cultura de inovação

Cultura de inovação: você está preparado para isso?

Pare e pense: você está pronto para a cultura de inovação?

Muito se tem falado sobre os louros e as agruras de empresas inovadoras. Não é à toa que
muitas instituições fogem da inovação: o caminho tem seus pedregulhos. É preciso não só uma
mente aberta, mas uma estrutura que incorpore a flexibilidade e a dinâmica dos modelos de
negócios disruptivos. Neste texto, quero propor uma reflexão sobre profundas mudanças que empresas precisam passar para assumir uma cultura de inovação.

A inovação pode ser concreta e estar presente em um aplicativo ou na disposição de bancadas
e salas de reuniões. Pode também ser abstrata, fazendo parte do ambiente como um aroma
convidativo. De qualquer jeito, a cultura de inovação é visível, desde o projeto arquitetônico
até a maneira como as pessoas se relacionam. No entanto, para isso acontecer é necessário
certo desprendimento. Como já comentei em alguns textos, inovação não combina com chefias
isoladas, decisões arbitrárias ou comunicação de via única.

Você está pronto para dar o primeiro passo rumo à cultura de inovação?

Por onde começar essa conversa? Cultura pode ser adquirida ou estar no DNA, como é o caso
de startups. Quando se fala em cultura de inovação, precisamos parar para pensar em
atitudes que vão levar empresa e pessoas a um alto nível de aperfeiçoamento. Você está
pronto para:

Descentralizar decisões

Acredito que esse seja um ponto preocupante para organizações tradicionais. Como ficar
tranquilo ao abrir problemas para a equipe e deixar que ela resolva? Descentralizar envolve
confiança mas, acima de tudo, competência. É claro que para a autonomia acontecer de forma
efetiva e bem-sucedida, as pessoas precisam ser preparadas para desenrolar conflitos. Não é
simplesmente jogar a batata quente no colo do gestor, mas identificar seu potencial para lidar
com pressão e problemas e para enxergar soluções viáveis com erros calculados.
Descentralizar é reduzir tempo e ter outras perspectivas.

Formar (e dar autonomia a) lideranças

Para existir a descentralização, é indispensável contar com líderes. A cultura de inovação
convida os funcionários a ter um papel ativo, a contribuir e disseminar ideias, processos e
valores da instituição. Esse espaço aberto é um terreno fértil para o surgimento de perfis de
liderança. Não dá para desperdiçar um líder! Ao identificá-lo, é hora de aproveitar sua expertise
para alimentar o ambiente inovador. Um líder sem ter o que liderar é um funcionário frustrado,
que possivelmente encontrará outro lugar para brilhar. Mais importante do que formar um
grande profissional, é retê-lo.

Comunicar de maneira ampla, constante e transparente

Foi-se o tempo da “rádio corredor”. A cultura de inovação requer informação, feedback, troca
de conhecimento. Equipes trabalham com mais foco quando estão conscientes do momento da
instituição, dos valores corporativos, de metas e possíveis ameaças. Negócios inovadores não
precisam de protocolos burocráticos para receber uma crítica ou sugestão. Os canais são
abertos e as contribuições avaliadas constantemente. A inovação não aceita monólogo. Seja
no sucesso ou na crise, ela promove o diálogo para encontrar soluções e oportunidades.

Realizar avaliação contínua?

Se mercados mudam e padrões de gestão evoluem, como ficar no mesmo modelo de negócio
para sempre? Inovar é uma constante. Ninguém inova uma vez e se mantém durante anos sem
avaliar processos e resultados. A cultura de inovação convoca a reformulação e criação.
Também exige ação, por vezes rápida e radical. De que adianta avaliar e identificar erros, sem
ter condições de corrigi-los, de traçar e executar um plano de ação?

Parece difícil e realmente é, mas vale cada investimento. Vivemos um momento em que inovar
não é uma opção, mas um item necessário para a sobrevivência dos negócios.
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desafios empresas inovadoras

Nem tudo são flores. Conheça 3 desafios para empresas inovadoras

Se tem uma coisa que as empresas inovadoras fazem muito bem é encarar mudanças como oportunidades de melhorias ou de expansão. De fora, existe a impressão de que a inovação é um risco alto demais para correr (está tudo caminhando bem há anos, por que mudar?). No entanto, em meio a tantos cases bem-sucedidos de negócios disruptivos, arrisco poetizar nas palavras de Fernando Pessoa: “tudo quanto vive, vive porque muda”. No caso de instituições, tudo sobrevive quando se pensa a evolução do modelo de negócio.

 

Engana-se, entretanto, quem pensa que empresas inovadoras nascem da noite para o dia, brotam nos programas de aceleração ou caem do céu direto nos diversos “Valley” do mundo ou surjam como geração espontânea. Há um longo caminho entre uma ideia transformadora e a sua concretização. Este percurso está rodeado de desafios, especialmente causados pelo conservadorismo empresarial e pelo medo de mudança. Afinal, empresas inovadoras precisam de uma gestão também inovadora, de um ambiente que abrace a modernização e profissionais igualmente arrojados.

