Termino a apresentação da série “Valores do Brasil” com o sétimo filme dirigido por Beto Brant, que voltou-se para um menino que serve de ponte entre o avô e a avó, que brigam entre si, para falar sobre a confiança. 

Ou quem sabe, começo. Sim, porque imaginando que alguém esteja vendo este blog pela  primeira vez, a partir deste filme que termina a série, na verdade, começa a explicação. Assim aqui é o começo e o término ou o término e o começo.

Retorno ao ano de 2004. Tudo começou com uma pesquisa do Banco do Brasil, na gestão Luiz Inácio Lula da Silva, que queria saber qual a expectativa dos brasileiros em relação ao banco que tem o nome do País. O diretor de Marketing e Comunicação à época, Henrique Pizzolato, explicou que o projeto dá continuidade à série Valores, realizada pelo BB em 2004 com o objetivo de destacar aspectos da cultura brasileira e afirmar a imagem do banco como socialmente responsável. A pesquisa procurou determinar, junto ao universo de clientes do BB, quais valores ajudariam a esculpir uma imagem do caráter do brasileiro. Os sete atributos escolhidos também correspondem a um banco ideal, sonhado pelos clientes.

Afeto, alegria, confiança, conhecimento, fraternidade, identidade e originalidade – os sete traços fundamentais do brasileiro, os sete atributos exigidos de um banco. De posse desses elementos, o BB chamou a produtora Renata Magalhães e o produtor e diretor Daniel Filho, já com o objetivo de inovar na sua campanha publicitária de fim de ano. Pensando assim, a diretoria de Marketing e Comunicação resolveu propor a diretores de expressão do cinema nacional que ilustrassem os sete temas.

Veja a sequencia dos sete filmes nos links e posts a seguir: