No início, por não conhecer a ferramenta e não ter pessoas agregadas, o Twitter soa estranho. Responder à pergunta: “what’s happening”? parece coisa de criança que não tem o que fazer ou pior, que é controlada pela mãe. Mas na medida em que outras pessoas começam a te seguir e tu começas a seguir outras pessoas, inicia-se uma troca de informações que pode ser bem interessante. O segredo é saber a quem seguir. A qualidade das pessoas, o que as mesmas têm a acrescentar, que tipo de informação é importante etc. Tudo isso e mais um pouco irá configurar o “teu” Twitter.

Tenho a felicidade te ter muitos amigos, conhecer muitas pessoas, gostar de ouvir, saber mais. Aprendi a usar o Twitter com a minha filha Marina (aliás, que sempre me coloca em contato com as novidades das redes sociais).  Gradativamente e até um pouco tímida, comecei a seguir algumas pessoas. Algumas retribuiram e passaram a me seguir. Outras pessoas surgem, novas informações são citadas e aos poucos um rede de pessoas é formada.

O que se pode constatar é que este ambiente diferente de um Facebook ou Orkut, lembra muito uma sala de estar. Surgem todos os tipos: os que sabem tudo, os intelectuais, os revoltados, os que só repetem o que outras pessoas falam, os engraçados, com presença de espírito e divertidos.  Conforme o perfil das pessoas “seguidas” e da frequencia com que as mesmas contribuiem com informações, esse ambiente virtual pode chegar a viciar também. A troca de informaçoes, as respostas, os re-twitters, os links etc podem provocar uma necessidade em ficar conectado 24 horas por dia para saber o que está acontecendo. Mas como tudo na vida, é preciso saber desligar, desconectar ou quem sabe, como acontece na casa da gente, sair da sala e mudar de ambiente.