3 desafios enfrentados por empresas inovadoras

 

  1. Tempo. Empresas inovadoras não nascem em 3 minutos

 

A inovação é um processo a ser construído. É preciso paciência e persistência para chegar ao status das empresas inovadoras, sendo que nem sempre as primeiras iniciativas serão bem-sucedidas. Isso me lembra uma frase do VP de produtos de hardware do Google, Mario Queiroz. Certa vez, em uma matéria do Estadão, ele disse ao explicar alguns lançamentos: “mesmo que um projeto não tenha muito êxito, temos de pensar no que é possível tirar de bom para a próxima inovação. Porque ela vem, mas, às vezes, requer umas duas ou três tentativas”.

 

  1. Falta de um ambiente de inovação

 

As empresas inovadoras respiram inovação. O ambiente físico é agradável: salas, bancadas e demais espaços são um convite à colaboração, à conversa, ao brainstorm e às discussões. O dia a dia atrai pessoas que combinam com esse clima, afinal, é preciso ter o perfil certo para produzir bem em conjunto e pensar fora da caixa. Os processos não são modernos apenas no papel “pra gringo ver”, enquanto a realidade traz uma hierarquia conservadora. A inovação é praticada e medida diariamente, às vezes falha, mas nunca é desestimulada. Existem métodos e práticas para organizar o ambiente – com dois pés (e a cabeça) na gestão do conhecimento.

 

Você consegue perceber que não é simples ser inovador? É claro que alguns se desenvolvem naturalmente inovadores, por isso temos atualmente tantas empresas modernas em sua origem. Mas isso não quer dizer de maneira alguma que instituições já existentes e com longos anos de atuação não possam se recriar. A discussão não é sobre o poder do novo sobre o velho, mas sim sobre o poder de transformação.

 

  1. Estrutura rígida não combina com modelo inovador

 

O caminho para a inovação é colaborativo. Esqueça a estrutura vertical e rígida, a sala luxuosa do chefão isolado, mandos e desmandos sem questionamentos. Há uns três anos, começou a pipocar nos noticiários brasileiros o termo holocracy (holocracia, em português), uma criação do empresário norte-americano Brian Robertson para definir um modelo de negócio com distribuição de autoridade no lugar da estrutura tradicional hierárquica.

 

O que Robertson deu nome é o que muitos acreditam que sejam um dos pré-requisitos para empresas inovadoras: o fim da figura antiga de chefes e a valorização de perfis de liderança. É o que já acontece em empresas reconhecidamente disruptivas como o Google: estrutura linear, canais abertos para a discussão de melhorias, líderes que mantêm o ambiente propício para a inovação, processos transparentes com foco no resultado.

 

Esse cenário é um grande desafio para instituições tradicionais, pois derruba conceitos enraizados no meio corporativo. Ninguém manda em nada? Não há controle de horários? Todos fazem o que querem? Parece exagero, mas essas perguntas estão na cabeça de gestores que ainda não conseguem enxergar um modelo de negócio inovador.

 

No lugar de mandar, liderar. Em vez do bate ponto, avaliação constante de desempenho e resultados. Para substituir regras e processos decididos por poucos, pesquisas e estudos aprofundados sobre modelos colaborativos.

 

Qual o desafio mais difícil de ser driblado? Comente!

O DNA das empresas socialmente inovadoras

Captura de Tela 2015-08-18 às 12.40.13Neste artigo adaptado do livro recente de Jerry Davis e Chris White, você saberá como algumas empresas conseguem ser mais férteis para a inovação social. Ou seja, que colocam ações de impacto social positivo em curso, favorecendo a missão principal de seu negócio. Continue lendo e confira:

No decorrer da pesquisa realizada por Jerry Davis e Chris White (dois importantes nomes na área de estudos sobre negócios) ficou claro que algumas indústrias intensivas em conhecimento são, consequentemente, mais receptivas à inovação social em comparação às outras. As empresas de contabilidade e consultoria são, muitas vezes, altamente sensíveis às demandas sociais de seus empregados. Por exemplo, estagiários na PWC – PricewaterhouseCoopers têm defendido uma prática de auditoria social. Os profissionais consultados da Accenture, em escritórios de três continentes, elogiaram a empresa de forma consistente por sua disponibilidade em apoiar inovações, a partir das parcerias com programas profissionais dos primeiros povos no Canadá e apoio aos centros de atendimento em comunidades nativas. Isto se encaixa com a ideia de que muita inovação é impulsionada por uma guerra de talentos. Empresas que necessitam de profissionais com habilidades para elevadas demandas são praticamente obrigadas a abraçar as preferências desta nova geração.

