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Design Thinking não é restrito a empresas inovadoras

O que fazer com os dados gerados pelo Design Thinking? Como empresas inovadoras conseguem aproveitar a etapa de experimentação para dar sequência ao projeto de mudança? Essas e outras questões mostram que o Design Thinking (DT) é um tema inesgotável. Quanto mais aplicamos suas técnicas, mais insights conseguimos obter para realimentar o processo de inovação. Por isso, ressalto que a ferramenta pede uma aplicação contínua, pois nem sempre teremos um resultado viável em apenas uma abordagem. O DT deve ser parte da cultura de inovação.

Ao colocar as ideias em teste, na fase de prototipagem, chegamos a um ponto importante do Design Thinking, no qual surgem diversas respostas para o objetivo inicial. Talvez a mais importante delas seja o impacto da proposta no mercado. Se, além de viável para a empresa, aquele protótipo reflete o desejo e as necessidades do público-alvo. No contexto de grandes empresas inovadoras, a experimentação pode ser mais simples, pois há recursos destinados ao processo e uma cultura do ‘aprender fazendo’ já consolidada. Mas como incluir a concretização de ideias na rotina de todas as organizações?

Primeiramente, vamos esclarecer que a prototipagem do Design Thinking não é necessariamente o produto pronto para uso (aqui compartilho um link bacana sobre o assunto). Isso sim seria um grande custo para as empresas e a ferramenta ficaria restrita a grandes indústrias. A representação de uma ideia pode estar em um simples pedaço de papel, na web, em peças de Lego, storyboard, na encenação de uma situação (ideal para propostas de melhorias em prestação de serviços). O importante é que o protótipo transmita aos participantes, da maneira mais clara possível, seus objetivos e uso. Com isso, é possível reduzir as incertezas e, consequentemente, os riscos do projeto e seu custo. Em meus workshops tenho presenciado esse momento como a grande oportunidade para a equipe do projeto conversar entre si, alinhar as expectativas e chegar a consensos muitos importantes que, por qualquer motivo, não tinham surgido antes.

Pós-experimentação em empresas inovadoras (ou aparentemente não tão inovadoras)

Eis o xis da questão: empresas inovadoras utilizam o conhecimento adquirido na experimentação para planejar a chegada do produto ou serviço ao mercado, ou a introdução de um novo processo. Fazem isso com um profundo conhecimento, tanto do produto quanto da experiência do público-alvo (empatia).

Mas vamos deixar um pouco Google, Apple, Uber e outras cases inovadores de lado para falar sobre um exemplo interessante do centro de inovação da Veterans Affairs (EUA). Para servir melhor os veteranos de guerra (problema a ser resolvido), a instituição pública criou um processo contínuo de Design Thinking (mapa de empatia, jornada do usuário e diversas outras ferramentas) focado em necessidades, comportamentos e experiências dos clientes (feedback).

A ideia se baseou em princípios básicos: usar e abusar da empatia, buscar os clientes onde eles estão (uma pró-atividade que já faz parte da experimentação), testar ideias com seu público e colocar o veterano como foco de todas as etapas do desenvolvimento de produtos, serviços e processos. Este kit disponibilizado pela instituição é o norte do projeto e dá para identificar todas as etapas do DT, inclusive prototipagem rápida e testes de usabilidade. Com a prática, a instituição conseguiu identificar os altos e baixos no relacionamento com seus clientes para reformular seus processos e criar um padrão para as redes de atendimento.
Se olharmos ao redor, vamos perceber que o Design Thinking já é realidade. Em cada setor, ele mostra uma maturidade diferente, mas nunca devemos vinculá-lo apenas a startups ou grandes corporações de tecnologia. Este link da Escola Design Thinking mostra aplicações da abordagem em laboratório farmacêutico, multinacional de cartão de crédito e agência de inovação para administração pública.

Por essas e outras que defendo: DT não é moda passageira. Muito pelo contrário! Com o uso de suas ferramentas, especialmente da prototipagem, conseguimos enxergar como as pessoas se relacionarão com novos processos, produtos e serviços. A partir dessa interação, fica muito mais simples perceber os pontos fortes e os riscos dos projetos, ter novas ideias para melhorias e realimentar a criatividade, que é uma grande aliada da inovação.

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Experimentação: tente, erre e acerte usando a lógica do design

No conteúdo anterior, falei o quanto o Design Thinking é relevante para transformar ideias em produtos, serviços e novos processos, além de ampliar conhecimento e estimular a inovação. Muito longe de ser apenas uma abordagem para reflexão, o DT se apoia em alguns pilares, sendo que um deles é a experimentação. Ou seja, constrói-se para pensar e aprender. Aqui temos um grande desafio para organizações que desejam mudanças culturais e estruturais. O medo de errar, muitas vezes, impede ou limita a fase de testes das ideias mais promissoras que surgem durante a prática do Design Thinking.

