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	<title>idéias em movimento &#187; Gestão do Conhecimento</title>
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	<description>Blog da Maria Augusta Orofino</description>
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		<title>Arquivar nas nuvens</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 17:40:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[nuvens]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia a internet me surpreende. Semana passada estava na UFSC quando vejo na tela da sala de aula um link para o dropbox. O colega que apresentava seu trabalho, havia conectado a essa página na internet e extraido o seu arquivo das pastas organizadas e de fácil acesso. Fiquei curiosa e busquei informações sobre isso. Ele me disse: é um arquivo nas nuvens. Conversamos a respeito, rapidamente o assunto tomou conta de todos que estavam no entorno e o link foi repassado para todo o grupo. Interessante que ao chegar ao meu computador, vejo uma matéria do Valor Econômico tratando o mesmo assunto. Compartilho com quem lê esse site agora.</p>
<p style="text-align: right;">Matéria publicada no Valor Econômico com o título</p>
<p style="text-align: right;"><strong>Dicas para um leitor cada vez mais nas nuvens  </strong>de Walter S. Mossberg</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo digital adora esbanjar seu próprio jargão, e uma das expressões mais usadas atualmente é &#8220;computação em nuvem&#8221;. A expressão aparece onde quer que sejam discutidos os novos usos da internet. Mas o que os tecnólogos e as empresas do setor querem dizer quando se referem a fazer coisas em &#8220;nuvem&#8221;? Eles não estão falando de meteorologia, e tudo que eles vêem quando usam o termo &#8211; sempre no singular &#8211; é um dia ensolarado, e não chuvoso. Para ajudar você a entender o que andam falando sobre computação em nuvem, vão aí algumas explicações básicas. Não pretendo cobrir cada detalhe usado atualmente pelos experts em internet. Mas espero que essas explicações deixem claro para as pessoas normais o que são os produtos e serviços em &#8220;nuvem&#8221; que estão sendo oferecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">No seu nível mais básico, a &#8220;nuvem&#8221; é simplesmente a própria internet, ou o vasto conjunto de servidores espalhados pelo mundo a partir dos quais a internet é formada. Quando as pessoas dizem que um documento digital está armazenado, ou uma tarefa digital está sendo desempenhada, em nuvem, querem dizer que o arquivo ou aplicativo reside num servidor o qual você acessa por meio de uma conexão à internet, via um navegador ou um aplicativo, em vez de nos dispositivos &#8220;locais&#8221;, como o seu computador ou celular inteligente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa não é uma ideia nova. Há anos que existem serviços que mantêm seus arquivos num servidor distante na internet, ou guardam suas fotos online. E os programas de e-mail pela Web, como o Yahoo ou o Hotmail, são exemplos conhecidos de aplicativos baseados em nuvem. Esses programas residem nos servidores, não no seu PC, e você os acessa por meio de um navegador de web.</p>
<p style="text-align: justify;">O que mudou é que, nos últimos anos, o armazenamento em larga escala baseado na internet ficou mais barato, e por isso ficou possível para os programadores criar softwares remotos mais sofisticados. A velocidade e a oferta das conexões de internet também melhoraram. Além disso, alguns usuários manifestaram um desejo de compartilhar e trabalhar em equipe de uma maneira que fosse mais rica e mais fácil do que a troca de arquivos via e-mail. Os serviços baseados em nuvem permitem que muitos usuários vejam, comentem e editem o mesmo material. Tudo isso contribuiu para a importância da computação em nuvem.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de tudo, os computadores estão evoluindo de uma maneira que torna os serviços em nuvem mais atraentes. O seu pequeno netbook pode não ter o disco rígido necessário para armazenar todas as suas fotos e músicas, mas há maneiras de manter todo esse material em nuvem e acessá-lo à vontade. O seu celular inteligente não consegue rodar todos os programas sofisticados, ou armazenar todos os seus arquivos, como um PC consegue. Se ele estiver conectado a uma armazenagem em nuvem e a aplicativos baseados em nuvem, entretanto, vai conseguir fazer muito mais do que as especificações do aparelho sugerem. E, com o armazenamento de arquivos em nuvem e os aplicativos que rodam na memória dos servidores, dá até para imaginar uma viagem sem computador. Um computador, tablet ou celular inteligente emprestado pode ser tudo o que você precisa para entrar nas suas contas online e fazer o que precisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, nos últimos anos, houve uma enxurrada de produtos e serviços baseados em nuvem para armazenar e compartilhar arquivos; para manter as informações em todos os seus aparelhos sincronizados; e até para realizar tarefas como editar fotos, ou criar e editar documentos e planilhas grandes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, eu escrevi parte desta coluna numa edição particular de teste de uma versão baseada em nuvem do Word da Microsoft que a empresa vai lançar em breve. Aliás, a Microsoft vai tornar toda a suíte de aplicativos Office disponível de graça na nuvem. O Google e outras empresas já têm suítes de produtividade baseadas em nuvem.  Outro exemplo: muitos dos 200.000 aplicativos para o iPhone da Apple nada mais são do que programas que extraem dados ou serviços armazenados na nuvem para oferecer coisas que vão de listas com opções de restaurantes a rotas para o motorista.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outros bons exemplos. No Picnik.com, você encontra um editor de fotografias baseado em nuvem que é versátil e consegue trabalhar em fotos de uma ampla variedade de sites de fotografia da web, bem como nas fotos em seu próprio disco rígido. No Zoho.com, você encontra uma abundância de aplicativos baseados em nuvem que interagem tanto com a web quanto com seu disco rígido. Dá para acompanhar as finanças usando um programa baseado em nuvem chamado Mint, que é disponível a partir de um navegador de PC, ou a partir de um iPhone ou algum telefone com o sistema operacional Android. É claro que os leitores inteligentes vão ter notado que essa tendência da computação em nuvem tem uma falha óbvia. Se você não está conectado à internet &#8211; ou não tem como se livrar de uma péssima conexão -, pode ficar a ver navios quando quiser acessar os arquivos importantes que estejam armazenados remotamente, ou precisar usar um programa baseado em nuvem. O Google, que está criando todo um sistema operacional baseado em nuvem, e outras empresas acharam maneiras de armazenar alguma parte do material remoto no seu dispositivo local. Mas essas soluções não ainda não são abrangentes, por isso os usuários sabidos vão fazer questão de ter em seus aparelhos as ferramentas e arquivos de que precisam mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns produtos contornam isso oferecendo híbridos de serviços em nuvem e locais. Um dos meus favoritos nessa categoria é o SugarSync, que faz um back-up na web das pastas mais importantes que você escolher e as sincroniza com os discos rígidos nos seus PCs ou Macs, de modo que você sempre tenha as cópias mais atuais em mãos, com ou sem uma conexão. Um outro problema é o da privacidade. Muitos desses serviços em nuvem têm boa segurança, mas os hackers bisbilhoteiros são incansáveis e espertos, e por isso os consumidores devem ter cuidado em relação ao que eles armazenam na nuvem. Talvez você não se importe se uma foto da família for espiada, mas o seu CPF é uma outra história.</p>
