente. É uma busca permanente assim como o desejo de realizar sonhos.

Renato Bernhoeft é presidente da Bernhoeft Consultoria 
 
Fonte: Valor Econômico – 12/11/2007

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Categoria: Orientação vocacional
Tags:Familia, planejamento de vida
publicado em 22/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Metáforas e a mente dos consumidores

Publicado pela HSMonline, apresento um texto sobre metáforas e seu relacionamento com  o marketing de produtos. De autoria de Josiah Foster, Mestre em Antropologia pela Universidade do Estado da Pensilvânia (EUA) e participante da equipe do Dr. Gerald Zaltman para o desenvolvimento da técnica ZMET®, de Elicitação de Metáforas Profundas, na Universidade de Harvard. No Brasil, esta técnica é representada com exclusividade pela empresa Mindroads. O texto aborda como a metáfora é trabalhada na mente dos consumidores por meio da publicidade e o que resulta para a empresa.

No século XVII, Shakespeare escreveu: “todo o mundo é um palco, e todos os homens e mulheres meros atores.” Na década de 1960, a banda The Doors cantou “Come on baby light my fire” – “Venha baby, e apague meu fogo”. Todos os dias, milhões de brasileiros se cumprimentam com um sorriso e dizem: “tudo joia”? O que essas frases famosas têm em comum?

Em cada caso, há uma metáfora poderosa trabalhando, pegando uma ideia complexa ou abstrata e embalando-a de uma maneira que expresse instantaneamente todos os significados importantes de uma forma simples, estimulante e de fácil memorização. Tudo joia? Sim, tudo é perfeito, como uma jóia, bela, digna de um rei!

Profissionais do Marketing e Publicidade estão descobrindo o poder das metáforas para executar sua função ao comunicar algo sobre uma marca ou produto. Enquanto marcas desgastadas lutam incessantemente para encontrar mais um atributo de seu produto que irá causar algum interesse temporário no consumidor, as marcas mais bem promovidas do mundo (incluindo Coca-Cola, Harley-Davidson, Brahma, Proctor & Gamble e Microsoft) estão estudando exatamente quais metáforas visuais e verbais ajudarão a explicar conceitos complexos ao consumidor, como “por que eu devo comprar esse produto?”, “como ele funciona?”, “como isso vai melhorar a minha vida?”, “como fará eu me sentir?”.  São nestas respostas que os consumidores estão interessados quando fazem uma compra e não em quantas cores o produto está disponível. Quando as metáforas corretas são utilizadas no marketing, o consumidor enxerga imediatamente um lugar para a marca ou o produto em suas vidas.

Por que as metáforas são tão poderosas?

A mente humana é “projetada” para pensar em metáforas em um nível inconsciente. De acordo com o Dr. Gerald Zaltman, professor da Universidade de Harvard, o pensamento metafórico é a base do processo mental. As metáforas determinam absolutamente tudo o que pensamos, dizemos, sentimos ou fazemos. Essa afirmação pode soar como uma surpresa, uma vez que poucos param para pensar conscientemente nas metáforas que usamos.

Elas acontecem naturalmente. Nós usamos de cinco a seis metáforas em uma conversação normal, e nunca paramos para pensar nisso. Mas essa é a verdadeira “mágica” das metáforas para o Marketing, o fato de que elas operam além do conhecimento da mente. Pesquisas sobre a mente humana conduzidas na década de 1990, provaram que 95% ou mais de nosso pensamento é inconsciente. As metáforas são capazes de transpor o nível superficial e o pensamento racional e atingir as áreas mais profundas, inconscientes e emocionais da mente, onde verdadeiramente formamos opiniões e tomamos decisões.

No entanto, empresas interessadas em utilizar metáforas e alcançar a mente inconsciente do consumidor precisam estar alertas. Algumas companhias tentam utilizar metáforas em suas estratégias de marketing e muitas vezes ativam acidentalmente associações negativas. É preciso realizar pesquisas meticulosas para entender a mente do consumidor e descobrir com precisão quais metáforas serão mais capazes de causar impacto positivo na percepção deles sobre a marca ou o produto.

Empresas que já se beneficiam no Brasil e no mundo com a técnica adequada de metáforas profundas atuam com insights que vão além das expectativas dos consumidores e identificação de metáforas adequadas para a marca ou produto. Os cenários revelados por meio da técnica de metáforas profundas proporcionam muito mais à condução do Marketing e gestão das empresas. Não raro, o retorno de uma pesquisa do gênero é norteador para o próprio negócio, revelando informações inéditas para o entendimento da marca, posicionamento e novas possibilidades de mercado.

A próxima vez que você estiver assistindo TV ou lendo uma revista, dê uma olhada nos anúncios e veja se você consegue perceber quais metáforas estão sendo usadas para “falar com o seu inconsciente”. E pense no que você poderia descobrir sobre a sua própria marca, mercado ou negócio.

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Categoria: Inteligência Competitiva, Neuro ciência
Tags:Marketing, metáfora, Mindroads
publicado em 21/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Viciado em jogo não perde, quase ganha

Poa 2010

Quase. Passou muito perto. Na próxima vez está no papo. Segundo uma pesquisa feita na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, o cérebro do apostador contumaz – com vício no jogo – reage diferentemente na hora de encarar uma derrota. Para quem não costuma jogar, perder é algo normal e sinaliza a hora de parar. Mas para quem tem no jogo de apostas o seu vício, não é bem assim. De acordo com o estudo, o cérebro desses apostadores reage de modo muito mais intenso a ocasiões em que a vitória esteve muito próxima do que ocorre nos demais. Essa particularidade poderia explicar por que os jogadores obstinados continuam a apostar mesmo quando estão perdendo sem parar.

No estudo, os pesquisadores analisaram os cérebros de 20 apostadores por meio de ressonância magnética funcional enquanto eles jogavam em uma máquina caça-níqueis. Os pesquisadores observaram que as partes do cérebro envolvidos no processamento de recompensas – chamadas de centros de dopamina – eram mais ativos em pessoas com problemas de apostas do que em pessoas que apostavam socialmente (dois grupos nos quais os voluntários foram divididos). Durante o experimento, os participantes jogaram uma máquina com duas rodas e ganhavam 50 centavos a cada vez que o resultado eram dois ícones iguais. Obter duas figuras diferentes era considerado uma derrota, mas quando o resultado ficava a um ícone de um par (antes ou depois, na sequência do movimento), o resultado era considerado um “perdeu por pouco”.

Os pesquisadores observaram que esses últimos casos ativaram os mesmos caminhos cerebrais do que as vitórias, mesmo que não houvesse recompensa monetária. Verificaram também que a reação ao resultado era muito mais forte entre os apostadores contumazes. “Os resultados são interessantes por que sugere que as ‘derrotas por pouco’ podem estimular uma resposta dopamínica nos jogadores mais frequentes, mesmo quando isso não resulta em um prêmio. Se esses fluxos de dopamina estão direcionando o comportamento aditivo, isso poderá ajudar a explicar por que aqueles que têm nas apostas o seu problema acham tão difícil parar de jogar”, disse Luke Clark, um dos autores do estudo, que foi publicado no Journal of Neuroscience.

Fonte: Diário da Saúde, FAPESP

 

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Categoria: Neuro ciência
Tags:redes neurais
publicado em 18/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Arquivar nas nuvens

A cada dia a internet me surpreende. Semana passada estava na UFSC quando vejo na tela da sala de aula um link para o dropbox. O colega que apresentava seu trabalho, havia conectado a essa página na internet e extraido o seu arquivo das pastas organizadas e de fácil acesso. Fiquei curiosa e busquei informações sobre isso. Ele me disse: é um arquivo nas nuvens. Conversamos a respeito, rapidamente o assunto tomou conta de todos que estavam no entorno e o link foi repassado para todo o grupo. Interessante que ao chegar ao meu computador, vejo uma matéria do Valor Econômico tratando o mesmo assunto. Compartilho com quem lê esse site agora.

Matéria publicada no Valor Econômico com o título

Dicas para um leitor cada vez mais nas nuvens  de Walter S. Mossberg

O mundo digital adora esbanjar seu próprio jargão, e uma das expressões mais usadas atualmente é “computação em nuvem”. A expressão aparece onde quer que sejam discutidos os novos usos da internet. Mas o que os tecnólogos e as empresas do setor querem dizer quando se referem a fazer coisas em “nuvem”? Eles não estão falando de meteorologia, e tudo que eles vêem quando usam o termo – sempre no singular – é um dia ensolarado, e não chuvoso. Para ajudar você a entender o que andam falando sobre computação em nuvem, vão aí algumas explicações básicas. Não pretendo cobrir cada detalhe usado atualmente pelos experts em internet. Mas espero que essas explicações deixem claro para as pessoas normais o que são os produtos e serviços em “nuvem” que estão sendo oferecidos.

No seu nível mais básico, a “nuvem” é simplesmente a própria internet, ou o vasto conjunto de servidores espalhados pelo mundo a partir dos quais a internet é formada. Quando as pessoas dizem que um documento digital está armazenado, ou uma tarefa digital está sendo desempenhada, em nuvem, querem dizer que o arquivo ou aplicativo reside num servidor o qual você acessa por meio de uma conexão à internet, via um navegador ou um aplicativo, em vez de nos dispositivos “locais”, como o seu computador ou celular inteligente.

Essa não é uma ideia nova. Há anos que existem serviços que mantêm seus arquivos num servidor distante na internet, ou guardam suas fotos online. E os programas de e-mail pela Web, como o Yahoo ou o Hotmail, são exemplos conhecidos de aplicativos baseados em nuvem. Esses programas residem nos servidores, não no seu PC, e você os acessa por meio de um navegador de web.

O que mudou é que, nos últimos anos, o armazenamento em larga escala baseado na internet ficou mais barato, e por isso ficou possível para os programadores criar softwares remotos mais sofisticados. A velocidade e a oferta das conexões de internet também melhoraram. Além disso, alguns usuários manifestaram um desejo de compartilhar e trabalhar em equipe de uma maneira que fosse mais rica e mais fácil do que a troca de arquivos via e-mail. Os serviços baseados em nuvem permitem que muitos usuários vejam, comentem e editem o mesmo material. Tudo isso contribuiu para a importância da computação em nuvem.

Além de tudo, os computadores estão evoluindo de uma maneira que torna os serviços em nuvem mais atraentes. O seu pequeno netbook pode não ter o disco rígido necessário para armazenar todas as suas fotos e músicas, mas há maneiras de manter todo esse material em nuvem e acessá-lo à vontade. O seu celular inteligente não consegue rodar todos os programas sofisticados, ou armazenar todos os seus arquivos, como um PC consegue. Se ele estiver conectado a uma armazenagem em nuvem e a aplicativos baseados em nuvem, entretanto, vai conseguir fazer muito mais do que as especificações do aparelho sugerem. E, com o armazenamento de arquivos em nuvem e os aplicativos que rodam na memória dos servidores, dá até para imaginar uma viagem sem computador. Um computador, tablet ou celular inteligente emprestado pode ser tudo o que você precisa para entrar nas suas contas online e fazer o que precisa.

Assim, nos últimos anos, houve uma enxurrada de produtos e serviços baseados em nuvem para armazenar e compartilhar arquivos; para manter as informações em todos os seus aparelhos sincronizados; e até para realizar tarefas como editar fotos, ou criar e editar documentos e planilhas grandes.

Por exemplo, eu escrevi parte desta coluna numa edição particular de teste de uma versão baseada em nuvem do Word da Microsoft que a empresa vai lançar em breve. Aliás, a Microsoft vai tornar toda a suíte de aplicativos Office disponível de graça na nuvem. O Google e outras empresas já têm suítes de produtividade baseadas em nuvem.  Outro exemplo: muitos dos 200.000 aplicativos para o iPhone da Apple nada mais são do que programas que extraem dados ou serviços armazenados na nuvem para oferecer coisas que vão de listas com opções de restaurantes a rotas para o motorista.

Existem outros bons exemplos. No Picnik.com, você encontra um editor de fotografias baseado em nuvem que é versátil e consegue trabalhar em fotos de uma ampla variedade de sites de fotografia da web, bem como nas fotos em seu próprio disco rígido. No Zoho.com, você encontra uma abundância de aplicativos baseados em nuvem que interagem tanto com a web quanto com seu disco rígido. Dá para acompanhar as finanças usando um programa baseado em nuvem chamado Mint, que é disponível a partir de um navegador de PC, ou a partir de um iPhone ou algum telefone com o sistema operacional Android. É claro que os leitores inteligentes vão ter notado que essa tendência da computação em nuvem tem uma falha óbvia. Se você não está conectado à internet – ou não tem como se livrar de uma péssima conexão -, pode ficar a ver navios quando quiser acessar os arquivos importantes que estejam armazenados remotamente, ou precisar usar um programa baseado em nuvem. O Google, que está criando todo um sistema operacional baseado em nuvem, e outras empresas acharam maneiras de armazenar alguma parte do material remoto no seu dispositivo local. Mas essas soluções não ainda não são abrangentes, por isso os usuários sabidos vão fazer questão de ter em seus aparelhos as ferramentas e arquivos de que precisam mais.

Alguns produtos contornam isso oferecendo híbridos de serviços em nuvem e locais. Um dos meus favoritos nessa categoria é o SugarSync, que faz um back-up na web das pastas mais importantes que você escolher e as sincroniza com os discos rígidos nos seus PCs ou Macs, de modo que você sempre tenha as cópias mais atuais em mãos, com ou sem uma conexão. Um outro problema é o da privacidade. Muitos desses serviços em nuvem têm boa segurança, mas os hackers bisbilhoteiros são incansáveis e espertos, e por isso os consumidores devem ter cuidado em relação ao que eles armazenam na nuvem. Talvez você não se importe se uma foto da família for espiada, mas o seu CPF é uma outra história.

A computação em nuvem está crescendo, é bastante útil e veio para ficar. Ela só tende a ficar cada vez melhor.

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Categoria: Gestão do Conhecimento, Inteligência Competitiva
Tags:conhecimento, nuvens
publicado em 14/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Relevância

O dia passa, os minutos voam e já não temos tempo para perder com bobagens, com falsos elogios ou um simples faz de conta. Pensava comigo que a vida está mais longa. A expectativa de viver ampliou-se com os avanços da medicina. Hoje é normal uma mulher de 45 anos ter a sua primeira gravidez, assim como é normal um homem casar-se novamente aos cinquenta e poucos e ser pai novamente. Há uns dez a vinte anos atrás isso seria visto como algo fora do comum. Mas como vivemos mais, também fazemos o que antes não era permitido.

Mas eu quero qualidade nos relacionamentos. Cansei de pessoas que não trazem conteúdo e que perdem um tempo valioso falando dos outros, ou criticando os atos alheios sem um fundamento de crescimento. Compartilho um texto atribuido a Mario de Andrade  e também a Rubem Alves mas que na verdade é de autoria de Ricardo Gondim, cujo título é O Tempo que Foge. Ricardo afirma no blog de sua autoria que este texto ele escreveu e publicou no livro “Creio, mas tenho Dúvidas” da Editora Ultimato. Créditos explícitos, o texto aborda o valor da vida, a postura das pessoas maduras, o sabor de bem viver.

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora. Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência,
minha alma tem pressa…
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade,
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!

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Categoria: Augusta
Tags:conhecimento, idéias em movimento, Sabedoria
publicado em 11/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Profissões do Futuro

Fonte: BBC via Diário da Saúde, em 11/5/2010

Nanomédicos, cirurgiões que ampliam a memória, policiais do clima e guias turísticos espaciais estão entre as 107 profissões que estarão em alta no futuro, de acordo com o estudo The shape of jobs to come (”Os tipos de trabalhos que virão”), realizado pela consultoria de tendências britânica FastFuture.

Para o estudo, que faz uma análise prevendo o período de hoje a 2030, a empresa ouviu 486 especialistas de 58 países, em cinco continentes. Levando em conta fatores econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais e científicos, foi elaborada uma lista que se dividia em “profissões ainda inexistentes”, como policial do clima, e as que existem, mas cuja demanda deve aumentar, como nanomédico.

Desafios do futuro

Abaixo, dez profissões entre as consideradas mais importantes em um mundo que, segundo a pesquisa, terá que lidar diariamente com as mudanças climáticas, e onde a escassez de água e alimentos será um dos maiores problemas que a comunidade internacional terá que resolver. O crescimento e o envelhecimento da população devem ser levados em conta. Segundo o estudo, as Nações Unidas prevêem que a população chegue a 9,1 bilhões até 2050. O envelhecimento da população vai pressionar governos, empresas e famílias. E os avanços da ciência e tecnologia vão ter um espaço maior na sociedade. As 20 profissões mais importantes, segundo o estudo, indicam uma tendência de combinar qualificações e habilidades de disciplinas diferentes.

Policial do clima
As ações de um país podem ter impacto no clima de outro, e serão necessários profissionais que salvaguardem internacionalmente a quantidade de emissões de carvão lançada na atmosfera.

Fabricantes de partes do corpo
A medicina regenerativa já está dando os primeiros passos. No futuro, serão necessários profissionais que combinem as qualificações médicas com conhecimentos de robótica e de engenharia.

Nanomédicos
Avanços na nanotecnologia oferecem o potencial de uma gama de artefatos de nível subatômico e permitirão uma medicina muito mais personalizada, onde os remédios serão administrados no local exato onde a doença se desenvolveu.

Farmagranjeiros
Esta profissão envolve conhecimentos farmacêuticos que permitam modificar geneticamente as plantas, de forma que possa ser produzida uma quantidade maior de alimentos, com um maior potencial protéico e terapêutico. Entre as possibilidades do futuro estão tomates que sirvam como “vacinas” ou leite “com propriedades terapêuticas”.

Geriatras
Os médicos especializados no atendimento de pacientes da terceira idade no prolongamento de uma vida ativa têm futuro garantido. E eles deverão cuidar não só do estado físico do paciente, como também de sua saúde mental.

Cirurgiões para o aumento da memória
É possível que, no futuro, seja possível a implantação de um chip que funcione como um disco rígido para a mente humana e seja possível armazenar nele os fatos que o ser humano não seja capaz de se lembrar. Serão necessários cirurgiões que saibam como realizar essa operação.

Especialista em ética científica
À medida que a tecnologia e a ciência se integram mais no dia a dia por meio da nanotecnologia, do estudo das proteínas do organismo e da genética, surgirá mais polêmica sobre o possível uso maléfico de tecnologias e seu impacto social. Serão necessários profissionais com amplo conhecimento de ciência. No futuro, a pergunta a ser respondida não será apenas “É possível fazer isso?”, mas também “É correto que se faça?”

Especialista em reversão de mudanças climáticas
Haverá cada vez mais uma demanda por profissionais capazes de reverter os efeitos devastadores do fenômeno: pessoas com capacidade para aplicar soluções multidisciplinares como a construção de guarda-sóis gigantes para desviar os raios do sol.

Destruidor de dados pessoais
No futuro, especialistas vão se dedicar a destruir os dados pessoais e informações sensíveis de indivíduos. Elas devem ser apagadas de forma segura e definitiva para evitar serem alvo de ataques de hackers.

Organizadores de vidas eletrônicas
A quantidade de informações disponíveis será tão grande que serão necessários profissionais especializados em organizar a vida eletrônica dos indivíduos. Entre as tarefas estarão ler e arquivar correspondência eletrônica, e garantir que um emaranhado de dados existentes esteja organizado de forma coerente.

 

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Categoria: Empreendedorismo, Orientação vocacional
Tags:Empreendedorismo, Profissões, Vocação
publicado em 6/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Roteiro de projeto comercial para um evento

Atendendo a alguns pedidos, apresento abaixo um roteiro básico para elaboração de um projeto comercial de um evento. Este roteiro deve ser adaptado às características gerais do evento que se pretende comercializar cotas de patrocínio ou itens específicos, chamados de itens patrocináveis. Uma vez elaborado, o texto deve ser diagramado e impresso em um papel de boa qualidade. Uma versão em extensão [pdf] também é aconselhável para ser enviado por emails. Caso o evento tenha um site, estas informações podem compor o site em área restrita aos interessados que receberão uma senha para ter acesso.

Segue o roteiro básico. Complemente conforme as suas necessidades. Itens que não tenham relevância para o evento em questão devem ser excluídas.

PROJETO COMERCIAL (ROTEIRO)

Parte 1
1. Apresentação
2. Quem esta promovendo o evento
3. Porque está promovendo o evento
4. O que é o evento. Quantas edições já aconteceram
5. Objetivos do evento
6. Público Alvo [quem irá participar do evento. Público esperado]
7. Tema Central e eventos paralelos

Parte 2
1. Como está o mercado (setor) brasileiro /mundial em relação ao evento
2. O que está sendo apresentado.
3. Importância do setor na economia nacional

Parte 3
1. Promoção e realização (Parceiros /apoiadores)
2. Quem está promovendo
3. Quais as entidades/ Quem são
4. O que fazem (missão, objetivo, fundação)

Parte 4
1. Local
2. Cidade do evento
3. O que ela oferece (pólo turístico)
4. Quais os seus atrativos | Estilo da cidade (ambiente) | Quantos habitantes
5. Período de realização do evento
6. Datas e horários | Cronograma

Parte 5
1. Por que investir
• Investimento em promoções de eventos associa marcas a hábitos e segmentos.
• Incrementa marcas e aumenta os índices de lembrança.
• Aumenta a rentabilidade do dinheiro investido.
• Empresa investidora contato direto com o público alvo

Parte 6
1. Estratégias de divulgação
2. Divulgação dirigida – Folheteria
3. Publicação de anúncios: revistas, informativos, jornais especializados.
4. Divulgação em massa – Mídia impressa, falada, televisionada.
5. Anúncios periódicos com circulação: regional, nacional, internacional; dirigido para o segmento ou não.
6. Mailing list
7. Plano de mídia
• Veículo anúncios tamanho
• Revistas (nacionais, regionais, internacionais/dirigido ou não).
• Televisão (nacional, regional).
• Rádios AM/FM (regional, nacional) dirigido ou não.
• Periódico (nacional, regional) dirigido ou não.

Parte 7
Programação Detalhada
• [ Data/ Hora/ Local]
• [Título / assunto/ Professor/ onde se formou.
• Apresentação trabalho científico - Qual o formato

Parte 8
Realização de feira de produtos e serviços [paralelo ao evento]
Metragem da área da feira
Metragem de variação estandes
Preços: montagem básica m2, área livre m2.

Parte 9
Retorno do investimento
Opções: cota máster, co-patrocínio, patrocínio workshop, estande (podem ser divididos por setores, valor estandes por m2, área livre por m2), apóio de mídia (citação na mídia como patrocinador).
Nº de cotas disponíveis e seus valores
Especificação das opções

Parte 10
Contatos
Telefone
Nome do responsável com email e celular
Site do evento

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Categoria: Gerenciamento de projetos, Organização de eventos
Tags:Comercial de eventos, Patrocínios, Projeto Comercial, Roteiro de projeto
publicado em 1/05/2010 por Maria Augusta Orofino  

Seis emoções básicas do ser humano

Alegria, tristeza, raiva, medo, surpresa e nojo. Você provavelmente não vai concordar, mas estas são, segundo os psicólogos, as seis emoções básicas do ser humano. São as chamadas Big Six, as Seis Grandes emoções, consideradas universais no sentido de que qualquer ser humano, ao senti-las, não conseguirá evitar mostrá-las no rosto e as mostrará sempre com as mesmas expressões faciais.