O fato é que a experimentação constitui uma ação fundamental para antecipar falhas e reduzir custos. Aplicada da maneira adequada, como parte do processo criativo, ela melhora a visão para solucionar problemas e para identificar qual papel de determinado produto nos planos da empresa. Não é possível, portanto, pensar a inovação sem efetivamente saber se aquele produto ou serviço cumpre as expectativas do mercado. Mas por que é tão difícil incluir prototipagem e testes no processo de desenvolvimento das empresas?

Acho importante relacionar essa conversa à cultura de inovação. A abordagem do DT está diretamente ligada a um ambiente propício para a criatividade. Não adianta, por exemplo, iniciar um novo estudo sobre um novo modelo de negócio ou melhoria de um processo, a partir do Design Thinking, se não existe apoio dos gestores ou um canal para feedback entre as equipes.

4 desafios da experimentação no Design Thinking

1. Lidar com erro. Poucas empresas incorporam a ideia de que as falhas servem para ampliar a visão sobre o negócio e para agregar conhecimento. Quando consideramos a estrutura hierárquica tradicional, com decisões unilaterais e sem brecha para discussões, fica ainda mais claro perceber que gestores têm muito medo de errar. A falha parece um atestado de incompetência, como se tivéssemos todas as respostas para cada situação que aparece no dia a dia empresarial. Mas é a vivência de momentos inesperados e a oportunidade de rever processos e de testar novos modelos que nos preparam para o acerto.

2. Saber consertar o erro. Ainda mais difícil do que encarar a falha é estudar uma maneira de consertá-la. A experimentação no Design Thinking coloca em evidência os riscos e os erros das propostas e cabe aos participantes um plano de ação para reduzir as ameaças e tornar a iniciativa viável, desejável e em harmonia com o mercado.

3. Tempo x custos. “Experimentação é um gasto de tempo e de dinheiro”. Com certeza incluir a fase de testes e repeti-la em diferentes momentos do DT é uma prática que consome horas de dedicação. Mas qual o custo de um produto que já chega ao mercado mal sucedido?

Temos muitos casos de lançamentos com um desempenho ruim em vendas. Grandes empresas estão sujeitas a isso, até mesmo as mais inovadoras. O Google, por exemplo, já teve as suas escorregadas. Em 2009, lançou o Google Wave para unir SMS, e-mails e redes sociais em um só lugar. Mas parece que o público-alvo não estava querendo algo do tipo e o produto foi encerrado apenas um ano depois. Ainda tem o fiasco do Google TV, iniciativa da empresa para entrar no mercado de mídia doméstica.

Será que essas frustrações poderiam ser evitadas com mais fases de experimentação e com um amplo entendimento da demanda e do desejo do mercado? Quantos milhões seriam economizados? Na corrida pelo pioneirismo ou para estar sempre no páreo com a concorrência, nem sempre há tempo. Fica a escolha entre assumir alto risco (e alto custo) ou desenvolver utilizando técnicas e abordagens eficazes.

4. Respostas imediatas. Infelizmente (ou, melhor, felizmente), não sabemos todas as respostas. Por isso defendo a experimentação como a prática do aprender fazendo. No final, você pode inclusive não chegar a resposta alguma! Sem problemas, pois nem toda solução encontrada no DT pode ser viável para o momento da empresa. Isso não quer dizer que o processo foi jogado fora. Longe disso! Ao final da abordagem, todos terão uma visão real dos riscos, benefícios e propósitos de um novo negócio. Lembre-se que esse é um trabalho constante.

Experimentar é ganhar conhecimento e reduzir custos com o desenvolvimento de produtos e serviços. É compreender, na prática, se a ideia é viável, desejável e se tem impacto no mercado. É desapegar do que não faz sentido para o momento e aprimorar o que tem potencial. Fica o convite para outro post sobre tentativa e erro.

Design Thinking, um método para a inovação?

Design Thinking é um termo que está pipocando há alguns anos no ambiente corporativo, seja em negócios disruptivos ou em setores mais conservadores. Isso não é à toa, pois essa abordagem, quando bem aplicada, auxilia muitas instituições a criarem novos processos, produtos e serviços, ou reformular os já existentes. A abordagem é, portanto, uma grande aliada no desenvolvimento de modelos de negócios inovadores. E como facilitadora de workshops, palestras e treinamentos sobre esse assunto, sou uma grande entusiasta do Design Thinking.

Acredito que existem muitas coisas para pensar sobre o assunto. Primeiramente, não podemos deixar de explicar que Design Thinking não é apenas uma prática pensante, como o próprio nome sugere. Ou algo restrito à concepção de produtos, embalagens e outras atribuições do próprio Design. Longe disso! O método é aberto a todos, também é muito ambicioso: as ideias saem dos post-its coloridos e da cabeça de seus participantes para serem testadas e validadas.