<p style="text-align: justify;">A computação em nuvem está crescendo, é bastante útil e veio para ficar. Ela só tende a ficar cada vez melhor.</p>
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		<title>Perspectivas Tecnológicas para o Ensino e a Economia</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2010/01/31/perspectivas-tecnologicas-para-o-ensino/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 13:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ethevaldo Siqueira]]></category>
		<category><![CDATA[midia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ Seguidora que sou de Ethevaldo Siqueira, tanto em seu blog como nos comentários diárias na CBN Rádio, compartilho esse texto publicado no jornal O Estado de São Paulo e em seu blog (em 24/01/2010) onde apresenta as tecnologia que mudarão o ensino, as universidades e consequentemente a a economia.
Seis tecnologias mudarão a universidade e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Seguidora que sou de Ethevaldo Siqueira, tanto em seu <a title="Ethevaldo Siqueira" href="http://www.ethevaldo.com.br" target="_blank">blog</a> como nos comentários diárias na CBN Rádio, compartilho esse texto publicado no jornal O Estado de São Paulo e em seu blog (em 24/01/2010) onde apresenta as tecnologia que mudarão o ensino, as universidades e consequentemente a a economia.</p>
<p><strong>Seis tecnologias mudarão a universidade e a economia</strong></p>
<p style="text-align: right;"><em> por <a title="Link para o artigo" href="http://www.ethevaldo.com.br/Generic.aspx?pid=1998" target="_blank">Ethevaldo Siqueira </a>[de Berkeley, EUA] – acesso em 31/1/2010</em></p>
<p style="text-align: justify;">Seis tecnologias emergentes podem fazer uma verdadeira revolução na universidade, na pesquisa científica e na economia dos países nos próximos cinco anos. São elas: computação móvel, conteúdo aberto (open content), livros eletrônicos (e-books ou e-readers), realidade aumentada, computação baseada em gestos e, por fim, a análise de dados visuais.</p>
<p style="text-align: justify;">No curto prazo, ou seja, nos próximos 12 meses, a computação móvel e o conteúdo aberto deverão alcançar seu ponto máximo de utilização. Em três anos, assistiremos à explosão dos livros eletrônicos e da realidade aumentada. Num horizonte mais distante, de cinco anos, estarão amadurecendo a computação baseada em gestos e a análise de dados visuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas são as conclusões básicas do Horizon Report 2010, em sua sétima publicação anual. (Link para download do documento em inglês, no formato pdf, no pé deste texto.) Esse relatório de tendências descreve o trabalho continuado do Projeto Horizon, num esforço colaborativo entre o Consórcio New Media (NMC, na sigla em inglês) e a Educause Learning Initiative (ELI), que têm contado com a contribuição de mais de 400 líderes nos campos de indústria, negócios, tecnologia e educação, ao longo dos últimos sete anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos pelos grandes fatores de transformação da universidade. O primeiro deles é a necessidade de ampliação da interdisciplinaridade. Testemunhei um dos melhores exemplos dessa nova postura ao visitar, há pouco mais de uma semana, a Universidade da Califórnia em Berkeley.</p>
<p style="text-align: justify;">O brasileiro Jean Paul Jacob, cientista emérito e professor, diz que em seu laboratório, na Universidade de Berkeley, denominado Citris, trabalham lado a lado mais de uma centena de cientistas das mais diversas formações: engenheiros, físicos, sociólogos, economistas, psicólogos, filósofos, artistas e muitos outros. O Citris (sigla de Center for Information Technology Research in the Interest of Society) é uma unidade de pesquisa de vanguarda dentro da Universidade de Berkeley.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse centro é apenas um exemplo do que já acontece em toda a Universidade de Berkeley, que “visa mudar o perfil do cientista do modelo I para o modelo T”. No primeiro caso, o cientista domina em profundidade apenas um segmento cada vez mais estreito de determinada ciência ou campo do conhecimento. Nesse segmento, ele sabe tudo, em grande profundidade, mas quase nada sobre áreas vizinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">No modelo T, o cientista continua a ser um especialista com conhecimentos profundos em um segmento, mas tem grande familiaridade com muitas áreas vizinhas. Assim, o novo engenheiro, por exemplo, além de maior competência em sua especialidade, conhece muitas áreas ligadas à engenharia em geral, e está preparado e motivado para o relacionamento com problemas sociais, culturais, políticos, econômicos e até artísticos.</p>
<p style="text-align: justify;">GRANDES TENDÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Horizon Report 2010, a abundância de recursos e relacionamentos que se tornaram viáveis e acessíveis pela internet nos desafia de forma crescente a rever o papel do educador, como formador do caráter e facilitador do processo de qualificação dos futuros cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">A universidade, por sua vez, deve considerar a importância do valor, único e precioso, que pode e deve acrescentar a um mundo em que a informação está em todo lugar e no qual lhe compete contribuir para desenvolver no estudante o bom-senso e a capacidade de avaliação da credibilidade da informação, entre outras competências essenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente, nestes novos tempos, torna-se ainda mais relevante o papel clássico da universidade de orientar e preparar o jovem para o mundo em que ele vai viver – ou seja, o mesmo papel central da universidade quando ela alcançou sua forma moderna no século 14.</p>