E por que ficaram de fora todos aqueles sentimentos mais nobres, amizade, amor e compaixão, por exemplo, universalmente aceitos como representações da mais pura seiva do espírito humano? Você pode diferenciar entre emoções e sentimentos, se quiser. Mas aqui a questão é metodológica. A ciência estuda o ser humano no seu aspecto biológico. A rigor, afirmam os cientistas mais puristas, só existe o biológico – a mente emana do cérebro, o espírito emana do corpo, enfim… o software emana do hardware. Ou seja, apesar de soar esdrúxula para 99% dos não-cientistas, a proposta mais científica atualmente aceita é a de que, quando se trata do ser humano, o superior deriva do inferior.

Assim, num mundo totalmente biológico, as emoções que devem ser levadas a sério, segundo os cientistas, são aquelas que existem para cumprir um papel como auxiliares na sobrevivência. Logo, “emoções de verdade” devem motivar atividades que nos ajudem a ter algum tipo de sucesso em uma “luta pela vida”, contra inimigos, contra animais ferozes, contra concorrentes na reprodução e contra as hostilidades da própria natureza – do tipo que se vê em documentários sobre o início da evolução humana, quando ainda estávamos mais próximos dos símios.

Mas os tempos, como sempre, estão mudando, ou não seriam tempos. Até mesmo a ciência vem abrindo espaço, ainda pouco espaço, é verdade, para a “humanidade do homem”, tirando-o daquele paraíso perdido selvagem, idealizado pelos cientistas para exorcizar desse animal tão diferente tudo aquilo que o faz ser diferente dos outros animais. E a ciência vai, aos poucos, aderindo ao fato por ela mesma desvendado de que, afinal de contas, evoluímos.

Fonte: Diário da Saúde, escrito por Moises de Freitas

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Categoria: Neuro ciência
Tags:Emoções, Sentimento
publicado em 25/04/2010 por Maria Augusta Orofino  

Parceira e experiência

A composição da grade curricular e a identificação dos professores para lecionar as disciplinas correspondentes dentro do Curso de Pós graduação em Planejamento e Gestão de Eventos que estamos organizando na Faculdade Estácio – SC, procurou contemplar aspectos práticos do dia a dia da gestão de uma empresa relacionada à organização de um evento, suas redes de relacionamento e interfaces necessárias para a obteção do sucesso e do resultado financeiro almejado com a atividade que está sendo realizada. Os temas que serão abordados enfatizarão itens necessários para o bom desempenho de uma empresa além de aspectos que envolvem a consciência ecológica, ética e responsável dos empresários e colaboradores.

Informações sobre o Curso de Pós-Graduação em Planejamento e Gestão de Eventos – Estácio SC podem ser obtidas no link www.sc.estacio.br/portal e clic no ícone [Pós Presencial] ou pelo telefone 48 3381-8039.

Abaixo, segue um link para o arquivo com uma tabela com o nome das disciplinas que serão ministradas bem como dos profesores convidados e respectivas titulações.

grade curricular x professores

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Categoria: Gerenciamento de projetos, Organização de eventos
Tags:Evento, nome para eventos, Pós em Eventos, Pós Estácio SC, Pós-graduação em eventos
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Quem é Maria Augusta Orofino

Sou um ser em busca de aperfeiçoamento constante, aberta à mudança. Estudei Administração na ESAG e conclui em 1982. Sou especialista auto-didata em comunicação e marketing e atualmente sou mestranda em Engenharia e Gestão do Conhecimento, na UFSC. leia mais

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