“Ué, não é só sentar e fazer um grande brainstorm sobre o assunto”? Não, isso é muito importante de ser esclarecido: brainstorm é brainstorm, reunião é reunião e Design Thinking é algo muito maior, que também se utiliza da reunião de ideias. Vamos falar bastante sobre o assunto aqui no blog. Vem comigo!

Design Thinking: aplicável, viável e desejável

Afinal, o que o DT busca? Basicamente, ele tem o objetivo de propor soluções com a colaboração de diversas áreas de uma empresa. Como destravar uma etapa do processo produtivo, de onde partir para criar um novo produto ou serviço ou solucionar a dor do meu cliente? Essas e outras questões podem ter tanto um ponto de partida como também um produto final com a prática do Design Thinking.

É claro que para esse método render bons frutos, os participantes devem considerar a realidade da instituição, afinal, a solução encontrada precisa ser viável e fazer sentido aos clientes/consumidores. Isso é algo muito bacana: os participantes estão ali como parte da empresa, mas também pensando como os stakeholders. Com isso, o desfecho se torna relevante para todos os pontos dessa cadeia.

Faça se estiver preparado para mudar. Usar o Design Thinking como parte da elaboração ou reformulação dos modelos de negócios é para os fortes, ou melhor, para quem está disposto a mudanças. É o momento para colocar a mão na massa, testar suposições e ideias, encarar fracassos, voltar à estaca zero. É um processo que requer paciência, pois nem sempre uma só aplicação do Design thinking vai resultar em um plano de ação. Calma! Não estou oferecendo nada imediato ou milagroso, e sim um conjunto de técnicas para pensar, testar, validar e atualizar.

Por que o Design Thinking é tão inovador? Por vários motivos! O conceito utiliza dados (pesquisas, benchmarking), visões de mundo, pensamento visual, elaboração de protótipos (ou outras formas de testar as soluções) para transformar ideias em produtos, serviços, novos processos, mais conhecimento e INOVAÇÃO!

Esse infográfico do Sebrae é muito interessante e mostra como o DT já está no nosso dia a dia.

Leve com você esses cinco conceitos

Além de deixar no passado a resolução de problemas – ou criação – às cegas e o afastamento entre instituições, seus colaboradores internos e stakeholders, o Design Thinking é ainda mais inovador por promover essas cinco habilidades:

Empatia: coloque-se no lugar do cliente, do consumidor ou do colega que estará envolvido direta ou indiretamente nas mudança propostas pelo DT.

Experimentação: visualize o mais rápido possível novas situações para compreender, melhorar e testar hipóteses, antes que tempo e dinheiro sejam desnecessariamente desperdiçados.

Colaboração: pessoas trabalhando juntas para compreender vários pontos de vista e criar soluções que tenham um real impacto na vida das pessoas.

Multidisciplinaridade: a riqueza de ideias está na diversidade de perfil dos participantes. Todos podem encontrar uma boa solução, não apenas o funcionário do setor X ou a equipe de gerentes. O Design Thinking é democrático e colaborativo. Quanto mais visões diferentes, mais ideias para serem amadurecidas e testadas.

Liberdade: não venha com pré-conceitos ou censuras. O ambiente para a prática do DT deve ser livre de julgamentos. Os participantes precisam se sentir parte do processo e com total liberdade para sugerir. Isso nos leva a outra afirmação: Design Thinking é um grande aliado da cultura de inovação.

Compartilho com você nossos próximos workshops abertos:

Curso Inovação em Modelos de Negócios, em parceria com a ESPM – dia 29 e 30/6 e 1/7,
em São Paulo
Workshop Design Thinking, em parceria com Escola de Governo – ENA – dias 13 e 14/7, em
Florianópolis

Workshop sobre Design Thinking, em parceria com Ornellas Consultores – dias 21 e 22/7,
em São Paulo
Programa Advanced em Negócios Exponenciais, em parceria com Harvard Business
Review Brasil – dias 29 e 30/7, em São Paulo

Workshop Inovação em Modelos de Negócios e Organizações Exponenciais, em parceria
com Sebrae SC e Kuanta Eventos – dias 15 e 16/9, em Florianópolis.

Essas datas não atendem as suas necessidades? Envia um email agora e vamos conversar
sobre a possibilidade de realizar in company, desenhado sob medida para a sua organização.

Afinal, o que é esse papo de modelo de negócio?

Nos últimos três anos o tema inovação tem crescido muito no ambiente organizacional como uma forma de buscar novos mercados e ampliar a margem de lucro das empresas. Paralelo a isso temos visto o foco dos negócios sendo alterado, onde empresas inovadoras tem a atenção às necessidades de seus clientes antes de definirem que tipos de produto farão. Estamos passando por grandes transformações. Uma onda que será preciso habilidade e alguns conhecimentos para poder surfá-la.

E este é um convite que quero lhe fazer para participar de um dos nossos workshops de Inovação em Modelos de Negócios. Você já sabe o que é Modelo de Negócio?