Os traços da inovação social nos negócios

As empresas com uma marca forte para proteger também são inovadoras sociais muitas vezes receptivas aos intraempreendedores. A Nike, por exemplo, enfrentou a reação dos consumidores na década de 1990, quando as práticas de trabalho análogo ao escravo exercido por alguns dos seus fornecedores se tornaram amplamente conhecidas. Uma das histórias mais notáveis foi publicada na revista Life, distribuída com uma foto de uma criança paquistanesa costurando bolas de futebol da marca, intitulada “seis centavos por hora”. Vários protestos e pedidos de boicotes começaram a colocar a Nike no centro de batalhas em torno da globalização.

A marca, posteriormente, se tornou inovadora na prestação de contas da cadeia de abastecimento e estabeleceu um código de conduta para seus fornecedores de forma rigorosa, com inspeções nas fábricas terceirizadas. No início de 2013, quando as condições da fábrica em Bangladesh com trabalho precário vieram à tona, a empresa cortou laços com alguns fornecedores cujas fábricas foram consideradas inseguras, mesmo às custas de suas margens de lucro e em face da diminuição da rentabilidade em relação aos concorrentes. Defensores internos de segurança e os direitos trabalhistas na cadeia de fornecimento tornaram-se concorrentes poderosos dentro da Nike. Por causa da sua atenção no evento de Bangladesh, a Nike já não estava presente entre as marcas ocidentais, que foram envolvidas no colapso trágico do trabalho de fábrica em Dhaka, em abril do mesmo ano.

Outros cases de inovação social

Em bens de consumo embalados, a SC Johnson trabalha com matérias-primas de agricultores em Ruanda, em parceria com os fornecedores locais para melhorar a higiene e saneamento em comunidades urbanas de baixa renda no Quênia. Também passou a eliminar substâncias químicas nocivas de seus processos de produção. No varejo, a Whole Foods eliminou sacos de plástico para desenvolver fornecedores locais e abriu lojas com produtos a preços acessíveis em comunidades de baixa renda com acesso limitado a produtos frescos.

Cascade Engineering é o exemplo de uma organização que evoluiu a partir de um fornecedor industrial para a indústria automobilística a uma corporação B: certificado importante de Michigan. Ela gerou uma ampla gama de inovações de gerenciamento de funcionários, como programas de bem estar na carreira. Já para os produtos, a empresa desenvolveu soluções como o Filtro Hiydrai BioSand Água, um filtro de água com alta capacidade para uso doméstico de baixo custo destinado aos países de baixa renda. Essas inovações, muitas vezes, surgiram a partir de ideias geradas por empregados e até mesmo por meio de iniciativas lideradas pelo colaborador.

Uma mudança no topo também pode ser transformadora para a inovação social no seio das empresas. Quando William Argila Ford Jr. tomou posse como presidente da Ford, ele sinalizou que a empresa quase centenária foi aberta à mudança a partir de suas iniciativas ambientais de programas premiados para combater o HIV/AIDS, na África do Sul.

Os impactos dos inovadores sociais

Os novos líderes não precisam ter seu nome de família na porta para incentivar a inovação social. Em 2003, quando Ramón de Mendiola assumiu o cargo de CEO da Florida Ice & Farm Company, líder na produção de cerveja e de bebidas da Costa Rica, a empresa enfrentava o desafio para encarar a concorrência iminente e em classe mundial. Mendiola lançou uma campanha para aumentar a eficiência e reduzir custos, seguido por outra campanha para introduzir novos produtos e aumentar as receitas e lucros, culminando com a aquisição do negócio – a Pepsi Co na Costa Rica. Depois de construir credibilidade dentro e fora da organização, em 2008, Mendiola criou uma ampla iniciativa de refazer a Flórida como um negócio dedicado ao planeta e as pessoas. Ele afirmou que a maioria das empresas são lagartas, que somente comem, e ele queria ser uma borboleta, que encanta e poliniza, combinando o desempenho dos negócios com o progresso social. Abordagens assim tem tido uma série de benefícios tangíveis, incluindo o aumento da fidelização e retenção de clientes e colaboradores.

Há uma série de exemplos de empresas que adotam a inovação social e, agora, cabe a você transformar as inspirações desses grandes nomes em realidade para que seu negócio também seja gerenciado de forma econômica, ambiental e socialmente sustentável.

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Esse post é uma adaptação da Harvard Business Review Press Livro:  Changing Your Company from the Inside Out: A Guide for Social Intrapreneurs.

Estratégias organizacionais e modelos de negócio

Captura de tela 2015-07-03 09.24.27Uma estratégia organizacional provém da vivência militar, cuja ideia define o planejamento, execução, monitoramento e avaliação de recursos disponíveis para o alcance de um fim pré-determinado. No âmbito empresarial, significa estabelecer objetivos, metas e destinar recursos (humanos, financeiros, tecnológicos, etc.) para a realização destes fins, para que se possa concretizar a missão da organização e gerar os lucros esperados.

Modelos de negócios e estratégia organizacional

Quando uma empresa define sua estratégia organizacional, ela está destinando a sua atividade comercial um valor único que, independente da concorrência, fará com o empreendimento se destaque no mercado pela forma com que aloca recursos e designa responsabilidades para a criação de sua vantagem competitiva. Pois bem, é neste momento que haverá a definição do modelo de negócios, quando se estabelece a forma de como criar, capturar e entregar valor para o seu segmento de cliente. Mas como criar todo este ambiente organizacional coerente e sinérgico para que os resultados sejam positivos?

Como adequar o modelo de negócios à estratégia organizacional

O primeiro passo para que se possa definir uma estratégia organizacional e assim criar um modelo de negócios que seja coerente com o cenário em que a empresa se encontra, é realizar toda a análise do ambiente interno e externo da empresa. E para isso, uma  das técnica bem utilizada é a Análise SWOT, onde as ameaças e oportunidades, assim como os pontos fortes e fracos, serão detectados a fim de que se obtenha um cenário próximo à realidade e que as decisões a serem tomadas sejam feitas com base em informações coerentes.

A partir da análise dos dados obtidos será possível detectar os concorrentes, atentar-se para possíveis dificuldades ou oportunidades econômicas, sociais e culturais, dentre outras tantas questões que permitirão a um empreendimento apresentar-se no mercado de maneira inovadora e única. É através da sinergia entre estratégia organizacional e modelo de negócios que será possível criar  experiências e destacar-se no mercado tão competitivo.

Safari de Estratégia e Oceano Azul

Captura de tela 2015-07-03 09.26.37Dentre algumas  estratégias organizacionais praticadas, algumas das mais conhecidas do cenário corporativo são “Safari de Estratégias” e a “Estratégia do Oceano Azul”. A primeira, criada por Mintzberg, Ahlstrand e Lampel, estudiosos das ciências administrativas, afirma que uma estratégia está diretamente ligada, e em constante interação, com os ambientes internos e externos de uma organização. Dentre suas definições estão a de que as ideias relativas ao Planejamento Estratégico podem ser divididas em dez escolas divididas em três grupos, cujas estratégias estão ligadas a seus modelos de negócios.  Já a segunda, desenvolvida pelo coreano Chan Kim e pela professora francesa Renée Mauborne, tem como visão o crescimento organizacional sustentável e lucrativo. De acordo com esta teoria, as estratégias deverão ser bem planejadas, inovadoras, executadas com maestria e, o mais importante, deve ser capaz de alcançar aquilo que os concorrentes não enxergam para aumentar a percepção de valor dos clientes. A partir do conhecimento do seu  concorrente, a organização deverá revisar suas estratégias e altera-las para que navegue em um oceano azul, isto é, com uma concorrência irrelevante.

Bem, agora que você já sabe um pouco mais sobre estratégias organizacionais e sobre a importância de alinha-las ao seu modelo de negócios, faça já uma análise crítica de seu ambiente corporativo e verifique se a conduta de sua empresa está em sinergia com ele. E se precisar de ajuda, conte conosco!

Nota: As imagens deste post são do livro “Ferramentas Visuais para Estrategistas”, disponível em Creative Commons neste link

Coaching ou mentoria: veja o que melhor se encaixa no seu problema

Maria Augusta OrofinoMuitas são as empresas que buscam novos modelos de consultorias para iniciar seus negócios de maneira assertiva, a fim de se tornarem perenes e prósperos. E o que tem feito bastante sucesso com aos gestores, por oferecer resultados eficientes, são as tutorias presentes na foma de mentoria. Nela, um profissional com vasto conhecimento e experiência sobre o mercado, compartilha suas vivências, oferece conselhos e orientações para que as melhores decisões sejam tomadas.

A importância da mentoria no início do negócio

Gerenciar o próprio negócio pode ser uma tarefa árdua. Para os empreendedores, elas somam dois pesos em suas rotinas. O primeiro está relacionado à realização de um trabalho eficiente, segundo as funções que exercem dentro da empresa, como as de qualquer outro profissional. E o segundo, por saberem que, sendo o dono (ou um dos sócios) do negócio, suas decisões e atitudes serão responsáveis pelo sucesso ou fracasso do empreendimento. A grande questão aqui é: estando eles tão ligado ao ambiente interno, muitas vezes eles não conseguem avaliá-lo com aquele “olhar distante” e tão necessário, como o de quem está “do lado de fora”.

E por esta dificuldade, que é inerente a todo empreendedor, é que a mentoria se faz necessária em uma empresa, principalmente no início de um novo negócio. Os mentores, que irão oferecer as tutorias, serão responsáveis por guiar os profissionais por caminhos mais assertivos ajudando-os a diminuir as falhas tão comuns e prejudiciais na gestão de uma empresa.

Diferença entre coaching e mentoria

Apesar das propostas de coaching e de mentoria serem similares, quando pensamos que ambas desejam o sucesso de seus clientes e promovem ações para que este alcance seja possível, há diferenças na forma com que atuam um e outro profissional. As propostas de ambos são funcionais e válidas, porém, você precisa avaliar quais as suas necessidades para verificar qual será a mais assertiva para o momento, que você vivencia.

Coaching

O trabalho de um coaching é feito em parceria com seus clientes. Nele, os envolvidos caminham lado a lado e o profissional os mostra as ações que levarão à descoberta da própria sabedoria e de um “clarear” sobre as orientações interiores de cada um. Aqui, as descobertas são feitas por meio do autoconhecimento.

Mentoria

Já um mentor, pericia o ambiente no qual seus clientes estão inseridos e utiliza de seus conhecimentos para apontar estratégias de sucesso e alertar sobre pontos críticas do negócio. Sua ação é mais direta, pois ele não instiga o outro a descobrir por si (o que faz o coaching), mas o norteia com base nas suas experiências quanto às melhores tomadas de decisão.

Como um mentor pode ajudar o empreendedor a errar menos?

Um mentor poderá ajudar um empreendedor a diminuir os erros de gestão e a tomar decisões que serão mais benéficas à sustentabilidade e lucratividade de um negócio. Com seus conhecimentos já adquiridos de outras experiências, ele irá orientar seu discípulo quanto aos melhores caminhos a serem tomados, afim de que este aprenda com os erros e acertos daquele. Isso minimiza os impactos negativos e os custos advindos de se “testar uma opção”, e potencializa as chances de uma decisão ser a mais pontual e rentável.

Os benefícios de uma mentoria para empreendedores são muitos.  O investimento feito com este trabalho é irrisório se comparado à agilidade e potencializarão dos lucros advindos dos resultados conquistados.

Se você tem interesse em conversar e saber como atuamos nesse segmento de mentoria, envie um email para falecom@mariaaugusta.com.br colocando as suas duvidas e questionamentos que teremos grande prazer em buscar juntos uma solução para o seu problema. Caso tenha interesse em participar dos nossos workshops sobre inovação em modelos de negócios, acesse esse link.

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Corporate Venture: Algumas razões para as grandes empresas darem mais atenção ao intraempreendedorismo

Maria Augusta OrofinoChamamos de Intraempreendedor um colaborador a quem é dada a autoridade e apoio para criar um novo produto sem ter que se preocupar se o produto vai realmente se tornar uma fonte de receita para a empresa. Ao contrário de um empresário, que enfrenta risco pessoal quando um produto deixa de produzir receita, um intraempreendedor continuará a receber um salário, mesmo que o produto deixe de ser produzido.

Conhecida também como Corporate Venture, esta prática conquiste não apenas no investimento financeiro, mas também no apoio total do projeto por parte da empresa com tecnologia, ferramentas de gestão, força da marca etc. Apesar de trazer inúmeros benefícios, o Corporete Venture ainda é praticado por poucas empresas. Talvez o primeiro empecilho seja justamente o conhecimento destes benefícios.

Como sua empresa lida com os empreendedores internos?

6 razões para que grandes empresas incentivarem o intraempreendedorismo:

1 – Incentivo à inovação

Pessoas altamente qualificadas trabalham diariamente nas grandes empresas, porém estão submetidas a uma série de regras estabelecidas para que o dia a dia corporativo seja produtivo e lucrativo.  Ao oferecer tempo e recursos para que os colaboradores criem novos produtos e serviços, os gestores estão se abrindo para novas perspectivas e liberando a criatividade dos profissionais para que estabeleçam novas formas de fazer.

A inovação no modelo de negócios, bem como em processos, produtos e serviços torna as empresas mais competitivas e modernas.

2 – Melhoria contínua

Ao permitir que os colaboradores dediquem parte do dia a dia de trabalho para perseguir seus interesses, as empresas geralmente são surpreendidas com melhorias em seus processos, pois os profissionais têm mais espaço para a experimentação e estão mais abertos às tentativas e erros.

3 – Ganho de mercado

Com a criação de novos produtos e serviços, a empresa que incentiva o intraempreendedorismo consegue se manter relevante, oferecendo novidades que vão de encontro com as demandas do mercado. Também consegue ter mais know-how para responder mais rapidamente as transformações que o mercado sofre.

4 – Atração e retenção de talentos

As áreas de recursos humanos de empresas dos mais variados segmentos de mercado enfrentam problemas com atração e retenção de talentos, especialmente em áreas ligadas à estratégia de negócios, tecnologia e marketing. Ao ter a chance de desenvolver novos produtos e serviços, os colaboradores passam a se engajar mais e se sentirem mais motivados a permanecerem por mais tempo no quadro de talentos da empresa, diminuindo assim o turnover e a escassez de mão de obra.

5 – Desenvolvimento do espírito de equipe

Um dos grandes desafios da gestão de pessoas é fazer com que os profissionais trabalhem mais em equipe e, com isso, entreguem melhores resultados. Com um bom programa de incentivo ao intraempreendedorismo é possível incentivar a colaboração, formando times para a elaboração de novas ideias que possam a se tornar negócios.

6 – Blindagem contra queda de faturamento

Ao ter inúmeras possibilidades de se posicionar no mercado com os produtos e serviços criados pelos funcionários a um custo relativamente mais baixo do que a aquisição de outras empresas, as organizações que investem em intraempreendedorismos conseguem se manter competitivas também em tempos de recessão.

Se os produtos que tradicionalmente elas costumam produzir e comercializar sofrerem uma baixa, há opções de reposicionamento.

Sua empresa incentiva o intraempreendedorismo? Compartilhe sua experiência conosco!

Empresas brasileiras, exemplos de inovação

maria augusta orofinoUm movimento especial, provocado pelo surgimento de startups, vem transformando o ambiente de negócios no Brasil. Essas empresas de base tecnológica, que nascem com uma ideia inovadora e buscam um modelo de negócio escalável se tornam cada vez mais comuns e apresentam resultados de sucesso. No cenário internacional, algumas empresas já solidificadas e líderes em seus segmentos, como o Google, Yahoo, Ebay, Apple, Facebook já foram startups ou começaram dessa maneira. No Brasil, algumas empresas como Buscapé, Totvs, Móvile, Social Base, Chaordic, Agriness, entre outras, possuem negócios representativos em seus segmentos e começam a despontar também nos mercados externos.

Na visão de especialistas, o ambiente para o desenvolvimento de startups no Brasil tem evoluído muito na quantidade e qualidade de projetos. Atualmente, percebe-se um esforço conjunto dos governos, investidores, investidor anjo – aquele primeiro investidor que aposta no negócio – as universidades que fomentam o empreendedorismo, as aceleradoras, escolas de desenvolvimento de negócios e comunidades locais para criar modelos de negócios de sucesso. Isso, em parte, porque as startups têm sido uma das principais fontes de inovação, criando novas tecnologias no País.

Para os empreendedores que pensam em começar uma startup, é importante saber que não basta ter uma ideia, é preciso implementá-la. Muitas vezes, quem tem uma ideia de negócio costuma viver uma ilusão de que sua ideia é fantástica e, por isso, não quer mostrá-la com medo de alguém roubá-la. Mas, a verdade é que ideia vale pouco, pois geralmente não é exclusiva. O que vale mesmo é a capacidade de colocar a ideia em prática. E nesse caminho, o empreendedor deve ser, acima de tudo, bom ouvinte. É essencial ouvir clientes, parceiros e sócios. E através dessas opiniões, mudar o modelo de negócios quantas vezes forem necessárias.

Conheça agora uma breve história de empresas que começaram genuinamente brasileiras e que vem se destacando nos negócios nos cenários nacional e internacional:

Buscapé

Em 1999, Romero Rodrigues e outros quatro amigos fundaram o Buscapé, maior site comparador de preços do Brasil e uma das mais bem sucedidas empresas de internet do país. Ao longo dos anos, Romero, que hoje é CEO do Buscapé, teve diversos aprendizados sobre seus erros e acertos. A empresa Buscapé foi a quinta tentativa de negócio de Romero. No começo, ele escutava que seu projeto de comparação de preços online era “coisa de louco”. A persistência de Romero foi grande e apesar do seu negócio ter demorado para cair nas graças do mercado, o site foi vendido recentemente na terceira maior transação de empresas do ramo digital na história do país. Mais tarde, a Buscapé fundiu-se com o concorrente Bondfaro e criou uma gigante no ramo.

Totvs

Empresa brasileira líder em software, inovação, relacionamento e suporte à gestão. A empresa foi fundada por Ernesto Haberkorn. Primeiramente, ele começou a Siga (Sistema Integrado de Gerência Automática), que depois evoluiu para a Microsiga e, finalmente, Totvs. O nome da empresa vem do latim e significa “tudo” ou “todos”. Hoje, a TOTVS é a maior fabricante de softwares aplicativos sediada em países emergentes e a 6ª maior do mundo. É líder absoluta no Brasil, com 55,4% de participação de mercado e na América Latina, com 35%, segundo o Instituto Gartner. A empresa tem mais de 26 mil clientes ativos e aproximadamente 12 mil participantes em unidades próprias e franqueadas, com presença em 39 países, também por meio de unidades e franquias.