<p style="text-align: justify;">Milhões de pessoas buscam hoje o conhecimento, mas enfrentam as restrições formais, bem como o excessivo conservadorismo das velhas instituições. Esses obstáculos acabam impedindo a realização das aspirações dessa multidão de seres humanos que gostaria de poder trabalhar, aprender e estudar em qualquer momento e em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste novo mundo cada vez mais congestionado – em que os jovens devem aprender a equilibrar suas demandas de casa, trabalho, escola e família –, a vida cria um conjunto de desafios logísticos com os quais os estudantes têm de lutar cada dia mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Que fazer diante das necessidades de milhões de pessoas, jovens ou adultas, que querem e precisam de acesso fácil ao conhecimento e no tempo certo? A maior disponibilidade de informação tem implicações profundas para a aprendizagem informal, assim como as noções de aprendizagem no tempo certo (just-in-time) e a aprendizagem não buscada (found). Ambas as formas podem maximizar o impacto da aquisição de conhecimento, de forma eficaz e no tempo adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">O PODER DA NUVEM</p>
<p style="text-align: justify;">As tecnologias que usamos, ressalta o Horizon Report 2010, são a cada dia mais baseadas na nuvem, isto é, na internet (cloud-based) e nossas noções de apoio da tecnologia da informação (TI) são, também, sempre mais descentralizadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A aceitação contínua e a adoção de aplicações e serviços baseados na nuvem estão mudando não apenas os meios com que configuramos e usamos o software e os arquivos de armazenamento, mas também como conceituamos aquelas funções. Não importa onde nosso trabalho é armazenado. O que importa é que a informação de que precisamos esteja acessível onde quer que estejamos, seja qual for o dispositivo que usemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Globalmente e a grosso modo, estamos usando cada dia mais um modelo de software baseado em browsers, independentemente do dispositivo utilizado.</p>
<p style="text-align: justify;">COLABORAÇÃO</p>
<p style="text-align: justify;">O trabalho dos estudantes e acadêmicos está sendo visto cada dia mais como colaborativo por natureza, e há mais cooperação entre os departamentos e mesmo entre as diversas universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto esta tendência não se amplia, tanto quanto outras listadas no relatório Horizon, os resultados ainda são modestos. Mas suas perspectivas são animadoras. Assim, naquelas escolas que já criaram um clima que permite a estudantes e professores trabalharem juntos em busca dos mesmos objetivos, a pesquisa torna-se um trabalho altamente estimulante, mesmo para estudantes de primeiro ano.</p>
<p style="text-align: justify;">NOVA UNIVERSIDADE</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo precisa de uma nova universidade. Por isso, o papel da academia e o modo de preparar os jovens para a vida futura estão mudando. Em 2007, a American Association of Colleges and Universities recomendou entusiasticamente o emprego das tecnologias emergentes e seus aplicativos pelos estudantes, a fim de que eles ganhem sempre maior experiência em “pesquisa, experimentação, aprendizagem baseada em problemas, e outras formas de trabalho criativo”, em especial nos campos de estudo que eles escolheram.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe à academia adaptar o ensino e as práticas de aprendizagem não apenas à satisfação das necessidades de hoje dos alunos, mas enfatizar a investigação crítica e a flexibilidade mental, dar aos estudantes as ferramentas necessárias à execução de suas tarefas, conectar os estudantes às questões sociais mais amplas, mediante o engajamento cívico, e encorajá-los a aplicar sua aprendizagem na solução de problemas complexos em larga escala.</p>
<p style="text-align: justify;">Novas formas educativas de programação, editoração e pesquisa continuam a emergir, mas os meios apropriados para medi-las e avaliá-las estão cada dia mais distantes.</p>
<p style="text-align: justify;">A alfabetização digital – ou seja, o conhecimento e a utilização eficaz de todos os meios e tecnologias digitais da comunicação e da informação – continua a ganhar importância cada dia maior, como competência ou habilidade básica em cada disciplina e profissão. Mas isso não pode ser levado ao extremo ou ser considerado norma rígida, pois a tecnologia evolui continuamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa habilidade no uso das tecnologias digitais deve ser menos voltada para ferramentas e bem mais para os seus fins, o modo de ver e pensar, de elaborar a narrativa. E está comprovado que as habilidades e padrões baseados em ferramentas e plataformas são algo efêmero e difícil de sustentar-se.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia, no entanto, as instituições têm estreitado mais seus objetivos, como resultado da redução dos orçamentos no cenário da atual crise econômica mundial.</p>
<p style="text-align: justify;">CELULAR E LAPTOP</p>
<p style="text-align: justify;">As duas maiores tendências tecnológicas no curto prazo, ou seja, nos próximos 12 meses, são computação móvel e conteúdo aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Entendida como uso de dispositivos pessoais com capacidade de conexão à rede de que os estudantes já dispõem, a computação móvel já é utilizada em muitas universidades. Antes que seu uso se espalhe ainda mais, no entanto, há preocupações sobre algumas questões, como a da privacidade, da administração das salas de aula e do acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Virtualmente, todos os estudantes de universidades levam consigo algum tipo de dispositivo móvel. Assim, se esses jovens já dispõem de meios de conexão móvel à rede – como celulares e laptops –, a oportunidade de ampliar sua utilização é excelente. E a conectividade da rede celular torna-se cada dia maior. Todas essas formas de computação móvel favorecem o aproveitamento no maior grau de colaboração e comunicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Dispositivos que vão de smartphones a netbooks são ferramentas portáteis que elevam a produtividade, auxiliam a comunicação e oferecem uma gama crescente de atividades inteiramente apoiadas em aplicações projetadas especialmente para dispositivos móveis.</p>
<p style="text-align: justify;">CONTEÚDO ABERTO</p>
<p style="text-align: justify;">Para muitos educadores, o acesso amplo e gratuito ao conteúdo do conhecimento equivale a um processo gigantesco de democratização do conhecimento a ser conduzido pela maioria das universidades do mundo, graças à internet e aos meios de comunicação em geral.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo caminha para essa realidade. Quando visitava Berkeley há poucos dias, vi em diversos monitores a repetição de aulas da universidade, livremente oferecidas a quem quiser aprender, estudar remotamente ou atualizar-se. Isso significa que todo o conteúdo das aulas de Berkeley está disponível na internet, em IPTV, para acesso gratuito, a qualquer pessoa, dentro e fora da universidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse movimento de abertura do conteúdo começou há cerca de 10 anos, quando escolas como o Massachusetts Institute of Technology (MIT) passaram a permitir que suas aulas e cursos se tornassem disponíveis, gratuitamente, a qualquer cidadão. Hoje, há dezenas de outras universidades que adotam o mesmo procedimento em todo o mundo. A abertura desse conteúdo 24 horas por dia representa uma mudança profunda no modo como os alunos estudam e aprendem. No Brasil, a Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas já oferece esse conteúdo aberto, mas apenas em alguns cursos, gratuitamente a quem quiser. A maioria das universidades brasileiras, no entanto, ainda resiste à ideia do open content.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais do que uma coleção de materiais para cursos online, o conteúdo aberto transforma-se na resposta aos crescentes custos da educação, ao desejo de acesso de muitos cidadãos ao conhecimento e à informação em áreas onde tal acesso é difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">HORIZONTE DE 3 ANOS</p>
<p style="text-align: justify;">Os livros eletrônicos e a realidade aumentada são duas outras tecnologias que, muito provavelmente, começaremos a ver adotadas de forma cada vez mais ampla, apoiadas em duas tecnologias já consolidadas que decolaram através das redes celulares globais e da internet.</p>
<p style="text-align: justify;">Progressivamente, e-books e realidade aumentada estão, de fato, caindo no gosto e na cultura populares. Ambos já são usadas na prática num surpreendente número de universidades. E espera-se que sejam ainda mais utilizados num horizonte de dois a três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os livros eletrônicos não são novos, mas hoje são muito mais evoluídos e dispõem de muitos recursos. Foram lançados diversas vezes ao longo de aproximadamente quatro décadas. Mas o que ocorreu nos últimos 12 meses é algo diferente quanto à aceitação e ao uso. Os melhores projetos combinam não apenas a capacidade da leitura eletrônica, da comunicação sem fio, do armazenamento muito maior, da ampliação do tamanho dos textos, da possibilidade de anotações nos próprios textos digitais, das telas de LED orgânico (OLED) de alta resolução, da aquisição de dezenas ou centenas de outros textos de digitais.</p>
<p style="text-align: justify;">E muito importante: eles prometem baixar os custos editoriais, poupar o estudante de carregar quilos de livros de texto e ainda reduzir o consumo de papel, dando uma contribuição muito positiva à preservação de recursos naturais e do meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade aumentada, por sua vez, é uma das mais recentes inovações na indústria eletrônica, que sobrepõe gráficos, áudio e outros melhoramentos das telas dos computadores sobre o ambiente real. Muito mais rica de possibilidades do que os gráficos estáticos da tecnologia de TV, ela pode arranjar e empilhar gráficos para cada perspectiva e ajustar as imagens a cada movimento da cabeça e dos olhos do usuário.</p>
<p style="text-align: justify;">O desenvolvimento da tecnologia exigida pelos sistemas de realidade aumentada, entretanto, ainda está em curso nos laboratórios tanto de universidades quanto de empresas. Nos próximos 10 anos, ou menos, deverão chegar ao mercado os primeiros sistemas de realidade aumentada produzidos em massa.</p>
<p style="text-align: justify;">No passado, a realidade aumentada exigia o uso de equipamentos especializados, nenhum deles portátil. Hoje, as aplicações para laptops e smartphones cobrem a informação digital no mundo físico rápida e facilmente. Em mais dois ou três anos, ela começará a espalhar-se pelos campus universitários e chegar ao mercado de consumo doméstico e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">PRÓXIMOS 5 ANOS</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, mais duas tecnologias que poderão viabilizar-se num horizonte de quatro a cinco anos: a computação gestual, ou seja, baseada em gestos (gesture-based computing) e a análise de dados visuais. Nesse horizonte, elas deverão estar em pleno uso por milhões de pessoas, mas já podem ser utilizadas hoje mesmo, em casos isolados.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora exista grande interesse no desenvolvimento de ambas as tecnologias e enormes volumes de recursos estejam sendo investidos em pesquisa em ambas as áreas, nenhuma delas chegou a disseminar-se ou estar presente nas universidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A computação gestual tem sido mostrada em diversos protótipos no mercado de eletrônica de entretenimento, com um bom número de aplicações em treinamento, pesquisa e estudo, embora esta tecnologia ainda não tenha chegado praticamente às escolas. Seus dispositivos são controlados por movimentos dos dedos, da mão, do braço e do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Há diversas aplicações na área de jogos. Na computação gestual, os dispositivos reconhecem e interpretam gestos e movimentos do usuário como comandos e controles. É claro que o uso dessa tecnologia exige treinamento prévio para que o usuário aprenda como funciona o sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise de dados visuais é uma mistura de estatística, data mining e visualização, um campo emergente que promete tornar possível a qualquer pessoa examinar cuidadosamente, exibir e entender conceitos complexos e interrelações.</p>
<p style="text-align: justify;">Como meio para descobrir e entender padrões em grandes conjuntos de dados via interpretação visual, a análise de dados visuais está sendo usada para análise científica de processos complexos. À medida que as ferramentas para interpretar e exibir os dados se tornam mais sofisticadas, modelos podem ser manipulados em tempo real e os pesquisadores podem navegar e explorar dados por meios que não eram possíveis anteriormente.</p>
<p style="text-align: right;"><em> Copyright 2010 – O Estado de S. Paulo – Todos os direitos reservados</em></p>
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		<title>Seja resiliente</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/12/14/seja-resiliente/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 12:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria extraída do site HSM Online de 18/11/2008, 
por Leonardo Soares Grapeia (fundador e editor da AGN &#8211; Administração, Gestão e Negócios). 
 

As corporações buscam profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade. Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address style="text-align: right;">Matéria extraída do site HSM Online de 18/11/2008, </address>
<address style="text-align: right;">por Leonardo Soares Grapeia (fundador e editor da <a href="http://www.agenegocios.com.br/">AGN &#8211; Administração, Gestão e Negócios</a>). </address>
<p><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">
As corporações buscam profissionais capazes de suportar o estresse e se adaptar a ambientes conturbados. Veja dicas para desenvolver essa habilidade. Hoje, neste mundo globalizado onde as empresas se relacionam em um ambiente de extrema competitividade por metas e resultados, o estresse é uma realidade observada nas mais diferentes áreas e setores do mercado de trabalho. Para atender a esta realidade, as corporações vem buscando profissionais dotados da capacidade de se adaptarem a esse ambiente conturbado na busca de constantes resultados. Nessa busca destaca-se o chamado “profissional resiliente”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que é resiliência? Resiliência é um conceito oriundo da Física, que se refere à propriedade de acumular energia quando exigidos ou submetidos a extrema pressão, voltando em seguida ao seu estado original, sem qualquer deformação, como um elástico. O dicionário Aurélio descreve a resiliência como “a capacidade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de uma deformação elástica”.</p>
<p style="text-align: justify;">No mundo corporativo, podemos definir resiliência como a capacidade do indivíduo de lidar com serenidade com o estresse e as adversidades cotidianas, decorrentes do ambiente de trabalho, moldando-se a cada situação e recuperando o seu estado original.</p>
<p style="text-align: justify;">O equilíbrio humano é como a estrutura de um edifício. Se a pressão for maior que a resistência, aparecerão rachaduras, como doenças psicossomáticas. Daí a importância desta flexibilidade, característica principal do profissional resiliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades de maneira racional, buscando as soluções mais adequadas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resiliência em dez dicas</strong><strong><br />
</strong>Um profissional resiliente, quando submetido a situação de estresse, a administrará de maneira sensata, sem impulsividade, visualizando o problema como um todo. Essa capacidade certamente lhe propocionará forças para enfrentar a adversidade e o tornará capaz de apresentar soluções criativas e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa notícia é que todos nós podemos nos tornar resilientes. Seguem algumas dicas:</p>
<p style="text-align: justify;">• Mentalize seu projeto de vida, mesmo que ele não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade;<br />
• Pratique esportes e métodos de relaxamento e meditação para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam o nível de endorfinas, hormônios que proporcionam sensação de bem-estar;<br />
• Procure manter o lar em harmonia, pois este é o &#8220;ponto de apoio” para recuperar-se;<br />
• Aproveite parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança;<br />
• Transforme-se em um otimista em potencial;<br />
• Assuma riscos (tenha coragem);<br />
• Apure o senso de humor (desarme os pessimistas);<br />
• Separe bem quem você é do que você faz;<br />
• Use a criatividade para quebrar a rotina;<br />
• Permita-se sentir dor, recuar e, às vezes, flexbilizar para em seguida retornar ao estado original.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se, resiliência é  a arte de transformar toda energia de um problema em uma solução criativa.</p>
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		<title>ENEMPRE &#8211; Encontro Nacional de Empreendedorismo</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/11/12/enempre-encontro-nacional-de-empreendedorismo-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[EGC]]></category>
		<category><![CDATA[ENEMPRE]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[Foram aprovados os artigos submetidos para serem apresentados durante o VI ENEMPRE &#8211; Encontro Nacional de Empreendedorismo , que acontecerá de 22 a 24 de novembro em Lages. Quem enviou artigos deverá acessar o site do evento, entrar com a sua senha no campo específico e verificar a classificação do seu trabalho. Todos os trabalhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foram aprovados os artigos submetidos para serem apresentados durante o VI ENEMPRE &#8211; Encontro Nacional de Empreendedorismo , que acontecerá de 22 a 24 de novembro em Lages. Quem enviou artigos deverá acessar o <a title="Enempre" href="http://www.congressos.egc.ufsc.br/enempre2009/" target="_blank">site do evento</a>, entrar com a sua senha no campo específico e verificar a classificação do seu trabalho. Todos os trabalhos aprovados serão apresentados em formato de pôster conforme instruções que constam no mesmo site e serão publicados como capítulo de um livro que será editado pela Editora Pandion. Convidamos a todos que ainda não efetuaram a sua inscrição, a efetivá-la via site, conforme instruções no mesmo.</p>
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		<title>Serviços e Gestão do Conhecimento</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 12:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços apresentam uma série de características subjetivas ou imateriais que estão vinculadas à percepção do cliente por isso é necessário incluir o conhecimento nos mesmos a partir do compartilhamento dos seus processos. De difícil mensuração e altamente subjetivo, os serviços são parte inerente do nosso dia-a-dia e da vida das organizações. Pode-se entender por serviço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Serviços apresentam uma série de características subjetivas ou imateriais que estão vinculadas à percepção do cliente por isso é necessário incluir o conhecimento nos mesmos a partir do compartilhamento dos seus processos. De difícil mensuração e altamente subjetivo, os serviços são parte inerente do nosso dia-a-dia e da vida das organizações. Pode-se entender por serviço, a ação ou o seu desempenho que possa resultar em uma transação comercial, que seja intangível e tenha a participação do cliente e do agente da ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Vejamos duas situações reais para exemplificar. A primeira situação ocorre quando um cliente, com muita pressa, entra em um grande supermercado. Procura rapidamente os itens que necessita e se dirige para as inúmeras filas frente ao check out. Este espaço comercial recentemente passou por uma grande reforma, duplicou o espaço de gôndolas, modificou e ampliou o portfólio de produtos e duplicou o número de check outs. Como é possível então ter filas “quilométricas”? Certamente o processo de serviço não está adequado e os atendentes desmotivados, lentos e despreparados para prestar o serviço. O cliente, certamente sai insatisfeito, reclamando e criticando o “desserviço”.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda situação acontece numa sexta feira, véspera de feriado, onde uma cliente consegue, depois de muita insistência, agendar um tratamento em seu cabelo em um pequeno estabelecimento de serviço do gênero. Pode-se afirmar que o local não tem glamour nem apelo visual. É um pequeno “salão de beleza”, e que sempre está com as agendas lotadas. Como a cliente desejava muito obter o serviço, a proprietária lhe diz que não tinha mais agenda, mas que o trabalho poderia ser feito com outra pessoa a quem ela havia treinado e que estava preparada para prestar o serviço. No primeiro momento a cliente fica em dúvida, mas como precisava muito, aceitou. No horário agendado, a cliente é atendida pela nova profissional. Durante todo o processo em que o serviço era executado, a proprietária mais experiente e confiante observava e dava orientações precisas à nova profissional, de forma a garantir a tranqüilidade da cliente. Depois de uma hora de atendimento, o serviço é concluído e a cliente sai satisfeita.</p>
<p style="text-align: justify;">Valendo-se do primeiro exemplo, pode-se observar que as enormes filas e o mau atendimento no check out resultou em uma qualidade aquém do que o cliente tem como expectativa ao entrar em um grande supermercado. Por outro lado, a percepção do segundo exemplo evidencia a pertinência e a importância na transferência de conhecimento como melhoria continua na operação de um serviço.  As condições do processo do serviço e a flexibilidade dependerão dos conhecimentos nele incorporados.</p>
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		<title>Equipes trocam informação e não o conhecimento</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/09/14/equipes-trocam-informacao-e-nao-o-conhecimento/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 16:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência Competitiva]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Equipes tendem a discutir informações que todos já conhecem e os grupos mais falantes são os menos produtivos. Foi o que ficou evidente nos resultados de uma pesquisa realizada pela  Universidade da Carolina do Norte – USA,  no período de 22 anos.
O estudo, conduzido em parceria entre Jessica Mesmer-Magnus, da Universidade da Carolina do Norte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Equipes tendem a discutir informações que todos já conhecem e os grupos mais falantes são os menos produtivos. Foi o que ficou evidente nos resultados de uma pesquisa realizada pela  Universidade da Carolina do Norte – USA,  no período de 22 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, conduzido em parceria entre Jessica Mesmer-Magnus, da Universidade da Carolina do Norte com a Dra. Leslie DeChurch, da Universidade da Flórida, analisou pesquisas sobre o compartilhamento de informações no local de trabalho, consistindo do estudo de aproximadamente 4.800 grupos, englobando mais de 17.000 pessoas. As descobertas foram publicadas no Journal of Applied Psychology.</p>
<p style="text-align: justify;">A análise mostrou que as equipes que gastam tempo compartilhando novas informações produziram melhores resultados nas suas tarefas. Mas as pesquisadoras também descobriram que a maioria das equipes gastou seu tempo discutindo informações que já eram de conhecimento do resto do grupo. Grupos cujos membros falavam mais abertamente durante as reuniões tinham melhores relacionamentos uns com os outros, mas isto não necessariamente significa que eles foram mais produtivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os membros das equipes sejam freqüentemente escolhidas pela variedade dos seus antecedentes profissionais e pessoais, as equipes tendem a compartilhar mais informações quando a equipe é composta de membros de origens semelhantes, de acordo com a análise.</p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisadoras afirmam em suas conclusões que a produtividade de uma equipe pode ser melhorada com as seguintes providências:</p>
<ul>
<li>Estruturar as discussões da equipe;</li>
<li>Promover um ambiente cooperativo;</li>
<li>Destacar as habilidades e os conhecimentos dos membros da equipe;</li>
<li style="text-align: justify;">Focar na comunicação de novas informações.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Adaptado do site <a title="Di" href="http://migre.me/6XkN" target="_blank">Diário da Saúde</a></p>
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		<title>O primeiro a gente nunca esquece</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/08/28/o-primeiro-a-gente-nunca-esquece/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 11:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Augusta]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[EGC]]></category>
		<category><![CDATA[Memoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana vivi uma experiência que se repete de tempos em tempos na vida de qualquer pessoa, porém a cada momento que ocorre, é único. São as experiências acadêmicas, familiar ou profissionais. Com o mesmo mote colocado no comercial da Valiseire, o primeiro a gente nunca esquece e essas experiências ficam impregnadas na nossa memória.