Por modelo de negócio consideramos a representação dos processos de uma empresa de como oferece valor aos seus clientes, obtém seu lucro e se mantém de forma sustentável ao longo de um período de tempo.

Uma organização manter uma vantagem competitiva requer a combinação do desempenho de pessoas qualificadas, uma cultura organizacional focada em inovação e a utilização de ferramentas de vanguarda da tecnologia da informação para uma eficaz gestão do conhecimento. O desenvolvimento de modelos de negócio implica em colocar uma atenção nos processos internos e de infraestrutura a fim de que a organização crie valor, incluindo as variáveis de decisão, entre elas processos e métodos de prestação de serviços, fluxos de logística, administrativo e financeiro além dos processos de gestão do conhecimento.

A capacidade de inovar, de criar novos conhecimentos, sempre foi o diferencial competitivo fundamental das pessoas e organizações de sucesso. Compreender como desenvolver essa capacidade é importante para todos. Vivenciar a inovação na prática é uma experiência reveladora.

O temas que são apresentados durante o workshop de 2 dias com 16 horas de duração são: a

1. Inovação e Modelos de Negócios – A evolução do conceito de modelo de negócio e o Canvas de Alex Osterwalder – um framework para a geração de modelos de negócio.

2. Design Thinking como ferramenta para geração de novas ideias e negócios.

3. Entendimento do cliente e suas necessidades.

4. O Canvas da Proposta de Valor x Segmento de Clientes e o serviço a ser realizado (The job to be done).

2014-02-08 11.26.495. A importância da Prototipagem e o Mínimo Produto Viável.

6. Padrões de modelos de negócios.

7. Desenvolvimento do cliente – Escalabilidade e rentabilidade do modelo selecionado.

8. A Curva de valor, ambiente externo e estratégias organizacionais.

Um curso que utiliza da lógica do design como forma prática de buscar a inovação, com uma abordagem teórica, porém apoiada no conceito de “aprender fazendo” visando a habilitar os participantes a replicar a experiência em seu dia a dia.

Eu sou a facilitadora. Meu nome é Maria Augusta Orofino. Sou Mestre em Gestão do Conhecimento, especialista em Administração Pública e Marketing, Administradora de Empresa com cursos de extensão realizados na Duke University e UC Berkeley – USA e na Universidade de Barcelona – Espanha.  Além disso atuo como palestrante e facilitadora de workshops e treinamento em inovação, design thinking, modelos de negócios e desenvolvimento do cliente e consultora organizacional com + 20 anos de experiência. Nos últimos 3 anos, ministrei workshops em diversos estados brasileiros e no exterior em mais de 100 turmas e proferiu palestras  atingindo um contingente de mais de 5.000 pessoas, além de workshops in company.   Conheça aqui alguns depoimentos de pessoas que já participaram. Sou autora do blog www.mariaaugusta.com.br e co-autora do blog www.nuvem.website/guta. Co-Autora dos livros Business Model You e Ferramentas Visuais para Estrategistas.

Nossa atuação é nacional e a agenda para os próximos workshops segue abaixo:

1. Fortaleza – 28 e 29/3/2014 – Em parceria com a Action Coach

2. Curitiba – 31/3 e 1/4/2014 – Em parceria com a ANPEI

3. São Paulo – dias 3 e 4/4/2014 – em Parceria com ANPEI

4. Florianópolis – dias 11 e 12/4/2014

5. Salvador – dias 25 e 26/4/2014 – em parceria com Action Coach

6. Em parceria com a ESPM SP – – São Paulo – 15 a 17/5/2014

7. Workshops in company? Sim, caso esteja interessado em realizar este evento exclusivo para a sua equipe ou empresa, envie-nos um email que faremos uma proposta exclusiva, dentro das suas necessidades.

A geração de modelos de negócio inovadores representa uma nova fonte de vantagem competitiva considerando que pode resultar na criação de valor organizacional e na mudança da forma de fazer negócio, tornando-se um novo padrão para o surgimento de novos empreendedores de sucesso. Aguardamos o seu contato.

 

Pesquisa sobre experiência em uma viagem

Bom dia, estamos trabalhando em uma pesquisa sobre experiência na jornada de uma viagem (trabalho ou pessoal).

Gostaríamos muito de sua opinião!

Qual foi sua melhor experiência como cliente de uma empresa aérea ?
viagem
E se dividirmos a jornada que temos em uma viagem temos os seguintes passos:
1-Necessidade de viajar (trabalho ou pessoal)
2-Busca de passagem
3-Busca de hotel
4-Reserva e Compra
5-Fazer as malas
6-Ir para aeroporto (taxi ou carro)
7-Estacionar/descer do taxi
8-Ir até o check-in
9-Realizar check-in no totem
10-Despachar as malas
11-Sala de espera e busca do portão de embarque
12-Embarque
13-Vôo
14-Desembarque
15-Pegar as malas
16-Chamar o taxi/pegar o carro
17-Chegar a seu destino
18-Retornar, iniciando do passo 5

Em qual você acha que a jornada poderia ser criar uma experiência melhor ?
Responda no comentário do blog ou facebook com o número + melhoria que faria a experiência melhor
Exemplo :
7,ter vaga pré-reservada VIP pela cia aérea.
9, saber quem da sua rede social está no mesmo vôo
13, entretenimento personalizado

 

Muito obrigado, contamos com sua participação!

As perguntas certas

Quando estamos traçando planos não podemos esquecer que são as perguntas corretas que farão sua iniciativa, seja ela startup ou em uma empresa existente, ter maior chance de sucesso. Para isto não basta focar somente na ferramenta Canvas, mas sim no processo de estratégia, onde vários passos são necessários, conforme ilustrado na figura abaixo (adaptado do artigo Cascade of Choices de Roger Martin, autor do livro The Design Of Business).

5perguntas

Este processo é cíclico, pois como o próprio Roger Martin nos alerta, em inovação navegamos em fases de mistério, heurística, algorítmo e código (descritos no Funil do Conhecimento). E o mind set do Design Thinking  ou Lean Startup nos ensina a avançar nestas fases, com constantes prototipações, validando as hipóteses.

Se você quer saber usar este framework de estratégia, em conjunto com as ferramentas do Canvas, Canvas da Proposta de Valor, Canvas do Oceano Azul (ainda nem lançado pelo Osterwalder) e Validação de Hipóteses, aproveite a séria de cursos e workshops a partir de Fevereiro, iniciando na faculdade ESPM em São Paulo, nos dias 6, 7 e 8 de , com inscrições aqui ou verifique outras datas em outras cidades do Brasil na seção Cursos e Workshops. Esperamos vocês lá!

 

 

Ultimo dia no Vale do Silicio

Nosso ultimo dia na California teve uma programação intensa. Iniciamos com uma visita técnica ao centro de pesquisas em inovação da Universidade de Stanford – Stanford Research Institute, que fica situado na cidade de Menlo Park. Fomos recebidos por Alex Beaves diretor executivo da SRI Ventures e o bônus da visita foi encontrarmos no corredor com o CEO da SRI, Curt Carlson que parou e ficou conversando com a delegação brasileira. No curriculum de Mr. Carlson nada mais nada menos do que compor o conselho de inovação de Barak Obama e do atual governo de Singapura. A SRI é uma organização não governamental que atua de forma independente desde 1970. No portfólio apresenta inovações como o SIRI para a Apple, pioneirismo em robótica inteligentes, pioneiros na internet com a criação dos domínios ponto com; ponto gov e ponto org. Entre tantas inovações tecnológicas, destaque para a consultoria de viabilidade para a implantação da Disney em 1950. Para quem se interessa pela tema, vale pesquisar o site da instituição e conhecer o que já foi feito assim como grandes tendências com destaque para o BOLT – Broad Operational Language Translations, um sistema de tradução simultânea móvel pelo reconhecimento de voz sem conexão com a internet.

O segundo ponto foi um tour por dentro da Universidade de Stanford que fica na cidade de Stanford. Localizado entre São Francisco e São Jose, no coração do Vale do Silício, esta Universidade é reconhecida como uma das principais instituições de ensino e pesquisa do mundo com 22 pesquisadores que receberam o prêmio Nobel. Fundada por Leland e Jane Stanford fundou a Universidade após perderem seu único filho que residia na Italia e partir de então investiram todos os recursos nesta instituição com o objetivo de promover o bem-estar público, exercendo uma influência em favor da humanidade e da civilização. Stanford abriu suas portas em 1891, e mais de um século depois, continua a ser dedicada a encontrar soluções para os grandes desafios do dia e preparar seus alunos para a liderança no complexo mundo de hoje. Sua arquitetura foi inspirada na região de Florença na Italia local onde o filho residia quando morreu.

Stanford é uma cidade mesmo, com todos os serviços públicos próprios como prefeitura, bombeiros, policiamento etc e visita-la é um passeio lindo. Tudo é muito bem cuidado, com jardins lindíssimos, gramado impecável e um clima que respira informação. Sem contar as inúmeras obras de arte espalhadas pela cidade como as de Augusto Rodin que tem suas esculturas em diferentes pontos. Destaque também para o Cantor Arts Center, um museu com acesso gratuito a qualquer visitante.

A etapa seguinte do nosso dia foi participar de um tour guiado pela d.School, a meca do design thinking. Impossível não se emocionar e concluir que é possível estudar e conhecer novas metodologias por meio de livros e internet e com o contato de bons parceiros. Revivi nossos workshops e captei todas as novas informações. Um sonho ver o local, com espaço para diferentes ferramentas para prototipagens, seções de ideação e muita criatividade. Salas com moveis mesmo. Tudo se move e muda de lugar. Nada é fixo, tudo pode mudar e o que vale é a experiência. Nada está errado, não há ganhadores e nem falhas, apenas o fazer.

 

 

Próxima parada foi na TESLA, uma fábrica de automóveis elétricos com design arrojado e que apresenta como proposta de valor, carros que não poluem o meio ambiente. Silenciosos e com alta performance, esta empresa tem aparecido na lista de carros mais vendidos na região da Califórnia. A produção ainda é muito pequena com apenas 20 mil carros por ano, eles estão prototipando o modelo de negócio e identificando como podem ajudar este segmento de clientes.

 

 

Fechamos o ciclo de visitas com uma visita especial a Google onde fomos recepcionados por Pierre Cintra, um brasileiro que trabalha na empresa há seis anos e que nos mostrou esse mundo fascinante do Google que é isso mesmo que se fala. Uma empresa que valoriza o ser humano e oferece todas as condições para um bom ambiente de trabalho, as pessoas se agrupam por projetos e não existem “chefias”. Nada de títulos ou credenciais em cartões de visita, o traje é despojado e a criatividade é super estimulada. As empresas inovadoras vêm mudando a sua estrutura de hierarquia. Qualquer pessoa pode contribuir e ser ouvido.

Encerramos esta experiência com vontade e determinação de aperfeiçoarmos o modelo e divulgar novas oportunidades para outros grupos a partir de 2014. Caso vocês tenha interesse em participar de uma missão como esta, envie um email ou deixe seu comentário que ficaremos felizes em lhe atender. Quero registrar meus agradecimentos às amigas Fernanda Bornhausen Sá e Ana Paula Bornhausen que tiveram a iniciativa de criar a Innovation Learning Trip. Tudo foi excelente.

Innovation Learning Trip – 2

Quando se está em outra cidade, com muitas informações fluindo e ainda acompanhada de um grupo de mais 15 pessoas, o tempo fica muito curto. Imaginava escrever um post por dia, mas não foi possível. Quase chegando o fim da viagem, vou fazer um resumo dos últimos três dias.

Nosso segundo dia foi praticamente com o Steve Blank  a nossa disposição. Ele começou o dia super animado, contando piadas e trocando ideias com o grupo de uma forma muito amigável. Eu o imaginava um homem sisudo, mas em contato com ele, percebe-se o quanto ele é generoso e compartilha seu conhecimento com os alunos. Ele apresentou os diferentes tipos de startups e a importância de se contextualizar. Isso me lembrou um ponto que abordo nos nossos workshops [ o objeto nunca está isolado – é preciso conhecer o seu contexto]. Diferente de uma startup com cunho social ou de um pequeno negócio relacionado a alguma produto que já tenha um histórico, a startup inovadora não tem referencias anteriores por isso assume um risco ao iniciar suas atividades, gerando como consequência uma grande empresa ou um produto em si, que possa ser vendido no que ele chama de “Buyable startup” a exemplo de Instagram que foi vendida antes mesmo de faturar um centavo de dólar. Um ponto bem interessante destacado por ele foi a importância de uma startup assumir que ela existe para pesquisar e não para executar na seguinte frase [ Startups falam porque elas confundem pesquisar com executar]. Uma organização enquanto startup deve continuamente pesquisar seus clientes e testar suas hipóteses. Outros assuntos foram tratados ao longo do dia mas tenho que resumir. Acabamos o dia passeando pela cidade que respira a Universidade da Califórnia e seu campus se mistura ao lugar não se sabendo onde um começa e o outro termina.

No terceiro dia fizemos várias visitas começando pela lendária IDEO onde fomos recebidos  por Gabe Kleinman e pelo brasileiro Belmer Negrillo. A IDEO que se tornou referência mundial em inovação valendo-se do design thinking. A empresa foi fundada  Palo Alto e tem escritórios em  São Francisco, Nova York, Boston, Chicago, Londres, Munique e Shangai, reunindo mais de 550 colaboradores que atuam de forma independente. Não existe uma hierarquia na empresa. Isto é, ninguém é chefe de nada e de ninguém. Existe uma equipe de interface com os clientes que apresentam os projetos e cada pessoa pode escolher com quem e como trabalhar. A concorrência para entrar na IDEO é tão grande que isso impõe a forma de cada colaborador buscar o melhor de si e obter os melhores resultados porque senão a “fila anda”.  Fiquei encantada com as salas de prototipagem e workshops. Tim Brown um dos fundadores da empresa junto com Tom Kelley afirma que “Design Thinking é um negócio baseado na prototipagem, uma vez que você não desiste de uma ideia promissora, você a constrói”.

Saimos da IDEO e almoçamos no mais novo conceito de restaurante natural – Life Kitchen. Nada parecido com aqueles velhos padrões de restaurantes naturebas, sujos, hippies e mal cuidados. Este local pautado no design é maravilhoso. Trabalha no conceito de low food, sustentável e com fornecedores locais aproveitando no cardápio,  vegetais e frutas da estação. Delicioso. Inovador para os padrões americanos pautados na gordura e no carboidrato.

Nossa segunda visita neste terceiro dia foi a MOVILE, uma startup brasileira que vem fazendo sucesso nos Estados Unidos e é tem no seu board o brasileiro Eduardo Lins Henrique. Sua apresentação foi uma aula esplendida. Tive a oportunidade de discutir vários conceitos e vê-los na prática. Disse que fazer network nesta região é fácil. Existem restaurantes e cafés específicos onde investidores podem trocar ideias com startups e apresentarem seus pitches. Aqui tudo faz sentido e existe uma consciência da importante de se criar um habitat de inovação para estimular um circulo virtuoso de apoio entre o empresário estabelecido e experiente com o jovem que inicia um negócio, tem garra, mas precisa de orientação. A MOVILE está situada na incubadora Amidzad Partners na Plug & Play Ventures – Plug & Play Tech Center. Logo na entrada avistamos os carros elétricos da TESLA sendo abastecidos além da grande área de estacionamento para bicicletas.

Saimos de Palo Alto e retornamos para São Francisco para sermos recebidos por Mike Kwatinez, da Azure Capital que nos apresentou o ponto de vista do Vale do Silicio em perspectiva futura e como ele avalia empresas para ser investidas. Seu foco é o e-commerce de livros, além de vestuário e mobiliária. Uma aula de avaliação de negócios com visão de futuro.

Como a vida não é só de palestras, na quinta feira fomos ao Napa Valley conhecer algumas vinícolas e degustar dos bons vinhos californianos. Visitamos “The Hess Collection” uma vinícola que tem associado o prazer do vinho a obras de arte. Maravilhosa. Depois almoçamos no restaurante da vinícola da Chandon e terminamos o dia degustando os vinhos da vinícola Domaine Carneros que tem a replica de um castelo francês que os presenteou uma vista maravilhosa para um por de sol lindo.

A próxima etapa será visitar Stanford e a d.School que contarei depois os detalhes.

 

 

Tentativa e erro como forma de inovar

As histórias existem porque alguém contou alguma coisa depois que aconteceu. O sentido é dado por quem faz a narrativa. Vivemos o dia a dia e não temos como prever esse movimento aparentemente errático, mas que costuma funcionar.  Tim Brown, da IDEO relata uma experiência onde o design thinking contribuiu para o aterro sanitário das cidades com as embalagens dos produtos de uma pequena empresa situada em Boulder, no Colorado que fabrica produtos para o corpo com o apelo ambiental. Empresa pequena, orçamento restrito, quem não se deparou com essa situação?

A partir das técnicas do design thinking e por analogias como por exemplo que a casca da banana também pode ser um nutriente para a próxima geração de árvores, o grupo que trabalhou com o projeto chegou a solução de transformar as caixas dos sabonetes e dos demais produtos em caixas biodegradáveis porém com sementes de flores selvagens que são incorporadas ao serem lançadas nos aterros sanitários embebem-se de água e em poucos dias começam a florir. Pensando bem, talvez nem as joguem em um aterro sanitário, mas no próprio jardim. Imaginem a plaquinha indicando – flores de caixas de sabonetes ou flores da caixa do meu shampoo.

Pensar como um designer pensaria é uma rápida tradução do termo ―design thinking. Significa olhar para alguma coisa que não esteja na cena, deslocando o olhar do cenário convencional para vislumbrar cenários futuros. Um processo exploratório que pode conduzir a descobertas inesperadas e inovadoras ao longo da sua trajetória, além de identificar novas oportunidades em seus negócios através da compreensão dos desejos das pessoas, gerando valor.

Este exemplo simples é apenas uma amostra do que este método permite descobrir partindo de um ambiente problema e chegando pela experimentação e prototipagem a soluções antes não imaginadas.

As experiências que temos vividos ao longo de 2 anos aplicando design thinking na geração de ideias e de modelos de negócios inovadores tem comprovando que o método funciona. A partir de uma palavra apenas e utilizando-se do duplo diamante proposto pelo Conselho Britânico de Design é feita a pergunta: qual a proposição de valor que podemos entregar ao cliente? Ao término das dinâmicas, iterações e prototipagem os grupos apresentam as propostas de modelos de negócio, com possibilidades reais de serem implantadas. Experiência inenarrável e que só vivendo para saber. Nesses cursos que promovemos temos utilizado a lógica do design como forma prática de buscar a inovação, apoiado no conceito de “aprender fazendo”, com o objetivo final de habilitar aos participantes a replicar a experiência em suas situações específicas.  Associado ao duplo diamante e ao processo do design thinking, nos valemos do processo darwiano de inovação e também utilizamos a Variação Cega e a Retenção Seletiva como forma de gerar muitas ideias e permitir que as mais robustas sobrevivam e se transformem em modelos de negócios viáveis.