Agriness

Há 11 anos no mercado, a Agriness é referência em soluções e modelos de gestão da informação para o agronegócio, com forte atuação na suinocultura brasileira e líder de mercado no setor. A empresa foi fundada pelos irmãos Elton e Everton Gubert, naturais de Xanxerê, um forte pólo agropecuário em Santa Catarina. Eles cresceram em meio a inúmeras granjas de suínos e nem imaginavam que teria uma empresa que pudesse contribuir com os suinocultores de sua cidade natal.  A Agriness vem se consolidando como uma empresa de inteligência de negócios e referência em gestão, tendo em seu portfólio de clientes e parceiros: suinocultores, integradoras, cooperativas, agroindústrias, instituições de ensino e pesquisa, associações e empresas de nutrição, genética e sanidade. Atualmente, a empresa atende mais de 1.400 clientes no Brasil, gerenciando mais de 1.100.000 matrizes suínas – e está presente em oito países, exportando tecnologia para toda a América Latina e alguns países da Europa.

Móvile

É líder em desenvolvimento de plataformas de comércio e conteúdo móvel na América Latina. Com produtos para celulares, smartphones e tablets, a empresa entrega facilidade e diversão na hora de pagar. O fundador da empresa, Marcelo Sales, começou no mundo dos negócios vendendo sucos de uva. Assim, ele começou a perceber as diversas conexões que movem a vida e com esses conceitos ele se transformou no fundador da Movile e da aceleradora de negócios 21212.com.

Chaordic

A empresa trabalha para promover o encontro entre as pessoas e o que elas vão gostar. Com esse conceito, personaliza ofertas para e‑commerce e lojas virtuais. Hoje, 15 dos 20 maiores e‑commerces do Brasil são clientes da Chaordic.

Gostou do tema? Este espaço sempre está aberto para troca e compartilhanemento de ideias.

A única constante é a mudança

Mudar o padrão

Mudar o estilo

Mudar a cabeça

Mudar de ideia

Mudar de lugar

Mudar as chaves

Mudar os móveis

Mudar o assunto

Mudar os planos

Mudar o blog

Depois de muito refletir, discutir, conversar e pensar a respeito, apresento meu novo canal de comunicação onde pretendo ampliar a conversa e o debate sobre inovação principalmente a não tecnológica, que passa por novos desenhos de modelos de negócios, novas formas de gestão organizacional e desenvolvimento do cliente. Não foi uma decisão fácil. Eu já possuía o blog mariaaugusta.com.br mas aos poucos ele foi ficando esquecido em função das mudanças (sempre elas) que surgiram no meio do caminho. Em 2011 formamos um grupo que pretendia disseminar o conceito de modelos de negócios no Brasil e como consequência, criamos o site bmgenbrasil.com. Este site nos serviu muito como um canal importante para divulgar o tema e principalmente interagir com mais de 5.000 pessoas do Brasil e do exterior que o procurava como um repositório de informações e materiais sobre o assunto. Mas o conceito de modelos de negócios evoluiu, o próprio Alex Osterwalder autor da metodologia ampliou sua abordagem incorporando o design da proposta de valor e aos poucos nos sentimos desatualizados. Foi preciso alguns meses para um autoconvencimento e muitas trocas de ideias com a Marina Bortoluzzi e com o Marcelo Pimentel, figuras fundamentais no novo desenho do site.

Mudar o site também é muito marco importante neste meu momento profissional. Em 2014 me mudei para São Paulo visando ampliar meus contatos, atender melhor os meus clientes espalhados pelo Brasil e principalmente buscar novas parcerias estratégicas. Assim, além de parceria que mantenho com Renato Nobre desde 2011, estou com a Mendes Miguel, empresa de consultoria especialista em educação corporativa e com a Symnetics, para os assuntos relacionados à inovação e corporate venture. Outra parceria muito importante que conquistei foi trabalhar com a HSM Educação Executiva a quem venho prestando serviços na condução dos seus workshops sobre inovação em modelos de negócios.

Aqui neste espaço compartilharei as minhas experiências profissionais e descobertas com meus clientes. Mostrar como resolvemos questões aparentemente complexas de forma simples. Tal qual como a vida deve ser. Entre e fique a vontade. Você sempre é bem vindo.

 

Gerando valor por meio de modelos de negócios inovadores

O período de 24/9 a 8/11 de 2014 ficará registrado como a maior concentração treinamentos em modelos de negócios que eu já tive oportunidade de realizar, desde que inicie esta atividade em 2011. No período de 24/9 a 15/10 conduzi uma Maratona de workshops sobre Modelo de Negócios Canvas dentro do Programa Geração TEC – Talentos Empreendedores, do Governo do Estado de Santa Catarina – 2014, atendendo cerca de 450 empresários, em 14 cidades e rodando em 22 dias cerca de 4.800 km. O Geração TEC é um programa que cria oportunidades para jovens e adultos por meio de qualificação profissional e que pretende formar uma nova geração de profissionais e empreendedores para trabalhar com tecnologia e inovação em Santa Catarina.

2014-10-20-10.11.59Na sequencia, praticamente no dia seguinte que terminei essa jornada, iniciei juntamente com o Sebrae SC e a Duvekot Corporate uma outra maratona de capacitação em modelos de negócios desta vez para adequar modelos de negócios realizados no Brasil em vista a um processo de internacionalização. O Exporta SC é um programa de internacionalização de empresas catarinenses que tem o objetivo de preparar as micro e pequenas empresas para operar no mercado norte-americano, dando o suporte na incubação que inclui a capacitação de empreendedores, visitas técnicas, suporte administrativo, jurídico, fiscal, marketing, comercialização, operação e logística. Foram treinados 210 empresários em 5 cidades diferentes.

Além disso, tive também a oportunidade de realizar trabalhos de consultoria em Caxias do Sul – RS, Porto Alegre – RS, Cuiabá – MT, Campo Grande – MS, Florianópolis – SC e em São Paulo onde resido atualmente.

Encerrei essa maratona participando da Master Class com o próprio Alex Osterwalder em um evento promovido pela HSM em São Paulo nos dia 6 e 7/11/2014. Desde que trouxemos Alex ao Brasil pela primeira vez em novembro de 2011 no Rio de Janeiro, estivemos presentes em todos os eventos que ele ministrou aqui. Neste treinamento especificamente, além da apresentação do Canvas do Modelo de Negócio, Alex Osterwalder trouxe seu segundo livro que estava sendo lançando em português naquela data e que pode ser adquirido pela Saraiva. Segundo Alex é preciso ir além da inovação em tecnologia e dedicar parte dos recursos para projeto e desenvolvimento (P&D) à criação de novos modelos de negócios. Ele cita que tecnologia pode ser copiada, mas modelos de negócios são mais difíceis de serem imitados pela concorrência.

2014-11-06-19.29.40Um dos pontos destacados durante os dois dias de curso foi no modelo de receita do negócio. Como criar novas formas de remuneração, como ter receitas recorrentes e como fazer com que os outros trabalhem para que o seu negócio gere lucro. Citando exemplos clássicos e enfatizando aspectos que no primeiro livro não haviam sido contemplados como a experimentação e prototipagem, passando por exercícios práticos e muito relacionamento, concluímos que este assunto é impactante e nos tira da zona de conforto. Outro aspecto super importante que também foi destaque está em como eu gero valor ao meu cliente. Nesta nossa jornada, em contato com empresários de todos os tipos e tamanhos, vimos que trabalhar com o conceito de modelos de negócios nos permite integrar times, conduzir reuniões muito mais animadas e produtivas, estimular outras áreas sensoriais que normalmente ficam adormecidas no nosso dia a dia e principalmente ganhar novos amigos. Indiscutivelmente a melhor parte deste negócio.

Nossa próxima turma sobre inovação em modelos de negócios acontecerá nos dias 18 e 19/11, em São Paulo, em parceria com a ANPEI. Para informações, clique neste link. Caso tenha interesse em realizar um desses eventos in company, não hesite em nos contatar para realizarmos essa experiência conjunta dentro da sua empresa.

Como uma startup pode ter sucesso dentro de um negócio estabelecido

2013-05-04 11.04.39Muitas empresas estabelecidas identificaram que viver a experiência de uma startup pode ser uma ponte para a inovação. Criam assim um ambiente propicio ao negócio, dando certa restrição de crédito, ambiente desafiador, intraemprendedores afiados e focados em resultados e muita, mas muita liberdade para criar.

Como se fosse um departamento a parte, essas unidades de negócios têm suas metas e são focadas em identificar necessidades não atendidas de clientes que por vezes ainda nem sabem o que querem. A partir do processo de desenvolvê-los, esses empreendedores vão a campo, retornam para a startup, voltam a fazer contato com o cliente até que novos produtos ou modelos de negócios inovadores emergem naturalmente.

Tais iniciativas de crescimento eventualmente  poderá atrapalhar um negócio existente, mas é possível ter sucesso em ambas as frentes. De acordo com a Business Harvard Review, a partir da experiencia bem sucedida da American Express em criar a startup Bluebird, três táticas podem ajudar uma unidade empresarial ou uma startup a ter sucesso dentro de uma empresa maior:

  1. Não defina a batalha como “velho” versus “novo”. Muitas pessoas vão para organizações existentes e o sucesso é redefinir como recriar o que está lá. Em vez disso, pense sobre como utilizar os ativos existentes, como uma rede forte ou uma base de clientes dedicados. Aproveite todos os recursos existentes.
  2. Traga novos conjuntos de talentos. Defina a prioridade da sua unidade ou startup deste ponto para frente. Que produtos estamos oferecendo aos clientes? Que dores ou necessidades dos nossos potenciais clientes estamos atendendo?
  3. Agregue pessoas que entendam o seu objetivo, e junte-as com pessoas que conheçam a empresa. A mistura de velhos com novos talentos pode ser poderosa.

 

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Como criar startups para atuarem dentro de organizações já estabelecidas ou como estabelecer um projeto para uma nova empresa é alguns dos tópicos que abordamos em nossos workshops realizados em todo o Brasil. Conheça a nossa agenda neste link e participe de um próximo a você. A experiência de viver isso na prática é cativante.