Lembro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana vivi uma experiência que se repete de tempos em tempos na vida de qualquer pessoa, porém a cada momento que ocorre, é único. São as experiências acadêmicas, familiar ou profissionais. Com o mesmo mote colocado no comercial da Valiseire, o primeiro a gente nunca esquece e essas experiências ficam impregnadas na nossa memória.</p>
<p>Lembro de um concurso de ganhei quando eu tinha sete anos e estava no primeiro ano primário. Era um concurso de redação. Meu trabalho consistia em frases de um único parágrafo, que falasse sobre o Brasil, considerando que o tema era relacionado à semana da &#8220;Pátria&#8221;. Me recordo de uma das frases: &#8230; O Brasil tem muitas flores&#8230;</p>
<p>Outros momentos significativos foram a entrada na universidade, meu primeiro emprego, a decisão do primeiro casamento, o nascimento da minha filha, e assim por diante.</p>
<p>Depois de uns vinte e cinco anos, resolvi retornar aos bancos escolares e ingressar no mestrado de Engenharia e Gestão do Conhecimento. Essa ação me colocou em confronto com muitas situações que eu nunca havia vivido. Alguns experiências bem critícas entre elas retornar a escrever dentro dos critérios  acadêmicos. Considerando que atuo na área empresarial, escrever na linguagem da academia realmente foi um grande aprendizado. As primeiras tentativas eram relatos da minha experiência, do meu ponto de vista e sem um embasamento teórico. Foi terrível. Hoje leio o que escrevi e dou risadas tal a deficiência do texto.</p>
<p>Depois de muita determinação, estudo e pesquisa. Depois de muitas tentativas e erros, encaminhei um artigo para um congresso nacional e fui aprovada. Ler o resultado no site do evento foi uma emoção muita grande. Outra experiência que ficará na memória. Nas boas lembranças. O primeiro artigo aprovado não será esquecido.</p>
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		<item>
		<title>ENEMPRE &#8211; Encontro Nacional de Empreendedorismo</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/08/21/enempre-encontro-nacional-de-empreendedorismo/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 23:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[EGC]]></category>
		<category><![CDATA[ENEMPRE]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>

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		<description><![CDATA[Está no ar o novo site do VI ENEMPRE - Encontro Nacional de Empreendedorismo que ocorrerá em Lages, no periodo de 22 a 24 de novembro de 2009.
O VI ENEMPRE um evento de caráter técnico-científico e abrangência nacional, com apresentação de trabalhos científicos, palestras, mini-cursos temáticos e painéis temáticos com apresentação de cases.  Em 2009 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está no ar o novo site do <a title="VI ENEMPRE" href="http://www.congressos.egc.ufsc.br/enempre?url=main" target="_blank">VI ENEMPRE </a>- Encontro Nacional de Empreendedorismo que ocorrerá em Lages, no periodo de 22 a 24 de novembro de 2009.</p>
<p>O VI ENEMPRE um evento de caráter técnico-científico e abrangência nacional, com apresentação de trabalhos científicos, palestras, mini-cursos temáticos e painéis temáticos com apresentação de cases.  Em 2009 será realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento &#8211; EGC da Universidade Federal de Santa Catarina &#8211; UFSC em parceria com a Fundação Carlos Joffre.</p>
<p>Serão dois dias de encontro, além do pré-evento, que acontecerá em 22 de novembro, com realização de minicursos e noite de abertura. O evento consistirá de palestras ministradas por reconhecidos empreendedores e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, apresentação de trabalhos científicos, mini-cursos temáticos de 6 horas/aula cada, painéis temáticos com apresentação de cases sobre empreendimentos bem sucedidos e de relevância econômico-social para o Brasil e ao final de cada período haverá uma socialização do conhecimento, analisando e discutindo os cases expostos.</p>
<p><strong>Áreas temáticas</strong></p>
<ol>
<li>Intraempreendedorismo na Era do Conhecimento</li>
<li>Empreendedorismo Social</li>
<li>Gestão Empreendedora</li>
<li>Conhecimento, Empreendedorismo e Inovação</li>
<li>Empreendedorismo na Educação</li>
<li>Empreendedorismo no Agronegócio</li>
</ol>
<p><strong>Objetivo</strong></p>
<p>Disseminar os conhecimentos relativos ao Empreendedorismo e promover o desenvolvimento e o compartilhamento de experiências entre as diferentes iniciativas de estudo, pesquisa, fomento e apoio a esta área.</p>
<p>A submissão para temas livres está com as inscrições abertas até o dia 31/8/09. Confira.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Intra-empreendedor, o que é isso?</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/08/02/intra-empreendedor-o-que-e-isso/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 20:22:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Intraempreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Intrapreneuring]]></category>

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		<description><![CDATA[Aproveito uma pesquisa que estou realizando para compartilhar esse assunto através do meu blog. Intraempreendorismo foi proposto por Gifford Pinchot III em seu livro Intrapreneuring em 1998, considerado o ponto zero da discussão sobre a importância e as possiveis formas de aplicação dos conceitos de empreendedorismo dentro das organizações.