Confira o que  Tim Harford em uma de suas palestras no TED aborda sobre o tema: Tentativa, erro e o complexo de Deus. E também comenta as questões da complexidade onde não é possível se ter o controle de qualquer situação. E a grande necessidade de tentar e saber errar para identificar o correto. Uma lição de humildade que ensina que necessitamos variar muito, errar mais ainda para saber o que pode estar correto e nos trazer uma solução para qualquer problema. Algo que tentamos aplicar nos cursos que ministramos em todo o Brasil (veja alguns depoimentos de quem participou) e Clique aqui para assistir ao video citado.

Ficou interessado em desenvolver essa forma de pensar e quer saber como funciona? Participe da próxima turma prevista para os dias 16 a 18 de maio, em São Paulo em parceria com a ESPM. Informações? Acesse aqui.

 

A importância de um ambiente favorável à inovação

Desde que iniciamos a transição entre uma economia industrial para a economia pós-industrial temos nos deparado com a mudança da forma de trabalho. Na sociedade industrial os trabalhadores se encaixavam nas funções descritas pela área de recursos humanos, de forma clara e padronizada. Na era do conhecimento em que estamos vivendo, das pessoas é exigido não só desempenhar um papel, mas gerar resultados criativos, inovadores e surpreendentes. Nesta era não se vende mais produtos, mas se desenvolve o mercado e os clientes, que esperam cada vez mais serviços novos e melhores.

Para que possa ocorrer uma efetiva gestão do conhecimento, as organizações necessitam construir um ambiente participativo, coordenado e que propicie o compartilhar do conhecimento. Precisam ainda favorecer o aprendizado organizacional, agregar valor aos seus produtos e serviços além de contribuir para a criação do conhecimento organizacional.

Por sua vez, a criação do conhecimento organizacional não pode depender apenas de tecnologia e conhecimentos técnicos. Para que o conhecimento se desenvolva é necessário que a empresa funcione como uma comunidade social com espaço para o surgimento das habilidades específicas de orientação, comunicação e difusão. Essas habilidades são construídas ao longo do tempo e dão à organização o seu caráter específico e indicam o caminho do desenvolvimento.

 A gestão do conhecimento se vale da utilização de determinados métodos e técnicas muitas vezes desconhecidas como tal por aqueles que as adotam. As evidências demonstram que essas práticas estão sendo usadas cada vez com mais frequência  A adoção e implantação de práticas (métodos e técnicas) de gestão do conhecimento podem ser vista como uma fase crítica do movimento empresarial no que tange a integração das empresas à era do conhecimento.

Mas para gerar resultados criativos e inovadores, a forma de organização do trabalho também tem se alterado nas últimas décadas. Ambientes descontraídos, motivadores, amplos e sem controle de tempo são alguns exemplos. Diferente dos ambientes tradicionais com mesas perfiladas, ambientes criativos são caóticos, com uma certa bagunça, muita conversa, muito desenho pelas paredes e muitas ideias em post its espalhados por todos os cantos.

Outro diferencial desse habitat de inovação é que as empresas se agrupam em parcerias, pessoas e ideias se conectam constantemente, em forma de uma grande colmeia, pulam de ambiente para ambiente promovendo uma polenização humana e proporcionando um ambiente propício à inovação, passando de pessoa a pessoa, sem controle ou rigidez.

Universidades e centros de pesquisas estão intimamente ligados aos centros empresariais, provendo especialistas, empreendedores e sonhares e disponibilizando-os às empresas para realizarem pesquisa aplicada, direcionada para a solução de problemas que podem até nem serem conhecidos ao serem inventados.

O conhecimento e as maneiras como este é administrado não faz parte do pensamento comum das pessoas, entretanto inconscientemente é realizado no dia a dia. Cada indivíduo possui experiências, se relaciona com outras pessoas e dispõe de informações estratégicas. A gestão do conhecimento consiste em organizar essas informações, aplicar o conhecimento coletivo e saber quando e como utilizá-lo na forma de resolução de problemas a fim de atingir os objetivos da organização.

Proporcionar este ambiente especial para a criação do conhecimento e promover a inovação é um dos objetivos do Curso Inovação em Modelos de Negócios que realizaremos nos dias 16 a 18 de maio de 2013, em São Paulo em parceria com a ESPM. Momentos de descontração e intercâmbio de experiências estão na pauta do programa que também abordará a evolução do conceito de modelo de negócio, suas representações, características e o seu processo de desenvolvimento. Identificará o processo de desenvolvimento de um modelo de negócios, suas aplicações e possibilidades. Será também abordado o design thinking como forma de gerar novas ideias e consequentemente novos bens & serviços ou negócios e destacará a importância do serviço a ser realizado para o cliente em sintonia com a proposta de valor, gerando modelos de negócios inovadores.

Desta forma, ao final do curso os participantes estarão aptos a desenhar e elaborar modelos de negócios visando à inovação em seus negócios atuais ou na implantação de novos modelos de negócios. Para mais informações acesse nossa página cursos e workshops ou diretamente na página da ESPM.