Este artigo foi extraido do blog Semana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveito uma pesquisa que estou realizando para compartilhar esse assunto através do meu blog. Intraempreendorismo foi proposto por Gifford Pinchot III em seu livro Intrapreneuring em 1998, considerado o ponto zero da discussão sobre a importância e as possiveis formas de aplicação dos conceitos de empreendedorismo dentro das organizações.</p>
<p>Este artigo foi extraido do <a title="Intraempreendedorismo" href="http://www.blogsemanadoempreendedor.com.br/2008/10/intra-empreendedorismo-voc-sabe-o-que.html" target="_blank">blog Semana do Empreendedor</a>.</p>
<p><strong>Intra-empreendedor, você sabe o que é isso?</strong></p>
<p>Você é um intra-empreendedor? Conceito cada vez mais difundido nas organizações, o intraempreendedorismo é a versão em português do termo francês &#8220;intrapreneur&#8221;, que significa empreendedor interno. O intra-empreendedor é aquele profissional que a partir de uma idéia, e recebendo a liberdade, incentivo e recursos da empresa onde trabalha, dedica-se entusiasticamente em transformá-la em um produto de sucesso. Não é necessário deixar a empresa onde trabalha, como faria o empreendedor, para vivenciar as emoções, riscos e gratificações de uma idéia transformada em realidade.</p>
<p>Como saber se você é ou não um intra-empreendedor?</p>
<p>Seguem algumas características que diferenciam os funcionários empreendedores:</p>
<p>• Tem visão sistêmica: não tem olhos apenas para o seu departamento, mas consegue visualizar a companhia como um todo.</p>
<p>• Atribui significado pessoal a tudo o que faz: tanto pelo trabalho como pela empresa onde atua. Isso inclui acreditar no negócio e ter a sensação de que a experiência está valendo a pena.</p>
<p>• Tem capacidade de implementar as idéias: implanta projetos com começo, meio e fim. Não basta ser um poço de idéias, é preciso implementá-las.</p>
<p>• É persistente: faz de tudo para que os projetos e negócios dêem certo. Tem capacidade de encontrar saídas para obstáculos que apareçam.</p>
<p>• É pró-ativo e se antecipa ao futuro: faz as coisas antes mesmo de ser solicitado ou forçado pelas circunstâncias. Consegue antecipar a necessidade e vai além do pré- estabelecido.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como elaborar um bom curriculum</title>
		<link>http://www.mariaaugusta.com.br/2009/06/23/como-elaborar-um-bom-curriculum/</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 19:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Augusta Orofino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerenciamento de projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão do Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Curriculum]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[Vocação]]></category>

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		<description><![CDATA[A finalidade de um currículo é apresentar você ao mercado. Por isso, deve retratar sua vida profissional de forma clara, tornando possível a quem o recebe não apenas entender a construção de carreira relatada, mas sentir-se atraído por conhecer quem a construiu. Assim, um bom currículo é fruto de muito autoconhecimento e clareza de objetivos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A finalidade de um currículo é apresentar você ao mercado. Por isso, deve retratar sua vida profissional de forma clara, tornando possível a quem o recebe não apenas entender a construção de carreira relatada, mas sentir-se atraído por conhecer quem a construiu. Assim, um bom currículo é fruto de muito autoconhecimento e clareza de objetivos. Por isso, a ordem é: saiba quem você é, quais as suas realizações até agora e o que deseja para o futuro.</p>
<p><strong>Redigindo o Currículo </strong></p>
<p><em>Identificação </em>: Comece com informações básicas como: nome completo, naturalidade, data de nascimento e estado civil. Lembre-se de destacar seu endereço completo, telefones residencial e móvel (com DDD), endereço de e-mail. Seja preciso. Quem busca oportunidades quer ser encontrado.</p>
<p><em>Objetivos:</em> Informe a posição que você pretende ocupar e a área de seu interesse. Ex.: Estagiário de Administração.</p>
<p><em>Qualificação</em>: Esse é o espaço para você destacar seus diferenciais competitivos. Seja breve e diga quem você é. Ex.: Estudante de Secretariado Executivo Bilíngüe com experiência em assessoria para diretoria de multinacionais. Conhecimento de rotinas administrativas tendo atuado nos últimos dois anos como secretária da diretoria do departamento financeiro do setor de tecnologia da informação. Caso esteja se candidatando a uma vaga, seja específico e direcione esse texto para justificar a razão pela qual você é uma excelente escolha.</p>
<p><em>Formação</em>: O que, onde e quando você estudou? Mencione seus cursos de graduação, pós-graduação, MBA, especializações. Não esqueça de destacar a instituição de ensino e o ano em que concluiu ou concluirá o curso. Procure realçar a formação que fortalece seu perfil profissional. Assim, quando mencionar formação complementar, busque colocar o que faz diferença para o perfil que você quer apresentar ao mercado. Esteja atento ao fato de que a empresa pode solicitar cópia dos seus certificados. Portanto, JAMAIS invente qualquer informação e mantenha seus certificados em ordem.</p>
<p><em>Idiomas</em>: Indique sua real competência para usar um idioma. Não adianta mencionar certificados, se na hora de se apresentar você não conseguir falar ou escrever no idioma informado. Ex.: Inglês fluente (significa que você fala, lê e escreve). Espanhol avançado para conversação e leitura (significa que pode usar o idioma com limitações: não sabe escrever).</p>
<p><em>Experiência</em>: Comece da experiência mais recente para a mais antiga, citando ano de entrada e saída, nome da empresa, a posição ocupada, e a quem se reporta ou reportava. Vale mencionar as características da empresa em que trabalha: se multinacional ou não, número de funcionários no país, atividade principal. Informe suas realizações e conquistas, sem deixar de mencionar dados quantitativos. Lembre-se de dizer quais eram suas atividades mais significativas. </p>
<p>Fonte: <a title="Rede Universia" href="http://www.universiaemprego.com.br/noticia.cfm?noticiaID=3458" target="_blank">rede Universia</a></p>
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